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Como Nossos Pais
Média
3,5
144 notas e 14 críticas
29% (4 críticas)
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14 críticas do leitor

Pedro F.
Pedro F.

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3,5Bom
Enviada em 17/09/17

Simplismente um bom filme, retrata muito bem a realida de muitas família, mas nada de impressionante

Lidice M.
Lidice M.

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5,0Obra-prima
Enviada em 30/09/17

Belo filmel que fala com simplicidade e sensibilidade sobre questões caras às mulheres . A difícil divisão entre trabalho e o cuidado com os filhos.Entre interesses pessoais e obrigações. A complexidade das relações familiares e amorosas. A cena da personagem da Clarice Abujamra ( numa atuação espetacular!) tocando "como nossos pais" no piano é linda e comovente. Uma cena para não esquecer.

Alexandre M.
Alexandre M.

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4,0Muito bom
Enviada em 11/09/17

Rosa (Maria Ribeiro) está presa em uma carreira que não gosta, em um casamento em conflito, com brigas permanentes com a mãe e tendo que sustentar seu pai meio viajão. Casada com um militante ecologista que está muito mais interessado em salvar a Amazônia do que em ajudar a criar as duas filhas. Rosa é ácida nesse conflito. E transpira pessimismo. Quer ser dramaturga mas tem que ganhar dinheiro escrevendo folder. Não é militante, mas não é alienada, mas expõe a contradição do companheiro entre salvar o mundo e não ajudar nas tarefas da casa. Rosa não é uma donzela que precisa ser salva, mas ela quer, desesperadamente sair da situação de angústia que ela vive. E não adianta esperar príncipe encantado que ele não virá. Destaque para Jorge Mautner com seus discursos filosóficos dão uma cor especial ao filme.

Eduardo Santos
Eduardo Santos

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4,0Muito bom
Enviada em 03/09/17

Uma mulher de 38 anos, em crise no casamento, insatisfeita no emprego, com várias diferenças em relação à mãe, é a personagem central de Como Nossos Pais, filme mais recente da aclamada e talentosíssima Laís Bodanzky, e que ganhou 6 prêmios (mais que justos, aliás) no Festival de Gramado este ano. Maria Ribeiro é a protagonista, e ela realmente tem uma atuação fantástica. Questões e conflitos familiares, em que toda aquela pressão de ser mulher brilhante, ótima mãe, excelente esposa, boa dona de casa, profissional extremamente qualificada... Tudo recai sobre a mulher moderna. E ai dela se não der conta. E Rosa é falha. Ela chega a um ponto que afirma não dar conta de tanta cobrança. E sofre com uma revelação bombástica da mãe em relação a quem é seu verdadeiro pai biológico. O filme tem muitos pontos altos, e um deles é nunca cair na pieguice. Rosa é uma mulher real, verdadeira, crível. Nada de histrionismo e exageros. E assim os demais personagens também são desenvolvidos. Não são pessoas idealizáveis, e sim facilmente identificáveis, como se diz: “do mundo real”. O elenco é extraordinário. Os destaques óbvios são para Maria Ribeiro, num papel complexo e bem definido, numa atuação firme e naturalista. Clarisse Abujamra então rouba todas suas cenas. Uma personagem forte em uma interpretação marcante e, eu diria até, brilhante. Felipe Rocha e Paulo Vilhena também têm ótimos momentos em cena. Em papeis menores, Jorge Mautner e Herson Capri dão conta do recado com categoria. A direção segura de Bodanzky, a apurada e impecável parte técnica, a sensibilidade do roteiro muito bem construído... O final em aberto pode deixar algumas pessoas insatisfeitas, mas tudo é coerente em cena. Tudo evolve para um filme que teoricamente parece simples, mas que tem uma profundidade rara de se ver nos dias atuais. Um filme maduro, bonito, tocante e que é mais um belo exemplo de que o cinema nacional pode ser universal e muito bem realizado.

Layse L.
Layse L.

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3,5Bom
Enviada em 28/03/18

O filme fala sobre dificuldades com relacionamentos. Bem realista. Gostei muito da personagem principal e da interpretação da mãe e do pai da personagem principal. Senti falta de uma melhor interpretação do Paulo Vilhena.

Dagoberto M.
Dagoberto M.

