Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    O Tradutor
    Média
    3,6
    57 notas e 11 críticas
    distribuição de 11 críticas por nota
    3 críticas
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    Você assistiu O Tradutor ?

    11 críticas do leitor

    Luiz Antônio N.
    Luiz Antônio N.

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    3,0
    Enviada em 30 de agosto de 2019
    Malin, um professor, vê sua vida transformada ao ser designado como tradutor na ala infantil de um hospital cubano. Ele deve servir de intérprete entre os médicos e as vítimas do acidente nuclear de Chernobil que acabam de chegar a Havana. Uma história interessante que não sabia que era baseado em fatos reais até ler uma crítica o que mais me impressiona é atuação do Rodrigo Santoro o cara além de ser um ótimo ator ainda se não bastasse me aprende a falar Russo ⭐⭐⭐
    Alan David
    Alan David

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    4,0
    Enviada em 6 de abril de 2019
    O Tradutor é uma história triste, mas com um toque pessoal dos irmãos diretores, dentro de uma narrativa com muita dor, dúvidas e tristezas, conseguem passar a emoção necessária para qual se propôs a contar... Mesmo não sendo um filme de agrado geral devido ao seu teor emocional forte e de um ritmo cadenciado. Para ler a crítica completa, acesse: http://www.parsageeks.com.br/2019/04/critica-cinema-o-tradutor.html#more
    Andreia P
    Andreia P

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    3,5
    Enviada em 12 de maio de 2019
    Faltou emoção. Ainda que os diretores/produtores tenham mesmo decidido, por respeito, tomar cuidado para não fazer sensacionalismo com a doença das crianças, é obviamente impossível crianças gravemente doentes, num filme classificado como drama, e que se passa em grande parte, num hospital, e ainda assim a emoção ficar superficial, é impossível não soar falso. Fica raso e desproporcional. O que vale mesmo é a atuação do Santoro, que é sempre muito convincente principalmente nos papéis dramáticos, e da enfermeira, e o envolvimento com um dos garotos internados. Mas era pra você sair da sala de cinema emocionado, o tema tem tudo pra proporcionar várias possibilidades aos diretores, ainda mais tratando-se de uma história real, mas, definitivamente, essa grandiosidade não acontece.
    Marcos M.
    Marcos M.

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    4,0
    Enviada em 22 de maio de 2019
    Um filme relevante. Talvez não tanto para quem ama ou odeia Cuba (ou o seu modelo político). Mas para aqueles que querem aprender.
    Rita S.
    Rita S.

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    5,0
    Enviada em 3 de setembro de 2019
    Filme emocionante, a atuação do Rodrigo Santoro está fantástica! A emoção de saber o que as crianças passaram é de cortar o coração.
    Priscilla P.
    Priscilla P.

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    3,5
    Enviada em 2 de maio de 2019
    o personagem do Rodrigo Santoro abre discussão para o patriarcado, relação do pai com o filho e com a família. Oq realmente é mais importante aos homens? a relação com a família ou o trabalho?
    Carla Rosane O
    Carla Rosane O

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    4,0
    Enviada em 28 de abril de 2019
    O TRADUTOR, pode ser visto apenas como o relato social e político do final da década de 80, em Cuba. Ou ainda como uma história familiar, contado por dois filhos sobre um pai calado e introvertido, mas capaz de atitudes heroicas. Porém traz uma narrativa que pode ser olhada sobre o foco do cuidado humano em situações extremas: crianças condenadas a morte lenta e sofrida, pelo acidente nuclear de Chernobyl. Malin, um tímido professor de literatura russa ( aí está nosso Rodrigo Santoro falando espanhol e russo), é destacado pelo estado para traduzir as equipes de saúde para pacientes e familiares russos. Contrariado e profundamente angustiado diante da dor das crianças, sem poder se expressar com familiares, Malin lança mão dos instrumentos que conhece: literatura e arte. Passa a contar histórias, ouvir histórias, promover salas de leitura e desenho, e ainda trocar mensagens entre pequenos pacientes isolados. É capaz então de contrapor seus próprios medos e limitações com o que se passa no hospital: dor, perdas e morte. Além disso, Malin se tornar integralmente presente para pacientes e familiares, fazendo de si um instrumento terapêutico de conforto e segurança. Boa parte dos profissionais de saúde não vive ou não consegue viver e valorizar essa experiência. Uma das cenas que representa bem essa diferença é aquela em que Malin reage a uma das mães, que se mostra impaciente com a filha doente, dizendo à mãe, que ela estava ali COM a filha, mas não estava ali PARA a filha. Sofremos nesses tempos, dessa carência. Equipes de saúde não estão realmente presentes para as pessoas, estão em "modo automático", realizando atividades técnicas e procedimentos em corpos passivos, "sem alma". Como mostra muito bem o drama real, envolver-se tem um preço, alto com frequência. Malin sobrevive diferente, inteiro, outro. O ônus inclui o distanciamento familiar. Resgatar esse ônus, que está em qualquer escolha dessa dimensão, é possível quando se preserva a essência de quem somos. Nesse sentido, O TRADUTOR tem muito a ensinar, muito a refletir, em especial para quem cuida do outro, na saúde mental ou física. Certamente que o contexto familiar (conjugal, filial), comunitário e social da história tem outros elementos igualmente preciosos. Escolhi ficar com a delicadeza de bilhetes trocados entre crianças levadas para longe de sua pátria, diante da morte. Malin, foi um mestre na tradução de vida e esperança. Uma boa história, trazendo todos as diretrizes de um movimento atual, de resgate da humanização na relação médico/paciente, criado pela médica Rita Charon: Medicina Narrativa.
    Junior J
    Junior J

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    5,0
    Enviada em 8 de abril de 2019
    This is a beautiful well produced story. Absolutely a must to watch Esta es una hermosa historia bien producida. Absolutamente imprescindible para ver.
    Anselmo B
    Anselmo B

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    1,0
    Enviada em 14 de abril de 2019
    Mais um filme de propaganda comunista. A história é boa mas, é apenas mais uma boa história que foi engolida pela ideologia putrefata dos Castros, uma pena.
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