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    O Destino de uma Nação
    Média
    4,1
    514 notas e 66 críticas
    distribuição de 66 críticas por nota
    9 críticas
    29 críticas
    23 críticas
    3 críticas
    1 crítica
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    66 críticas do leitor

    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    4,5
    Enviada em 5 de fevereiro de 2018
    Ótimo filme! Indicado a varias categorias no óscar 2018, incluindo melhor filme e Ator, Gary Oldman, favorito a ganhar. Aqui temos um filme que mostra a trajetória de uma lenda chamado Churchill, colocado como maior dos britânicos, sendo ele que liderou a ação ao combate contra o nazismo, Veementemente inimigo de Hitler, trouxe ao Reino Unido a oportunidade de vencer a guerra,apesar do não apoio de sua base aliada, levou até o fim a pequena chance de vitória e com o apoio do povo, conseguiu chegar ao exito. Roteiro biográfico, um pouco parado, mas extremamente bem construído e assim se torna um filme agradável aos olhos.
    Luiz Antônio N.
    Luiz Antônio N.

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    3,5
    Enviada em 3 de fevereiro de 2018
    Com a Grã-Bretanha à beira de perder a guerra para a Alemanha, Winston Churchill sofre pressão para fazer um acordo com Hitler para estabelecer o estado como parte do território do Terceiro Reich, mas resiste à pressão. sempre fui muito fã em tudo relacionado a Segunda Guerra Mundial e uma das principais figuras é Winston Churchill que simplesmente mudou a ordem da Segunda Guerra Mundial já vi vários filmes documentários e séries sobre o quanto ele foi importante para a Vitória dos aliados e esse filme Simplesmente mostra um dos momentos mais importantes da história uma obra-prima do cinema com a grande atuação digna de Oscar de Gary oldman uma perfeição🌟🌟🌟⭐
    Ricardo M.
    Ricardo M.

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    4,5
    Enviada em 19 de março de 2018
    Plenamente conhecido para quem curte cinema de fato, o britânico Gary Oldman possui uma carreira sólida e repleta de grandes papéis, na bola da vez, ela encarna o ex-primeiro ministro Winston Churchill em um período conturbado para a nação mundial, pois retrata um momento em que a força bélica de Hitler tem tomado grande parte da Europa, deixando pequenas nações a mercê do fracasso perante um inevitável confronto. Muito embora se passe durante um conflito tortuoso para a comunidade mundial, o filme O DESTINO DE UMA NAÇÃO constitui-se de grande força narrativa ao mostrar como um homem repleto de fraquezas pessoais e políticas, acaba conquistando a vitória com base na democracia, valorando a crença do povo em prol da soberania nacional. A esplendorosa interpretação de Oldman, aliado a uma narrativa direta e concisa, e uma maquiagem soberba fazem deste filme uma pérola, uma produção digna das grandes expectativas por suas indicações e premiações no Oscar. Vale a pena para quem curte o estilo.
    Sidney  M.
    Sidney M.

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    3,0
    Enviada em 28 de janeiro de 2019
    Historicamente é um filme de muita riqueza. Mas confesso que só consegui assistir tudo por causa da ótima atuação de Gary Oldman.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    3,5
    Enviada em 31 de janeiro de 2018
    Em maio de 1940, o mundo estava vivendo um período bastante delicado de sua história. Em plena Segunda Guerra Mundial, a Europa tinha que lidar com os avanços, cada vez mais significativos, da Alemanha nazista, que estava prestes a ter o domínio completo do continente. A Inglaterra, por sua vez, além do delicado ambiente externo, tinha que administrar também um conflito interno: nem a população, muito menos os políticos, confiavam na capacidade do então Primeiro-Ministro Neville Chamberlain de administrar o país em tempos adversos. A Inglaterra precisava de um líder que aglutinasse a nação e que fosse capaz de inspirar a confiança necessária de que tudo terminaria bem. É justamente neste contexto histórico que Winston Churchill ascende ao poder, como Primeiro-Ministro da Inglaterra, em 10 de maio de 1940. O filme O Destino de uma Nação, dirigido por Joe Wright, retrata justamente os primeiros dias de Churchill (interpretado por Gary Oldman, vencedor do Globo de Ouro e do SAG Awards de Melhor Ator e favorito absoluto ao Oscar 2018 de Melhor Ator) como líder político da nação britânica, ao mesmo tempo em que tem que lidar com as pressões internas (principalmente pela negociação de um acordo de paz com os países aliados) e externas (o avanço das tropas do Eixo e a eminente queda da França – o que seria desastroso para toda a Europa) e, principalmente, utilizando aquilo que ele tinha como ponto mais forte: a oratória para manter os ânimos elevados e a união do povo britânico (incluindo seus políticos e monarcas) rumo à vitória. De uma maneira um tanto interessante – e não sei se coincidente –, O Destino de uma Nação dialoga diretamente com Dunkirk, filme de Christopher Nolan, que também foi lançado no ano passado. O ápice do longa de Joe Wright nos mostra as negociações entre Churchill e o Almirantado para que a Operação Dínamo (que colocou os barcos civis britânicos numa missão de resgate das tropas inglesas que se encontravam cercadas na cidade francesa de Dunquerque) acontecesse. O Destino de uma Nação, aliás, finaliza justamente no início dessa Operação, quando num discurso feito na Câmara de Lordes, se tem a certeza de que Churchill venceu a resistência inicial e era a pessoa certa, no lugar certo, para virar o jogo na Europa em Guerra. O Destino de uma Nação, por isso mesmo, por se apoiar em um relato totalmente histórico, é uma obra um tanto anticlimática. O filme tem como ponto alto, não só a reconstituição de um tempo turbulento, mas também o fato de ser um grande tributo a uma das figuras mais marcantes da história da Inglaterra. Winston Churchill se notabilizou por ter sido um político e líder competentes, mas, principalmente, por ter sido um homem visionário (na conjuntura histórica em que o filme se passa, a postura da Inglaterra de oposição à Adolf Hitler era única) e que fez o que tinha que ser feito. Churchill foi alguém que veio ao resgate da Inglaterra nos momentos em que o país mais precisava de uma pessoa com a segurança que ele tinha e passava.
    Alexandre C.
    Alexandre C.

