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    Pequeno Segredo
    Média
    3,7
    84 notas e 17 críticas
    distribuição de 17 críticas por nota
    1 crítica
    3 críticas
    5 críticas
    7 críticas
    1 crítica
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    17 críticas do leitor

    Renan S.
    Renan S.

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    2,0
    Enviada em 11 de novembro de 2016
    Um filme que se revela uma confrontação velada da realidade, porque das muitas partidas ocorridas durante a história, o filme demonstra não saber lidar com nenhuma delas. Muito menos sabe utilizar suas tão adoradas elipses para surtir efeitos e consequências na vida cotidiana através de seus personagens. Melodramático e piegas, em meio a todas suas ambições Pequeno Segredo falha miseravelmente.
    Ric Brandes
    Ric Brandes

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    4,0
    Enviada em 18 de novembro de 2016
    Sabe aquela história magnífica, que toca fundo sua alma e coração? Um drama poderoso, repleto de aventuras, alegrias e dilemas tão intensos que fazem o mundo parecer pequeno diante de tantos sentimentos e emoções? Eis o Pequeno segredo, representante do Brasil no Oscar 2017! A história real da família Schurmann, que viaja o mundo em um veleiro, e tem como foco a adoção da menina Kat. Uma aventura que rendeu lindos livros, e que hoje chega aos cinemas para encantar o público do Brasil (e do mundo). Mas toda aventura tem seus segredos... E com os Schurmann, não foi diferente. A menina adotada enfrentou um grande dilema, que fez com que a família viajasse o mundo para proteger seu pequeno segredo. (Sem spoilers, confira no filme! Ou leia no livro). Com um elenco muito bem selecionado, o tocante Pequeno Segredo traz a menina Kat (Interpretada pela estreante atriz mirim Mariana Goulart). Filha do amor de Jeanne (Maria Flor) e o neozelandês Robert (Erroll Shand, muito convincente em seu papel, mesclando Inglês com um português arrastado), os personagens desse drama da vida real desenvolvem uma relação intensa com a família Schurmann, com laços de uma amizade eterna e duradoura. O filme traz lindos cenários e cenas marcantes e comoventes, e se desenrola em duas narrativas paralelas, misturando passado e presente em um belíssimo trabalho digno de um Oscar. Além, é claro, de Heloísa Schurmann (Em um belíssimo trabalho de Júlia Lemmertz), que contracena com Marcello Antony no papel de seu marido, o Capitão Vilfredo Schurmann). Dirigido por David Schurmann, o filme traz ainda um elenco internacional, que dá ainda mais força e reforça a qualidade do filme. Fionnula Flanagan no papel de Barbara, a avó da menina Kat, também surge em uma atuação excelente, como a cara da maldade, provocando sentimentos contraditórios na platéia. Por fim, Pequeno Segredo é um drama poderoso, que se encerra de forma mágica, despertando lágrimas e emoções que acompanham o espectador para muito além da sala de cinema. Um filme raro e com qualidade internacional, que traz luz para o cinema brasileiro com esta história inspiradora! P.s. Pare para olhar o sol se por, uma vez por semana... E a vida terá novas cores! Por RicBrandes
    Thiago C
    Thiago C

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    2,0
    Enviada em 10 de novembro de 2016
    A Júlia Lemmertz faz o possível, a fotografia e a trilha tentam ser bonitas, mas não dá. Esse quase autorretrato da família Schurmann, por mais relevante e bonita que seja sua mensagem no final, encalha nos clichês do melodrama e põe em cheque a decisão do Ministério da Cultura.
    F. V. Fraga
    F. V. Fraga

