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Filho de Saul
Média
3,5
101 notas e 17 críticas
18% (3 críticas)
47% (8 críticas)
6% (1 crítica)
12% (2 críticas)
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17 críticas do leitor

Waldomiro J.
Waldomiro J.

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1,5Ruim
Enviada em 07/04/16

Esperei muito para ver este filme e tinha enorme expectativa, porém foi decepcionante em quase todos os sentidos.Em primeiro lugar a técnica de câmera na mão nunca me agradou, embora outros filmes mesmo não apreciando esta maneira de gravação, agradaram-me por outras qualidades.Achei o filme muito arrastado, cansativo, cenas confusas e repetitivas, enfim, apesar do assunto pesado e muito explorado, este filme pouco ou nada acrescentou ao longo de quase 2 horas de duração.Não recomendo e acho estranho tanta polêmica e elogios da imprensa em torno desta produção.Um filme muito, muito chato, muito fraco, como escrevi acima, decepcionante.

AndréIsaque
AndréIsaque

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5,0Obra-prima
Enviada em 12/03/16

ANGUSTIANTE, CAUSTROFÓBICO , ATERRORIZANTE. O filme é uma obra prima , quando acaba a sensação é assustadora , a história é inovadora ao abordar os campos de concentração , mostrando um judeu que trabalha limpando as câmaras de gás e a sua luta para enterrar o menino , algo nunca mostrado de maneira tão contundente e forte , há cenas extremamente duras e pesadas , a filmagem é espetacular , com a câmera sempre sob a perspectiva de Saul. É SENSACIONAL !!!

Nelson J.
Nelson J.

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2,5Regular
Enviada em 10/02/16

Fui assistir com muita expectativa devido a indicação ao Oscar. Muito abaixo do esperado, pois Labirinto de Mentiras não indicado e As 5 graças são muito superiores. Neste filme sobre o holocausto, um judeu húngaro trabalha na limpeza da câmara de gás e do incinerador. Uma vida muito dura a espera da chegada da sua vez para ser morto também. Em uma destas limpezas de câmara, um jovem sobreviveu e os nazistas o asfixiam e pedem autópsia. Neste momento, Saul resolve que este corpo deve receber a oração de um rabino e ser enterrado apropriadamente, o que causa muita confusão e mortes, mas esta ideia fixa o leva a afirmar que era seu filho, embora ninguém tivesse notícia de ele ter um filho. No final, todos morrem durante uma fuga e o corpo do menino é levado pela correnteza de um rio. O filme trata da falta de propósito e vazio destas vidas de limpadores de câmaras no aguardo das suas próprias execuções. Esta oração de rabino e enterro são os únicos propósitos da vida de Saul. Há sequências tipo videogame e falta total de carisma dos personagens centrais, o que torna o filme exaustivo e pouco interessante.

Vitor A.
Vitor A.

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3,0Legal
Enviada em 25/04/16

Agonizante. Guerra. Judeus. Funeral. Religião. Pesado. Filho. Desespero. Perigoso. Nazistas. Parado. Sonolento.

Luciano N.
Luciano N.

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1,5Ruim
Enviada em 23/04/16

Após muito ouvir sobre esse filme e ler as críticas na maioria boas ! Perdi meu tempo assistindo esse filme , bem chato e arrastado. Alguns planos demorados demais que mais faz parecer que faltou material filmado para chegar a uma minutagem do que algo artístico tipo pausa dramática. Algumas pontas soltas de situações que não se explicam. Enfim , quem quiser arriscar ok pois gosto é algo bem subjetivo vide a quantidade de gente que elogia o filme mas deixo minha opinião : NÃO PERCA TEMPO ASSISTINDO ESTE FILME.

Carlos Bruno G.
Carlos Bruno G.

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2,0Fraco
Enviada em 18/03/16

Fui ver com grande expectativa mas achei fraco,a idéia de focar o ator e desfocar todo o resto é interessante em alguns momentos,mas feito no filme praticamente inteiro,como foi,torna a experiencia cansativa,alem disso o final do filme é pouco elucidativo,deixando muito a desejar.

Dominique R.
Dominique R.

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5,0Obra-prima
Enviada em 08/03/16

Vale a pena. Um filme q fala de um tema batido, porém de uma forma não obvia. E daqueles q vc termina de assistir ainda tentando entender algumas coisas.

Bruno Campos
Bruno Campos

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4,0Muito bom
Enviada em 24/02/16

Muito bom! Começo arrebatador, c/ uma câmera diretamente no rosto do protagonista, um dos judeus forçados a trabalhar por alguns meses antes de morrer, limpando os pertences dos mortos na câmara de gás num campo de extermínio na 2a Guerra. O oxigênio de Saul é apostar q um menino é seu filho, delírio q o impulsiona a tentar enterrar o filho c/ uma prece de um rabino, custe o q custar. O diretor húngaro coloca as cenas de puro horror embaçadas, atenuando bastante a angústia do espectador. Mais uma bela indicação ao Oscar de Filme Estrangeiro.

Anine W.
Anine W.

