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Janis: Little Girl Blue
Nota média
3,6
18 publicações
  • Cinema em Cena
  • Folha de São Paulo
  • Almanaque Virtual
  • Cineplayers
  • Cineweb
  • New York Times
  • Papo de Cinema
  • Rolling Stone
  • Screen International
  • Télérama
  • The Guardian
  • Variety
  • Boston Globe
  • O Globo
  • The Hollywood Reporter
  • Washington Post
  • Critikat.com
  • Veja

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

18 críticas da imprensa

Cinema em Cena

por Pablo Villaça

Com isso, esta obra gradualmente transforma JANIS JOPLIN, um dos símbolos da contracultura norte-americana dos anos 60, em Janis, um ser humano com inquietações, sonhos e medos com os quais todos podemos nos identificar.

A crítica completa está disponível no site Cinema em Cena

Folha de São Paulo

por Thales de Menezes

O que mais impressiona em "Janis: Little Girl Blue" é que, mesmo 46 anos depois de sua morte, a cantora americana Janis Joplin ainda emociona e tem algum ineditismo para mostrar a fãs antigos ou novos.

A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo

Almanaque Virtual

por Celso Rodrigues Ferreira Junior

Mais do que apresentar um apanhado geral da carreira meteórica da cantora, o documentário traça um delicado perfil pessoal de Janis, revelando suas incertezas, seus desejos e a personalidade doce que contrastava com o furacão que ela era no palco.

A crítica completa está disponível no site Almanaque Virtual

Cineplayers

por Felipe Leal

Quando o documentário promove o desvio da linha histórica para a imagem de arquivo, a imersão é semelhante à de uma imantação incontrolável entre os olhos e a mais pura energia criativa. Um sopro de ''finalmente'', uma fixação na figura de Joplin em todo o seu magnetismo...

A crítica completa está disponível no site Cineplayers

Cineweb

por Neusa Barbosa

"Janis – Little Girl Blue" é o tipo do documentário que não só respeita sua personagem como amplia os modos de olhar para ela. Não é tarefa simples, ainda mais em se tratando de um ícone do rock, folk e blues que morreu tragicamente cedo

A crítica completa está disponível no site Cineweb

New York Times

por Stephen Holden

Ainda que o incrível filme de Amy Berg conte uma história parecida com a de "Amy", o retrato documental de Amy Winehouse dirigido por Asif Kapadia, os demônios que consumiram Winehouse vieram tanto de fora quanto de dentro. Com Janis Joplin não foi assim.

A crítica completa está disponível no site New York Times

Papo de Cinema

por Marina Paulista

Abordando de maneira pesarosa – mas sem julgamentos – os problemas com as drogas que levaram à morte precoce da cantora, "Janis: Little Girl Blue" consegue criar um belo retrato da pessoa doce e intensa que foi a artista.

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

Rolling Stone

por Paulo Cavalcanti

O filme tem uma seqüência maravilhosa em que é revelada a dedicação de Janis para com a arte que fazia. [...] No palco, ela era pura energia e improviso, mas no ambiente controlado do estúdio, não deixava nada ao acaso.

A crítica completa está disponível no site Rolling Stone

Screen International

por Lee Marshall

Triste? Não, porque se tem uma coisa que "Janis: Little Girl Blue" consegue fazer de maneira brilhante é retratar o exuberante amor pela vida e o senso de humor que emanavam de cada poro do corpo dessa cantora...

A crítica completa está disponível no site Screen International

Télérama

por François Gorin

Amy Berg [...] sugere claramente um subtexto feminista na história de Janis Joplin. Mas ela nunca perde de vista que seu filme é acima de tudo a história, tão trágica quanto alegre, de uma vida sem igual.

A crítica completa está disponível no site Télérama

The Guardian

por Peter Bradshaw

Janis Joplin é retratada neste documentário de Amy Berg como um talento bruto e selvagem, uma artista que acabou sendo comandada pela indústria e que acabou viciada em heroína.

A crítica completa está disponível no site The Guardian

Variety

por Guy Lodge

[...] o filme de Amy Berg não traz nenhuma inovação estilística em si, mas é o longa documental que a breve e incrivelmente brilhante carreira de Janis Joplin sempre mereceu.

A crítica completa está disponível no site Variety

Boston Globe

por Ty Burr

Imagino Janis Joplin, esteja ela onde estiver, assistindo ao filme e agradecendo às coisas que Amy Berg acertou neste retrato e se divertindo com as coisas que o filme não acertou.

A crítica completa está disponível no site Boston Globe

O Globo

por Ruy Gardnier

A pesquisa de documentos, das imagens raras às cartas da jovem Janis aos pais e namorados, é impressionante e ajuda a construir a trajetória da cantora. No entanto, [...] a narrativa eventualmente força a barra no sentimentalismo e nas tentativas de entrar na psiquê da retratada.

A crítica completa está disponível no site O Globo

The Hollywood Reporter

por David Rooney

[...] mesmo com grandes clipes de performances impressionantes, o filme de Amy Berg é mais uma revelação sobre a vida pessoal de Janis Joplin do que uma apreciação de sua música.

A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter

Washington Post

por Mark Jenkins

[...] Hollywood nunca conseguiu fazer uma cinebiografia de Janis Joplin. "Janis: Little Girl Blue", documentário dirigido por Amy Berg, sugere um motivo para isso: ainda que a breve vida de Joplin tenha sido muito movimentada, suas grandes contradições complicam uma cinebiografia padrão.

A crítica completa está disponível no site Washington Post

Critikat.com

por Ursula Michel

Infelizmente, Amy Berg parece incomodada diante deste material inestimável. Ela pontua sua narrativa sem captar sua potência. Este mergulho na psiquê de Janis Joplin [...], que poderia ser o coração do documentário, acaba parecendo um efeito estético, quase anedótico.

A crítica completa está disponível no site Critikat.com

Veja

por Maria Carolina Maia

[...] Amy Berg cumpre a missão, senão com brilhantismo, ao menos de maneira competente. [...] A linearidade ajuda a explicar a fragilidade da cantora, a sua entrega no palco e a relação com as drogas, que a vitimariam de forma letal aos 27 anos.

A crítica completa está disponível no site Veja
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