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    Green Book - O Guia
    Média
    4,5
    620 notas e 64 críticas
    distribuição de 64 críticas por nota
    32 críticas
    20 críticas
    11 críticas
    1 crítica
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    64 críticas do leitor

    EduardoPires A.
    EduardoPires A.

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    5,0
    Enviada em 5 de maio de 2019
    Fantástico! Filme que mostra muito a presença do racismo nessa sociedade hipócrita. Filme sensível, artístico, emocionante, inteligente. Uma obra de arte. Para mim, o melhor da década até agora.
    Elias S.
    Elias S.

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    5,0
    Enviada em 14 de janeiro de 2019
    Simplesmente um dos melhores filmes de 2018(se não o melhor),não tem um erro,tem um ótimo senso de humor bem trabalhado pelo diretor,para os atores Viggo e Ma
    Lídia B
    Lídia B

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    4,5
    Enviada em 25 de janeiro de 2019
    Entrei no cinema sem saber de nada, como costumo fazer, e saí surpresa. Como pode essa temática da discriminação racional continuar tão atualizada, embora tratando-se de uma narrativa na década de 50? Discussões atuais, música boa, fotografia como há muito não se vê no cinema.. atores com rostos novos, emoção e humor bem dosados. Achei um ótimo filme, roteiro inusitado.
    Andre T
    Andre T

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    3,0
    Enviada em 10 de fevereiro de 2019
    Talvez a maior dificuldade encontrada em Green Book, é o fato do filme não encontrar realmente seu lugar e tentar ser várias coisas ao mesmo tempo. De maneira geral ele é concebido para ser um road movie, contando a história por meio de capítulos com base nas cidades aonde os protagonistas passam. Em cada local o sentido do filme vai sendo modificado, passando do humor para o drama, para um tom mais crítico, voltando para o humor, tentando um teor mais reflexivo vez ou outra, e por aí vai. A questão é que em nenhum dessas situações o filme parece se encontrar. E por mais que consiga inserir reflexões perspicazes em certos momentos, a continuidade das cenas tiram toda o peso que foi intencionado. Isso é agravado com o principal assunto que o filme retrata: a intolerância humana. É difícil inserir humor em um assunto tão denso, e se inserido, deve ser muito bem feito, o que não ocorre aqui. Inclusive, acrescento que o humor inserido, além de não agregar a história, é muito mal utilizado como forma de suavizar situações extremamente complexas e delicadas. Nada disso tira a grandiosidade das interpretações de Mortensen e Ali, mas que também não são o suficiente para levantar o filme. A química entre os dois ocorre, mas é necessária sempre ser revigorada em virtude das quebras de roteiro. No terceiro ato essa cumplicidade é melhor vista, mas o tom piegas de seu final é difícil de ser engolido. A trilha sonora também não ajuda, é fraca, genérica e novamente capitular. A montagem faz o possível para unir a história como um todo, mas dada as dificuldades de roteiro e principalmente de direção, é até elogiável seu trabalho final (vide o fiasco de Bohemian Rhapsody, por exemplo). E por fim a fotografia consegue dar graciosidade ao filme e construir belos planos e angulações. Tecnicamente, é o melhor que o filme oferece. Green Book até tenta inserir questionamentos ao longo da história que fogem da temática do racismo, mas que não se sustentam e tornam-se muito rasos. Talvez na melhor cena do filme, que ocorre durante uma discussão entre os dois na estrada, vemos um ataque direto nas fraquezas um do outro. É bonita, traz reflexão, mas não traz peso e se dissipa logo na cena seguinte. No cinema dizemos que melhor que dizer, é mostrar. E pouca coisa é vista em Green Book. Desde seu início uma das intenções do filme é a desconstrução do personagem de Mortensen, de um racista velado para um talvez simpatizante à causa. Mas a jornada é confusa, pois no meio do caminho o enredo salta de um cenário de preconceito para um cenário de amizade. E o filme acaba dessa maneira. Assim, o racismo enrustido de Tony não termina e o início da amizade com um negro não interfere em nada seu pensamento sobre os demais. Não seria muito vago para os dias de hoje? E perceba o perigo desse desfecho, afinal, Tony pode até dizer que não é racista, pois tem até amigos negros, não é mesmo? Ou dizer que “os negros até que não são tão ruins assim, até construí amizade com um deles”. Não digo que o diretor devesse interferir na história original, mas poderia instigar isso ao seu público. Em muitos momentos do filme faltou essa coragem de assumir um discurso mais pesado. Quando estes momentos chegavam eram sempre atenuados com humor. E se a intenção do mesmo era de realmente não aprofundar o discurso, qual a necessidade do filme em si? O resultado é um filme pipoca e leve que esconde por trás uma ferida gigantesca e aberta, que em nenhum momento teve a intenção de tocar.
    Diogo S.
    Diogo S.

