Média
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O filme foi bem fraco em relação à série. História fraquinha e com poucos momentos engraçados, praticamente nada teve graça. A história é muito clichê e infantil. Deixou muito a desejar, principalmente porque a série é um pouco mais engraçada. Não recomendo.
Esse rapaz é extremamente sem graça e a voz dele é enjoativa, esganiçada e chega a doer os ouvidos assistir qualquer coisa que ele fala por mais de 2 minutos.
Não sei se é porque não acompanho a série,não conhecia o estilo do Vai que cola,mas achei tudo muito forçado,amador,sei lá.Paulo Gustavo e cia saiam do personagem comentando sobre o filme,rindo das próprias piadas.Esteriótipos demais.Atores meio ruins.Acho que quem trabalhou bem foi o Werner Schünemann,o Oscar Magrini e a dona da pousada rs. Acho que minha mãe é uma peça foi muito melhor.
Filme muuuuito fraco, a história é fraca, o enredo é confuso, a única coisa que salva são alguns momentos engraçados principalmente com o personagem Ferdinando. O filme foi feito pra aproveitar o sucesso do programa e ganhar dinheiro com isso na bilheteria, com certeza está entra as piores comédias nacionais.
Comédia nacional de altíssimo nível.
Vai que cola o filme é bom mesmo, bem melhor do que a série.
Darão muita risada.
Vai que cola o filme é bom mesmo, bem melhor do que a série.
Darão muita risada.
Não tem como ficar estático com Paulo Gustavo, ame ou odeie, Vai que Cola estende o universo criado na sitcom contando as origens do trambiqueiro Valdomiro funcionando como prequel e continuação da primeira temporada, o que explica a ausência de alguns personagens mais recentes. Tudo que fez o seriado famoso está presente no cinema, as cenas continuadas sem cortes, as conversas coma câmera e críticas ao próprio roteiro tentam levar ao cinema o humor descontraído que fez a série sucesso na TV fechada. O filme funciona bem, não perde tempo engata uma piada atrás da outra deixando o espectador sempre preso no clima de comédia. A fotografia deixa a desejar, chega a ter um nível quase amador, a edição de áudio e fraca também, existem picos estridentes nas vozes, entradas secas de músicas sem falar na edição em surround que é quase nula. Vai que Cola é um filme bom, divertido e vale ser visto até mais de uma vez, perde pontos nos quesitos técnicos mas cumpre o que promete, entrega humor bem escrito e quase espontâneo.
Grandes atores da comédia nacional num filme não tão bom assim. Tenta arrancar risadas com piadas bobinhas e nada mais. Não vale a pena perder tempo.
Mais uma inutilidade pública do cinema nacional. Filme horrível sem graça nenhuma. Totalmente descartável.
Há aqueles filmes que você imagina não deva ser lá grande coisa, mas você vai assistir na intenção de ver algo despretensioso, leve e divertido só para descontrair. Mas caramba... Esse filme é muito ruim! Difícil achar graça nessa sequência de piadas ridículas e sem noção. Depois falam que o besteirol americano é sem graça (e é mesmo), mas esse filme não deixa nada a dever. A história é sem pé nem cabeça, os personagens são muito mal desenvolvidos (mesmo na série de TV) e aqui nós vemos uma sucessão de histrionismo onde os atores gritam como se isso em si fosse engraçado. Um verdadeiro show de horrores. O elenco tem atores muito ruins. Ou eles são bonitos e inexpressivos, como a loiríssima Fiorella Mattheis e o bombado Emiliano D’Ávila, ou extremamente exagerados e escrachados como Cacau Protásio e Paulo Gustavo. Aliás, a fórmula do Paulo Gustavo está se mostrando desgastada há tempos. Nos créditos, ele até fala sobre o seu colega Fernando Caruso como alguém que fala sem parar, mas é ele quem parece não conseguir se segurar nas palavras. Só sabe falar, e gritar, e reclamar, e surtar, e ser o Paulo Gustavo, como se isso fosse engraçado, mas não é! Outrora ele já fora engraçado, agora só mostra mais do mesmo, um ator que vive se repetindo no mesmo papel. A metalinguagem de dialogar com o espectador sobre ser tudo um filme é cansativo e irritante. Do elenco principal da série, quem ainda tem bons momentos, mesmo caricatos e exagerados são o Marcus Majella com seu super afetado Ferdinando, e Samantha Schmutz com sua piriguete Jéssica. Eles são os únicos que ainda conseguiram fazer meus lábios esboçarem leves sorrisos. Do elenco de apoio, nenhum destaque válido a comentar. O roteiro é extremamente irregular e sem cabimento, além de se prender única e exclusivamente no carisma dos personagens para causar alguma empatia, e infelizmente isso raramente funciona. Não me importo com os estereótipos, escracho, o politicamente incorreto e as caricaturas do suburbano/favelado. Acho que poderia ser um bom material para um filme, ou para uma série de TV, mas o filme é tão absurdamente pastelão, que cansa nos primeiros minutos, e a sensação que deixa é de pura tortura psicológica pró-insanidade. Trata-se de um filme tão rasteiro, que abusa da chacota da pior maneira possível para arrancar pretensas gargalhadas do público geral, mas que poucas vezes funciona. Enfim... simplesmente ruim de dar dó. Trocadilhos à parte, definitivamente não colou.
Não acompanhei o programa, achei o filme bem fraquinho e forçado, tem algumas poucas boas piadas e só... Paulo Gustavo leva o filme nas costas!
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