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Sete Minutos Depois da Meia-Noite
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4,3
255 notas e 23 críticas
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23 críticas do leitor

Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

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3,5Bom
Enviada em 11/01/17

Um bom filme. Um drama familiar, cujo personagem principal é um adolescente de 13 anos. Bem dirigido e com bons atores principais. Quando procurei informações sobre esse filme duas coisas me intrigaram, embora o trailer desse a entender que seria mais um filme de super-heróis e crianças superdotadas, os horários das sessões não eram adequados para adolescentes e eram legendadas. Na verdade é um filme para adultos, embora não tenha nada de pornografia ou sexo, ou qualquer cena da espécie. Trata-se de um filme muito intrigante. Um quebra cabeças que vai sendo montado aos poucos, a medida que o filme evolui. O tema principal é o relacionamento dos pais com os filhos e a insistência, de nós, adultos, considerarmos as crianças incapazes de enfrentar as verdades da vida e por isso, inventarmos mentiras para todas as situações. Sem saber as verdades dos fatos Conor, o filho e personagem principal, é levado a imaginar uma série de situações inusitadas e ter visões irreais e fictícias que explicassem tantas situações negativas que o afligiam. Enganam-se quem acha que as crianças acreditam em tudo o que dizemos, elas fazem a checagem das informações com os fatos e tiram suas próprias conclusões. Por terem poucas informações, imaginam situações hipotéticas e inusitadas. Isso pode criar traumas para o resto de suas vidas. A verdade, no relacionamento pais/filhos, é a chave para um convívio saudável. Vale a pena assistir.

Marcílio C.
Marcílio C.

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5,0Obra-prima
Enviada em 03/06/17

Comecei a assistir sem expectativas. De início, parecia se tratar de um filme infantil. Porém, depois de algum tempo (não muito tempo) o filme consegue tomar uma proporção muito profunda. Tratar sobre a complexidade humana não é fácil, os diferentes vieses que as escolhas e as atitudes podem nos levar são sempre um mistério revelado no futuro e isto é o que o filme traz a todo instante.

Birovisky
Birovisky

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5,0Obra-prima
Enviada em 11/05/17

(Sem espaços) - h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/05/11/rezenha-critica-sete-minutos-depois-da-meia-noite-2016/ Mais uma indicação, desta vez de um dos meus melhores amigos. Sou daqueles que ama quando indicam filmes, porque adoro indicar também, eu vou lá e assisto mesmo, passo até na frente dos que eu já tinha anotado para assistir, mesmo o filme sendo ruim (ou não !). Confesso que enrolei um pouco para assistir, e me arrependo. Além disso, todas as circunstâncias que envolvem a história do filme me deixaram bem mal no seu final, chorei duas vezes inclusive (falo mesmo!). Não aconselho assistir acompanhado, este tipo de filme o melhor a fazer é assistir sozinho para chorar e refletir muita coisa, quase o julguei pela capa e não assisti, teria sido uma heresia incalculável. Se você já assistiu Ponte para Terabítia e Labirinto do Fauno com certeza vai gostar, confiram a rezenha crítica Sete Minutos Depois da Meia-Noite. A história é sobre Conor é um garoto de 13 anos de idade, com muitos problemas na vida, “um garoto velho demais para ser uma criança e jovem demais para ser um homem”. Seu pai é muito ausente além de rejeitálo, a mãe sofre um câncer em fase terminal, a avó é uma megera que o odeia e ele é maltratado na escola pelos colegas. Toda a noite, exatamente meia noite e sete (sete minutos depois da meia noite!) Conor tem o mesmo pesadelo, entretanto desde que o filme começa uma árvore em forma humana começa a conversar com ele, contando histórias trágicas em troca de uma história verdadeira de Conor. De início o menino exita, ainda sim a árvore forçadamente começa a contar suas histórias de vida, todas com finais trágicos causando um choque de sentimentos no garoto deixando-o bem confuso. A cada história somos imergidos em mundos fantásticos, totalmente diferentes um do outro conforme a história da árvore/monstro. O melhor de tudo é que a partir da segunda história começamos a notar que tudo que se passa ali na verdade é uma visão distorcida da vida de Conor e de uma forma bem implícita está a forma como ele deve agir para não continuar “se fudendo”, tudo, através da fantasia. Tanto que isso o próprio monstro deixa bem claro a Conor quando explica os reais motivos para sua aparição, que na verdade ele não veio para curar a mãe, e sim o menino. Muito foda! Uma curiosidade é que Liam Neeson (Busca Implacável, Batman Begins, A Lista de Schindler) interpreta o monstro, jamais descobriria se não fosse ler as curiosidades. Outra atriz de peso é Sigourney Weaver (Alien) interpretando a vó de Conor. Como adiantei, é uma obra bem próxima de Labirinto do Fauno, onde nada ali fará você dar risada, é uma fantasia obscura e melancólica. Tanto que nos primeiros minutos se for assistir desinformado pode até confundir com um filme de terror. A duração é perfeita, conseguindo equilibrar bem início, desenvolvimento e fim, e amigos, que final é esse? Na verdade durante o desenvolvimento já me escorreu uma lágrima em uma determinada cena bem complicada… O monstro/árvore é um dos personagens mais conscientes que eu pude conferir até hoje, porquê ele consegue extrair algo muito importante que transcende a quarta dimensão e afeta até quem está assistindo. Conseguiu ir lá no âmago do garoto e logicamente também de quem já sofreu com algum ente querido e está assistindo a obra. “Um dia você vai se lembrar deste dia e ficará mal por não ter dito nada. Mas quero que se lembre que ainda que você nada tenha dito em voz alta, eu sei tudo o que você sempre quis dizer.” Eu assisti semana passada e estou doido querendo reassistir, é aquele filme para assistir com várias pessoas diferentes e sempre emocionar-se. As últimas vezes que isso me ocorreu foi com Capitão Fantástico, A Vida Secreta de Walter Mitty e Os Intocáveis. Minha nota é 5/5.

