Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Gladiador
    Média
    4,7
    4204 notas e 666 críticas
    distribuição de 666 críticas por nota
    322 críticas
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    666 críticas do leitor

    Marcão
    Marcão

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    5,0
    Enviada em 25 de fevereiro de 2016
    O general que virou escravo. O escravo que virou gladiador. O gladiador que desafiou o império. Se existiu na última década um crescimento exponencial de filmes que mergulhavam no gênero “espada e sandália”, isto deve-se ao sucesso de Gladiador, produção que propôs esse revival e que não tinha vergonha alguma de beber completamente na fonte de Ben-Hur (1959) e Spartacus (1960), dois dos filmes mais emblemáticos do estilo. Ainda que seja bastante derivativo destas duas produções supracitadas, Gladiador tem méritos que as demais não possuem: conseguir trazer de volta Roma e o Coliseu em toda a sua glória. Ponto para o diretor Ridley Scott. O roteiro é assinado por David Franzoni, John Logan e William Nicholson e conta a história de Maximus (Russell Crowe), um general fiel aos mandos do César Marcus Aurelius (Richard Harris). Em sua última batalha, o guerreiro só quer voltar para casa e reencontrar mulher e filho. No entanto, o imperador tem outros planos para seu homem de confiança: colocá-lo no poder para que consiga retirar as maçãs podres do império e restituir a Roma sua grandeza. Quem não gosta nada desta história é Commodus (Joaquin Phoenix), filho do César e que almeja ardentemente o trono. Seu desejo é tão intenso que não o impede de matar o pai e roubar o poder para si, não sem antes mandar assassinar Maximus e sua família. O general consegue escapar, mas não a tempo de salvar seus entes queridos. Machucado, desolado e sem propósito de viver, Maximus é capturado e vendido como escravo para o empresário de lutas Proximo (Oliver Reed), que logo percebe o talento que tem em mãos. Maximus renasce como "O Espanhol" e dá alegria ao povo que o observa lutar na arena. Com sua força reabilitada, o ex-general encontra um novo objetivo de vida: vingar a morte de Marcus Aurelius, homem que amava como a um pai, matando o traidor Commodus. Para isso, no entanto, Maximus precisará sobreviver aos combates sanguinários na maior arena de Roma, o Coliseu. Gladiador recebeu cinco prêmios da Academia, incluindo Melhor Filme, e foi um grande sucesso nas bilheterias. Falando assim, nem parece que o longa-metragem teve um processo complicadíssimo para ser realizado. Em primeiro lugar, o roteiro foi escrito e reescrito diversas vezes, com os atores tendo de decorar as falas no set. Os lugares comuns do script e as diversas frases de efeito irritavam o elenco. Richard Harris se recusava a decorar novas falas. Russell Crowe implicava com o texto. Não queria dizer de forma alguma a frase: “Terei minha vingança, nesta vida ou na outra”. Até que foi convencido por Ridley Scott, ao qual teria dito: “Esse texto é um lixo, mas sou o melhor ator do mundo e consigo transformar lixo em algo bom”. Oliver Reed brigava nos bastidores e nutriu uma antipatia enorme por Crowe. Para piorar, o intérprete de Proximo faleceu durante as filmagens e o roteiro teve de novamente ser mudado e efeitos especiais deram um final diferente ao personagem de Reed. Só por esses problemas e por ter se mantido são, Ridley Scott mereceria a estatueta de Melhor Diretor (que acabou indo para as mãos de Steven Soderbergh naquele ano). Crowe tinha razão em uma coisa: a profusão de frases de efeito incomoda. “O que fazemos na vida, ecoa na eternidade”, “Ao meu sinal, liberte o inferno”, “Sombra e pó” e todo o tipo de sentença épica que tenta martelar no espectador que estamos vendo um filme grandioso. O romantismo do general que se agacha para sentir a terra da batalha nas mãos é cinematográfico, mas vai de encontro aos planos propagados de Ridley Scott em não cair nos clichês do gênero. Passando por cima disso e dos inúmeros slow motions sem sentido inclusos em meio às cenas mais bizarras (Commodus saindo de sua carruagem merecia um tratamento de imagem daqueles?), o espectador encontrará um épico que vale a pena ser assistido. Curiosamente, esta relevância tem muito a ver com a performance do (difícil) elenco que Ridley Scott conseguiu juntar. Russell Crowe até pode ser uma ator complicado de se trabalhar, como sempre se ouve dizer, mas sua performance como Maximus é completamente convincente. Temos de acreditar que aquele homem conseguiria liderar uma horda de guerreiros, que teria carisma para ser amado pela plebe, que seria forte o suficiente para enfrentar e vencer os desafios na arena. Crowe nos faz acreditar. Não diria que transforma lixo em algo bom. Mas o ator consegue ser Maximus de forma épica, como o papel pedia. Joaquin Phoenix, por sua vez, dá a seu Commodus uma maneira afetada de príncipe mimado, nutrindo uma paixão incestuosa por sua irmã, Lucilla (Connie Nielsen), e movendo cada peça do seu plano através do ciúme e da insegurança. Ator dos mais talentosos de sua geração, Phoenix é um adversário à altura ao Maximus de Crowe. Os veteranos do elenco Richard Harris, Derek Jacobi e Oliver Reed emprestam sua grandeza aos personagens que interpretam, deixando o filme ainda mais interessante. Com cenas de batalha muito bem conduzidas e efeitos visuais impressionantes, Ridley Scott conquista o espectador com sua visão de Roma. Ao assistirmos o povo recebendo o pão e o circo e ao nos confrontarmos com o tamanho do Coliseu – e da barbárie que lá recebia – difícil não relembrar das aulas de história, quando apenas ouvíamos falar daquele período. Logicamente, Gladiador não deve ser visto como um retrato fidedigno da época, mas os cuidados da produção nos fazem crer, durante o desenrolar do filme, que estamos sendo testemunhas da História. Primeiro dos vários trabalhos conjuntos entre Ridley Scott e Russell Crowe, Gladiador marcou para o ator uma grande reviravolta na carreira, quando começou a conquistar mais espaço em Hollywood. Já o diretor nunca esteve tão perto de vencer seu Oscar, ainda que tenha feito filmes melhores no passado (Alien, Blade Runner) e no futuro (O Gângster). Nada mal para um filme complicado de ser produzido, mas nada difícil de ser conferido.
    Francisco Russo
    Francisco Russo

