Notas dos Filmes
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    Magnólia
    Média
    4,2
    315 notas e 32 críticas
    distribuição de 32 críticas por nota
    13 críticas
    14 críticas
    1 crítica
    3 críticas
    1 crítica
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    Você assistiu Magnólia ?

    32 críticas do leitor

    Anderson  G.
    Anderson G.

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    4,0
    Enviada em 16 de julho de 2016
    Eu gosto muito do estilo de filmagem do Paul Thomas Anderson, e nesse quesito Magnólia é incrível, os ângulos de câmera, os cortes, os planos longos, os planos sequencias, a trilha sonora, o modo como a trilha sonora é usada, as vezes como fundo, as vezes se embutindo ou se contra ponto a cena, ou até mesmo cantada pelos personagens é incrível, as atuações são muito boas, principalmente a da Melora Walters, Mas Magnólia tem sérios problemas de ritmo, tu não sente a evolução da historia, depois de 2 horas de filme, metade das pessoas dormem ou trocam de canal, o roteiro também no inicio é confuso, e no decorrer do enredo ele se perde nele mesmo, mas depois de um tempo você se acostuma a essa confusão, mesmo com esses problemas o roteiro nos coloca diante de vários problemas com diferentes protagonistas, e um deles você vai se identificar, e o filme conversa bastante com seus telespectadores. Magnólia não é pra qualquer publico, magnólia é o típico filme pra cinéfilo.
    Tom B.
    Tom B.

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    4,5
    Enviada em 6 de maio de 2013
    Ótimo filme com uma bela interpretação de Tom Cruise. O passado e suas consequências é o tema central do filme. Por mais que tentemos fechar os olhos para o que passou, o que passou teima em não fechar os olhos para nós. Arrependimentos. Mágoas. Doenças psicossomáticas. Tentativas de reparação de última hora. Tragédias humanas. No final, uma estranha, porém bem-vinda chuva de sapos encerra a obra colocando todos em pé de igualdade. Heróis e bandidos, algozes e vítimas. É um denominador comum que torna todos mais amáveis, talvez por que impotentes diante de uma força absolutamente exterior a eles, mais violenta do que a turbulência que vivem internamente.
    Elton F.
    Elton F.

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    5,0
    Enviada em 21 de julho de 2014
    Como a flor Magnólia que simboliza a nobreza, a dignidade, a beleza esplêndida, e o amor ao natural; o filme busca o sublime, mas a partir de nossa condição humana, como desgraçada, incompleta e degrada. Assim, Magnólia trata dos fracassos, pois são eles que nos humaniza. É o fracasso que interliga seus personagens e dá unidade a esse caos aparente de possibilidades. O filme explora as fraquezas dos indivíduos, os pequenos e os grandes erros, a ambivalência, o perdão e o arrependimento diante da pungência da percepção moral que todos temos. Mas, se ele começa pelo sofrimento e pela destruição, é para desta condição vermos além, ao querer o seu outro (“é errando que se aprende”). Para disto, extrairmos os belos sentimentos que aparecem ao final (como o amor, a compaixão, a amizade, a lealdade), na busca pela bem-aventurança, e na esperança por uma nova chance.
    anônimo
    Um visitante
    4,0
    Enviada em 28 de março de 2016
    -Filme assistido em 28 de Março de 2016 -Nota 8/10 Já esperava algo sensacional. Pela quantidade de bons nomes nesse elenco.História marcante que não abusa de exageros,traz momentos que podem sim acontecer na vida real. Cada vez que vejo Julianne Moore,me derreto por essa mulher,mais e mais.
    Lidiana C.
    Lidiana C.

