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2001 - Uma Odisséia no Espaço
Média
4,5
659 notas e 58 críticas
59% (34 críticas)
16% (9 críticas)
7% (4 críticas)
12% (7 críticas)
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58 críticas do leitor

Mauro M
Mauro M

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5,0
Enviada em 21/06/14
Este, a meu ver, foi o melhor filme já criado em toda a História do Cinema, inegavelmente o mais inteligente e o de maior dificuldade de compreensão. Falar sobre ele, acarretaria um monte de páginas, ou mesmo um livro, ou então algumas noites de bate-papo com amigos que tentaram entendê-lo. Digo “tentaram”, porque quase nunca o espectador o consegue nas primeiras vezes e no fim é obrigado a repetir o filme diversas vezes, a ler o livro e a falar com outros sobre seu entendimento a respeito. Arthur C. Clarke, um dos maiores escritores de ficção científica dos nossos anos, associou-se a Stanley Kubrick, um dos maiores diretores de cinema de todos os tempos, na realização deste filme, que é uma verdadeira odisseia. Arthur Clarke ficou assim responsável pelo roteiro junto a Kubrick e o livro foi sendo escrito paralelamente ao roteiro e nenhum é melhor do que o outro: ambos de completam. Se o livro é mais explicativo, de mais fácil compreensão, o filme é mais interrogativo e dá aquele show de visual, sobretudo se levarmos em consideração a época em que foi realizado. Mais de quarenta empresas de eletrônica foram convocadas e consultadas, inclusive a IBM e os autores viveram algum tempo na NASA, para pegar alguns detalhes técnicos. Basta dizer que o módulo que o Homem usaria para chegar à lua um ano depois, foi mostrado neste filme. A fotografia é sensacional e um dos momentos mais emocionantes e antológicos é aquele em que o homem-macaco (o elo perdido de Darwin) atira para o ar a tíbia de um animal abatido e ela se transforma numa nave espacial, dando um salto da pré-história para o futuro. Como se isso não bastasse, tudo é visto ao som de músicas de Johan Strauss e Richard Strauss, com destaque para “Assim falou Zarathustra” e “Danúbio Azul”. Um computador ensandecido e dominante levanta o debate do homem sendo dominado pela máquina, no caso o então fantástico computador HAL-9000. Pela espantosa perfeição dos Efeitos Especiais, este filme ganhou merecidamente um Oscar e esses efeitos (parece-me que foram os primeiros a utilizar a computação gráfica) revolucionaram o gênero cinematográfico da ficção científica, constituindo-se num importante marco do cinema. Foi indicado também para o Oscar de Melhor Maquiagem, ganho por outro filme que mostrava macacos, o também cultuado “Planeta dos macacos”. Foi dito na ocasião que os macacos de “2001” mais se assemelhavam a humanos. Os infelizes críticos que disseram esta asneira não entenderam que, na realidade, aqueles animais eram homens-macacos, portanto deveriam ter características dos dois ramos em que se dividiriam. Outras indicações foram para os Oscar Melhor Diretor, Melhor Direção de Arte e Melhor Roteiro Original. A história é baseada num conto de Arthur C. Clarke intitulado “A Sentinela”, que conta a história do monolito achado na lua. O monolito negro também foi amplamente discutido por críticos e aficcionados e foi até comparado com Deus, como algo inatingível e incompreendido pelo Homem. É praticamente impossível entender-se e “penetrar” no filme na primeira vez em que é visto e dificilmente será compreendido mesmo se assistido várias outras vezes. O melhor mesmo é recorrermos ao livro (mais explicativo) para depois reassistirmos ao filme diversas vezes. Aí, talvez, consigamos “começar” a compreendê-lo. E, cada vez que o assistimos, vemos pontos diferentes, descobrimos que há sempre algo de novo e podemos mudar nossa compreensão de alguns fatos ou mesmo começar a entendê-los. E cada espectador terá, por certo, sua maneira de ver e, assim sendo, seu grau de compreensão e seu ponto de vista serão diferentes daquilo que outros espectadores veem e sentem. Aqui, neste DVD, temos algo diferente do filme original: a apresentação completa de “Danúbio azul” ao final, que se continua após o fim, mesmo depois que os créditos terminam. Além disso, temos uma música que antecede o início do filme propriamente dito, ouvida sem imagens
dfariasreis
dfariasreis

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5,0
Enviada em 27/09/15
Tranquilo, misterioso, belo e complexo. Gosto dos filmes de Stanley, mas sinceramente não consegui captar a mensagem que 2001 deseja passar. Não entendi o monolito negro. A nota vai mais pela fotografia, jogo de câmeras, por ter "profetizado" o uso de videoconferência, inteligência artificial etc. Vou assisti-lo novamente pra tentar entender melhor. Pra uma obra da década de 60, se saiu melhor que muito filme atual. Kubrick ;)
Camile C.
Camile C.

