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    50 São os Novos 30
    Média
    2,9
    16 notas e 4 críticas
    distribuição de 4 críticas por nota
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    4 críticas do leitor

    Nelson J
    Nelson J

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    3,5
    Enviada em 4 de julho de 2018
    Comédia de costumes muito interessante sobre pesquisadora casada que aos 50 anos é trocada por uma jovem e volta a viver com os pais que a tratam como uma criança. Ela vai conhecer um homem, mas muitas trapalhadas acontecerão. Boa diversão.
    cinetenisverde
    cinetenisverde

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    2,5
    Enviada em 11 de julho de 2018
    Tentando ancorar esta comédia francesa na lista dos filmes sobre as diferenças entre as décadas nas idades das pessoas (os 20, os 30, os 40…) “Marie-Francine” (o título original do filme em francês) é uma comédia de situação que se apropria da personagem-título para criar situações nem sempre muito bem conectadas, mas que existem apenas pelo bem do riso fácil. O problema é que nem sempre o riso vem.
    João Carlos Correia
    João Carlos Correia

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    3,0
    Enviada em 9 de julho de 2018
    Existe uma crença na sociedade atual – na brasileira pelo menos – que, ao chegar-se na faixa do 50 anos (chamada por alguns de meia-idade), tanto homens quanto mulheres entram em uma espécie de período de castidade na qual deixam de ter uma vida amorosa, tanto no sentido físico quanto sentimental, passam a ser apenas aqueles que as crianças e os jovens chamam de “tiozinho” e “tiazinha” e que não entendem os namoros e o sexo desta época globalizada que é vivida atualmente. Essa é a premissa na qual é a película 50 são os Novos 30 é inspirada. Marie-Francine (Valérie Lemercier, da franquia O Pequeno Nicolau) é uma bióloga casada, com duas filhas adolescentes e que acaba de fazer 50 anos. O que deveria ser um período de celebração, torna-se um turbilhão de acontecimentos inesperados: seu marido, Emannuel (Denis Podalydès, de Um Doce Refúgio) a troca por uma mulher mais nova, perde seu emprego e termina por voltar a morar com seus pais, Pierric (Phillippe Laudenbach, de Más Notícias Para o Sr. Mars) e Annick (Hélène Vincent, de Samba). Trabalhando em uma pequena loja de cigarros eletrônicos, conhece um chef de cozinha português, Miguel (Patrick Timsit, de Um Time Bem Diferente), com quem começa a se relacionar. A trama, como podem ver, é simples, assim como simples é 50 são os Novos 30. Apesar disso, o filme demora um pouco a engrenar, mas, quando o faz, corre bem e o público se satisfaz com o que veio ver. A direção da cineasta-intérprete Valérie Lemercier - também autora do roteiro junto com Sabine Haudepin (de Jules e Jim - Uma Mulher Para Dois, em sua estréia como roteirista) - segue a simplicidade geral de 50 são os Novos 30, mas é segura, principalmente na direção do elenco, que inclui a si mesma. O estilo de sua personagem, Marie-Francine, com seus óculos, senso de humor e uma ligeira neurose, é a de uma versão francesa e feminina de Woody Allen (Roda Gigante). E a gêmea de Marie-Francine, Marie Noelle (também Valérie), segue pela mesma toada, mas sem os óculos. Aliás, o elenco é o ponto forte do filme, com atores e atrizes muito bons, em atuações convincentes, fazendo personagens simpáticos que ajudam o filme a engrenar, ainda que pegando no tranco. O destaque vai Helene Vincent como a engraçada mãe de Marie-Francine, Annick. Chama a atenção a presença de várias canções de Fado na trilha sonora, em sua maior parte interpretadas pela magnífica, inesquecível e saudosa cantora portuguesa Amália Rodrigues (1920-1999). Isso explica-se por um motivo que alguns brasileiros desconhecem: há uma grande colônia portuguesa na França, especialmente em Paris. E como a francesa Marie-Francine, namora o português Miguel, a trilha sonora encaixa-se com perfeição na trama. Quem já leu meus textos anteriores, sabe que sou bastante crítico à tradução de títulos de filmes estrangeiros. O título original de 50 são os Novos 30 é justamente o nome da protagonista principal, Marie-Francine. Porém, é daqueles raros casos nos quais, um título que não tem nada a ver com o original calha de ser adequado à trama exibida. 50 são os novos 30 não é a melhor comédia que já vi e a diferença entre gerações poderia ter sido melhor explorada, mas, assim como seu elenco, é simpática e agradável. Os cinquentões vão identificar-se com o filme, claro, mas a garotada também vai curtir e vão logo sacar que, sim, os "tiozinhos" e "tiazinhas" de 50 anos também namoram, transam e amam como se, realmente tivessem 30 anos. Ou até menos...
    Flora C
    Flora C

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    3,5
    Enviada em 25 de julho de 2018
    Depois de receber a notícia de que o marido estava apaixonado por uma mulher de 30 anos Marie-Francine (Valérie Lemercier) sai desnorteada do laboratório onde trabalha como pesquisadora e volta para casa. Ali junta somente o essencial para colocar no lixo. A partir desse momento Marie-Francine vê sua vida mudar de maneira brusca e se vê, com 50 anos, recebendo ordens e conselhos dos seus pais, que não disfarçam o incomodo de ter sua filha de volta ao lar, incomodo este que contribui muito para o riso acontecer no decorrer da trama. Desde acorda-la com fantoche, cobrar o horário que chega em casa até tentar encontrar um bom par para a filha, que sob seu olhar se transforma novamente em um ser que precisa de cuidados. O pai de Marie- Francine abre uma loja de cigarros eletrônicos no coração de Sacre-coer, em Paris, onde coloca a filha para trabalhar, enquanto essa, depois de ser despedida, não encontra emprego. É na loja que ela conhece Miguel (Patrick Timsit) spoiler: que se encontra na mesma situação: vivendo com seus pais. Confesso que do início ao meio do filme o riso vinha, mas um tanto forçado, mas quando Miguel aparece é quase um alívio: até então a tragédia moderna dos adultos fracassados parecia se sobrepor as situações cômicas as quais Marie passava. Quando Miguel aparece na história, a tensão parece se dissipar, conseguimos relaxar e dar boas risadas.
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