Notas dos Filmes
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    Mank
    Média
    3,4
    44 notas e 6 críticas
    distribuição de 6 críticas por nota
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    6 críticas do leitor

    Fábio R.
    Fábio R.

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    1,0
    Enviada em 19 de dezembro de 2020
    Olha, vou te dizer... Foi difícil assistir esse filme até o final. Extremamente maçante e monótono. Foi feito para agradar pessoas da própria indústria, fazendo o espectador ficar alienado. Não só os leigos, mas mesmo os mais cinéfilos, que não estiverem profundamente familiarizados com o contexto da trama, focarão "boiando". O filme tenta ser uma homenagem à Holywood dos anos 30 e 40, ao mesmo tempo que tenta ser uma trama política e um estudo de personagem, e acaba não convencendo em nenhum desses aspectos. As tentativas de criar ecos narrativos com o megaclássico "Cidadão Kane" também não funcionam. Não chega aos pés da obra de Orson Welles. Personagens muito mal-explorados. Carece de densidade emocional de seu protagonista, que apenas anda pra lá e pra cá fazendo comentários espirituosos e conversando com pessoas da indústria. Pra quem quiser ver um bom filme de bastidores de Hollywood, porém fictício, mas com direito à aparição de personalidades reais interpretando a si mesmas, recomendo "Crepúsculo dos Deuses", uma verdadeira obra-prima.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    4,0
    Enviada em 6 de dezembro de 2020
    O título do filme "Mank", dirigido por David Fincher, faz referência à forma como o roteirista Herman J. Mankiewicz era conhecido entre os seus pares em Hollywood. Atualmente, ele é mais lembrado como o homem por trás do roteiro daquele que é considerado como o maior filme de todos os tempos, "Cidadão Kane", porém a verdade é que Mankiewicz foi um dos mais bem-sucedidos roteiristas de Hollywood, principalmente no final dos anos 20 e início dos anos 30. O filme captura um determinado momento de sua vida: aquele em que ele está escrevendo o roteiro de "Cidadão Kane". Na medida em que Mankiewicz (interpretado por Gary Oldman) redige a história do longa, Fincher nos coloca diante de flashbacks que nos mostram a inspiração por trás do roteiro que ele concebia - Mank foi testemunha ocular de uma época de ouro em Hollywood, em que os grandes estúdios imperavam, e do relacionamento de negócios que envolvia o magnata da comunicação William Randolph Hearst, que inspiraria a personagem Charles Foster Kane, e o magnata do cinema Louis B. Mayer. Aqui, é importante fazermos um adendo para falar um pouco sobre "Cidadão Kane". No filme, a história de Charles Foster Kane (interpretado pelo diretor Orson Welles) é relatada para a plateia quase como um obituário, por meio de entrevistas que um jornalista conduz com diversas pessoas que fizeram parte da vida do empresário, após o seu falecimento. Assim, percebemos que Kane nada mais era do que um homem solitário, que não conhecia a felicidade em sua plenitude e que buscava a adoração das pessoas pela sua posição de poder. O "Rosebud" ao qual o filme credita tanta importância nada mais era do que uma alusão ao único momento em que Kane verdadeiramente foi feliz, na sua infância. "Mank" nos oferece alguns paralelos com o filme dirigido e co-escrito por Orson Welles, pois também estamos diante do estudo de uma personagem. Aqui, o foco está todo voltado para Herman J. Mankiewicz, um roteirista generoso, leal aos amigos, que proporcionou oportunidades de trabalho para diversos amigos, porém, curiosamente, Mank ligava pouco ou dava pouco crédito ao que ele realizava. Por ter uma personalidade agradável, ele conseguia transitar bem pelos diversos campos de poder em Hollywood. O que o filme dirigido por David Fincher nos mostra é que o "Rosebud" de Mank é justamente o roteiro de "Cidadão Kane", em que ele tem consciência do valor do trabalho que ele tem em mãos e do que isso poderá representar para ele, para o bem e para o mal. Um longa totalmente fotografado em preto e branco, "Mank" tem a estética de um filme dos anos 40, parece saído da era de ouro de Hollywood, e representa muito bem a linhagem dos filmes que abordam casos de Hollywood. Em que pese todo o academicismo que a obra possui, com uma linguagem tradicional que foge da ousadia da maioria dos filmes dirigidos por David Fincher, é inegável que estamos diante de um grande filme, com uma parte técnica apurada, e uma história maiúscula - mesmo que anticlimática. “Mank” é um tributo a um filme definidor da forma como conhecemos hoje o cinema feito por um dos melhores diretores que temos em atividade.
    Carlos P.
    Carlos P.