    Segui-los 12566 seguidores Ler as 687 críticas deles

    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    É um bom filme, mas creio que andamsupervalorizando-o demais. É, sem sombra de dúvidas, o melhor filme do Ridley Scott emanos. A fotografia, direção de arte, figurino e demais aspectos técnicos sãoperfeitos, fortes candidatos ao Oscar do ano que vem. Mas Oscar de melhor filme? Não achoque chegue a tanto.    Na verdade o que eu não gostei muito foram as cenas de luta. Nãopelas lutas em si, mas pela edição das cenas no filme, que me lembraram as guerras de"Joana D'Arc", ou seja, tudo em ritmo rápido, com tomadas de pouquíssimossegundos. Somente na última luta temos uma tomada um pouco mais longa. Outra questão éque as lutas são muito rápidas.    Em compensação, as cenas da batalha inicial do filme sãoimpressionantes. O elenco também está todo bem, com destaque para Oliver Reed e a atrizque faz a irmã do Commodus. Russell Crowe está bem também, mas esta é uma atuaçãomais física, por assim dizer, inferior às que ele fez em "Los Angeles - CidadeProibida" e "O informante".    No geral, vale o ingresso. O filme é grandioso, impressionante(principalmente o Coliseu e a tal batalha) e os efeitos especiais ótimos. Mas esperavamais dele, principalmente pelas críticas elogiosas que recebeu da imprensa.
    marcelo
    marcelo

    Segui-los 92 seguidores Ler as 181 críticas deles

    1,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Fui assistir "Gladiador" imaginando queeu iria assistir um dos melhores filmes do ano. Me decepcionei, o filme é lotado decliches, as atuações são fracas e o final é bastante previsivel e, pensando bem, oCommodus até que tem bastante coragem, porque para enfrentar o melhor gladiador só porqueele está ferido é loucura. Mas fazer o que, neste ano deve ter filmes melhores.
    Neto S.
    Neto S.