    Segui-los 22 seguidores Ler as 10 críticas deles

    5,0
    Enviada em 5 de setembro de 2013
    Filme americano dirigido e escrito por Paul Thomas Anderson (Buggie Nights - Prazer sem Limites). A história de nove personagens que aparentemente não têm nada em comum, mas logo suas vidas são interligadas através do programa "O que as crianças sabem". Filme estrelado por Julianne Moore, Tom Cruise, Philip Seymour Hoffman, William H. Macy e Philip Baker Hall. Primeiramente devo dizer que considero imperdoável só ter assistido esse filme agora. Como pude? E eu sei que tudo que eu escrever aqui, provavelmente os leitores já terão lido em algum lugar, mas mesmo assim quero deixar registrada minha impressão sobre Magnólia. Como podem ver o elenco é de peso. E Paul Thomas Anderson conseguiu extrair o melhor de cada ator, e destaco aqui o personagem de Tom Cruise que fez brilhantemente o papel de "sabe-tudo da sedução". Foi ótimo ver Tom Cruise falando palavrão, ensinando os homens a serem conquistadores, fugindo daquele esterótipo de bom moço, e creio ter valido à pena para ele também já que sua dedicação lhe rendeu uma indicação ao oscar de melhor ator coadjuvante. Tom Cruise parabéns! Depois desse filme você subiu no meu conceito! Magnólia me tocou profundamente não só por ser uma história sobre arrependimento e perdão, mas também de recomeço. Poderia ser mais um filme clichê, mas ele foge totalmente dos padrões. Paul Thomas Anderson soube aproveitar cada diálogo, cada corte de cena, cada câmera. São três horas de filme e você ainda pede um pouco mais. Resumir Mangnólia seria enfadonho. Vemos dois velhos morrendo de câncer, uma mulher tentando mudar o testamento do marido, o enfermeiro tentando localizar desesperadamente o filho de seu paciente, o garoto prodígio que é explorado pelo pai, a jovem viciada, o tira de bom coração, um guru do sexo e o homem que já foi vencedor do programa "O que as crianças sabem?" São esses personagens aparentemente comuns que dão vida à história contada de uma forma soberba por um diretor e roteirista talentoso, criativo e extremamente sensível. A trilha sonora é sublime! Músicas de Aimee Mann e Super Tramp embalam o drama vivido pelos personagens. Cada um com seu próprio problema, mas que se unem em uma das cenas mais lindas quando cada um canta um trecho da música Wise Up. O filme é cheio de passagens bíblicas, talvez isso explique a cena final que é no mínimo psicodélica, mas nos remete ao velho testamento quando Deus lança sobre o faraó as pragas para que o mesmo se curvasse e se arrependesse dos seus erros.
    Maiko D
    Maiko D

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    2,5
    Enviada em 5 de outubro de 2015
    Cansativo! Demorei 2 dias para terminar. Comecei a ver na tv a cabo e dormi no meio, depois terminei de assistir online. Só isso já demonstra que não prendeu a minha atenção. Se ainda se arriscar a assistir a ele, prepare-se para um filme bastante morno e melancólico. Tem muito filme bom por aí, sendo assim, entendo como uma perda de tempo assistir a esse.
    Matheus A.
    Matheus A.

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    5,0
    Enviada em 3 de fevereiro de 2013
    Paul Thomas Anderson merece muitos aplausos por inserir de forma ímpar tanta alma e sinceridade em todos os seus projetos. "Magnólia" retrata envolventes histórias que se conectam, desencadeando uma jornada de incertezas e arrependimentos na eterna busca por uma paz que dificilmente será alcançada devido à natureza dos personagens e às consequências de seus atos do passado. O filme é tecnicamente impecável e o elenco e a trilha sonora são formidáveis. Apesar de sua longa duração, o desenrolar do filme é bem dinâmico e as 3 horas passam voando, porém "Magnólia" não vai agradar aos fãs de longas de pouco diálogo e muita ação. É um filme pra ver e rever, e que nos faz refletir o fato de que na vida temos de viver nossos dias nublados sempre preparados para quando a mais leve chuva ou a mais atormentadora tempestade desabar, até que a calada da noite enfim chegue e nos reacenda a esperança de ver o sol renascer.
    Heitor Cheshire
    Heitor Cheshire

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    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    O filme de Paul Thomas Anderson é, sem dúvida, uma das maiores preciosidades do cinema da década de 90. Nos apresenta um mosaico das relações humanas por meio do acompanhamento da história de vida de diversos personagens, que por diversas vezes se cruzam e rendem cenas emocionantes. No melhor estilo "Short Cuts", "Amores Brutos" e "Crash", por cerca de três horas que, realmente, parecem passar despercebidas, tamanha coesão aplicada ao roteiro, o filme empolga do começo ao fim e, acima de tudo, nos emociona ao apresentar histórias de "gente comum" em situações insólitas, mas possíveis, que nos colocam no liame do limite. "O que fazer? Como aguentar tamanha dor?" talvez seja o questionamento mais latente nas histórias mostradas e que chega ao clímax na fantástica cena em que os personagens embalam o som de "Wise Up". Impossível não se emocionar. Norteados pela experiência num programa de TV, os personagens destacados nos trazem fortes questionamentos. Como o personagem de Tom Cruise (perfeito, como [quase]sempre, em atuação injustamente preterida pela Academia), que cedo teve de lidar com o abandono do pai e a morte da mãe e agora, por ironia (será?), ganha a vida ensinando o machismo-alfa dominador para homens de plantão. Ou o personagem de William H. Macy, que funciona como um anúncio do que provavelmente ocorreria com o garotinho que compete atualmente no programa em foco. Juliannne Moore também está fantástica e consegue transmitir de forma intensa e instigante o peso da dor pelos atos passados e da corrosão que implica o amor inalcansável e que está se desfazendo. Cenas antológicas, e que trazem consigo um puta questionamento (de tudo). Talvez isso seja o que mais fica ao espectador de Magnólia. Destaque para algumas: a cena em que Julianne dá um "esporro" no rapaz da farmácia; a cena em que o garotinho mija nas calças em pleno programa; a cena em que o personagem de William H. Macy diz "amar a todos", no bar; a cena final emblemática entre o casal Jim e Claudia; a já referida cena em que todos cantam "Wise Up" e, como não poderia deixar de ser, a fantástica cena-insólita da "tempestade de ratos", que consegue superar (e muito) a também insólita cena do terremoto de "Short Cuts". Enfim, cenas que compõem esse que é, como já dito, um filme fantástico e que deve figurar, sem dúvido, no hall de qualquer admirador do bom cinema crítico. Vale a pena "gastar" [ganhar] 3 horas!
    Crismika
    Crismika

