Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    A Casa que Jack Construiu
    Média
    3,3
    91 notas e 18 críticas
    distribuição de 18 críticas por nota
    1 crítica
    5 críticas
    8 críticas
    3 críticas
    1 crítica
    0 crítica
    Você assistiu A Casa que Jack Construiu ?

    18 críticas do leitor

    Luiz Antônio N.
    Luiz Antônio N.

    Segui-los 14741 seguidores Ler as 1 271 críticas deles

    1,0
    Enviada em 5 de janeiro de 2019
    Em um período de doze anos, Jack é um ardiloso assassino em série de mulheres que tem um único objetivo sangrento a cumprir: executar o crime perfeito, sem deixar nenhum tipo de rastro. me desculpe aqueles que gostam dos filmes do Lars Von Trier não sei nem porque comecei assistir acho que porque já assisti a maioria dos filmes dele mas todos são extremamente violentos e causa sentimentos muito negativos não consigo entender o sentido dos filmes dele são simplesmente para criar repulsa ⭐
    Alan David
    Alan David

    Segui-los 9427 seguidores Ler as 685 críticas deles

    3,0
    Enviada em 25 de outubro de 2018
    A Casa Que Jack Construiu é uma boa história, que tenta chocar (consegue um pouco) mas acaba ficando até caricato e ao introduzir uma assinatura própria acaba criando várias vertentes de gênero que acabam misturando o ritmo das coisas e ainda mais um filme longo desses, acaba ficando cansativo. Ao fim temos um epílogo de uma surrealidade que faz metáforas a tudo que foi visto durante o que era o Jack em sua jornada. Nessa mistureba toda, ainda saiu algo bom de se assistir. Texto completo no blog ParsaGeeks no link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2018/10/cinema-524-casa-que-jack-construiu.html
    Isis Lourenço
    Isis Lourenço

    Segui-los 2916 seguidores Ler as 752 críticas deles

    3,0
    Enviada em 3 de dezembro de 2019
    Até que não é tão ruim como pensei,considerando como diretor o Lars,geralmente cansativo,o filme tem suspense,mas como sempre é parado,a motivação do personagem é convincente,mas poderia ter feito uma casa melhor.
    Anderson  G.
    Anderson G.

    Segui-los 636 seguidores Ler as 273 críticas deles

    4,5
    Enviada em 5 de novembro de 2018
    Lars Von Trier se entrega completamente ao seu egocentrismo e soberba em seu novo filme, com toques de genialidade e sutilezas de fracasso ao mesmo tempo, o novo filme do sempre polemico diretor dinamarquês exige esforço mental e estomacal para digerir e assistir suas duas horas e meia sobre a filosofia da arte, ou a filosofia de um assassino, ou a filosofia da violência, são alguns pontos entre as varias divagações que permeiam o longa. Primeiramente, seu roteiro segue de praxe a divisão que Lars Von Trier costumar usar, com epilogo e prologo, mas se assemelha em especial com seu ultimo longa, “Ninfomania” pela constante conversa com um ouvinte, mas não apenas por isso, há um paralelo muito claro em suas ambições, em “Ninfomaniaca”, Lars Von Trier tenta explicar o mundo e a natureza humana através do sexo, aqui, temos os mesmo objetivos, mas com focos mais abrangentes, como arte, violência, sadismo e religião. Lars Von Trier faz um grande filme pelas múltiplas visões de intepretações, podemos interpretar o longa como a viagem a psique de um psicopata ou podemos nos atentar as suas explicações e desculpas filosóficas para a morte, vida, arte e mundo, ou podemos apenas ver um filme sobre um assassino, “A casa que jack construiu” precisa muito da maturidade do espectador, pois é um filme que exige muita atenção para conseguir compreender seus signos, mesmo que alguns, Lars Von Trier jogue na sua cara. Temos discussões que vão sobre a vilanização do homem na cultura moderna a até a arte na pratica de genocídios, passando por amor e materialização na arte e busca por sentimento, são muitas ideias, e o grande demérito do filme é não consegui completar e concluir todas somente nesse longa, visto que em sua cinematografia, Lars complementa esses temas. Lars se utiliza de um recurso de roteiro muito próprio, a divisão em 7 partes que contam historias aleatórias tiram a sensação de progresso de enredo do telespectador, que para os mais espertos, só vão conseguir enxergar o andamento e a divisão dos atos através da conversa do nosso protagonista com o personagem do “verge”, além de diversas metáforas envolvendo seus sentimentos, como a própria casa ou a porta do frigorifico que não abre, o filme causa um certo distanciamento do protagonista com o público, pois nosso protagonista é completamente depravado e doente, mas não devemos julgar ele nem seus atos para poder embarcar em sua jornada doentia com requintes de crueldade e genialidade proporcionadas por Lars Von Trier e Matt Dillon. Algo interessante, é que Lars Von Trier sempre deixou claro em seu filme as diferenças entre homem e mulher, segundo seus longas, mulher é a expressão do sentimento e o homem da razão, e seus longas sempre são protagonizadas por mulheres, seria Lars Von Trier querendo dar um sentimentalismo a sua obra? Mas “A casa que jack construiu” é protagonizado por um homem, e segundo sua própria logica, não poderia ser diferente, pois um das vertentes do filme, é a própria busca pelo sentimento, pelo sentido, é sempre interessante ver um autor coerente com sua própria obra. Tecnicamente, Lars Von Trier faz um grande trabalho, como de praxe, diversas misturas de elementos visuais que proporcionam uma experiência visual e de entendimento, pois o uso da técnica na explicação da mensagem funciona como artificio de roteiro pretendo o telespectador, temos a clássica câmera de mão –Odiada por muitos- Mas que dá um ar muito naturalista ao filme, o uso ótimo da trilha sonora, que mescla uma musica clássica a um Rock/Jazz frenético sem parecer forçado, o que complementa a ideia de naturalidade, é realmente, como se estivéssemos de camarote vendo Jack contar sua historia. Falando em Jack, que atuação magnifica de Matt Dillon, com certeza a melhor que vi no ano até então, uma pena que o filme com certeza vai ser ignorado de grandes festivais e vai acabar ficando sem prêmios e sem indicações ao oscar. Podemos concluir essa critica de “A casa que jack construiu” falando de uma cena em especifica, a cena a onde Jack fala sobre o auge da violência cinematográfica, e nesse momento, são exibidas diversas outras cenas de filmes do Lars Von Trier, uma alta referencia, um toque de egocentrismo e soberba, talvez os dois, isso resume sua obra e esse seu ultimo longa, um filme ambicioso, mas que cumpre o que promete não com extrema perfeição, mas com muitíssima qualidade, um filme feito para os amantes do cinema e entusiastas do movimento dogma95, para mim, o melhor filme que vi no cinema este ano até então, experiência cinematográfica de linguagem e imagem a uma moral que que brinca com as entranhas do telespectador, não é um filme fácil, mas é um filme que merece ser visto e revisto.
    Lucas S.
    Lucas S.