Phelipe A.
Phelipe A.

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4,0Muito bom
Enviada em 04/01/17

Nós do site NãoSeiNada ganhamos um resumo do livro “Sete Minutos Depois da Meia Noite”, da Editora Novo Conceito durante a CCXP 2016, e após ler confesso que fiquei maluco para saber o restante da história desse menino que vê um monstro gigante sempre depois da meia noite. Fui assistir ao filme sem grandes expectativas mesmo sabendo que a história seria muito boa, se baseando no livro. É claro que é uma adaptação e alguns detalhes foram deixados de lado, mas “Sete Minutos Depois da Meia Noite” é uma boa adaptação. O diretor Juan Antonio Bayona conseguiu trazer para a tela todos os sentimentos que você tem quando lê a história, junto com o elenco que não deixou a desejar. Como o garoto Lewis MacDougall, que interpretou Conor, um menino que sofre com a doença da mãe, interpretada por Felicity Jones, e a nossa eterna Ripley de Alien a atriz Sigourney Weaver, que estava muito bem no papel da avó de Conor. Veja mais...

https://naoseinada.com.br/2017/01/02/critica-sete-minutos-depois-da-meia-noite/

Roger I.
Roger I.

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2,5Regular
Enviada em 18/01/17

Fui numa expectativa e não achei assim tão grande coisa. Primeiro gostaria de falar a respeito da educação das pessoas. Mais uma vez pude ver como a educação neste país vai de mal a pior. Pessoas que chegam atrasadas na sessão ligam a lanterna dos seus celulares para achar o caminho da poltrona. Enquanto está no trailer até passa. Mas depois que o filme começa é inadmissível. Vamos aguardar pra ver onde país vai parar. Acho que o próximo passo é começar a fazer churrasco dentro da sala de cinema. Sobre o filme. Efeitos bacanas, nada do que você já viu antes. Historia triste mas nada comovente. Não sei se é culpa da Cinépolis ou os efeitos Dolby Surround não estão sendo utilizados, eu gosto muito de ouvir as caixas laterais em funcionamento. Infelizmente não foi o caso desse filme, ou a sala 7 do shopping em Jundiaí. Não sei dizer. Ponto para a voz do ator Lie Nielsen. Ele também aparece umas duas vezes em foto no filme. Preste atenção. Filme razoável pra Sessão da Tarde.

Nelson J.
Nelson J.

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4,0Muito bom
Enviada em 05/01/17

Fábula para adultos sobre menino em conflito devido a grave doença da mãe e potencial óbito e luto. Ele luta contra o desejo de tê-la ao seu lado ou deixá-la ir para parar de sofrer. A relação com a avó, com o pai que vive no exterior e com os colegas de escola completam a situação crítica pela qual ele está passando. Eis que surge um monstro milenar, sempre sete minutos depois da meia- noite que conta 3 estórias com moral complexa e que aguarda que ele conte sobre os seus pesadelos. Filme de sensibilidade e emoção.

Bárbara D.
Bárbara D.

