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O Quarto de Jack
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4,6
1588 notas e 104 críticas
52% (54 críticas)
35% (36 críticas)
9% (9 críticas)
3% (3 críticas)
0% (0 crítica)
2% (2 críticas)

104 críticas do leitor

Eduardo A.
Eduardo A.

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5,0Obra-prima
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O Quarto de Jack... mais um dos grandes concorrentes ao óscar 2016, e na real, se dependesse de mim, esse filme seria o vencedor na categoria de melhor filme. Conta a história de Joy (Brie Larson) e seu filho Jack (Jacob Tremblay) que vivem isolados em um quarto, mas um dia, Joy elabora um plano para os dois escaparem daquele lugar. Não vou revelar muito sobre a sinopse, pois é um filme que deve ser assistido, e principalmente, ser entendido. Brie Larson está incrível interpretando a mãe, parece até que ela realmente está em uma prisão infernal, ela precisa ganhar o óscar de melhor atriz. Mas com certeza, a melhor atuação é a do Jacob Tremblay atuando como Jack, é um personagem muito difícil de ser interpretado, mas ainda assim, o ator, mesmo sendo criança, consegue passar todas as emoções e sentimentos ao espectador. A direção do Lenny Abrahamson é ótima, ele acerta em praticamente tudo, só não acho que leva o óscar, pois acho que George Miller (Mad Max: Estrada da Fúria) e Tom McCarthy (Spotlight) foram um pouco melhores. Outro ponto positivo, é o roteiro que é extremamente bem escrito, não há nenhum furo e os diálogos são muito bem estruturados. A fotografia é muito boa, são cores sem vida que combinam muito bem com o ambiente. A trilha sonora também é incrível, funciona perfeitamente, tanto nos momentos mais emocionantes, como nos momentos mais tensos. O Quarto de Jack é um lindo filme, é original, comovente e emocionante. Merece o óscar de melhor filme. Recomendo!

Cine Cartolas ..
Cine Cartolas ..

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4,5Ótimo
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Sem duvidas, adaptar um livro não é tarefa fácil, Alice no pais das maravilhas, Eragon(2006), Bussula de ouro(2007) e Hobbit(2012-2014) são alguns títulos que provam que adaptar uma obra literária para a tão amada sétima arte pode ser uma tarefa sufocante e bem árdua, em alguns casos, a participação do autor na produção gera muito mais desafios para o produtor, diretor e todo os outros profissionais envolvidos, pois em casos como o de Cinquenta tons de cinza(2015) muitos dos profissionais envolvidos se negaram a participar da continuação devido ao envolvimento da autora E. L. James, que exigia mais fidelidade e muitas outras cenas, que não foram possíveis serem incluídas, ainda sim o filme seguiu o que ela queria, o que resultou em míseros 25% no Rotten. Por muita graça, esse não é o caso de O quarto de Jack(Room, no original), o envolvimento de sua escritora, Emma Donoghue, responsável pelo roteiro da versão cinematográfica de sua obra, conseguiu trazer uma ótima versão final para as telonas, onde deu total libertada ao diretor Lenny Abrahamson, e o mesmo fez questão de escutar a escritora, trabalho que fez a mesma se emocionar e dizer que ver suas palavras recriadas em um cenário tridimensional foi incrível. Jack(Jacob Tremblay) e sua mãe, Joy(Brie Larson -Anjos da lei) vivem em confinamento, munidos de comida escassa e de pouca qualidade, aos "cuidados" de Velho Nick, o sequestrador que mantém em cárcere Joy, ja a 7 anos. O longa é uma poesia de seu começo ao fim, a narrativa conta com a inocência e fantasia de uma criança, que nos guia em todo o processo de confinamento, fuga e ajuste a sociedade, e por mais que o nome do longa te de a entender que a história toda é a respeito do suposto "quarto", tudo começa a se desenrolar, quando Jack e sua mãe conseguem sair do mesmo.Ver a recolocação de Joy na sociedade e sua depressão pós-traumática deixa claro que nada é flores do lado de fora e que ela ainda tem muito a se adaptar, a atuação de Brie Larson, esta impecável e ver a evolução da personagem do começo do filme quando ela é uma mãe cuidadosa e super coruja para uma mãe que vive o caos do mundo que a cerca e ela tem que se reacostumar é uma experiência cheia de emoções e que sem sombra de duvidas fará quem assisti sentir o que ela sente. Em relação a Jacob Tremblay, apesar de muitos desafios que cercaram o ator mirim, o garoto foi a cortina de abertura, segundo ato e final dessa obra prima, mostrando também uma evolução fantástica da personagem e um jogo de cintura para sair do drama e conseguir te fazer sorrir visto em pouquíssimos atores de sua idade. De longe,Room tem a mais que merecida posição na concorrência ao melhor filme de 2015 pelo oscar, além de já contar com o premio de melhor filme estrangeiro independente pelo British Independent Film Awar, e quatro premios para Brie de melhor atriz. Por fim, esse sem duvidas é um dos filmes mais emocionante que você vai ver em sua vida.

http://cinecartolas.blogspot.com.br/2016/02/o-quarto-de-jack.html

Anderson  G.
Anderson G.