    Segui-los 146 seguidores Ler as 204 críticas deles

    3,5
    Enviada em 18 de março de 2019
    Sendo um filme de Lars von Trier é de se esperar que seja sinistro. Este entra em sua filmografia no quesito psicopatia. Um sujeito pacato (interpretação exemplar) que se vê diante de uma senhora que lhe pede carona, e o instiga falando sobre psicopatas... Assim inicia-se seu processo de Serial Killer, com o detalhe de que ele tem TOC sobre deixar o lugar limpo. Vítima após vítima, as mantêm em um frigorífico, tornando este o seu souvenirs. O filme mostra boas produções de cenas, violência extrema e terror. Tudo isto é narrado numa conversa com um senhor, que ao final é revelado spoiler: tratar-se de um ceifador . Filme não recomendável para estômagos fracos.
    Nelson J
    Nelson J

    Segui-los 23760 seguidores Ler as 1 232 críticas deles

    2,5
    Enviada em 7 de novembro de 2018
    Sou fã do Lars, mas esperava mais. O filme passa diferentes mensagens e até questiono que seja um serial killer, ou que tenha cometido os assassinatos. lembra "Psicopata Americano", pois age livremente e nada acontece. Vítimas gritam da janela, polícia fala com ele e não suspeita, enfim, assim é este longo filme. Há diálogos entre ele e uma possível personalidade paralela que o leva na fronteira do inferno e ele deveria tentar achar caminho de volta. o melhor é uma cena de "Melancolia". Aliás, achei o filme melancólico.
    Bruno Campos
    Bruno Campos

    Segui-los 292 seguidores Ler as 257 críticas deles

    4,0
    Enviada em 24 de novembro de 2018
    Muito bom. Extremamente agressivo, como quase tudo q o cineasta Lars von Trier já realizou no cinema, porém um pequeno tom abaixo dos seus últimos filmes. Muito atento à mediocridade humana, ressalta com grande acidez suas raivas, preconceitos e desprezos, através de situações patéticas. Apesar de todo o niilismo do diretor, a qualidade artística é inegável.
    c4rlc4st
    c4rlc4st

    Segui-los 410 seguidores Ler as 279 críticas deles

    4,0
    Enviada em 12 de fevereiro de 2019
    Um filme de dois pesos e duas medidas. Se por um lado sentimos ojeriza pelo personagem principal, não vemos lógica em suas reflexões absurdas sobre arte e morte e sentimos repulsa pelo comportamento hostil do serial killer, por outro vemos que toda a questão técnica, visual e roteiro são de extrema qualidade e, originalidade.
    Carlos Henrique S.
    Carlos Henrique S.

