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Magnólia
Média
4,2
219 notas e 24 críticas
38% (9 críticas)
50% (12 críticas)
4% (1 crítica)
8% (2 críticas)
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Você assistiu Magnólia ?

24 críticas do leitor

Anderson  G.
Anderson G.

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4,0
Enviada em 16/07/16
Eu gosto muito do estilo de filmagem do Paul Thomas Anderson, e nesse quesito Magnólia é incrível, os ângulos de câmera, os cortes, os planos longos, os planos sequencias, a trilha sonora, o modo como a trilha sonora é usada, as vezes como fundo, as vezes se embutindo ou se contra ponto a cena, ou até mesmo cantada pelos personagens é incrível, as atuações são muito boas, principalmente a da Melora Walters, Mas Magnólia tem sérios problemas de ritmo, tu não sente a evolução da historia, depois de 2 horas de filme, metade das pessoas dormem ou trocam de canal, o roteiro também no inicio é confuso, e no decorrer do enredo ele se perde nele mesmo, mas depois de um tempo você se acostuma a essa confusão, mesmo com esses problemas o roteiro nos coloca diante de vários problemas com diferentes protagonistas, e um deles você vai se identificar, e o filme conversa bastante com seus telespectadores. Magnólia não é pra qualquer publico, magnólia é o típico filme pra cinéfilo.
Tom B.
Tom B.

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4,5
Enviada em 05/05/13
Ótimo filme com uma bela interpretação de Tom Cruise. O passado e suas consequências é o tema central do filme. Por mais que tentemos fechar os olhos para o que passou, o que passou teima em não fechar os olhos para nós. Arrependimentos. Mágoas. Doenças psicossomáticas. Tentativas de reparação de última hora. Tragédias humanas. No final, uma estranha, porém bem-vinda chuva de sapos encerra a obra colocando todos em pé de igualdade. Heróis e bandidos, algozes e vítimas. É um denominador comum que torna todos mais amáveis, talvez por que impotentes diante de uma força absolutamente exterior a eles, mais violenta do que a turbulência que vivem internamente.
Elton F.
Elton F.

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5,0
Enviada em 21/07/14
Como a flor Magnólia que simboliza a nobreza, a dignidade, a beleza esplêndida, e o amor ao natural; o filme busca o sublime, mas a partir de nossa condição humana, como desgraçada, incompleta e degrada. Assim, Magnólia trata dos fracassos, pois são eles que nos humaniza. É o fracasso que interliga seus personagens e dá unidade a esse caos aparente de possibilidades. O filme explora as fraquezas dos indivíduos, os pequenos e os grandes erros, a ambivalência, o perdão e o arrependimento diante da pungência da percepção moral que todos temos. Mas, se ele começa pelo sofrimento e pela destruição, é para desta condição vermos além, ao querer o seu outro (“é errando que se aprende”). Para disto, extrairmos os belos sentimentos que aparecem ao final (como o amor, a compaixão, a amizade, a lealdade), na busca pela bem-aventurança, e na esperança por uma nova chance.
Senhor Ivan
Senhor Ivan

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4,0
Enviada em 28/03/16
-Filme assistido em 28 de Março de 2016 -Nota 8/10 Já esperava algo sensacional. Pela quantidade de bons nomes nesse elenco.História marcante que não abusa de exageros,traz momentos que podem sim acontecer na vida real. Cada vez que vejo Julianne Moore,me derreto por essa mulher,mais e mais.
Heitor Cheshire
Heitor Cheshire

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5,0
Enviada em 28/01/11
O filme de Paul Thomas Anderson é, sem dúvida, uma das maiores preciosidades do cinema da década de 90. Nos apresenta um mosaico das relações humanas por meio do acompanhamento da história de vida de diversos personagens, que por diversas vezes se cruzam e rendem cenas emocionantes. No melhor estilo "Short Cuts", "Amores Brutos" e "Crash", por cerca de três horas que, realmente, parecem passar despercebidas, tamanha coesão aplicada ao roteiro, o filme empolga do começo ao fim e, acima de tudo, nos emociona ao apresentar histórias de "gente comum" em situações insólitas, mas possíveis, que nos colocam no liame do limite. "O que fazer? Como aguentar tamanha dor?" talvez seja o questionamento mais latente nas histórias mostradas e que chega ao clímax na fantástica cena em que os personagens embalam o som de "Wise Up". Impossível não se emocionar. Norteados pela experiência num programa de TV, os personagens destacados nos trazem fortes questionamentos. Como o personagem de Tom Cruise (perfeito, como [quase]sempre, em atuação injustamente preterida pela Academia), que cedo teve de lidar com o abandono do pai e a morte da mãe e agora, por ironia (será?), ganha a vida ensinando o machismo-alfa dominador para homens de plantão. Ou o personagem de William H. Macy, que funciona como um anúncio do que provavelmente ocorreria com o garotinho que compete atualmente no programa em foco. Juliannne Moore também está fantástica e consegue transmitir de forma intensa e instigante o peso da dor pelos atos passados e da corrosão que implica o amor inalcansável e que está se desfazendo. Cenas antológicas, e que trazem consigo um puta questionamento (de tudo). Talvez isso seja o que mais fica ao espectador de Magnólia. Destaque para algumas: a cena em que Julianne dá um "esporro" no rapaz da farmácia; a cena em que o garotinho mija nas calças em pleno programa; a cena em que o personagem de William H. Macy diz "amar a todos", no bar; a cena final emblemática entre o casal Jim e Claudia; a já referida cena em que todos cantam "Wise Up" e, como não poderia deixar de ser, a fantástica cena-insólita da "tempestade de ratos", que consegue superar (e muito) a também insólita cena do terremoto de "Short Cuts". Enfim, cenas que compõem esse que é, como já dito, um filme fantástico e que deve figurar, sem dúvido, no hall de qualquer admirador do bom cinema crítico. Vale a pena "gastar" [ganhar] 3 horas!
Allison R.
Allison R.

