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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Collider
Existe tanto trabalho neste filme (Pitt e Jolie estão excelentes, a direção de fotografia é ótima, o tom é impecável) que quando ele derrapa no final, não incomoda tanto quanto poderia.
New York Times
Apesar de alguns flashes iniciais de leviandade, "À Beira Mar" parece terminantemente (e inconscientemente) caminhar para a autoparódia ou uma atmosfera tão desagradável como de seus filmes anteriores ao tomar um rumo abrupto, inesperadamente espirituoso e propositalmente perverso.
The Playlist
É difícil imaginar que qualquer pessoa se apaixone por este filme - ele é contido demais para inspirar uma conexão emocional - mas com uma contemplação séria, "À Beira Mar" é inteiramente respeitável em sua tentativa de lidar com o tema desta maneira.
Almanaque Virtual
A ambição da senhora Jolie/Pitt era se aproximar dos filmes de arte, comuns nos anos 60, com ares de Antonioni, mas o resultado é um filme esnobe e de uma neutralidade impressionante.
Cineweb
Se a apresentação dos protagonistas é feita de forma glamourosa, que remonta à época áurea das estrelas e casais da indústria cinematográfica norte-americana, o que vem em seguida é a desconstrução disso, embora a atriz nunca perca a pose, mesmo no auge da depressão de sua personagem.
The Guardian
Jolie Pitt não parece interessada em ter boa vontade com seus dois protagonistas; Vanessa age de formas especialmente horríveis que exacerbam seu marido. A natureza descompromissada de "À Beira Mar" é sua qualidade mais admirável. Um projeto pessoal difícil de amar, mas sedutor de se examinar.
Variety
O filme soa muito dramaticamente óbvio e limitado a retirar seu cocktail desejado de Albee com Antonioni, restringindo o seu apelo principalmente aos espectadores capazes de ficar bêbados apenas por deleite visual.
Estado de Minas
A opção por não compartilhar mais claramente com o público qual é a grande questão deles faz de "À Beira-Mar" um longa tão entediante quanto o relacionamento amoroso de Ronald e Vanessa.
O Globo
Essas opções fazem de “À beira-mar” um filme extremamente esquemático — e até um pouco ridículo nas sequências em que o casal fica espiando os vizinhos pelo buraco da parede.
The Hollywood Reporter
Com tantos diálogos rasos e cenas repetitivas, duas horas é muito tempo para fazer um público esperar por uma recompensa que se baseia em salvar o filme de seu próprio estase e superficialidade dramática. [...] No final, não há catarse pela jornada feita, mas alívio por ter chegado ao fim.
Veja
As belíssimas cenas e figurinos não são suficientes para manter o interesse no climão entre o quarteto principal. A trilha sonora tenta dizer que algo interessante vai acontecer, mas ela está enganada. A sensação é que a ambiciosa Angelina pecou pelo excesso de vaidade.
Washington Post
Temas provocantes e uma fotografia encantadora (de Christian Berger) não se sustentam só. Nada disso é suficiente para romper a casca implacavelmente severa que envolve o filme, separando o público de um coração que, no final das contas, mais se parece com um relógio mecânico.
Chicago Sun-Times
Um exercício tão insuportável de auto-indulgência insípida que quase parece uma paródia excepcionalmente inexpressiva de filmes para estrelas sem nada na cabeça.