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    4,0
    Enviada em 5 de abril de 2019
    Um drama biográfico, que conta a história de um dos momentos mais importantes do Reino Unido na segunda guerra, Churchill foi perfeitamente interpretado, quem quer ação não vai ver muita, mas é um filme muito bom.
    Vitor Araujo
    Vitor Araujo

    Segui-los 1875 seguidores Ler as 524 críticas deles

    3,0
    Enviada em 19 de fevereiro de 2018
    História. Guerra. Líder. Decisões. Caracterização. Atuação. Visual. Churchill. Longo. Importante. Interessante. Sono. Legal.
    Juarez Vilaca
    Juarez Vilaca

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    4,0
    Enviada em 15 de janeiro de 2018
    Um excelente filme, bem dirigido, com ótimos cenários, e com excelentes atores e atrizes. Gary Oldman está impecável, como Churchill. Acho que tem muita chance de ganhar algum Oscar, esse ano. A história compreende um curto período de tempo do ano de 1940, quando a segunda grande guerra estava no auge e Hitler, já dominava a França e partiu para cima da Inglaterra. Nesse período também aconteceu a retirada do exército inglês de Dunquerque, fugindo de um massacre eminente. Vale a pena.
    Drih S.
    Drih S.

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    4,0
    Enviada em 26 de janeiro de 2018
    Um nome: Gary Oldman!!! O DESTINO DE UMA NAÇÃO (Darkest Hour O longa narra uma biografia (não completa) da vida de Winston Churchill (aqui interpretado pelo trabalho genial de Gary Oldman). O filme se passa em maio de 1940, época em que o exército alemão de Hitler cercava as tropas britânicas em Dunquerque, na França, durante a Segunda Guerra Mundial. Hitler invadiu a Tchecoslováquia, Dinamarca, Polônia e Noruega, com 3 milhões de soldados preparados para invadir e tomar o resto da Europa. Enquanto na Grã-Bretanha o parlamento perdia sua confiança em seu líder, nessa hora que Churchill assume o cargo de primeiro-ministro da Grã-Bretanha de forma quase que inesperada. Dirigido por Joe Wright e roteiro assinado por Anthony McCarten, O DESTINO DE UMA NAÇÃO é aquele típico filme feito para o protagonista brilhar, no caso Gary Oldman. De início já começamos acompanhando a vida de Churchill, um idoso que abusa dos charutos e da bebida, com uma certa impaciência com sua secretária Elizabeth Layton (Lily James). Depois passamos a acompanhar a trajetória de Churchill na missão de tentar assinar um tratado de paz com a Alemanha Nazista, daí por diante vivenciamos todo confronto de Churchill com o Ditador e seus políticos. Com certeza o maior nome do filme é Gary Oldman, é realmente impressionante o que ele faz com seu personagem. Uma atuação forte, soberana, caricata, com uma magia incrível na pele do destemido Winston Churchill. Uma interpretação fantástica, cuja aparência é totalmente irreconhecível (praticamente impossível reconhecer Gary Oldman embaixo daquela maquiagem). Ele utilizou mais de 200 horas com maquiagem, usou próteses com pesos absurdos para conseguir uma aparência mais gordinha, uma entrega incrível, daquelas que merecem respeito e muitos aplausos. Gary Oldman esse ano já levou os prêmios no Globo de Ouro, Critics' Choice Awards e SAG Awards, e está indicado no BAFTA e no Oscar. Ainda não assisti os outros filmes indicados à Melhor Ator, mas é praticamente certeza que o Oscar de Melhor Ator desse ano é dele (merecidamente por sinal). O longa é belíssimo nos cenários dos anos 40, com uma bela fotografia e uma trilha sonora de primeira, o que contribuiu muito para o sucesso de cada cena. Os Figurinos e maquiagens também merecem destaques, uma maquiagem muito bem ajustada no personagem de Gary Oldman, que mesmo com tamanha quantidade de maquiagens, ele não perdeu as expressões faciais e nem a essência de sua atuação - Fantástico! O filme ainda é composto por vastos diálogos, como os confrontos de ideias e as oposições de Churchill contra