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4,0Muito bom
Enviada em 19/02/16

Um filme pesado, muito pesado, como já foi dito. Não só pelas cenas chocantes e inconcebíveis a um ser humano, mostradas (e já vistas em outros tantos filmes sobre a Segunda Guerra Mundial), porém aqui mais chocantes ainda, por mostrarem não só a mortandade em massa, o genocídio, mas os detalhes de como FUNCIONAVA toda a engrenagem da máquina da morte, ou "Situação Final": as câmaras de gás. Tudo funcionava sob o comando cruel, através do terror (prisioneiros executados sucessivamente às centenas por dia ou, individualmente, por simples prazer), dos berros constantes e bem audíveis dos soldados alemães, e da fraqueza física e psicológica. Muitas cenas foram desfocadas ou apareciam pela metade, para não se transformarem em algo extremamente mórbido. Este não era o objetivo do diretor. O protagonista, Saul, era um Sonnderkomando, homens escolhidos aleatoriamente para fazer todo do serviço pesado, "sujo" de recepção aos prisioneiros desde a chegada em caminhões ou trens, obrigá-los a tirarem toda a roupa rapidamente, fazerem fila homens, mulheres e crianças misturados, recolherem no meio de suas roupas os objetos de valor (principalmente de ouro), enquanto um soldado falava em voz alta: "Rápido, tomem o banho, porque a sopa está esfriando!" E as pessoas, sem saber absolutamente o que estava acontecendo e porque estavam naquela situação, eram empurradas às centenas para dentro das câmaras de gás. Depois os sonnderkomandos fechavam as portas e aguardavam para recolher os corpos, arrastá-los pelo chão, empilhá-los num caminhão, que saiam rumo à etapa seguinte que era a cremação (havia outro grupo específico para esta "tarefa"), e, por fim, lavar tudo bem esfregado, porque o grupo de prisioneiros seguinte já aguardava sua vez. A estas cenas eu nunca tinha assistido de forma tão real. As cenas eram focadas a partir do personagem principal, Saul, num campo reduzido, quase que o tempo todo. Isto torna o cenário mais claustrofóbico. Esta situação diária a que estes homens eram submetidos, obrigados, transformou Saul em um ser letárgico, sem emoção visível, numa defesa de sua mente. Afinal, que ser humano sobreviveria incólume a tanta atrocidade? Mas todo este "esquema" repetitivo é quebrado por um menino que sobrevive (por pouco tempo). Saul, sem demonstrar qualquer sentimento de dor, inicia uma jornada constante e obstinada pelo enterro de forma digna e condizente com sua religião (que é a de enterrar o corpo com a benção de um Rabino). Para concretizar este seu pensamento fixo, e agora único objetivo de vida, empreende verdadeiras peripécias, arriscando sua vida e a de seus companheiros, sem pensar em mais nada. O personagem, até então muito bem caracterizado pelo ator Géza, perde-se um pouco na tentativa de compor um "pai" (no filme isto fica duvidoso, porque ele afirma que é, mas seus companheiros dizem: "mas você não tem filhos!") obstinado à procura do rabino para fazer o enterro. Falha do diretor (aliás, muitas falhas ou "furos" deixados) que dificultam ao expectador ter empatia total pelo personagem. No meio de um movimento de resistência e tentativa de fuga de seus companheiros de grupo, num trabalho de verdadeiras "formiguinhas", conseguindo um feito aqui, um material ali, com imensas dificuldades e perigos, ele se mostra TOTALMENTE INSENSÍVEL E ALHEIO, batalhando unicamente em prol de seu objetivo. NADA MAIS IMPORTA, nem mesmo sua vida. A forma como tudo se desenrola, situações "mal contadas", como quando, do nada, larga seu trabalho de limpeza, sai e sobe num caminhão com um grupo responsável por executar tarefa diferente da dele e NENHUM SOLDADO LHE PERGUNTA: "onde você está indo? quem lhe deu a ordem?" Por muito menos, alguns foram fuzilados, sem tempo de responder. O diretor provavelmente quis mostrar um judeu convicto de suas crenças religiosas, capaz de qualquer coisa para realizar aquilo que considera certo. Este fanatismo leva o personagem a uma situação para FORA de todo a cruel realidade mostrada no filme, que é o extermínio em massa dos judeus e outras minorias, consideradas inferiores pelos algozes alemães do Terceiro Reich, como que em uma atuação em paralelo, um filme dentro de outro filme. Transforma o personagem em um ser único, independente, solitário em sua luta particular e egoísta. Não é possível a empatia com uma pessoa assim. Culpa maior do diretor que não soube integrar as duas situações paralelas, possíveis, porém mais próximas a um devaneio, a uma fuga do real, a uma imaginação beirando à loucura. Na cena final, é possível entender o personagem Saul, sua última vontade. Mas o filme em si deixa muitas interrogações, muitas incongruências, muitas incoerências, muitas falhas do tipo amadoras, como quando Saul, vestindo seu casaco marcado com o "X" vermelho às costas, relativo a sua função, sai, se infiltra em grupo com função diferente (para procurar um rabino), sendo o único com o "X" no meio deles, e fica incólume, sem ser questionado..

Rodrigo G.
Rodrigo G.

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4,5Ótimo
Enviada em 16/02/16

Meu deus, que filme pesado. Bastante audacioso, ainda mais por ser o primeiro longa do diretor, e consegue ser único e original em um tema que já foi tão explorado em filmes. A proporção de tela em 1:37:1 em planos longos e fechados, onde só se vê o personagem principal em primeiro plano e o resto tudo fora de foco, te deixa completamente imerso no filme e dá uma sensação de confinamento desconfortável durante a obra inteira. Vemos o horror de Auschwitz em volta de Saul pelo seu ponto de vista, mas vemos pouco. Vemos mais o sofrimento do cara, de perto. O filme inteiro é composto por curtos e nervosos sussurros alternados com gritos desesperados dos presos ou agressivos dos alemães, te deixando nervoso do começo ao fim, parece que você está lá no meio. É um filme difícil de assistir, incomoda muito, mas é uma obra prima.

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