Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    120 Batimentos Por Minuto
    Média
    3,8
    68 notas e 7 críticas
    distribuição de 7 críticas por nota
    2 críticas
    1 crítica
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    7 críticas do leitor

    Bruno Campos
    Bruno Campos

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    5,0
    Enviada em 14 de janeiro de 2018
    Incrível. Ritmo frenético construído à perfeição pelo diretor Robin Campillo (roteirista do excelente "Entre os Muros da Escola"). Tudo no filme é milimetricamente orquestrado pela direção a fim de nos transmitir a urgência dos soropositivos no início dos anos 90. A história é uma ficção sobre fatos reais: a luta política do grupo ativista "Act Up" em Paris pelos direitos de acesso rápido a novos tratamentos contra os efeitos do HIV. O nível das discussões nas reuniões semanais do grupo é elevado e anti-burocrático - ratificando, eles têm urgência -, então até as palmas são substituídas por dedos estalando, para não perder tempo de discussão, tempo de vida. Não há tempo para discutir se deveríamos pronunciar a palavra "viado", ou "gay", ou "homossexual". A única palavra é "sobreviver".
    Eduardo F.
    Eduardo F.

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    4,0
    Enviada em 31 de janeiro de 2018
    Se tem um gênero que eu gosto esse gênero é Drama! Se for social então, meu Deus! E o cinema francês tem muito disso. Filmes como Amor, 2 Dias e 3 noites e agora esse filme, 120 batimentos por minuto, batem na minha cara dizendo: saía dos filmes americanos e caia nos franceses. Esse filme é muito bom. Não há a falta de nada! O diretor e roteirista não deixou faltar nada para que a mensagem do filme fosse passado. No começo do filme achei que fosse um bando de adolescentes rebeldes sem causa que só querem tumultuar, contudo a medida que a história vai avançando você consegue entender que conversar com o "inimigo" não adianta porque ele nao te escuta! Falar sobre o boom da AIDS e os estereótipos da doença gay nos anos 90 é muito louco. Eu tinha acabado de nascer! É era uma época foda. Faltava informação (talvez ainda falte)! Bem...a discussão é eterna. As cenas do grupo na boate são uma das melhores. No final do filme então faz todo um sentido. A cena do sexo oral com camisinha é um tema desconhecido para a grande maioria das pessoas. Ache um ponto mega positivo! E as cenas das reuniões dos grupos são muito boas. Você aprende muito. Esse filme está concorrendo ao Oscar 2018 de melhor filme estrangeiro. Ainda não assisti os outros, Mas acho que já tenho o meu preferido.
    Edvaldo Santos
    Edvaldo Santos

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    3,5
    Enviada em 31 de março de 2018
    O título sugere uma velocidade acelerada. É urgente a causa dos soropositivos no início da proliferação do vírus HIV. Atualmente o mundo passa por uma reavaliação e surgimento de outras formas de associação. Existe um crescimento de organizações que lutam por direitos, liberdades e por 'outra moral' para este novo estrato social em construção. O diretor Robin Campillo (do também urgente filme Entre os Muros da Escola) utiliza-se com muita maestria de uma fotografia elétrica e atenta aos movimentos de ideias e de pessoas. O realismo encontrando neste formato, quase documental, garante uma imersão sobre o tema. Com diálogos objetivos a trama é basicamente uma painel de tudo que o roteiro poderia falar sobre o ativismo, com enfase neste grupo em particular. Uma ótima opção pra quem quer embarcar numa reflexão atual sobre ativismo político e movimentos sociais de minorias de maneira que vai além da informativa. É uma reflexão sobre esses dias de necessidades emergentes reavaliando táticas e estratégias.
    Leonardo G. Wild
    Leonardo G. Wild

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    5,0
    Enviada em 2 de abril de 2018
    Um filme realmente intenso. Do mesmo director do renomado “entre os muros da escola”, agora o cineasta sai do contexto escolar e continua sua filmografia nos jovens. Para contar sobre a crise de HIV em Paris. O filme é absolutamente brilhante, tendo uma fotografia escura, com muitas filmagens de noite e incineraste muito forte durante o dia passando a sensação de profunda tristeza e frieza. Detalhes bem luminosos como menos abjures e cores vivas bem saturadas marcam os detalhes da fotografia. Que em comunhão com a trilha permite ao espectador olhar um período de crise social e se importar com cada um dos personagens. Um filme sem grandes planos, grandes inovações do modo que filma mas que compensa tudo pela fotografia, atuação e enredo. Impossível não se emocionar com esse longa
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