Hitler e seu governo ditador (citaria o último discurso de Churchill, que é uma cena maravilhosa). Achei o roteiro bem interessante, apesar de se desenvolver de forma mais lenta e monótona logo de início, o que eu acho que se perdeu um pouco, se recuperando mais para o final. Mas as ligações das decisões do primeiro-ministro junto à outros acontecimentos foram fantásticas e bem trabalhadas, como o fato do confronto ao ditador para a retirada das tropas inglesas na "Operação Dínamo" (como o próprio filme de Nolan retratou esse ano). Gostei muito dessa ligação de O DESTINO DE UMA NAÇÃO com DUNKIRK, recomendaria até assistir DUNKIRK primeiro antes de assistir O DESTINO DE UMA NAÇÃO, com certeza facilitará o seu entendimento em ambas as obras. A forma como o longa usa os bastidores políticos por trás da segunda guerra mundial é algo sublime, nos proporciona a dimensão do governo ditador e os confrontos opositores da época. O elenco ainda conta com Kristin Scott Thomas interpretando Clementine Churchill, a esposa de Winston Churchill, de certa forma até engraçada algumas cenas dela com Churchill, fluiu com bastante leveza. Ben Mendelsohn como Rei George VI, ótimas cenas de diálogos discutindo ideias entre o Rei e Churchill (como a cena da mesa de jantar). Lily James como Elizabeth Layton, a secretária toda atrapalhada de Churchill, com umas cenas muito boas entre ela e o tempestuoso ímpeto de Churchill. O DESTINO DE UMA NAÇÃO está indicado em 6 categorias no Oscar 2018, incluindo Melhor Design de Produção, Melhor Maquiagem e Cabelo (claro, Gary Oldman destruindo), Melhor Figurino, Melhor Fotografia, Melhor Ator e, claro, Melhor Filme. “O sucesso não é definitivo, falha não é fatal. O que interessa é a coragem de continuar." Winston Churchill [25/01/2018]
    Eduardo Santos
    Eduardo Santos

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    3,0
    Enviada em 2 de março de 2018
    Winston Churchill é definitivamente uma figura histórica. Ele tornou-se Primeiro Ministro Britânico durante um período dificílimo, em que teve que enfrentar o Parlamento inglês em meio a Segunda Guerra Mundial e a ameaça de Hitler na Europa. A princípio, poucas pessoas eram a favor de seu nome para ocupar tão importante cargo, e seu gênio não era dos mais favoráveis para conseguir apoio. Contudo, seu nacionalismo e forma de pensar, em que negociação com o inimigo era sinônimo de fraqueza e luta pela honra até a morte era seu lema, fez com que ele enfrentasse problemas frente ao Parlamento, mas o apoio popular foi parte fundamental para a história não só da Inglaterra, como para todo o Reino Unido. O filme parece que foi feito com o único propósito de fazer o Gary Oldman brilhar. Ele, um dos melhores atores em atividade no mundo, finalmente consegue aqui sua mais próxima chance de conseguir os tão merecidos prêmios que vem abocanhando por aí. Sua personificação de Churchill é assustadoramente versátil e impressionante. Só vê-lo em cena já basta para que o filme seja recomendável. O restante do elenco é excelente também, com destaque para a veterana Kristin Scott Thomas, como esposa de Churchill, e a jovem Lily James, como a secretária datilógrafa do Primeiro Ministro. Embora o filme comece muito bem, com uma direção muito bem pensada do ótimo Joe Wright (responsável por filmes premiados como Orgulho e Preconceito e Desejo e Reparação), acaba perdendo o fôlego e torna-se um cansativo esforço de manter a atenção devido a um roteiro pouco inovativo e provocativo, que se resume no ato final a discursos políticos pra lá de maniqueístas e clichês óbvios, como a cena de Churchill no metrô com o populacho. É um bom filme, mas que não acrescenta muito à importância histórica do momento retratado. Fica aquela sensação de que poderia ser bem melhor. Mas o show de Oldman é garantido, e por si só já faz com que valha a pena ser visto.
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