    Segui-los 71 seguidores Ler as 252 críticas deles

    4,5
    Enviada em 12 de abril de 2019
    Excelente filme com fortes atuações e principalmente um roteiro muito bem redondinho para contar uma história especial que vai se interligando entre os personagens, enfim um filme imperdível para uma boa reflexão sobre as coincidências que a vida nos impõem e também sobre o PERDOAR. SUPER RECOMENDO!!!
    Carlos Henrique S.
    Carlos Henrique S.

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    5,0
    Enviada em 15 de abril de 2020
    Fascinante,acho que é uma palavra que serve de adjetivo para Magnolia o terceiro longa de Paul Thomas Anderson que atingia aqui um nível de excelência em um drama triste e profundo.Nota-se a genialidade do diretor logo em seu título,Magnolia é uma flor,para muitos uma flor do amor é uma flor bonita grande e longínqua que para os simpatizadores significa pureza,perfeição,juventude,inocência e alegria.É nos significados de uma flor que o cineasta busca mostrar diferentes histórias que se interligam não necessariamente de maneira direta,mas que tem em comum o amor,os traumas e os ressentimentos. Nas primeiras cenas do filme,o roteiro busca analisar as coincidências,histórias malucas que graças as coincidências rendem novas histórias.E Magnolia tem como foco seus diferentes personagens que através de coincidências tem seus futuros entrelaçados.O primeiro e talvez mais importante aspecto da obra é tratar a infância,devemos nos divertir e crescer como pessoa,mas nossos problemas nem sempre permitem isso,é nesse cenário vivem os personagens Frank,Stanley,Claudia e Donnie.Todos tem em comum seus traumas de infância,Frank cresceu como uma farsa,um homem que usa as mulheres como objeto e tem uma difícil relação com o pai que está prestes a morrer.Claudia também teve traumas,já que alega que o pai Jimmy a molestou na infância,ela então cresceu e se tornou uma prostituta e viciada em Crack.Já Donnie vive como um fracassado depois de ter uma infância de fama ganhando o recorde do programa "O Que as Crianças Sabem".Stanley pelo contrário de Donnie ainda é criança mas se encaminha para um futuro parecido,pois ele acredita que o pai apenas ama o dinheiro que ele ganha e por isso já vive amargurado.Mas Stanley mesmo não parecendo um personagem de tanta importância pode representar algo positivo,como uma força que impede que ele tenha um final amargurado. Ainda temos o Policial Jim Kurring que é um policial amargurado e inseguro,ele acredita no bem das pessoas e que elas podem sair de situações difíceis.A maior genialidade do diretor é em trabalhar não só as histórias interligadas mas também dar um sentido profundo cada uma delas.O filme possui um texto muito melancólico sobre arrependimento,mágoas e traumas.Além disso a questão paternal é forte e representa como essas relações podem transformar uma pessoa,aliás o Paul Thomas Anderson se inspirou na relação como pai para escrever a história é por resultado temos uma brilhante reflexão. Se o filme tem um forte texto e direção,o elenco não decepciona,temos em Magnolia atuações brilhantes.Tom Cruise tem uma de suas melhores atuacoes da carreira,é um homem orgulhoso e até detestável por fora,mas guarda um rancor,uma dor irreparável causado pela relação com o pai que também é extremamente bem interpretado por Jason Robards que possui lindos momentos.A Julianne Moore é a personificação o arrependimento.O Philip Baker Hall e a Melora Waters são outros dois personagens fortíssimos que vendem bem a relação pai e filha e ambos tem arrebatadoras atuações.Ainda temos William H. Macy,Philip Seymour Hoffman e John C. Reilly todos com boas interpretações é com uma forte presença.Se o clima do filme é muito melancólico,a trilha sonora acompanha,a música original "Save Me" é belíssima e tão tocante quanto o filme.Há tracking shots mais uma vez de grande maestria do diretor,a câmera passeia pelos ambientes e segue os personagens em perfeita sincronia. Magnolia é uma obra prima,é um filme grandioso em todos os sentidos da palavra,é melancólico e muito emocionante.Conta com um inspirado elenco e uma segura direção.No fim das contas é uma grande reflexão sobre dor,arrependimento,traumas,tristeza e amargura de uma vida.
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