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    O Relatório
    Média
    3,7
    48 notas e 7 críticas
    distribuição de 7 críticas por nota
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    1 crítica
    5 críticas
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    7 críticas do leitor

    Nelson J
    Nelson J

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    3,5
    Enviada em 31 de dezembro de 2019
    Filme estilo jornalistico sobre investigação do senado americano com foco nos métodos da CIA de tortura, além da ineficácia e despreparo. Narrativa convincente no estilo americano de curar as próprias feridas.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    3,5
    Enviada em 27 de setembro de 2020
    Baseado em uma história real, “O Relatório”, filme dirigido e escrito por Scott Z. Burns, nos retrata a mais de uma década de trabalho de investigação da equipe liderada por Daniel Jones (Adam Driver) sobre as técnicas de interrogatórios melhorados do Programa de Detenção e Interrogatório da CIA, após os atentados terroristas de 11 de setembro. O trabalho realizado por Daniel e equipe, a pedido do Comitê de Inteligência do Senado, revela o uso secreto da tortura pós-11 de setembro pelos agentes de campo e terceirizados da CIA; ao mesmo tempo em que nos coloca diretamente nos bastidores políticos e os diversos interesses que a revelação de um relatório como esses pode abalar. Um filme de caráter documental, com recriações bastante interessantes dos tópicos investigados por Daniel e equipe, “O Relatório” chama a atenção pela qualidade do seu roteiro e também por um elenco extremamente competente (além de Driver, temos em tela atores como Annette Bening, Maura Tierney, Matthew Rhys, Jon Hamm, Jennifer Morrison e Michael C. Hall). Apesar disso, incomoda muito a tentativa do filme de retratar os Estados Unidos com o heroísmo de sempre, mesmo diante de fatos estarrecedores.
    Marcelo S
    Marcelo S

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    3,5
    Enviada em 5 de janeiro de 2020
    'The Report' (O Relatório), roteirizado, dirigido e produzido por Scott Z Burns, trata do agente Daniel Jones (Adam Driver, História de uma Casamento) que passa a investigar a pedido da senadora Dianne Feinstein (Annette Bening, Capitã Marvel) o fato de fitas com interrogatórios feitos pela CIA com presos muçulmanos que tinha alguma ligação com Osama Bin Laden diretamente ou não, usando de várias formas de tortura, como afogamento, privação de sono e outras mais. Essas medidas aprovadas pelo governo 'aparentemente' sem a aprovação do então Presidente Bush, foi gravada pelas pessoas envolvidas e como as técnicas não surtiam efeito, as fitas foram destruídas, e a investigação de Daniel começa no ano de 2007 e leva ao todo pouco mais de 5 anos sem ele ter a certeza de que todas as suas descobertas serão publicadas. Baseado nos acontecimentos que se sucederam os ataques terroristas de 11 de setembro nos EUA, este escândalo veio á tona no meio da década de 2010, e tomou as páginas dos jornais e as notícias televisas americanas e do mundo todo. Para não dar muitos detalhes do acontece durante o filme, para quem não sabe nada do que se passou naquele momento, digo apenas que Jones teve muitos percalços pelo caminho pois a CIA em nenhum momento queria ter sua imagem arranhada perante os olhos do governo e do público e principalmente aos olhos de outras inteligências aliadas e inimigas espalhadas pelo globo, dificultando o trabalho de Jones e o acuando cada vez mais quando ele estava próximo de jogar luz em tais eventos. O diretor Scott Z Burns conseguiu fazer um excelente trabalho com o filme, pois conseguiu nos passar os fatos sendo que grande parte deles com mínimos detalhes para entendimento do todo e também com falas e sentenças que nos deixavam totalmente a par do que acontecia dentro de cada agência, senado, CIA e FBI. O foco do