Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Mulher-Maravilha 1984
    Média
    3,7
    596 notas e 134 críticas
    distribuição de 134 críticas por nota
    35 críticas
    15 críticas
    12 críticas
    31 críticas
    25 críticas
    16 críticas
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    134 críticas do leitor

    Rodrigo o que?
    Rodrigo o que?

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    2,5
    Enviada em 28 de dezembro de 2020
    É sério que isso recebeu nota máxima do site?????? Mulher-maravilha desperdiça um grande personagem em uma história chifrin e com personagens sem graça. Ao contrário do Coringa que trazia algo de novo este filme não traz p*era nenhuma! Mais um filme de super-herói que contamina o cinema
    PEDRO LUIS DE F.
    PEDRO LUIS DE F.

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    3,0
    Enviada em 17 de dezembro de 2020
    Olha , se um dia fique decepcionado foi hoje , vi a nota do adoro cinema s fui todo empolgado assistir o filme , enorme decepção , roteiro todo furado , sem naturalidade , quase tudo forçado , poucas cenas boas de ação , o vilão mal queria ver o filho e no final desiste de tudo pelo filho , a MM está voando para salvar o mundo e aparece de armadura ( passou em casa trocar de roupa ) , é um filme para ver na TV , não foi bom como o primeiro filme infelizmente.
    Fabio Y.
    Fabio Y.

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    0,5
    Enviada em 29 de dezembro de 2020
    OBRA-PRIMA? Mano qto vcs receberam pra falar isso? Esse é um dos piores filmes de heróis dos últimos tempos! Eu fui ao cinema como um fã d WW e sai chocado com o roteiro de quinta categoria, fazer um filme de herói que tudo é culpa de uma pedra dos desejos... pior história que essa somente qdo no fim dizem que tudo foi um sonho! E é uma verdadeira vergonha vcs induzirem os leitores a esperarem um grande filme, pra que vender a credibilidade de vcs de uma forma tão descarada? Eu teria VERGONHA de dar um 4,0 pra esse lixo, vcs classificarem como obra-prima é uma pá de cal no que resta de credibilidade! Nojo!
    John Constantyne
    John Constantyne

    Segui-los 6 seguidores Ler as 13 críticas deles

    0,5
    Enviada em 29 de dezembro de 2020
    Que filme ruim. Parece ter sido escrito por uma criança de 10 anos e dirigido por outra. Interpretações horríveis. Situações forçadas e inverossímeis ao extremo. Até se fosse um filme exclusivamente para crianças pequenas já seria ruim. O pior é a hipocrisia dos "críticos" pagos (muito bem pagos por sinal) elogiando esse filme.
    Enilson S.
    Enilson S.

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    3,0
    Enviada em 3 de janeiro de 2021
    Faz tempo que não escrevo, mas sobre esse filme preciso falar. Porque erram tanto nos filmes da DC? Foi três estrelas pelos atores que são maravilhosos, mas é um filme arrastado. Diana não tem um perigo real, mesmo quando ela esta ferida você sabe que ela vai se recuperar em breve, os vilões não sentem medo dela ou poderia dizer que não ligam pra existência dela. Você passa o filme inteiro sabendo que ela vai se recuperar e que ela vai voltar em filmes posteriores então da "preguiça", de você achar que ela está em perigo. Ela ficou setenta anos por aí e as pessoas ficam surpresas quando ela esta em ação, o que poderia ter sido resolvido com um simples fato de ela de aparecer ao longo dos anos noticias em jornais pelos anos que passaram das pessoas tentando descobrir quem era a justiceira. CGI muito mal feito, gastaram muito mais no primeiro filme certeza que foi isso. Poxa dona DC esse era um filme tão esperado, porque fazer isso?
    Giuliano Batista Scariot G.
    Giuliano Batista Scariot G.

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    2,0
    Enviada em 27 de dezembro de 2020
    Legítimo filme para a Sessão da Tarde, muito decepcionado com o enredo com as cenas furadas, rombos enormes no roteiro etc. Parece que no início a ideia era um filme meio pastelão como Superman 3, depois ficou um pouco mais sério, mas muito artificial o roteiro. As coisas acontecem sem pé nem cabeça no filme, uma hora estão no Egito e no outro dia de manhã estão nos USA sem explicação, sem nada. Roubam um caça das forças armadas com a maior naturalidade já abastecido com um piloto que estava acostumado a pilotar aviões na segunda guerra mundial....meu Deus. Um filme infantil para a Sessão da Tarde. Uma decepção para quem esperava muito mais do roteiro e dos personagens. Uma pena :-(.
    Nelson J
    Nelson J

    Segui-los 27187 seguidores Ler as 1 245 críticas deles

    5,0
    Enviada em 17 de dezembro de 2020
    Excelente. Que roteiro. Nada de vilões triviais, mas sim as própria fraquezas humanas. Dinâmico e envolvente. Gadot dá show e assistimos com grande prazer e alegria. WW é a melhor personagem e filme da DC. Só lamento as fraquezas emocionais dela, que a deixam mais humana, mas um pouco dependente do Pine.
    Pedro F.
    Pedro F.