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5,0
Enviada em 23/01/16
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Maiko D
Maiko D

Segui-los 19 seguidores Ler as 296 críticas deles

2,5
Enviada em 05/10/15
Cansativo! Demorei 2 dias para terminar. Comecei a ver na tv a cabo e dormi no meio, depois terminei de assistir online. Só isso já demonstra que não prendeu a minha atenção. Se ainda se arriscar a assistir a ele, prepare-se para um filme bastante morno e melancólico. Tem muito filme bom por aí, sendo assim, entendo como uma perda de tempo assistir a esse.
Crismika
Crismika

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4,5
Enviada em 12/04/19
Excelente filme com fortes atuações e principalmente um roteiro muito bem redondinho para contar uma história especial que vai se interligando entre os personagens, enfim um filme imperdível para uma boa reflexão sobre as coincidências que a vida nos impõem e também sobre o PERDOAR. SUPER RECOMENDO!!!
Antonio L
Antonio L

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4,0
Enviada em 25/03/19
Vou me ater a uma só questão desse filme, já que, nesses longos anos, muito já se disse. Trata-se do acerto de contas com a consciência. Parece que o filme quis mostrar que não há perdão para quem erra e não se corrige no devido tempo. Quando chega o momento de tentar corrigir o passado, nada pode dar certo para quem errou e tudo pode dar certo para quem procurou viver em paz com a consciência. O pai que abandonou o filho menor e a mulher doente, a mulher que se casou por interesse, o pai que pode ter abusado da filha. Não há remissão para eles, nem com a morte, nem o suicídio lhes é permitido. O vazio é muito, muito grande. Para o pai que explora a sabedoria do filho e está sendo cobrado por isso, parece que o caminho será o mesmo, o mundo desmorona quando a exploração acaba. Para aquele que quer o reconhecimento do público, a realidade parece finalmente chocar: ainda há tempo para sua remissão. Para aquele que gosta do que é certo, até sua maior vergonha ganha a remissão dos céus e ele tem o amor suficiente para redimir a moça perdida na vida por causa do erro dos pais. Enfim, um filme que nos faz pensar. Não é um filme para comer pipoca.
Pedro H
Pedro H

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3,0
Enviada em 20/03/19
Potencial absurdo tanto de roteiro quanto de elenco porém o diretor/roteirista/produtor se preocupou mais em desenvolver seus personagens em monólogos dignos de um oscar do que de fato em interação entre grandes nomes do cinema. O que se tem são boas atuações individuais porém zero desenvolvimento da trama nas primeiras duas horas de filme (todas acompanhadas de uma música de fundo que sugere que o mundo vai acabar nos segundos seguintes e nada acontece). O diretor tem uma temática excelente sobre o quanto o passado pode ser responsável por suas escolhas e toda a formação da sua personalidade, porém fica nessa superficialidade do tema e não aprofunda as relações entre os personagens. Chega a ser repetitivo falar isso mas é o que o filme faz o tempo todo, monólogos e mais monólogos sem interação viva e reativa. Dizem que todo o filme foi desenvolvido a partir da personagem Claudia, contudo o policial consegue ser muito mais participativo e de fato se entrelaçar com outros personagens (mesmo que superficialmente). Parece que tem uma cena cortada que seria peça chave no desenrolar da historia da Marcie (avó do garotinho Dixon) que talvez enriquecesse a história e trouxesse mais elementos nesse entrelace dos personagens, o Dixon chega a encontrar com o Stanley (menino do jogo da televisão). Enfim, coloquei como um filme legal pelo elenco absurdo de qualidade e pelo tema trazido. Só é frustrante um filme de 3 horas se desenvolver tão pouco, creio que em 1 hora e meia ele conseguiria o mesmo efeito. Não chega aos pés de Crash - No limite, por exemplo.
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