Notas dos Filmes
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    O Sacrifício do Cervo Sagrado
    Média
    3,1
    183 notas e 32 críticas
    distribuição de 32 críticas por nota
    4 críticas
    6 críticas
    5 críticas
    7 críticas
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    32 críticas do leitor

    Juan M
    Juan M

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    5,0
    Enviada em 31 de maio de 2019
    Esse filme é uma experiência estética de cinema simplesmente inesquecível. Há uma crueza e desconforto, uma construção surreal dos elementos, é daqueles filmes que fascinam e nos fazem lembrar da sensação por muito tempo. É perturbador, mas tem uma profundidade que raros filmes conseguiram. E não é difícil de entender, quero dizer, não é um filme chato e impenetrável, feito para especialistas barrigudos com óculos lentes-de-garrafa, que assistem para comentar alguma coisa que só tem importância para eles. Este filme é visceral. Não espere comparar este filme com qualquer outro. É uma obra-prima.
    Deivisson D.
    Deivisson D.

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    3,5
    Enviada em 1 de fevereiro de 2018
    Baseado na tragedia de Ifigénia O filme nos mostra como sao as atitudes de uma familia ao ser pressionada por uma tragedia Longe dos clichês de hollywood o filme e muito bem montado Com atuacoes propositalmente robóticas E uma narrativa desconexa o que nos leva a varios questionamentos o final ate um pouco previsível e onde eu achei que o diretor pecou mais porem recomendo o filme Att Deivisson Dias
    Dhewyd V.
    Dhewyd V.

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    4,0
    Enviada em 20 de fevereiro de 2018
    O filme me prendeu o tempo todo, uma trama bem envolvente, com atuações marcantes, realmente não é um filme comum, não é um suspense clichê, nem todas as pessoas irão gostar, percebi no filme que o mesmo reflete bastante a luta pela vida, em a pessoa se apegar na sua existência em relação às outras, mesmo essas sendo de sua própria família... Final bastante impactante e trilha sonora arrebatadora! Gostei bastante!
    Diego R.
    Diego R.

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    2,5
    Enviada em 26 de dezembro de 2017
    É um filme fraco sem nexo, 3 estrelas apenas pela excelente atuação de todos no filme. Porém, que filme doido maluco.
    Vinícius d.
    Vinícius d.

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    2,0
    Enviada em 21 de maio de 2018
    Filme fraco. Sem pé nem cabeça. Como um menino tem o poder de causar uma doença nos filhos do protagonista? Não ficou explicado!!!
    Eduardo Santos
    Eduardo Santos

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    3,5
    Enviada em 15 de fevereiro de 2018
    Yórgos Lánthimos é um cineasta grego que vem chamando atenção desde seu último filme, o original e estranho O Lagosta, que não chegou a passar nos cinemas aqui, mas foi lançado em vídeo. Com um toque à la Kubrick, a forma com que ele filma os personagens é asfixiante. Os diálogos são milimetricamente pensados e ao mesmo tempo foca nas peculiaridades dos personagens (que fogem dos estereótipos típicos americanos) e causa uma forçada naturalidade em situações não naturais e/ou extremas. A história é aparentemente simples – bem mais do que seu longa anterior – mas o fator psicológico dos personagens acabam por trazer essa intranquilidade sufocante e perturbadora. O cardiologista Steven (Colin Farrell, que também protagonizou O Lagosta), é casado com a oftalmologista Anna (Nicole Kidman). Eles têm um casal de filhos e vivem tranquilamente. Contudo, o jovem adolescente Martin (Barry Keoghan, em atuação bastante expressiva para um personagem extremamente dificil), filho de um ex-paciente que morreu na mesa de cirurgia de Steven, acaba se aproximando do cardiologista em uma relação amigável e improvável. Mas a partir de determinado momento, seu lado obscuro começa a surgir, o que trará consequências terríveis. O roteiro é bastante original e provoca sentimentos dúbios. A presença do jovem remete aquela velha premissa já tratada inúmeras vezes no cinema, como Teorema, do Pasolini, ou até mesmo o recente O Estranho Que Amamos, de Sofia Coppolla, que também conta com a participação da dupla Farrell/Kidman – um jovem que acaba aportando num ambiente e acaba alterando a vida de todos ao seu redor. Só que Lánthimos tem uma peculiar crueldade em sua perspectiva, causando reações parecidas às de quem assistiu a Violência Gratuita, do Michael Haneke. Um filme bem tenso, cuja melhor definição é a palavra “perturbador”. Não é pra todos os gostos, mas quem tem um pouco de estômago, vale a pena dar a conferida e tirar suas próprias conclusões. E a parte técnica é outro plus que faz com que seja uma pedida para quem gosta de filmes mais diferentes e alternativos. Elenco muito bom, que inclui ainda uma participação rápida de Alicia Silverstone, a eterna Patricinha de Beverly Hills. Goste ou não, O Sacrifício do Cervo Sagrado é daqueles filmes que não dá pra ficar impassível ao surgirem os créditos finais.
    J. Heleno Paiva
    J. Heleno Paiva