    Segui-los 39 seguidores Ler as 184 críticas deles

    4,5
    Enviada em 22 de dezembro de 2020
    No geral gostei muito dessa sequência, me prendeu do início ao fim mesmo sendo um filme mais longo do que eu esperava. Assim como o primeiro passada uma mensagem bem fortemente. Os vilōes são muito bem desenvolvidos apesar da história da Bárbara ser um pouco clichê, mesmo assim amei a personagem. As cenas de luta são muito boas assim como as atuações e os efeitos visuais são bons, mas não gostei muito em alguns momentos nas cenas de vôo, mas dá para perdoar isso facilmente. O final é muito legal, não é previsível e serve muito para reforçar a mensagem do filme. Gostei muito de Mulher Maravilha 1984, super recomendo
    Rômulo Pereira
    Rômulo Pereira

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    2,5
    Enviada em 30 de dezembro de 2020
    Olha, sei que gosto é igual bunda, mas não entendo uma pessoa dar 5 estrelas para esse filme. Vamos ser sinceros, o primeiro agradou mais. Juro que tentei ver mais os lados positivos, mas esperava mais. Pontos positivos são, efeitos visuais, cenário, efeitos sonoros, vestuário mas os negativos foram: história chata, sem emoção, personagem do vilão não encaixou bem (gosto muito do ator), mas a história da trama ficou um pouco chata. Faltou emoção, mais cenas tipo batalhas fantasticas, por fim, eu estava vendo a barra de rolagem pra ver se ia demorar acabar o filme.
    Gerson R.
    Gerson R.