diretor acaba ficando em Daniel, personagem principal dos eventos, porém, outros envolvidos poderiam ter tido uma resolução maior, pois estavam ligados diretamente ou com o escândalo cometido ou com a ciência do mesmo... como os personagens de Jon Hamn (Denis McDonough) que trabalhava na Casa Branca, poderia ter um pouco mais de destaque já que tinha contato direto com o Presidente, e o repórter do NY Times interpretado por Matthew Rhys (produtor de filmes) que também poderia ter um destaque mais acentuado pois teve ciência dos fatos quando estava em contato com Daniel quando ele estava se decidindo ou não se liberaria a história para a imprensa. Tim Blake Nelson fez Raymond Nathan e estava tendo um grande destaque no começo do filme, mas logo depois que ele se encontrou com Daniel para falar de coisas que aconteciam nos interrogatórios com tortura, seu personagem foi perdendo espaço no filme, ou seja, neste ponto o roteiro de Scott Burns começou a deixar um pouco na irrelevância alguns personagens chave que complementariam os eventos da história. Apesar de ser um filme que prende a atenção do espectador, trazendo luz aos fatos acontecidos naquela década de 2000 logo após aos atentados, Scott não conseguiu manter a boa premissa por muito tempo... quem tem facilidade em acompanhar as notícias do dia-a-dia, principalmente as políticas e tem facilidade e gosto para assistir séries e filmes americanos com foco na CIA, FBI e questões políticas vai ir mais longe com este filme, até o final sem se aborrecer... porém para quem não tem esta facilidade e tem um pouco de dificuldade com filmes onde a atenção aos fatos e falas deve ser altíssima irá cansar do filme em pouco tempo. 'O Relatório' vai bem até os seus 50 e poucos minutos onde tudo é minuciosamente bem explicado e estruturado pelo diretor Scott Burns, prendendo muito a a tenção do espectador, porém á partir daí, o filme muda o seu foco pois tudo que tinha para se falar do encobertamento das torturas e como elas eram feitas termina de ser apresentado. O filme então começa a focar na dificuldade que Daniel tem em lançar essas descobertas ao público, com a CIA fechando seu circulo, e então começa um jogo político e diplomático que dificulta e muito a atenção nos fatos que nos é apresentado... neste ponto, confesso que não tenho tanto conhecimento nas tratativas e cultura americanas com relação ao jogo de poder dentro das agências que envolvem advogados e líderes que não se fazem tão presentes assim no dia-a-dia das organizações. Por isso o meu foco em tentar juntar cada sentença que era dada pelos personagens ficou prejudicada, afinal meu entendimento para assuntos tão detalhísticos envolvendo as várias camadas do governo americano tem um limite, uma vez que não cresci como cidadão norte-americano... portanto o filme se tornou bem cansativo de se acompanhar até o final. Para as pessoas que tem mais conhecimento e facilidade o filme irá entregar o que propõe e dificilmente a pessoa se cansará. Adam Driver está muito bem no papel, mostra muita veracidade nas cenas onde seu personagem se exalta e não aceita certas decisões que farão o seu trabalho não ser reconhecido ou algum envolvido não ser penalizado. Adam está se tornando um grande ator, onde se dá perfeitamente bem nos papéis principais, como foi este ano e que já tinha mostrado ano passado em filmes como 'Infiltrado na Klan' onde ele era um Coadjuvante com destaque. Annette Benning foi indicada ao Globo de Ouro por Atriz Coadjuvante, e sua atuação é muito convincente dando a personalidade necessitada que sua personagem pede... obviamente que Annette, experiente atriz que ela é, iria entregar algo não menos excepcional como foi, porém, em minha mais modesta opinião, sua atuação além de ser competente, não proporciona uma indicação, pode ser válida, mas com as outras que estão concorrendo com ela acredito que Kathy Bates e a Jennifer Lopez têm mais chances. Outros