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Maze Runner: Prova de Fogo
Média
4,4
2240 notas e 169 críticas
37% (63 críticas)
21% (36 críticas)
20% (34 críticas)
15% (25 críticas)
2% (4 críticas)
4% (7 críticas)
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169 críticas do leitor

Celso M.
Celso M.

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3,0Legal
Enviada em 26/11/15

O primeiro achei excepcional e esperava que a sequência fosse tão boa quanto, porém dormi a maior parte do tempo e precisava retornar para acompanhar a estória. Muito longo, cansativo com cenas extremamente arrastadas. Não via a hora de terminar e só lembrava ser The Maze Runner por causa dos atores. Wes Ball esticou a franquia que dará como fruto outra, vamos ver oque resulta. Não gostei.

Isis Lourenço
Isis Lourenço

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3,0Legal
Enviada em 07/09/16

Continuações nem sempre são boas e essa foi uma delas,o primeiro foi muito bom com superações e suspense,mas esse o suspense ficou longe e não me agradou,o líder é o máximo soberano que manda mas não pode fazer e o final a decepção de que haverá continuação.

Ricardo L.
Ricardo L.

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3,0Legal
Enviada em 22/05/16

Um filme de seção da tarde, vendo com o filho cenas de ação, pois que é bom, não tem ou seja engajamento muito pouco e atauções ruins apesar do bom protagonista e promissor que é!!

Jackson Lovato
Jackson Lovato

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2,0Fraco
Enviada em 07/02/16

Nem de longe lembra o primeiro (correr ou morrer). Cansativo, arrastado e muito chato. A introdução de zumbis na trama terminou de acabar com o filme. Embora tenha uma alta produção com cenários gráficos, o roteiro deixou muito a desejar. De um ótimo filme de 2014, chega esse decaindo muito do seu sucessor. Esperamos que ainda haja tempo Cura Mortal (2017) seja resgatado a tempo de ser um bom filme.

Danilo Calazans
Danilo Calazans

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2,5Regular
Enviada em 25/01/16

Quando Maze Runner estreou no ano passado, não houve tanta badalação como aconteceu com outras adaptações literárias adolescentes, como "Jogos Vorazes" e "Divergente", mas o filme alcançou um surpreendente sucesso de público e crítica ao apresentar uma história de ficção científica jovem e dinâmica de sobrevivência, com muito mistério e suspense sem apelar para o tentador romantismo desta faixa etária. Recomendo que quem ainda não viu, assista, mas de toda forma aqui vai uma breve sinopse para que possamos nos situar na análise que segue: Thomas (Dylan O'Brien) acorda em um vilarejo onde vivem apenas garotos. Mesmo com sua memória apagada, ele logo descobre que o lugar é na verdade um labirinto e que todos os dias uma equipe de garotos, os "runners" saem para mapear a região, na esperança de conseguirem escapar um dia, ou conhecer os perigos que existem lá fora. Então o valente Thomas se une ao grupo e após a chegada de uma misteriosa garota eles conseguem escapar, descobrindo que uma organização conhecida como C.R.U.E.L. está por trás de tudo aquilo. A história é baseada no primeiro livro da trilogia escrita por James Dashner e foi um frescor para o gênero na época de seu lançamento, com um roteiro bem desenvolvido e efeitos visuais muito caprichados. A sequencia de Maze Runner será chamada por aqui de "Prova de Fogo" e mantém a mesma equipe que deu certo no primeiro filme. Na direção, volta o novato Wes Ball e com ele, um dos roteiristas que adaptaram o primeiro filme, T.S. Nowlin. Nesta etapa da história, Thomas e seus amigos, Minho (Ki Hong Lee), Teresa (Kaya Scodelario, que é filha de mãe brasileira), Newt (Thomas Brodie-Sangster) e os outros escaparam do labirinto e se depararam com um outro universo, um lugar desolado e sem esperança, onde a doença já debilitou a maior parte da população. Na busca de pistas para encontrar e acabar com a poderosa organização C.R.U.E.L., eles enfrentam vários obstáculos, conhecem novos aliados e inimigos e muitas revelações os aguardam. Juntam-se ao elenco bons nomes como Aidan Gillen (Game of Thrones) e Giancarlo Esposito (Breaking Bad). Além de obviamente ser uma sequência, Maze Runner: Prova de Fogo é um filme de transição. O principal elemento original da franquia, o labirinto, não está mais presente e ao mesmo tempo que a produção pode explorar um universo muito mais amplo de possibilidades, surge a pressão de se fazer algo maior e melhor. Vamos tomar como exemplo a franquia Jurassic Park. O primeiro filme tem um tom sombrio e de realismo, flertando muito próximo de ser um filme de suspense/terror. O segundo filme bem que tentou manter o mesmo tom, mas na sua parte final - em uma decisão contestada de mostrar o T-Rex à solta pela cidade - acabou entrando, mesmo sem querer, em um campo de maior descontração, proporcionando algumas cenas bem bizarras. Restou no terceiro filme a escolha de um elenco mais acostumado a filmes leves e cômicos (como William H. Macy, Téa Leoni e até Sam Neill está bem mais descontraído...). Não foi por acaso que Spielberg se retirou da sequência, deixando-a nas mãos de Joe Johnston e do roteirista Alexander Payne. Contei esse exemplo para ilustrar que Maze Runner 2 sofre também uma grande transição inevitável, como veremos adiante. Maze Runner 2 tem cenas de ação muito mais elaboradas e de qualidade que o primeiro, mas mantém o ritmo ágil que marcou seu antecessor e é trabalho de outra direção segura de Wes Ball. Também é um episódio que abandona boa parte do mistério e parte para explorar novos cenários, com muito mais violência e personagens de caráter ambíguo. Fica difícil confiar em alguém, mesmo que se apresente como um grande aliado. E Thomas sabe muito bem disso, em outra boa interpretação por parte de Dylan O'Brien. Mas mesmo toda essa ação, demonstrada através de sequências e cenas de alta qualidade e violência, não são suficientes para encobrir o principal problema do filme: o desenvolvimento do roteiro e dos personagens. A história acaba indo rumo ao clichê e saídas fáceis, como o surgimento de uma doença que aniquilou grande parte da população, transformando muitos dos sobreviventes em uma espécie de "zumbi". Se o primeiro filme se destacou pela sensação de claustrofobia e mistério, esta parte faz mais "jus" ao nome da franquia e foca muito mais na ideia de "correr ou morrer" (e como corre!). Já que o filme é longo (2 hs e 11 min) e no desenvolvimento do roteiro por vezes parece que não vai chegar a lugar algum, falta despertar mais a emoção no espectador, além daquele momento de clímax, que os filmes de ação e aventura costumam ter, já que a grande revelação ocorre bem tarde. Aliás, as revelações ao longo do filme são previsíveis e acabam diminuindo significativamente seu impacto. O saldo final é que Maze Runner 2 é um filme visualmente muito bem caprichado. Ás vezes sombrio, violento e com um cenário muito maior e devastado, mas que acabou ampliando os problemas do filme na mesma proporção. Infelizmente, chega a um ponto onde o espectador para de contar as situações derivadas de outros filmes do gênero, porque elas acabam tirando o foco da história e estragando a experiência. A sensação que fica é que caso esta sequência mantivesse a mesma qualidade do seu antecessor, poderia chegar ao mesmo patamar das badaladas séries "Jogos Vorazes" e "Divergente", mas com este capítulo que pouco agregou, a franquia permanece à sombra das duas. Certamente é um filme imperdível para os fãs, que ficarão ainda mais ansiosos pelo capítulo final, previsto para 2017, mas é um tanto confuso e desinteressante para o público geral.