    Segui-los 48 seguidores Ler as 101 críticas deles

    5,0
    Enviada em 25 de dezembro de 2020
    Os filmes, mesmo que os mais simples e ingênuos, ainda são capazes de ter influência sobre nós – de um jeito ou de outro. Em tempos onde esperança e companheirismo parecem tão distantes, assistir um longa igual Mulher-Maravilha 1984 me causou uma estranheza que não esperava – o fato de lidar com personagens que, mesmo tendo super poderes e fardos típicos das revistas em quadrinhos, ressoam como seres humanos comuns em seus dilemas e problemas pessoais – sem jamais soarem estereotipados – apesar de não ser uma abordagem inédita ou inovadora, esse cuidado da diretora Patty Jenkins nesta continuação do sucesso de 2017 é um ponto que coloca o filme em destaque perante outros do gênero, se tornando um dos melhores trabalhos desse universo da DC/Warner, ainda mais se levarmos em conta que é um longa de super-herói que acaba por nos fazer refletir, mesmo que indiretamente, sobre nossa possível perda de humanidade nos últimos meses devido a pandemia – justamente por abordar questões primárias (mas importantíssimas) como egoísmo e coletividade humana. Propositalmente abrindo o longa com um flashback, mostrando a jovem Diana (Lilly Aspell) participando de um grande torneio de resistência em Temiscira, Patty Jenkins já dita aí o que os protagonistas enfrentarão em suas vidas – os fardos de arcarem com suas vontades e desejos em contra ponto do bem (ou mal) de quem os cercam – por mais simples que possa parecer, é algo abordado de forma tão graciosa pela diretora (e seu roteiro, co-escrito por Geoff Johns e Dave Callaham) que torna todos os destinos dos três personagens centrais em algo empolgante e verdadeiro – ora, se não nos importamos com quem é retratado na tela, logo perderíamos a lógica em acompanhar o filme. Já dispensando a apresentação de nossa heroína, Mulher-Maravilha 1984 começa situando Diana (Gal Gadot) em sua vida na década de 80 – vivendo de forma reclusa, mas conseguindo fazer seus atos heroicos disfarçadamente (evitando ser exposta ao grande público), ela também trabalha em um grande museu de Washington, onde conhece outra historiadora, Barbara Minerva (Kristen Wiig), que investiga o valor de uma misteriosa pedra mística, que, segundo lendas, concede desejos aos que a tocam – tal artefato é procurado também por um duvidoso magnata do petróleo, o quase “coaching motivacional”, Maxwell Lord (Pedro Pascall), que planeja muitas coisas com o objeto – fazendo Diana mergulhar em uma trama onde sentimentos antigos precisarão ser postos em xeque para que ela consiga evitar que o mundo se torne um caos completo – principalmente com o retorno de seu grande amor, o piloto Steve Trevor (Chris Pine). Sem se preocupar em desenvolver os novos personagens e ainda dando atenção aos novos desafios e dilemas de Diana, Petty Jenkins conduz a trama de maneira cuidadosa, dando espaço para mostrar dramas pessoais mesclados com questões sociais – se passando na década de oitenta, o longa é, mesmo assim, absurdamente atual quando lida com vontades e desejos de consumo da população – o que nos traz a vilania do projeto – que se apresenta de forma diferenciada da grande maioria dos filmes do gênero, por jamais colocar os vilões com pretensões apenas megalomaníacas e más – inclusive, esse era um dos poucos defeitos do filme anterior, onde o vilão era escondido até o final e se revelava em uma luta um tanto apressada (creio que nem culpa de Jenkins isso foi, já que houve pressões do estúdio para ficar assim). Em Mulher-Maravilha 1984 tudo é desenvolvido com calma e detalhes – o que também diferencia o ritmo da obra – se assemelhando bastante, por exemplo, com o desenvolvimento que Richard Donner dava para seu Superman – O Filme em 1978 – sendo assim, sobra tempo para entendermos a personalidade de Barbara Minerva – que sob uma atuação simpática e expressiva da ótima Kristen Wiig, passa perfeitamente a mudança de personalidade da personagem – de uma pessoa tímida e reprimida, para alguém que se questiona do por que é desprezada e humilhada pelos colegas de trabalho e de como se sobressair a isso por bons ou maus motivos – algo que lembra um pouco a composição de Michelle Pfeiffer como Mulher-Gato em Batman – O Retorno – mesmo que agora seja em uma escala menor do que no primeiro filme, os pontos sobre o empoderamento feminino e a luta contra o machismo são bem inseridos – como quando Barbara é assediada por um bêbado na rua – e sua admiração por Diana também é interessante, principalmente quando ela começa a assumir os poderes que, mais tarde, a transformarão na Mulher-Leopardo – enquanto que Gal Gadot cada vez mais se consolida como uma escolha perfeita para ser a Mulher-Maravilha – é notória a sua evolução como atriz desde sua aparição em Batman vs Superman; sabendo agora ser mais expressiva (e, desta vez, de um jeito capaz de realmente emocionar o espectador), a atriz coloca os desafios da personagem a flor da pele – aliás, o roteiro é inteligente em estabelecer toda a postura elegante e intelectual de Diana, mostrando sutilmente como ela se adaptou a vida fora de Temiscira e está ainda mais experiente, conforme demostrando ao utilizar o poder da invisibilidade no clássico avião a jato dos quadrinhos – e estabelece o ponto central do longa, quando precisa abrir mão de suas vontades e desejos pessoais para poder defender o planeta todo – o retorno de Steve Trevor, que poderia soar como um mero apoio para a heroína, tem todo um desenvolvimento adulto e diálogos criveis e bonitos – o que ajuda Chris Pine a compor uma atuação mais leve, porém, útil para estabelecer a bela história de amor entre os dois – fazendo do filme um