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3,0Legal
Enviada em 01/03/18

O cinema brasileiro adora cutucar as relações familiares e isso faz com que os filmes se tornem muito repetitivos.

Mário Sérgio P.Vitor
Mário Sérgio P.Vitor

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4,0Muito bom
Enviada em 28/02/18

A cineasta brasileira Laís Bodanzky merece ter seus filmes mais vistos. Há todo um cuidado em suas produções e hoje vi "COMO NOSSOS PAIS', seu filme mais recente. Drama sensível sobre relações familiares e conflitos geracionais, tem algumas arestas mal aparadas e uns poucos excessos. Mas, no conjunto, tem uma luminosidade de esperança, reforçada pelas interpretações precisas das atrizes Maria Ribeiro e Clarisse Abujamra. Não chega ao lirismo e à nostalgia dolorida de um CHEGA DE SAUDADE ou de um vendaval dramático de um BICHO DE SETE CABEÇAS, mas cumpre brilhantemente o papel de enternecer e fazer pensar sobre a vida de um modo mais generoso.

Sérgio F.
Sérgio F.

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5,0Obra-prima
Enviada em 12/02/18

Estava com saudade de ver um filme com diálogos interessantes/inteligentes, enquadramentos não óbvios e interpretações primorosas. Um dos melhores filmes nacionais dos últimos tempos! E o tema central é bem atual e pertinente! Lamentavelmente um retrato de muitas famílias atuais! Possivelmente, o machista médio e intelectualmente limitado não vai gostar do filme 😎

Jeniffer S.
Jeniffer S.

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5,0Obra-prima
Enviada em 06/12/17

As Rosas estão exaustas Não, não estou falando da flor rosa. As Rosas que estão exaustas são as mulheres. Na verdade, a Rosa que inspirou o título é a personagem do filme Como nossos pais, lançado em agosto com roteiro e direção de Laís Bodanzky (Bicho de sete cabeças). Tomei a liberdade de pluralizar a situação vivida pela personagem de Maria Ribeiro porque apesar dela ser branca e fazer parte da classe média de São Paulo, a Rosa representa as mulheres quando pensamos sobre os papéis estabelecidos para mulher na sociedade. A mulher é quem administra o lar e os filhos. É quem na maioria das vezes deixa de lado a profissão e os sonhos para cuidar da casa e da família. É quem trabalha fora, mas também dentro de casa. Tem jornada dupla, talvez tripla, se ela ainda tiver a ousadia de fazer algum curso ou qualquer outra atividade. As Rosas estão exaustas porque há milhares de papéis estabelecidos que elas precisam desempenhar com perfeição. Não vale surtar. Não vale reclamar. E nem deixar de fazer. A Rosa, de Como nossos pais, sonha em ser dramaturga mas escreve textos publicitários. Cuida de duas meninas (uma pré-adolescente), lida com os segredos e problemas da mãe e as fantasias do pai. Ela tem marido e irmão. Mas Rosa não tem ajuda de nenhum dos dois. A gente percebe que não é porque ela deseja ser a supermulher, mas porque ela precisa dar conta de tudo. Do contrário, a vida de todos ao seu redor vai parar. O filme é um recorte ficcional de uma realidade possível. E que se você for observar bem o seu cotidiano vai ver que é algo muito comum. Até passa despercebido porque é considerado normal. Eu parei pra observar a dinâmica de algumas famílias. Dizem que o homem é o chefe da casa, mas quem administra e faz tudo andar é a mulher. Em um determinado momento do filme, Rosa diz: Várias vezes, durante o dia, eu me pergunto se eu estou fazendo o que eu queria estar fazendo. A gente percebe uma ansiedade e frustração. Rosa quer mais do que estão oferecendo. Ela não quer largar tudo e sair correndo. Até tem vontade, mas não faz. No meio do caos, da opressão, ela quer diálogo, quer espaço. Ela quer alguém parceiro para cuidar da casa e da família, quer viver seus sonhos, quer sexo, quer ser feliz. E ela não está pedindo nada demais.

Arno10
Arno10

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2,0Fraco
Enviada em 27/11/17

Uma bobagem, mas valeu pela aparição de Jorge Mautner e Clarissa Abunjanra. Lembrou-me os filmes dos anos 80, onde tudo parecia um grande teatro. Em tempo: Fiquei irritado com aquelas crianças. Ufa!

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