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    3,0
    Enviada em 7 de dezembro de 2020
    Filme interessante sobre os bastidores da criação do Cidadão Kane, um dos filmes mais populares de todos os tempos. É curioso saber a história por trás, saber sobre a Hollywood da época. Com certeza isso traz fascinação, principalmente para muitos críticos. No entanto, é difícil para mim, conseguir se interessar em cenários políticos locais da época ou em certas relações com as quais não encontro um vínculo importante com o produto final. Mas ainda assim, um bom filme. Eu diria que até é nostálgico para quem conhece a história de Hollywood.
    Fabricio Menezes
    Fabricio Menezes

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    2,5
    Enviada em 6 de dezembro de 2020
    Esperava mais. Os diálogos são confusos em vários momentos. Tem umas partes massantes e arrastadas tbm. Além do tempo de duração exagerado. Dava pra finalizá-lo com 2 horas, excluindo algumas cenas desnecessárias. Os pontos fortes são as atuações tanto do Gary Oldman quanto da Amanda Seyfried. Ele como de costume, é sensacional em tudo que faz. Um baita ator! E ela me surpreendeu. Deu sorte de pegar uma personagem ótima tb, mas mandou super bem. A direção do Fincher é outro fator que dispensa comentários. Dos lançamentos da Netflix esse ano que podem concorrer ao próximo Oscar, Mank foi o que menos me agradou até agora. Gostei muito mais de Os 7 de Chicago e Destacamento Blood.
    Juan Binotto
    Juan Binotto

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    3,5
    Enviada em 6 de dezembro de 2020
    Mank o mais novo filme do já saudoso diretor diretor David Fincher finalmente chega ao público, não aos cinemas, mas a partir do streaming numa parceria com a netflix. A trama de Mank é bem construída e interessante, aborda a vida de Herman Mankiewicz co-roteirista de cidadão Kane (um dos maiores filmes já feitos), e como acontecimentos de sua vida interferiram em sua escrita do roteiro deste grande filme. Para contar isso o filme usa de flashbacks retratados como páginas de roteiro, uma ótima decisão criativa, afinal, estamos contando a história de um roteirista, que liga a escrita do roteiro de cidadão Kane no presente (do filme, é claro). Para isso, o filme conta com um trabalho técnico impecável, a reconstrução de época a partir dos cenários da Hollywood clássica somados a belíssima fotografia em preto e branco além da captação de som e trilha sonora idênticas a dos filmes deste período, criam uma homenagem esplêndida e fiel dos anos 30 e 40 para o cinema. Quanto a montagem surgem alguns problemas, apesar de ser bem inventiva e muito funcional no primeiro ato, chega um ponto em que fica meio lento e até um pouco massante, e isso vai piorando com decorrer do filme. além do mais, a trama vai além da vida do roteirista, também abordando política, inclusive fake news, o que em minha opinião é um tanto contraditório, tendo em vista que o filme vilaniza Orson Welles e mostra ele como não participativo na escrita do roteiro, sendo que na vida real não foi bem assim ( mas isso é bem subjetivo porque não se trata de um filme documental e o diretor não precisava ser totalmente real aos fatos, tendo assim, liberdade criativa), e de qualquer forma não interfere na qualidade do filme por si só. De qualquer forma é um grande candidato ao oscar e receberá muitos prêmios e reconhecimento, não é um dos melhores filmes do diretor, mas ainda é um bom filme, nota 3,5.
    Márcia L
    Márcia L

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    2,5
    Enviada em 11 de janeiro de 2021
    Gosto muito dos filmes do Fincher, e tinha grande expectativa com esse. Fora a fotografia em preto e branco, espetacular, achei o filme chatíssimo. O roteiro, do pai do diretor, muito picotado, não me convenceu.
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