Notas dos Filmes
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    Através da Sombra
    Média
    2,8
    20 notas e 6 críticas
    distribuição de 6 críticas por nota
    1 crítica
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    6 críticas do leitor

    Alffacat
    Alffacat

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    0,5
    Enviada em 18 de julho de 2020
    Detestei. O suspense é realmente ficxante, mas o resto é simples e extremamente sem graça. O clichê de sempre que vem de filmes estrangeiros: fantasmas ruins que influenciam crianças (sempre tem crianças). Mas a parada de uma mulher adulta de mais de trinta anos beijar um menino (e na primeira vez ter ficado horrorizada, mesmo permanecido mais de três segundos com os lábios encostados nos do garoto) simplesmente ridículo e sem contexto, não aplica nada. A cena da primeira aparição no rio, uma produção tão precária que da pra perceber a base de madeira que mantém a atriz de pé sobre a superfície da água. Tosco. E o final? Deixa o telespectador sem entender bosta nenhuma. O menino corre atrás do espírito e o vê, depois se vira vendo a protagonista atrás dele e desmaia. E nem sequer uma trilha nessa cena (o que também é uma marca do cinema brasileiro junto de planos de enquadramento fixos e com movimentos leves) e lá vai a mulher beijar o moleque na boca outra vez, menos de um minuto depois de dizer que o que o menino fazia (como por exemplo, tê-la baijado) era influencia do espírito. Apesar de que, antes do menino fazer isso, ele ainda vê uma cena de agarradio explícito entre dois empregados da casa, fazendo o telespectador pensar que ele beijou a protagonista pelo que viu e desejar aquilo. O filme em si é tudo isso, sem sentido, sem sal, sem motivação, vilão oco, personagens pobres, desespero fragmentado, maquiagem e iluminação que nos faz pensar os espíritos serem figurantes de uma daquelas pegadinhas do Sílvio Santos. Triste você perder tempo com um filme que se espera pelo menos o mínimo, mas é apenas um roteiro escrito de forma chula e vil com o intuito de só apresentar um suspense que é sim natural, mas pra quê? Perdi uma hora e meia da minha vida. Não recomendo essa porcaria. Ainda fiquei bastante chateada, pois os filmes do Brasil em sua maioria já são bem sem graça e com roteiros sem sentido e sem vida, e eu esperava algo deste, mas como sempre não deu. Não sei aonde isso é ousado (como diz a crítica desse site). Desprezível. Pelo menos algo bom desses tipos de filmes sem cor, principalmente os brasileiros que me dão a esperança do meu projeto ser uma revolução. E pelo jeito que os roteiristas deste país são bastante inacriativos, realmente será.
    Gisleide A.
    Gisleide A.

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    1,5
    Enviada em 24 de setembro de 2018
    Péssimo. Não espere nada deste filme, nem perca seu tempo. um filme sobre morte, encarnação mas sem sentido, sem pé nem cabeça.
    Vanessa F.
    Vanessa F.

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    1,5
    Enviada em 6 de junho de 2018
    Filme mais sem pé nem cabeça! Quando tu acha que vai ter alguma história, o filme termina. Cenas de suspense meio forçadas e previsíveis.
    Gil F.
    Gil F.

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    3,0
    Enviada em 24 de fevereiro de 2017
    Assisti ontem, 23/02/2017, no NOW, ao filme Através da Sombra. Não costumo assisti a filmes nacionais na TV, por força de uma deficiência auditiva que me impede de distinguir as palavras. Entretanto, como adoro suspense, li a sinopse e fui atraído para o trailer. Logo vi que era um pasticho de "O Inocentes", famoso filme de 1961 que impressionou minh geração, adolescente à época. Em 1971 veio outra versão, com Marlon Brando. A LAMENTAR: ASSISTI AOS CRÉDITOS ATÉ O FINAL, E NÃO VI QUALQUER COISA PARECIDA COM "ESTE FILME SE BASEIA NO ROMANCE 'A TURN ON THE SCREW' DE HENRY JAMES, DE 1898". VEJAM ABAIXO AS REFERÊNCIAS QUE EXTRAÍ DA INTERNET The Turn of the Screw (A volta do parafuso ou A outra volta do parafuso (título no Brasil) ou Calafrio (título em Portugal)[1]), originalmente publicado em 1898[2], é uma novela de fantasma escrita por Henry James[3]. Devido a seu conteúdo ambíguo, tornou-se um texto frequentado pelos acadêmicos que aderiram ao New Criticism. A novela tem diferentes interpretações, geralmente mutuamente excludentes. Muitos críticos tentaram determinar a exata natureza do mal insinuado na história. Contudo, outros argumentam que a verdeira genialidade da história vem de sua habilidade de criar uma confusão íntima e suspense no leitor. O livro foi adaptado algumas vezes para o cinema. A versão mais conhecida é Os inocentes (1961), dirigida por Jack Clayton, com Deborah Kerr e Michael Redgrave. ......................................................................................................................................................... OS INOCENTES Vídeos Créditos Críticas dos usuários Críticas da imprensa Críticas do AdoroCinema Fotos Filmes Online Direção: Jack Clayton Elenco: Deborah Kerr, Michael Redgrave, Megs Jenkins mais Gêneros Fantasia, Terror, Suspense Nacionalidade Reino unido Ver o trailer Usuários 3,515 notas e 2 críticas Sinopse e detalhes Inglaterra, durante o era Vitoriana: dois irmãos, Flora (Pamela Franklin) e Miles (Martin Stephens), moram com seu tio em uma antiga casa após ficarem órfãos. Os meninos são deixados aos cuidados da senhorita Giddens (Deborah Kerr), uma governanta muito competente, que ganha total liberdade de criação dos meninos. Porém, as duas crianças começam a serem possuídas por espíritos que habitavam a casa. Cabe a Giddens salva-las e exorcizar os espíritos que rondam a casa. Título original The Innocents Distribuidor - Ano de produção 1961 Tipo de filme longa-metragem ......................................................................................................................................................... Os Que Chegam Com a Noite 1971 The Nightcomers Dirigido por: Michael Winner Média geral 3.6 baseado em 122 votos Sua avaliação: Drama Terror Thriller • Perfil • Ficha técnica • Comentários • Notícias 96 minutos Com a morte dos pais, casal de crianças fica sob a guarda da governanta e da preceptora.É o jardineiro da casa, porém, que os fascina e domina. Retrato da Inglaterra vitoriana, com ênfase na descoberta da sexualidade e da morte. Menos Estreia Mundial: 1971 .........................................................................................................................................................
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