atores no elenco aparecem esporadicamente, e fizeram um trabalho mais secundário, como Jon Hamn (O Caso de Richard Jewell), Tim Blake Nelson, Sarah Goldberg, Ben Mckenzie (Gotham) e Michael C. Hall (Dexter) que também começou com bom destaque e sumiu do filme depois de certos acontecimentos. O filme tem uma direção de arte bem competente, assim como os figurinos remetem bem cada agência, sendo que a iluminação do filme também está bem presente. A montagem também ficou muito competente, não há nada na edição do filme a se reclamar, pois foi muito bem editado para que cada cena tivesse sua conclusão satisfatória com o que o personagem passava ou exigia. 'O Relatório' é um bom filme para termos uma dimensão das coisas horrendas que o governo norte americano realizou em suas sessões de interrogatório com os prisioneiros logo depois dos atentado ao World Trade Center, independente de serem pessoas com ligações terroristas ou não... vai cansar alguns espectadores que preferem algo mais comum, e vai encher os olhos de espectadores que têm uma total dimensão de como funciona a máquina norte-americana da política. 03/01/20
    Letícia
    Letícia

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    4,0
    Enviada em 6 de dezembro de 2019
    Um filme interessante e que documenta perfeitamente os meandros das agências de inteligência e o poder policial. Traçando os fatos pós 11 de Setembro, nos traz as práticas utilizadas pela CIA para interrogar prisioneiros. Que na verdade eram verdadeiras torturas. Baseado em uma história real, é interessante compreender os caminhos que uma democracia já consolidada passa e que os outros países ainda jovens democraticamente podem aprender seja com os erros e perpetuar os acertos. Recomendo o filme! Boa trama e desenvolvimento! Uma ótima atuação de Adam Driver!
    Tarcísio Braga
    Tarcísio Braga

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    3,5
    Enviada em 6 de janeiro de 2020
    Um filme que tem como diretor Scott Z. Burns, com seu gênero drama e está concorrendo a melhor atriz coadjuvante no Globo de Ouro 2020, com Annette Bening, tendo como estrela principal o forte ator Adam Driver. O filme retrata a história que após o triste atentado, de 11 de setembro de 2001, a CIA que controla a investigação para evitar novos ataques do tipo passou a mudar o seu discurso e sua postura apelando para métodos não republicanos, em certo momento com apoio popular, com o trabalho investigativo da senadora Dianne Feinstein (Annette Bening) e do encarregado Daniel J. Jones (Adam Driver), iniciando em meados de 2007 uma investigação pesada para punir os culpados e revelar ao mundo o que aconteceu naquele momento, apesar de pessoas influentes tentarem evitar a revelação. A equipe de investigação vive momentos tensos, sem saber como será o resultado final. O filme, que inicialmente parece um documentário, demora de pegar o ritmo, correndo as cenas em certos momentos e explicando pouco, não detalha a vida de alguns personagens e como elas adquiriram aqueles cargos, a trilha sonora praticamente não existe e com isso não encaminha o telespectador a uma viagem em momentos tensos; porém o filme entrega aquilo que promete com fortes revelações. A trama se torna importante a partir do momento em que é baseado em fatos reais e nos revela histórias e métodos horripilantes da CIA em busca de informação. O filme deveria se estender mais em questões políticas e como todo esse processo afetou a esse mundo, se políticos conseguiram fazer campanha com isso ou se ganharam outras eleições, faltou uma melhor fotografia; com tudo isso a minha nota pessoal é 7,5/10 e em sites específicos é 3,5/5. Crítica feita por Tarcísio Braga e revisada por Adriana Santos. Se gostou ou tem alguma sugestão me siga no Instagram(tarcisiobbraga) e Twitter(tarcisiobbraga) acompanhe nos sites AdoroCinema, Filmow e TV Time.
    Carlos Henrique S.
    Carlos Henrique S.