Nickolas O.
Nickolas O.

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2,5Regular
Enviada em 29/12/15

O primeiro foi ótimo e o segundo não acompanhou o ritmo, entre correrias e encontros com pessoas. pelo deserto uma das raras cenas que chamam atenção são os zumbis, mas eles não são um problema maior na trama, fora isso todo o resto é meio vago e no fim uma reviravolta que ao menos te conforma a assistir o fim da trilogia após ter chegado a esse ponto.

Alvaro S.
Alvaro S.

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2,0Fraco
Enviada em 15/12/15

O que o primeiro tinha de interessante, este tem de cansativo e inóspito. Sério, achei muito inferior ao primeiro filme, em todos os sentidos, do roteiro que achei preguiço ao oferecer situações forçadas e mal amarradas, à direção automática e no meio um elenco tentando trazer um pouco de credibilidade a obra. Vai do nada para lugar nenhum. Uma pena. Curiosidade. A última parte estreia em fevereiro de 2017. Nota do público: 6.5 (IMDB) Nota dos críticos: 49%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $81 milhões Mundo - $311 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.

Victor Hugo P.
Victor Hugo P.

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2,0Fraco
Enviada em 03/12/15

Essa sequencia é pior do que o 1º filme. Simplesmente o personagem principal tem atuações exageradas, às vezes parece que o mesmo está acabando de entrar na adolescência de tão tosca que é suas reações de desespero. O começo é um tanto legal pois desperta o interesse Spoiler: por causa da fuga, mas depois foram chatices atrás de chatices. Os integrantes vão Spoiler: morrendo e para cada obstáculo encontrado Spoiler: acontece uma nova fuga, até que quando não há mais jeito para Spoiler: fugas, o inimigo Spoiler: aparece, Spoiler: destrói todo o local, um Spoiler: milagre afugenta o Spoiler: inimigo e o Spoiler: líder do grupo sem recurso algum deseja Spoiler: vingança. Oi? Não tenho pretensão de assistir o 3º filme pois o desenvolvimento da história foi tão mal-aproveitado que o fato Spoiler: de um do grupo ser um traidor e não ter tentado qualquer ação que mudasse bruscamente a história faz com que o telespectador sai da sala do cinema com a expressão "porque você tentaria matar alguém que te perseguiu o filme todo e resolveu ter pena e te poupou"?

B.Boy Jc
B.Boy Jc

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2,0Fraco
Enviada em 22/11/15

Muito inferior ao primeiro filme, não me empolgou, nem fiquei com expectativa para o 3 filme

LuanGuilherme91
LuanGuilherme91

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3,0Legal
Enviada em 06/11/15

Não cheguei a ler os livros que o filme se baseia, mas achei primeiro muito melhor Esperava mais

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