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    3,0
    Enviada em 9 de novembro de 2016
    [Parág.] Não fosse o fato de ‘Pequeno Segredo’ ter sido indicado como o candidato brasileiro ao Oscar de ‘Melhor Filme Estrangeiro’, talvez ele tivesse passado sem alarde pelas salas de cinema e para a mídia especializada. Antes mesmo de sua indicação ser oficializada ele já figurava em uma lista de candidatos, que já estava envolta na polêmica começada pela equipe envolvida na produção do filme ‘Aquarius’ (2016) em sua exibição no Festival de Cannes. O debate esquentou quando os produtores de ‘Boi Neon’ (2015) e ‘Mãe Só Há Uma’ (2016), decidiram desistir de suas candidaturas, em protesto ao suposto boicote, que o filme de Kleber Mendonça poderia sofrer pelos novos avaliadores da comissão do Ministério da Cultura (MinC) do governo de Michel Temer. [Parág.] O segundo filho da família Schürmann, famosa por velejar ao redor do mundo, David Schürmann, se formou cineasta na Nova Zelândia, onde trabalhou em alguns programas de TV e filmes publicitários. Além de ser o CEO das empresas da Família Schürmann, também é palestrante e estreou na direção de longas-metragens com o documentário ‘O Mundo em Duas Voltas’ (2006), que retratava o dia a dia de seus familiares aventureiros. Posteriormente dirigiu o “found footage”, ‘Desaparecidos’ (2011), um filme de baixo orçamento que não se sobressaiu, provavelmente por sua baixa qualidade técnica e narrativa, que mesmo tentando se inspirar e emular a criatividade de filmes como ‘A Bruxa de Blair’ (1999), não conseguiu oferecer nada significativamente notável. [Parág.] Em seu novo trabalho ele adapta o livro homônimo da própria mãe ‘Pequeno Segredo’ de 2012, com o carinho e o envolvimento de uma história que obviamente conhece muito bem. Visualmente o longa-metragem nos oferece belas cenas panorâmicas do mar, como esperado, em diversos momentos. Tanto na abertura quanto no fechamento do filme temos cenas aéreas utilizadas de forma praticamente filosófica, passando uma sensação de ciclo da vida. Entretanto, o longa não está interessado em abordar as viagens da família pelo mundo, mas sim em contar a história dos pais da filha adotiva Kat e dos anos iniciais da menina. Para quem não conhece a trajetória dos Schürmann, a forma como a narrativa é contada no primeiro ato, ajuda a despertar o interesse, pois a maneira como as cenas foram editadas, consegue manter o suspense, principalmente para o espectador que não conhecia nada ou pouco da vida das pessoas retratadas. [Parág.] Os minutos iniciais do filme, apesar de conseguirem estabelecer um certo mistério interessante, sofre um pouco, talvez pela falta de química entre a brasileira Maria Flor (Jeanne) e o Neo-Zelandês Erroll Shand (Robert), os pais biológicos de Kat. Em compensação, quando Júlia Lemmertz (Heloísa Schurmann) entra em cena, ela consegue estabelecer uma carga dramática convincente, com uma interpretação natural de uma atriz experiente. Em contraste com a encantadora jovialidade da iniciante Mariana Goulart (Kat Schurmann) é sempre muito agradável ver as duas em tela, sendo que o público provavelmente será conquistado no decorrer da narrativa, e convencido da relação mãe e filha estabelecido por suas atuações. [Parág.] O elenco coadjuvante é um pouco subutilizado, Marcello Antony (Vilfredo Schurmann) não tem muito tempo para grandes desenvolvimentos de personagem, mas dá conta do recado nas restritas cenas que tem. Assim como Fionnula Flanagan (Barbara) que mesmo que apareça pouco, consegue nos fazer odiar sua personagem em poucos minutos e já nos seus primeiros diálogos. Mesmo que a avó biológica de Kat, interpretada por Flanagan, não chegue a ter um arco narrativo completo, ela é uma presença constante no enredo, que quando aparece em uma mesma cena dividida entre o início e o final do longa, reforça a noção de “ciclo narrativo” e de que os atos têm consequências. [Parág.] O maior problema dessa adaptação biográfica de uma passagem na vida dos Schürmann é que para quem já conhece relativamente sua história não vai encontrar nada de novo, principalmente para aqueles que já leram os seus livros. As boas atuações dramáticas e a narrativa originalmente trágica, por si só não fazem dele um filme memorável. O próprio documentário ‘O Mundo em Duas Voltas’ e os episódios de TV exibidos no programa Fantástico, sobre a família, são retratos mais fidedignos de sua trajetória. É muito provável que receba mais atenção por sua indicação ao Oscar, do que por suas características cinematográficas. [Parág.] Apesar de ter suas qualidades ‘Pequeno Segredo’ não foi a melhor escolha entre os candidatos brasileiros ao Academy Awards 2017, não tem o toque autoral, nem a carga social de ‘Boi Neon’, ‘Aquarius’ e ‘Mãe Só Há Uma’, por exemplo, que geralmente são necessários para se destacar no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. A justificativa de que ele “comunica melhor com o Oscar” dada pela comissão, faria algum sentido por ser um prêmio da indústria cinematográfica e pôr o filme brasileiro escolhido, ser mais “vendável”. Porém, o prêmio para filmes estrangeiros, costuma fugir desta regra, muitas vezes premiando o filme mais “original”. Tendo em vista esse elemento, sem dúvidas o longa-metragem de Mendonça seria a melhor escolha e é difícil defender que ficou de fora, por falta de mérito. #FÃCULT #FanCult #PipocadePimenta #FVFraga
    Gabriella Tomasi
    Gabriella Tomasi

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    2,0
    Enviada em 3 de novembro de 2016
    (...)Este longa brasileiro tem muitos acertos e é um belo filme, porém os graves erros técnicos cometidos comprometem o resultado de uma obra que poderia ser muito mais do que ela é.
    Matheus Machado
    Matheus Machado

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    3,0
    Enviada em 10 de novembro de 2016
    O verdadeira problema de Pequeno Segredo foi a falta de clareza em sua narrativa. O roteiro começa intrigando e mantém esse "clima" até boa parte da história. Porém, ao longo dos acontecimentos que até certo momento não fazem muito sentido, muitas dúvidas começam a surgir sobre o que realmente está acontecendo ou sobre qual o objetivo do filme em apresentar duas histórias sem nenhum tipo de ligação em um primeiro momento. O fato acaba sendo arriscado para a história que demora muito para mostrar ao que veio.
    Alan David
    Alan David

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    2,5
    Enviada em 27 de novembro de 2016
    Dramatização de uma história triste, mas não se foca nas partes vitais da trama, deveriam ter trabalhado melhor a edição de flashbacks, faltou algo ali.
    Luiz Antônio N.
    Luiz Antônio N.

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    3,5
    Enviada em 18 de fevereiro de 2017
    Pequeno segredo - filme baseado na história real da família Schumann e de sua pequena filha Kat até os dias de sua morte, um filme muito bonito e comovente, uma história que emociona.
    Bader
    Bader

    Segui-los 2 seguidores Ler as 64 críticas deles

    4,0
    Enviada em 15 de novembro de 2016
    O filme é bastante melodramático, às vezes até piegas. Mas é extremamente sensível e bastante humano. Como é baseado em um fato real, ganha muita consistência e veracidade. Além de ser uma excelente produção, com belas imagens e boas atuações. Tem uma edição que mistura passado e presente de uma forma bem interessante.
    Vitor d.
    Vitor d.

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    2,0
    Enviada em 2 de janeiro de 2017
    Não é um filme digno de um Oscar. Não transmitiu nenhuma emoção e nada que prende o espectador. Mas tem imagens bonitas e uma boa trilha sonora
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