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4,5Ótimo
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Com ótima direção,atuação,fotografia. O filme é quase perfeito, pena que o primeiro ato é meio longo demais, e o suspense poderia ser um pouco mais explorado, mas são pequenos aspectos, pois no geral o filme é perfeito.

Kamila A.
Kamila A.

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5,0Obra-prima
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Uma das maiores sacadas de O Quarto de Jack, filme dirigido por Lenny Abrahamson, é colocar como narrador principal de sua história o pequeno Jack (Jacob Tremblay), de 5 anos. É a sua visão particular e inocente de mundo, construída principalmente pelos valores e conhecimentos que lhe são passados pela mãe (Brie Larson, em performance vencedora do Oscar 2016 de Melhor Atriz) que atenuam, em muito, a vida de sofrimento e de isolamento à qual eles estão confinados. A mãe de Jack, quando era adolescente, foi sequestrada por um homem e, desde então, mantida em cativeiro num quarto que mais parece um bunker preparado para uma grande guerra. Do “relacionamento” mantido entre Ma e seu algoz, o homem a quem conheceremos como Old Nick (Sean Bridgers), nasceu Jack. Além de encontrar no filho uma fonte de amor e uma companhia diante de tanto sofrimento e isolamento, Ma enxerga em Jack a sua tábua de salvação. Baseado no livro escrito por Emma Donoghue (que também adaptou a história para a grande tela), O Quarto de Jack é um filme que ganha um fôlego extra a partir do momento em que retrata a readaptação de mãe e filho a uma vida normal, já quando eles se encontram livres do quarto. Se, para Ma, a volta ao mundo é o momento em que ela entra num choque de realidade em que ela é obrigada a confrontar tudo aquilo que ela foi obrigada a esconder durante o tempo em que viveu confinada; para Jack, a nova vida é um momento de descobertas, em que fica revelado claramente o que já estava subentendido desde o início do filme: a força de Ma sempre veio do filho. Se ela sobreviveu àquilo, foi porque Jack estava com ela. Por isso mesmo, é certo dizer que a alma e o coração de O Quarto do Jack é a atuação do pequeno Jacob Tremblay, de 10 anos. O jovem ator, que merecia, sim, ter sido indicado ao Oscar 2016 de Melhor Ator Coadjuvante, demonstra uma maturidade emocional incrível para entender a personalidade de alguém único como Jack. Se Brie Larson foi imbatível durante a temporada de premiações 2015-2016 foi porque ela tinha um parceiro à altura, alguém que elevou a sua atuação a outro nível. Ainda bem que ela demonstrou, nos seus discursos, toda a gratidão a Tremblay.