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    3,0
    Enviada em 4 de janeiro de 2020
    Não é de hoje que os EUA é um controverso país quando se diz suas ações,e um dos fatos mais graves ocorridos foi o programa de tortura que correu nos bastidores das investigações para capturar Osama Bin Laden onde 2 homens foram torturados em praticas ilegais buscando informações sobre futuros ataques,e é nesse cenário onde temos Daniel J. Jones que dedicou 10 anos de sua vida em busca da verdade a respeito dos atos.O filme foi lançado no Brasil pelo serviço de streaming Amazon e foi pouco falado desde seu lançamento,a abordagem é como as que vimos em outros filmes investigativos como por exemplo o excepcional Spotlight,e nesse tipi de filme é nitdo que é muito importante que um bom Script que informe e entreta seu público sem deixá-lo muito estafante.A direção é do novato Scott Z. Burns que conduz o filme para quem gosta do estilo,ele não procura apresentar muitas explicações ao público ao mesmo tempo que o roteiro é bem entendível para aqueles que não sabem bem do ocorrido,esteticamente o longa é competente a direção de fotografia usa diferentes tons para representar o ano que se passa a história,dito isso podemos dizer queo filme tem um bom primeiro ato e que segue bem seu protagonista apesar de focar mais no conflito do que em qualquer personagem,mas o roteiro apresenta certos diálogos vazios em especial na sua parte final que o ritmo cai consideravelmente e que se repete na parte central e isso nunca é bom.Temos um elenco comandado por Adam Driver que tem bem menos destaque que seus outros trabalhos nesse ano e que se destaca mais é a Annette Bening que recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante,apesar da boa caracterização e da boa presença não acho que ela deva levar o prêmio.The Report tem uma importante história por traz mas um roteiro que faz certas digressões e não oferece um filme de grande valor de entretenimento,e tem um ritmo que é problematico,recomendo para quem gosta mais do estilo e quem gosta de filmes mais lentos.
    João Carlos Correia
    João Carlos Correia

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    5,0
    Enviada em 22 de dezembro de 2019
    Os terríveis atentados terroristas que os EUA sofreram no fatídico dia 11 de setembro de 2001 que destruíram por completo as torres gêmeas do World Trade Center e uma parte do Pentágono (sede das forças armadas) mudaram para sempre o país - assim como o resto do mundo. Uma dessas mudanças foi o modo como o governo estadunidense, através de seu serviço secreto, a CIA, decidiu proteger o seu povo de novos ataques usando métodos reprováveis, desprovidos de qualquer tipo de ética. Essa é a premissa da qual parte O Relatório. Daniel Jones (Adam Driver, de O Último Jedi) trabalha como assistente no gabinete da senadora do Partido Democrata (PD) Danielle Feinstein (Annete Bening, de Os Imorais) e é incumbido por ela de conduzir uma investigação sobre a destruição de fitas de vídeo de interrogatórios da CIA, o serviço secreto dos EUA, com suspeitos de terrorismo. As investigações de Daniel o levam ao programa de detenção e interrogatório da CIA, criado após os atentados de 11/09/2001, acusado de usar tortura para interrogar os suspeitos. É formada uma comissão de investigação sob a liderança de Daniel com a participação de membros do Partido Republicano (PR) para aprofundar as investigações. Apesar do PR - e até mesmo alguns membros do PD - abandonar o caso, da má vontade do chefe da CIA, John Brennan (Ted Levine, de O Silencio dos Inocentes) e da atitude evasiva do Chefe de Gabinete do governo, Denis McDonough (Jon Hamm, da série Mad Men: Inventando Verdades), Daniel prossegue seu trabalho para descobrir toda a verdade. O Relatório é um filme que segue a linha de denúncia e investigação política tais como nos clássicos Z (1968, de Costa-Gavras), JFK - A Pergunta que Não Quer Calar (1991, de Oliver Stone) e Todos os Homens do Presidente (1976, de Alan J. Pakula) e, como tal, há muita intriga, mistério e sabotagens no desenrolar A medida que assistimos O Relatório e acompanhamos todos os passos de Daniel Jones em sua busca incansável e, não raro, obsessiva por respostas do por quê seu país