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    Gloria Bell
    Média
    3,2
    36 notas e 4 críticas
    distribuição de 4 críticas por nota
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    4 críticas do leitor

    Nelson J
    Nelson J

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    4,5
    Enviada em 28 de março de 2019
    Moore e Turturro super afiados em comédia romântica nada tradicional ou clichê. Mulher empoderada, separada há 12 anos, avós e próxima dos filhos, trabalha e vai a baladas, onde conhece Turturro, divorciado recente, mas muito próximo as filhas que dependem dele e da ex que requer ajuda. Não perca.
    Luiz Antônio N.
    Luiz Antônio N.

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    1,5
    Enviada em 4 de agosto de 2019
    Uma divorciada de espírito livre se envolve em um novo romance inesperado e complicado. O filme tem uma ótima trilha sonora Mas tirando isso achei um história muito arrastada e sonolenta, não gostei muito⭐🌟
    Luiz C.
    Luiz C.

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    4,0
    Enviada em 20 de setembro de 2019
    Sabe aqueles filmes leves a que você assiste e, ao terminar, percebe que não é nada demais! Porém, um fluido, uma inspiração, um entusiasmo é criado, e você sai da sala de cinema querendo agir? Pois bem… eu terminei “Gloria Bell”, em cartaz nos cinemas da capital, querendo dançar! Isso mesmo, pode rir! Na verdade, melhor: veja o filme e me conte se não terá a mesma vontade. Na história do mais novo longa do diretor latino Sebastián Lelio (dos ótimos “Desobediência” e “Uma Mulher Fantástica”), uma mulher sozinha e feliz, no alto de seus 50 anos e de espírito totalmente livre, vivida pela unânime Julianne Moore, ocupa suas noites buscando diversão, música e amor em boates para adultos solteiros em Los Angeles, nos EUA. O roteiro bem-escrito deixa claro que a protagonista é excentricamente normal, uma cinquentona convicta como muitas que você vê por aí. Trata com detalhes e cuidado vários elementos banais do cotidiano. A rotina dançante na boate, o trabalho chato e maçante no escritório, as aulas de ioga, a terapia do riso, a ajuda pra amiga que está prestes a ser despedida, a conversa entre um susto e um grito enquanto a virilha é depilada, a cantoria e os sorrisos dentro do carro enquanto dirige, o gato da vizinha que entra no apartamento toda hora, o vizinho louco que não para de gritar e a atrapalha a dormir, a busca incessante pela atenção dos filhos adultos… tudo é colocado de uma forma muito natural, deixando claro que Gloria é uma mulher normal, autossuficiente e corajosa. E que nada a impede de ser feliz, de buscar a sua intensidade e seu movimento tão necessários para seguir em frente. Porém, há uma mudança repentina nessa intensa e frágil felicidade quando ela conhece Arnold (John Turturro), um cara com filhas problemáticas e uma ex-mulher mais problemática ainda, a quem ela finalmente consegue se entregar e se apaixonar novamente. Sua rotina dá uma certa mudada, e essa paixão a deixa alternando entre a esperança e o desespero, pois, sinceramente, ninguém aguenta homem velho de guerra malresolvido, não é mesmo? Então, ela descobre uma nova força e, surpreendentemente, vai conseguir brilhar mais do que nunca. Sem abandonar a música um minuto sequer (o filme se passa nos dias atuais, mas a trilha dos anos 70 e 80 é tão presente quanto saudosista e empolgante), Gloria dá um show de determinação e superação no dia a dia mesmo. Ela mostra que é igual e diferente de muitas ao mesmo tempo, sabe? E isso é encantador, inspirador! É como eu disse no início do texto: o filme trata de uma vida cotidiana normal, mas te instiga de alguma forma, te faz sorrir, te faz lembrar que não basta só viver, é preciso se movimentar, se remexer, se divertir! Não é nada demais, eu sei, mas se prepare porque Gloria Bell vai te obrigar a sair do cinema e procurar um música pra ouvir, um lugar pra dançar, um sentimento pra sentir. Nossa força diária provém daí! É assim que ela faz, e é assim que você quer fazer também!
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