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    5,0
    Enviada em 29 de dezembro de 2013
    Nos dias finais do reinado de Marcus Aurelius (Richard Harris), o imperador desperta a ira de seu filho Commodus (Joaquin Phoenix) ao tornar pública sua predileção em deixar o trono para Maximus (Russell Crowe), o comandante do exército romano. Sedento pelo poder, Commodus mata seu pai, assume a coroa e ordena a morte de Maximus, que consegue fugir antes de ser pego e passa a se esconder sob a identidade de um escravo e gladiador do Império Romano. Expetacular , Gladiador Ganhador de 4 Oscar Incluindo Melhor Filme Mais Que Merecido , Tem Fotografia Incrivel , Uma Trilha Sonora Muito Boa E Atuaçoes Excelente Nota 10
    Ricardo L.
    Ricardo L.

    Segui-los 33961 seguidores Ler as 1 794 críticas deles

    5,0
    Enviada em 13 de novembro de 2017
    Meu filme preferido e que mais marcou a minha vida até hoje e único que faz chorar todas as vezes à qual tenho a honra de revê-lo, sedo este um dos melhores filmes de todos os tempos, Top 5. Roteiro magnifico e desenvolvimento perfeito, estruturação do enredo e sua história flui como poucas, trazendo emoções que marcam. Atuações fenomenais do ganhador do óscar Russel Crowe e que na minha opinião é uma das melhores atuações daquela década, Joaquim Phoenix que até hoje não consigo entender como ele perdeu o óscar pra atuação meia boca do bom ator Benício Del toro pelo fraco Traffic, impossível acreditar como Richard Harris não ter sido indicado a ator coadjuvante fazendo o papel curto, mas muito marcante como o Imperador Marcos Aurélios, temos ainda Oliver Reed como próximo, também não indicado, outro absurdo da academia. Fotografia estupenda, sendo uma das mais bela da história do cinema, parte técnica impecável e uma trilha sonora lindíssima. Gladiador é um marco do cinema mundial, clássico e Obra primorosa de Ridley Scott.
    Camilla M.
    Camilla M.

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    5,0
    Enviada em 1 de setembro de 2014
    Russell Crowe estava ótimo no papel. O roteiro estava de matar (possitivamente), o cenário era lindo e muito bem feito, o figurino estava excelente. Nada muito significante para reclamar.
    Valter T.
    Valter T.

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    5,0
    Enviada em 27 de junho de 2013
    Scott conseguiu colocar em Máximus e Cômodus o 'suprasumodosumo' dos grandes embates épicos e míticos assim como William Wyller havia conseguido fazer com Judah e Messala em Ben-Hur e Cecil B. de Mille com Moisés(Heston)e Ramsés II(Yul Brynner) em os Dez mandamentos dois de seus grandes rivais ao posto de maior épico de todos os tempos(outro que vale a pena citar também é El Cid estrelado pelo mesmo Heston -definitivamente o rei dos épicos- ao lado de Sophia Loren). O longo filme nos enche os olhos como disse de cenas memoráveis e épicas, uma fotografia esplêndorosa e uma magia que poucos filmes na história tiveram a sorte de ter, uma aura que faz de um filme um gigante comedor de prêmios, de gordas bilheterias, de amor eterno por parte de fãs e perenidade como obra de cinema e marco nas discussões das questões salutares da vida. Um filme que é sobretudo uma história, uma poderosa história que resgata nossa humanidade das trevas mais abissais e escuras e acena para a imensa possibilidade que trazemos dentro de nós de fazemos coisas profundamente significativas com nossas vidas e o mundo em geral. Na figura trágica mas poderosa de Máximus encontramos aquele tipo de fagula, de força que faz com que ao vermos um filme, lermos um livro, escutarmos uma canção enxergamos o cerne, a alma daquilo que entendemos serem as melhores coisas, as melhores qualidades que definem os humanos e sua luta por uma sociedade mais justa e verdadeira. Obs...extrato de texto de link abaixo... Valter
    Weber R.
    Weber R.

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    5,0
    Enviada em 13 de fevereiro de 2016
    O melhor filme de todos os tempos; Filme épico; Apartir desse filme passei a ser fã do ator Russell Crowe.
    Willian G.
    Willian G.

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    5,0
    Enviada em 5 de março de 2017
    Para mim um dos melhor filmes de todos os tempos. Emocionante, motivador, sensacional ... vale a pena ver sempre
    Alexandre C.
    Alexandre C.

    Segui-los 3246 seguidores Ler as 525 críticas deles

    5,0
    Enviada em 8 de abril de 2019
    Um dos melhores da história, como não sentir na pele o drama vivido pelo personagem de Russell Crowe, tem cenas épicas visuais magníficos ótimos atores trilha sonora épica, um baita filme.
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