utilizou a tortura como método de interrogatório, pois não cola a justificativa de "proteger os EUA de futuros ataques", vemos, chocados, que para esses homens e mulheres da CIA, basta um mal para justificar outro - as cenas de tortura são bem realistas e revoltantes - como se, para exorcizar um demônio, fosse preciso utilizar meios satânicos. Os seres humanos mostram seu pior lado e sem nenhum arrependimento ou crise de consciência. Para mim, uma das cenas mais assustadoras d' O Relatório é quando o advogado do governo de George W. Bush, John Yoo (interpretado por Pun Bandhu, de O Jogo do Dinheiro), que, de um modo muito calmo, frio e cínico, justifica a tortura por uma interpretação extremamente distorcida da Convenção de Genebra, que estabeleceu normas internacionais para o tratamento de prisioneiros de guerra. Uma cena parecida com a de outro filme que trata da administração Bush (mais especificamente do vice-presidente Dick Chaney), Vice (2018). Chama a atenção as citações ao ex-administrador de sistemas da CIA, Edward Snowden, famoso por ter revelado ao mundo a espionagem estadunidense em todos os modos e níveis e as comparações feitas - direta ou indiretamente - com Daniel. Snowden é um herói para uns e um traidor para outros. E para Daniel Jones? Embora não diga abertamente, dá para perceber que, para ele, traidor Snowden não é, mas, ao mesmo tempo ele não quer ser obrigado a sair do país para não ser preso tal como seu conterrâneo. O Relatório também mostra cenas bastante familiares aos brasileiros. A primeira, é o uso de escutas telefônicas (conhecidas como "arapongas"), que não poupa nem o senado estadunidense. A segunda, é a de que "o presidente não sabia de nada" (ah, tá). E a terceira, é o uso de censura antes de divulgar informações, algo que, infelizmente, volta a ser cada vez mais comum nesta era das trevas pela qual o Brasil passa atualmente. O Relatório é apenas o terceiro trabalho de direção do produtor e roteirista Scott Z. Burns - Os dois primeiros foram o filme PU-239 (2006) e um episódio da série Californication (2007). Burns mostra-se bastante competente na função mantendo o público atento e interessado durante todo o desenrolar da trama. Essa competência também pode ser vista na direção do elenco. Adam Driver é mesmo o ator-sensação do momento. Tem uma ótima performance, digna de uma indicação ao Oscar, assim como em seu outro trabalho História de Um Casamento (em breve, faremos a crítica desse filme). Adam interpreta o herói honesto, obcecado em fazer justiça, o tipo com o qual o espectador identifica-se mesmo que, por vezes, use meios pouco comuns - o que acaba por gerar uma contradição, visto que o objeto de sua investigação é justamente os de meios incomuns de agir do governo dos EUA. Pena que, caso seja indicado, irá bater de frente com aquele que é considerado o grande favorito ao prêmio, Joaquin Phoenix, por Coringa. A performance de Annete Bening é igualmente ótima, tendo sido indicada ao prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Globo de Ouro de 2020 (que costuma ser chamado de prévia do Oscar). Sua personagem transmite seriedade e bom senso, mas é dura para determinados assuntos como por exemplo, quando diz o que pensa de Edward Snowden. Annete tem grandes chances de conquistar o prêmio, embora vá enfrentar um forte concorrência como, por exemplo Kathy Bates (em Richard Jewell) e Jennifer Lopez (As Golpistas). Se for indicada ao Oscar, o que é bem provável, será a quinta vez que concorrerá ao prêmio maior do cinema estadunidense, mas novamente terá forte concorrência. O Relatório é um filme que chega na hora certa. Com a ascensão de governos e partidos fascistas e/ou de extrema-direita em várias partes do mundo, que tem em sua "ideologia" a retórica de "bandido bom é bandido morto", terraplanismo em pleno século XXI, fundamentalismo religioso de igrejas e seitas neopentecostais, tortura como meio e fim para alcançar suas metas, intolerância e ódio infinitos, O Relatório mostra que o jeito certo de fazer-se justiça - com civilidade, mas também com firmeza e seriedade - funciona e deve ser um guia para uma era mais luminosa que acabe com a era das trevas na qual vivemos hoje.
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