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    4,0
    Enviada em 3 de novembro de 2019
    O Sacrifício do Cervo Sagrado dá continuidade a minuciosa escalada idiossincrática de Yorgos Lánthimos, e demonstra mais uma vez que o cineasta grego é um talento que não pode ser ignorado. Não tem a finesse de The Lobster, mas ainda sim este é um rolo compressor sensorial e de exercício de linguagem. Uma brisa de ar fresco no cinema americano, enfim. Um filme que não tem medo de ter personalidade e não faz a menor questão de se explicar para o público, não se deixando levar pela tentação de ser um entretenimento mais palatável em busca de alguns dólares extras de bilheteria. Como em seu filme anterior, Cervo Sagrado conta com um elenco em total domínio de seus respectivos personagens, Colin Farrell mais uma vez se mostra um protagonista seguro interessante, mas quem rouba a cena mesmo é Barry Keoghan, o jovem ator entrega uma performance realmente sinistra, de cair o queixo. Merecia no mínimo uma indicação ao Oscar. Um tipo de atuação de uma intensidade e nuance que não se vê muito. Resumindo, um filme que não é para todo mundo, mas que com um pouco de paciência para refletir sobre suas temáticas, é capaz de proporcionar uma experiência única.
    Anderson  G.
    Anderson G.

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    4,5
    Enviada em 23 de fevereiro de 2018
    O ótimo diretor grego Yorgos Lanthimos volta aos holofotes após estrear seu novo filme, "O Sacrifício do Cervo Sagrado", e depois de espetaculares filmes como "Dente Canino" e "O Lagosta" a expectativa para o novo longa do grego era altíssima, e de certa forma é decepcionante, ao mesmo tempo não é, comparado aos seus últimos trabalho "O Sacrifício do Cervo Sagrado" é inferior, mas comparado aos outros filmes que estrearam ultimamente em geral, o filme é fenomenal. Um filme que prima pelo suspense psicológico, como em todos os outros filmes do diretor, temos uma historia maluca a onde somos arremessados de cabeça no meio dela sem entender absolutamente nada, e assim fica até o terceiro ato, a onde finalmente é explicado de forma mais clara ao telespectador o que esta acontecendo, o roteiro em si é simples, é um roteiro original e criativo, mas simples, uma historia de vingança clássica, os grandes méritos de "O Sacrifício do Cervo Sagrado" é sua direção, é a capacidade de fazer o telespectador ficar vidrado na cadeira sem nem fazer ideia do que está por vir. O roteiro é linear, bem explicado, e cheio de pré definições, ao mesmo tempo, é completamente confuso e simbólico, pois tudo é muito sutil ao mesmo tempo é muito estrondoso, é um filme de dualidades, inclusive nas criticas, a onde todos se dividem entre ama-lo e odiá-lo, eu prefiro amar. O longa é absurdamente bem dirigido, cena por cena, Yorgos Lanthimos soube como alongar sua historia, sem deixar a mesma chata ou sem ritmo. Com uma câmera sem tripe no melhor estilo Lars Von Trier, e um enquadramento de cena que se utiliza sempre de zoom, mesmo sendo brega, no contexto do longa fica legal, uma ótima edição e principalmente, uma trilha sonora magnifica que participa no roteiro do filme, pois cria o climax e faz o telespectador ficar mais confuso e afoito para o decorrer da historia, alem das canções instrumentais serem ótimas, algumas me fizeram apertar a cadeira tamanha tensão gerada. Colin Farrell está ótimo, o ator sabe se utilizar de uma interpretação extremamente teatral, exatamente como os longa de Yorgos pedem, alem disso, Nicole Kidman transita por uma montanha russa, as vezes a atriz parece não entender seu papel, as vezes a atriz da exatamente o tom que esperamos em cena, o grande destaque aqui fica para Barry Keoghan, o jovem ator irlandês que tal como Nicole, as vezes desvirtua de seu papel, mas quando o ator é exigido, o mesmo dá show de atuações, alem de ser consideravelmente assustador. Por fim, "O Sacrifício do Cervo Sagrado" é o melhor filme que vi no cinema esse ano, apesar de não ser perfeito,como por exemplo, não gosto quando é verbalizado o climax do filme e acho que algumas cenas deveriam ter mais peso dramatico, mas mesmo assim, o filme me encantou, e me fez lembrar como é bom ver um suspense de qualidade no cinema.
    Jackson A L
    Jackson A L

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    4,0
    Enviada em 2 de dezembro de 2018
    A referência da obra é trazida da mitologia grega no qual Agamenon é obrigado a sacrificar uma filha por ter matado um cervo sagrado. Um bom filme que poderia ser ótimo, mas que esqueceram de um pequeno detalhe: um final. O filme termina abruptamente sem que haja um desfecho digno. Um bom filme pelas ótimas atuações, sem exceções de todos e como as cenas angustiantes e perturbadoras prendem de forma eficaz o telespectador. Agora, muitas coisas ficaram sem explicações: como surgiu a anomalia? Porque não atingiu a todos? Porque a menina em certo momento volta ao normal? No desfecho, como o personagem se livra do "crime"? Essas são apenas algumas pontas soltas, porém paro por aqui, já que a intenção é evitar spoilers.
    Lucas D.
    Lucas D.

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    4,0
    Enviada em 26 de abril de 2018
    Um filme que mexe com a cabeça do espectador. O clima de tensão é mantido do início ao fim. Visceral!
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