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5,0
Enviada em 26/05/15
Realmente, se alguém for assistir esperando guerras, ETs, supernovas, explicações físico-teóricas, simplesmente não vai gostar desse filme! Não é um filme que tem como finalidade, meramente, o entretenimento. É algo para quem enxerga o cinema além, como arte (e arte, falando da definição pura e seca, sendo não o que é belo, mas o que nos toca e desperta para alguma coisa). A beleza desse filme não está apenas nos efeitos visuais, na trilha sonora (que pasmem, recebeu duras críticas na época de seu lançamento). Tudo, em 2001 (...) é pensando milimetricamente para causar empatia, para não causar estranhamento e sentimento de que "isso não vai acontecer nunca" ou "é muito fora da realidade". Seus poucos diálogos não interferem no envolvimento, na projeção do telespectador nos personagens. Quem se entrega ao enredo, se vê cercado de teorias, termina de assistir ao filme com inquietação: "O que é a vida inteligente?" "Hal estava com falha ou foi programado para tal?" "o que são os monólitos?" "Teria o homem capacidade de evoluir sem um 'empurrãozinho'?", "Essa evolução seriam o fim da humanidade?" Eu não entendo de técnicas, não sou a mais observadora das pessoas, e concordo com a função de entretenimento do cinema. Mas, não posso negar, quando nos deparamos com um filme desses, somos obrigados a admitir a sétima arte como poderosa, autêntica e efetiva!
Samir F.
Samir F.

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3,0
Enviada em 11/02/13
O filme apresenta características bem marcantes ,tais como: fotografia, efeitos especiais e trilha sonora. Sem duvida os temas abordados no filme( evolução humana, I.A, vida extraterrena) são interessantes, mas é notória a pouca preocupação em apresentar algum conteúdo lógico no filme. A beleza no filme está, justamente, na forma em como é apresentado. Desta forma, muitos filmes que vieram após utilizaram recursos criados em 2001.O filme se tornou uma espécie de pré-cursor para filmes do mesmo gênero e elevou a categoria dos filmes para uma forma de arte. Confesso que esperava mais compreensão da história, mas por outro lado usei a minha imaginação para criar minhas teorias e expectativas. Ao assistir este filme apenas relaxe e curta o momento.
Oswalcy D.
Oswalcy D.

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1,0
Enviada em 21/10/15
O mundo está cheio de mentiras bem contadas. Essa é a MAIOR MENTIRA BEM CONTADA da historia do cinema. Chato, arrastado, parei por aqui...
Lucas S.
Lucas S.

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5,0
Enviada em 22/10/15
Um filme difícil de ser compreendido, me percebi diante de minha leiguice, mas depois de varias vezes assistindo, pude entender a magnitude do que eu estava assistindo, uma Obra-Prima do cinema que brilha ao representar evolução da humanidade, ao explorar os lados da inteligência humana, brilha ao abraçar o mistério, por nos fazer refletir sobre as ações humanas, sobre o desconhecido, e o pioneirismo da humanidade.
Ferris Bueller N.
Ferris Bueller N.

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5,0
Enviada em 29/09/13
Possivelmente, este é o filme mais complexo que o cinema já produziu. O desafio é examinar as pistas deixadas por Kubrick, e admirar a beleza deste trabalho.
Natan B.
Natan B.

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2,5
Enviada em 09/01/16
Não consigo entender como tem gente q achou esse filme bom... com um final completamente sem sentido... e eu achando q interestellar teve uma fantasia ridícula sobre o que aconteceria após passar por um buraco negro, se eu estivesse assistindo esse filme nos cinemas, simplesmente levantaria e pediria meu dinheiro de volta, ridículo. Se vc q tá lendo isso discorda de mim, pelo menos tente me fazer mudar de ideia.
Edvaldo Lopes
Edvaldo Lopes

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2,5
Enviada em 06/01/13
2001...é quase filme da época do cinema mudo, pra se ter uma ideia a primeira voz humana surge com cerca de 25 minutos e não tem tantas falas depois disso. Dinamismo nenhum, tudo muito moroso. Mas a marca desse filme de 1968 é mesmo o estilo futurista imaginado à época, aí sim o ponto forte da história. A história vai bem até a chegada do cosmonauta Dave Bowman ao Planeta Júpiter mergulhando num sei lá o quê, um festival de cores no espaço ou fruto dos delírios dele, daí pra frente a história fica totalmente sem sentido e realmente não dá pra entender mais nada, nada mesmo. A trilha sonora é muito boa.
Adri_face
Adri_face

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5,0
Enviada em 05/12/16
Quando me apresentaram esse filme a primeira vez não entendi bem, achei entediante mas depois de muitos muitos anos com uma bagagem maior compreendi que esse filme com certeza é um marco no cinema. E agora cada vez que assisto sinto a emoção o suspense... Imagino como nao seria, ter assistido no lançamento em 1968. Maravilhoso.
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