http://cinefilapornatureza.com.br/2016/03/17/o-quarto-de-jack/

Matheus Dias
Matheus Dias

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5,0Obra-prima
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A Temporada de Oscar se inicia novamente, e nela nós torcemos para que nossos filmes favoritos entrem na premiação, porém também conhecemos filmes que até então não conhecíamos antes deles aparecerem nela. E foi desse jeito que conheci o maravilhoso “O Quarto De Jack”. O filme é baseado em um livro escrito por Emma Donoghue que também é a roteirista do filme. Eu não li o livro e nem o conhecia, mais já consegui perceber a qualidade dessa obra só vendo o filme. A história desse filme é forte e muito cativante, você desde o início do filme já se encanta pelo Jack, uma criança de 5 anos que nunca saiu do quarto em que é mantido refém junto com sua mãe chamada Joy que foi sequestrada quando ela era mais jovem e ficou lá desde então até o Jack nascer. O filme já estabelece desde o início a carga de culpa que a Joy sente, mais ainda mostra todo o amor que ela sente pelo Jack, tanto que ela nunca contou sobre o mundo para ele e o garoto acha que todo o mundo é só o quarto. O primeiro ato é todo focado na rotina deles dentro daquele quarto, e é tudo muito claustrofóbico, já o segundo ato foca na volta deles ao mundo, o choque do Jack ao descobrir o mundo e o conflito interno da Joy. O roteiro desse filme é perfeito, afinal o filme é escrito pela própria autora do filme por tanto ela tem total controle do que ela está fazendo. Ele desenrola seus dois personagens muito bem e de maneira extremamente natural, principalmente o Jack, ele tem alguns diálogos sensacionais onde ele narra tudo que ele vê e pensa sobre as descobertas dele criando uma empatia muito grande por esse garoto, e a Joy mesmo após sair do quarto ela não termina muito feliz, pois ainda sofre pelas consequências do que passou no quarto e de ter mentido ao seu filho todo esse tempo, e mesmo sempre agindo como mãe pra ele ela nunca esquece os problemas que ela passou. O foco do filme é na jornada dos dois e ela é tão forte emocionalmente, que só se você for um robô você não vai ser comovido, esse é um dos filmes mais emocionantes e um dos que mais chorei em toda a minha vida. Os dois atores principais estão fenomenais, os dois tem uma das melhores químicas de mãe e filho que eu já vi. O Jacob Tremblay é uma surpresa gigantesca pois não há um momento que parece uma interpretação você acha que realmente é uma criança passando por tudo aquilo ele foi super injustiçado no Oscar. E quanto a Brie Larson se ela não ganhar o Oscar de Melhor Atriz (e ela ganhou) não há justiça no mundo, pois é uma das melhores interpretações femininas que eu já vi na minha vida. A direção do Lenny Abrahamson esta certinha, ele soube trazer o livro do jeito certo pro cinema, e fez um trabalho tecnicamente muito coerente com o filme, especialmente na fotografia, que começa bem morta e de tons escuros para representar toda a claustrofobia do quarto, passando pra algo bem claro e estranho para representar o estranhamento de Jack com o mundo. E a trilha é bem contida e minimalista, e que vai se tornando mais forte e notável com o tempo. “O Quarto de Jack" um filme muito forte, comovente, incômodo porém extremamente recompensador, com uma história fantástica, ótima direção e atuações centrais brilhantes. Justíssima indicação ao Oscar, e sem dúvida um dos melhores filmes de 2015.

Ingrid T.
Ingrid T.

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3,0Legal
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Uma história profunda... Impossível não tocar. Saber que aconteceu e que viveram assim... É realmente triste, a atuação é sim espetacular. Porém o filme em si tornou-se exaustivo.

Thiago F.
Thiago F.

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0,5Horrível
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Filme muito chato, outros filmes melhores com críticas acabando com os filmes, fala serio, como o filme e de livro as pessoas dão uma critica de 4 estrelas pra cima, filme chato demais.

Danilo S.
Danilo S.

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2,5Regular
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Fiquei interessado em assistir o filme inspirado pelas inúmeras críticas favoráveis, quase que unânimes em indicá-lo como uma obra 5 estrelas, mas ao terminar de assistir fiquei com a sensação de que as pessoas superestimaram o filme, talvez pelo fator emocional que o tema trata. O filme tem bons momentos sim, como a atuação de Brie Larson e do garoto Jacob Tremblay, porém como sensação geral, notei que o roteiro não se apega a nenhum propósito com objetividade, tratando com superficialidade todos os principais conflitos da trama. Spoiler: A imaginação e a descoberta de um mundo exterior pelo garoto, a fuga, a rejeição do avô do garoto, a adaptação à nova vida de ambos personagens, o amor incondicional da mãe (apesar de que ela tenta se matar, expondo um aspecto egoísta do personagem, já que deixaria seu filho), são contados de uma forma superficial e não muito envolvente. Detalhes destas cenas como o sequestrador acreditando na morte do garoto sem conferir ou a policial adivinhando o local do cativeiro apenas pelas quantidades de paradas da caminhonete, tornam o filme difícil de se envolver por alguém com um senso de realidade mais apurado. A narrativa do garoto, sua perspectiva de mundo, é o ponto alto do filme, porém, mesmo isso foi pouco explorada no roteiro. Não se trata, entretanto, de um filme ruim. É uma narrativa interessante, que poderia ter ido muito além se tivesse um foco na história triste que os personagens passaram.

Raquel K.
Raquel K.

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0,5Horrível
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péssimo!!!!!! não vale a pena perder tempo assistindo muito lento e não acontece nada quando a gente espera alguma coisa o tempo passa e nada acontece.

Felipe R.
Felipe R.

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5,0Obra-prima
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Simplesmente o melhor filme dentre os indicados ao Oscar. Mas, claro, sendo produção pequena, jamais levará - apenas a atriz, que está maravilhosa.

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