Não recomendado para menos de 12 anos
As capas do jornal "Meia Hora" sempre chamam a atenção. Viram sucesso na internet e nas ruas por conta de suas abordagens inusitadas e bem-humoradas. O documentário mostra como funciona essa consturção de notícias a partir do olhar dos editores da publicação.
3,0
Legal
Meia Hora e as Manchetes que Viram Manchete
A lógica do sensacionalismo
por Bruno Carmelo
“Fátima abandona Bonner e vai fazer programa”. “Luana não tem mais Dado em casa”. “Michael Jackson nasceu negro, ficou branco e vai virar cinza”. “Clodovil virou purpurina”. Estas são algumas das manchetes do Meia Hora, tabloide carioca conhecido pelo aspecto bem-humorado e inconsequente de retratar a violência, o sexo e o futebol. O diretor Ângelo Defanti investiga como surgiu este veículo, de que maneira criou sua linha editorial e qual seria a responsabilidade (moral, ética) de um conteúdo do gênero.
Assim como o próprio jornal, a primeira metade do documentário é leve e engraçadíssima. Desfilam em tela manchetes de duplo sentido como os exemplos listados acima, ilustrados com fotografias escrachadas. Durante a projeção do filme aos críticos de cinema, as gargalhadas dentro da sala de cinema eram altíssimas. Enquanto isso, os diretores, redatores-chefe e donos do Meia Hora explicam co
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2:14


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Festivais
Exibido no Festival do Rio 2014.
Todas as Vozes
O filme conta com depoimentos de pessoas de diversos segmentos da sociedade, como o professor Muniz Sodré, da ECO-UFRJ e da cantora de funk Valesca Popozuda - do hit "Beijinho no Ombro.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Boulevard Filmes
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-