excelente romance também – conseguindo se sobressair de clichês pela veracidade e química entre o casal. Mas quem consegue roubar a cena é Pedro Pascoal, transformando seu Max Lord em um vilão multifacetado e com motivações muito reais – algo que poucos filmes de super-herói conseguem – e a composição do ator é até ousada, afinal, ele se equilibra no humor, o que poderia tornar o personagem caricato – mas Pascoal lida com isso de forma tão genial quanto Gene Hackman com o seu Lex Luthor nos filmes do Superman – o que mais impressiona é o fato de nos identificarmos com ele, seja pela sua luta diária em “ser alguém na vida”, tentando de todas as formas fazer sua falsa empresa ser... real – ou em sua relação com seu filho Allister (Lucian Perez), que acaba sendo um ponto chave da trama – as motivações de Lord são encarnadas com atenção e meticulosidade na atuação de Pascoal, tornando o personagem um achado – e, talvez o mais curioso, por mais divertido e cômico que pareça, a premissa dele – “a vida é boa, mas pode ser melhor” ou a forma como ele concede os desejos – acaba sendo, se pararmos para pensar, algo assustador – e, de certa forma, uma crítica aos inescrupulosos e picaretas que tentam vender os esquemas de “pirâmide” ou os coaches que tanto pregam “receitas mágicas” para motivar as pessoas. E Patty Jenkins mostra isso de forma sútil, mas impactante – ao colocar várias pessoas desejando coisas, a obra expõe o talvez mais perigoso lado do ser humano: o egoísmo. É impossível não imaginar que o mundo se transformaria em um caos completo (como é muito bem demostrando aqui) se todas as pessoas apenas desejassem coisas para seu benefício próprio – repare como a diretora é inteligente em ir situando isso nos personagens – no trio central, especificamente, entre Diana, Barbara e Lord – cada um lida de um jeito com seus desejos – que sempre trarão consequências, principalmente, se não abrirem mão deles quando prejudicam os demais – e isso se estende para o resto do mundo: seja com um egípcio ganancioso que quer terras de seus antepassados (algo que prejudica diretamente a população), uma pessoa que sofre por xenofobia, um presidente que deseja mais poder nuclear para sua nação, alguém que tem medo de perder os poderes que adquiriu ou uma pessoa que tem medo de ser obrigada a renegar seu grande amor – é uma demonstração forte de algo que impressiona pela leveza como é mostrada – principalmente em certo ponto onde um belíssimo monologo joga tudo isso em evidência. Mas, além de toda essa temática e boa condução de trama, Mulher-Maravilha 1984 é um primor visual – relegando momentos inesquecíveis para o gênero – aliada com uma direção de fotografia magistralmente colorida (mais uma vez se opondo ao visual escuro de boa parte das obras da DC nos cinemas), de Matthew Jensen, Jenkins compõe momentos que beiram a perfeição visual – a já citada abertura em Temiscira, a Mulher-Maravilha utilizando seu laço entre raios no céu ou também quando aprende a fazer uma certa coisa (um momento onde os efeitos digitais ficaram perfeitos, inclusive) e, talvez a cena mais bonita do longa, quando Diana e Steve atravessam a chuva de fogos de artificio do 4 de Julho – e falando em cores, é digno de elogios como a direção de arte consegue captar essa característica através da reconstituição de época – se estendendo aos figurinos e penteados característicos da década de oitenta – esse cuidado em compor as cenas também se estende para a ação – que embora em uma quantidade um pouco menos do que no filme de 2017, entrega momentos muito bem coreografados e enquadrados – seja a primeira aparição da personagem em 1984 em um shopping center, na perseguição com caminhões numa estrada egípcia e na luta na Casa Branca – demostrando o controle perfeito da misce-en-scene da diretora – que só desliza um pouco no confronto entre a guerreira Amazona e a Mulher-Leopardo mais ao fim, com um visual mais escuro e um pouco mais de cortes do que deveria ter. Mas tudo isso é ainda bem apoiado pela brilhante trilha-sonora de Hans Zimmer – que dita o tom do filme do início ao fim – e isso no bom sentido, sem jamais soar óbvia ou apelativa – fazendo desse trabalho do compositor um de seus melhores dos últimos anos – ele é inteligente em elevar seu tema da personagem, criado lá em 2016 para Batman vs Superman e inserir novas composições – mesclando ainda elementos que Rupert Gregson Williams criou como tema de amor para Diana e Steve em 2017 – é um trabalho cuidadoso, que fez Zimmer utilizar o belo tema “Beautiful Lie” novamente – como se aquele tema do longa de Zack Snyder merecesse um filme melhor para ser executado. E Mulher-Maravilha 1984 é melhor. Um trabalho feito com muito amor e respeito – assim como toda a essência desta personagem imponente – que, felizmente, chega aos cinemas neste fim de ano – trazendo aquele gostinho de esperança que parece tão distante nos últimos meses – esse filme é sem dúvida um longa necessário para todos nós no momento – e, por mais ingênuo que pareça, serve perfeitamente para evidenciar à todos nós como precisamos evoluir muito para que um dia cheguemos a uma vida em sociedade sem preconceitos, egoísmo e tudo que há de ruim – como dito pela Antiope de Robin Wright, “nada bom nasce de mentiras” – nesses tempos de pandemia, nada mais importante do que a verdade entre as pessoas para garantir nosso bem estar – esse sim, um desejo que provavelmente não teria consequências ruins. *a cena pós créditos vai emocionar os fãs, finalizando o longa de forma perfeita e encantadora com uma aparição de uma personagem importante, interpretada por uma atriz mais do que especial, maravilhosa!
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