    Segui-los 4860 seguidores Ler as 799 críticas deles

    3,5
    Enviada em 21 de dezembro de 2018
    Não é novidade para ninguém que Lars von Trier é muito polêmico e tem como marca registrada seus filmes com ritmo lento e cenas violentas que chegam a ser bem controversas,pois bem aqui temos isso estampado por duas horas e trinta minutos de projeção perturbadora.O filme é visto do ponto de vista de Jack um arquiteto que após matar uma mulher ,acaba tomando gosto por isso e por doze anos pratica diversos crimes,ele decide contar seus maiores crimes com um senhor chamado Virgílio em uma jornada ao inferno.Aqui com certeza temos cenas bem violentas incluindo uma no segundo ato que é pura crueldade,mas mesmo assim eu esperava mais,pois o Von Trier prometeu cenas bem pesadas.O Matt Dillon está perfeito,ele passa um sadismo incrível e uma segurança no que faz que impressiona,e toda a explicação pelos seu crimes são doentias o que ajuda com o personagem.Mas o maior problema foi o que o roteiro fez no terceiro ato,o desfecho é um banho de água fria,acontece um fato que foge a realidade e que impede que o filme termine de maneira satisfatória.No geral é um filme bastante eficiente e sádico que peca no desfecho que não é convincente.
    Ândrea
    Ândrea

    Segui-los 17 seguidores Ler as 3 críticas deles

    3,0
    Enviada em 2 de abril de 2020
    O filme fala da satisfação e do desejo humano. Um homem normal que queria ser pianista, se torna arquiteto para oprimir a insatisfação e que na horas vagas tenta ser um arquiteto. Apaixonado por artes e filosofias e teorias da vida humana. Poderia ser qualquer um de nós. spoiler: Em um momento, do nada, vê a oportunidade de cometer um assassinato e o comete. O porquê pode ser vários: uma ataque de fúria repentina; um certeza de sair impune (como acontece desde sua infância); uma vontade de ser preso ( uma mudança drástica na sua vida); ou um desafio a ser cumprido ( quando sua primeira vítima afirma que ele nunca poderia ser um serial killer, por ser bobo de mais). O fato é que Jack passa a encontrar nos assassinatos um novo prazer, uma nova experiência, novo aprendizado, novas oportunidades de experimentação. Usa de teorias e reflexões para explicar e justificar seus atos. Teoricamente, cometeu mais de 60 assassinatos em 12 anos. Nem todos foram encenados, mas acredito que os mostrados aos públicos foram os “mais importantes”. Mais importantes no sentido de mudá-lo, de transformá-lo, de acrescentar algo novo. Por isso talvez eram introduzidos no contexto de “incidentes” - não como algo que aconteceu repentinamente, mas como algo que aconteceu, mas poderia ter sido evitado. É muito nítida a mudança que o personagem passa. O jeito de andar, falar se vestir. Cada vez mais despojado, descontraído e audacioso. Como se a cada morte Jack se torna-se um pouco mais seguro de si e confiante. A trilha não´é lá grandes coisas. E para mim só passou a ser perceptível nos últimos 30 minutos de filme. Talvez essa fosse a proposta, como algo que sempre esteve ali desde o começo, mas numa crescente que encontra seu ápice no final. A fotografia é boa. E os momentos mais interessantes dele era onde a imagem parecia ser captada por uma simples câmera na mão. Sem se preocupar com estabilidade da imagem, ou o melhor ângulo a ser atingido. O filme aborda a realidade de uma forma um tanto dura: a falta de empatia com o próximo é umas das principais características presentes nas relações. Mas do que falta de empatia, a falta de algo é presente em cada personagem: coragem, medo, amor, solidariedade, cautela, comedida, malicia, dentre outros se observado mais a fundo. spoiler: No entanto, o final foge totalmente da realidade. Vemos uma jornada do Jack até o inferno, acompanhado de um homem que poderia ser a morte, o diabo ou um anjo qualquer. Piração total, não gostei. Levou o filme para um lado metafórico demais. Mesmo toda narrativa do texto sendo metafórica, ela sendo posta em imagens me incomodou bastante. Principalmente porque tira o filme da realidade e leva pro campo abstrato/supernatural/espiritual. O fato é que Jack vai para as profundezas do inferno por causa da sua audácia e da sua prepotência. O porquê todos sabem, mas o como é meio embaçado.
    Quer ver mais críticas?
    • As últimas críticas do AdoroCinema
    Back to Top