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    5,0
    Enviada em 2 de março de 2019
    O filme é espetacular! Mostra como a segregação racial funcionava até nas mais sutis formas, independente de seu talento ou posição social. Se você acha que aqui no Brasil há racismo, tem que dar uma "rodada" pelo sul dos Estados Unidos! Só que a diferença é que lá as pessoas não se vitimizam, correm atrás! Por isso eles são o que são e nós somos isso aqui!
    Jackson A L
    Jackson A L

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    5,0
    Enviada em 11 de fevereiro de 2020
    Uma obra-prima que valeu todos os prêmios em que ganhou. O filme aborda de uma forma objetiva o preconceito da época e que até hoje prevalece. "Colored people" como eram chamadas. Baseado em fatos reais, é um filme emocionante e comovente.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    3,5
    Enviada em 29 de janeiro de 2019
    O título original Green Book, do filme dirigido e co-escrito por Peter Farrelly, faz referência ao The Negro Motorist Green Book, um guia anual para motoristas afro-americanos, com dicas seguras de hospedagem, de alimentação e de lazer para este grupo, numa época em que a segregação racial era muito comum nos Estados Unidos, ainda mais nos Estados do Sul do país. É esse guia que será o livro de cabeceira de Tony Lip (Viggo Mortensen), a partir do momento em que ele é contratado como motorista do Dr. Don Shirley (Mahershala Ali, favorito ao Oscar 2019 de Melhor Ator Coadjuvante), um pianista virtuoso que iniciará uma turnê pelo Sul dos Estados Unidos. Green Book: O Guia se apoia justamente na dinâmica que se estabelece entre os dois personagens. Enquanto Tony é um cara durão e que compensa a sua falta de inteligência com muita esperteza e malandragem; Don é uma pessoa muito inteligente, presunçosa e, de certo modo, um pouco arrogante. Das profundas diferenças que existem entre eles, nasce uma grande – e improvável – amizade e um ajuda o outro a se transformar, a se tornar uma pessoa melhor e a serem mais abertos diante das possibilidades que a vida nos oferece. Indicado a 5 Oscars 2019, Green Book: O Guia é um filme que cativa pela forma como causa uma empatia na plateia. Você vai rir, você vai se emocionar, você vai se envolver na viagem de Don e Tony pelos estados do Sul. Considerando que é uma obra dirigida por Peter Farrelly, diretor bastante conhecido pelas comédias bobas, Green Book: O Guia chega a ser surpreendente pela forma como destoa de tudo que já vimos dele. Apesar disso, o filme peca em um aspecto: por não aprofundar as questões raciais que envolvem a presença de um negro – ainda mais alguém tão destacado quanto Don Shirley – em locais extremamente preconceituosos.
    Nelson J
    Nelson J

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    5,0
    Enviada em 10 de janeiro de 2019
    Viggo e Ali em atuação de alta sintonia, mas Viggo está hilário, neste roteiro baseado em fatos reais, sobre um pianista virtuoso negro que entretém brancos ricos e contrata Viggo como motorista para uma turnê, onde ambos crescerão como pessoas. Cenas magníficas.
    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    5,0
    Enviada em 11 de fevereiro de 2019
    Obra prima! Um filme que atrás as melhores das sensações, sendo as melhores possíveis. No elenco dois atores monstros, Viggo Mortensen está espetacular em um dos seus melhores papeis até hoje e Mahershala Ali na sua melhor performance, cotadíssimo para ganhar seu segundo óscar. Filme indicado a cinco óscar, Filme, ator, ator coadjuvante, Roteiro original e montagem. Destaque para o roteiro, bem construído desde o incio ate o ato final, que por sinal é deslumbrante. Green Book é um dos melhores filmes da década e o melhor filme entre os 8 indicados a melhor filme no óscar 2019.
    Anderson  G.
    Anderson G.

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    3,5
    Enviada em 8 de fevereiro de 2019
    "Greenbook", Um filme que chama atenção pelas atuações e direção, mas peca no roteiro, o novo longa do experiente diretor Peter Farrelly chega com uma força inexplicável para o óscar 2019. Contando a historia de um motorista italo americano racista que arranja um emprego de motorista de um renomado musico negro. A drama do filme é inspirado em fatos e é boa, porem as soluções de roteiro são fracas e acabam deixando o filme médio. Opções de roteiro, como a forma de expor o racismo de Tony é boba, não tem profundidade nem sentido, é feita unica e exclusivamente para causar aversão vazia ao telespectador, e optar por uma linha de roteiro que segue a mesma em todo o filme, temos a discussão, o problema, a resolução e a lição de moral, tal conjunto de acontecimentos vão se repetindo durante todo o filme sem nenhuma novidade, o que acaba por deixar a obra extremamente previsível alem de sua ultima cena, que eu gosto pela boa sensação que a mesma causa, porem diverge da mensagem do filme, que é boa, porem mal executada. Mas nem tudo é magoas. Viggo Mortessen está muito legal em seu personagem, um italiano bruto, o ator parece se divertir em fazer uma personagem mega canastrão,e que combina muito com ele, você compra perfeitamente o personagem. E Mahershala ali está ótimo novamente, nos trazendo um personagem dúbio e confuso com suas ideias, uma personagem profundo, com magoas e sentimento conturbados velados em uma camada de frieza, e a atuação de Ali refrete isso com perfeição. Outro ponto legal é a centrada direção de Peter, com ótimas composições de cenários, uma fotografia azulada e bom uso das câmeras, o diretor conduz bem seu filme, nada de excepcional e os únicos erros técnicos são associados a erros de roteiro. "Green book" não encanta, mas é um filme legal, principalmente por conta de seus protagonistas.
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