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5,0Obra-prima
Enviada em 11/09/17

Nunca assisti um filme que me identifiquei tanto quando esse. Filme lindo, eu senti junto com o protagonista seu desespero e na hora que ele grita: Spoiler: Eu só quero que tudo isso acabe. Tive o mesmo desejo. Filme maravilhoso

Daniella L.
Daniella L.

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5,0Obra-prima
Enviada em 09/09/17

“Sete minutos depois da meia-noite”, filme cuja proposta, embora indique a narrativa de um conto infantil familiar, sobre a promessa do já conhecido universo da fantasia, apresenta um cenário lúdico que descreve a experiência do luto, no sentido freudiano do termo. Conta-se a história de Connor, uma criança que mora com a mãe e tem o pai ausente. Introspectivo, é resistente à relacionar-se fora de seu único aparato familiar, fragilizado por uma doença terminal. Com dificuldades em superar os abusos dos colegas do colégio e a progressão da doença da genitora, ainda tem que aprender a conviver com a avó, além de reestabelecer a comunicação com o pai, relacionamentos deveras conflituosos. Assim, mergulhado em experiências por demais adultas para uma criança, sofre de um repetitivo pesadelo quando passa a ter a visita, sempre “sete minutos depois da meia-noite”, de um monstro-árvore trazendo a promessa de lhe contar três histórias, na condição de Conner contar a quarta: a de seu pesadelo. Entre a realidade e a fantasia de Conner estrutura-se um cenário cuja plástica das imagens, associada às demarcações instrumentais da sonoplastia, exprime a melancolia aos olhos de uma criança experimentada no luto. E enquanto o desamparo e o desprazer na realidade são vivenciados pela representação da relação com a avó e com o pai, a prática do desenho é a alternativa para um menino elaborar situações de sofrimento as quais não possui maturidade suficiente para lidar. Uma forma de sublimação, delicadamente representada por pinturas semelhantes a feitas com nanquim, cuja rusticidade da forma parafraseia com a inocência de uma criança diante das alteridades da vida. Assumindo a dificuldade de debater o assunto proposto, considerado em sua complexidade, o filme opta por contar histórias (através da figura do monstro-árvore) muito semelhantes aos contos de fadas, mas, diferente destes, não há heróis ou heroínas, o bem ou o mal definidos, delimitados, e tampouco prometem um final feliz, no sentido clássico do termo, mas conservam a moral do caráter educativo-reflexivo de uma fábula. Forma literária representada nos desenhos de Connor, organizada no discurso do monstro-árvore que é o símbolo da vida por excelência, mas perfeitamente também é uma representação do maior medo na infância, embora se perpetue na fase adulta: o medo da morte. Nesse contexto criativo, a direção inclui metáforas que ampliam o sentido de compreensão das imagens assim como de circunstâncias da vida. Um primeiríssimo plano descreve minimamente a complexidade das coisas, quando olhadas realmente de perto, a panorâmica amplia a possibilidade (o campo) do olhar, assim como da interpretação, e o zoom out ou o zoom in, afasta e aproxima as imagens das nossas expectativas, dos medos e desejos mais primitivos que, insistentemente, recalcamos. Uma sessão fílmica que também se torna de autoanálise, implicada no sofrimento (como no desfecho narrativo da obra), mas é indiscutivelmente necessária.

Lidyanne C.
Lidyanne C.

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5,0Obra-prima
Enviada em 01/08/17

Inicialmente pareceu me bobos demais e dos mais bobos, escolhi este (ledo engano) bem no inicio achei que era um filme de terror e ate me propus a nao continuar (confesso achei chato a insistência do homem arvore, mas logo em seguida, o filme foi tomando proporções inteligentíssima e Complexa, confesso que entrou pro rol dos meus filmes fabulosos, pois tem contexto, logica e nos faz refletir sobre coisas que diariamente nos passa despercebido e nos tornamos insensíveis pra ver (dar valor em coisas como fotos, momentos simples e especiais), a deixa mais fantástica foi perceber nosso ato de tirar conclusões precipitadas e de saber que as historias o envolvia completamente, aliem do fato de que muitas vezes confessar algo que nos incomoda ao invés de guardar nos faz bem (seu sofrimento em relação a doença da sua mae e a mistura de sentimentos que existia dentro dele (deixa la partir e sofrer com a perda e nao deixa la partir e sofre com a consequência lenta da progressão da doença).. Pra esse filme so posso dizer UALLLLL... TIREI VARIAS LIÇÕES (ENTRE ELAS QUE NAO DEVEMOS ASSISTIR ACOMPANHADOS) porque somente uma alma insensível nao choraria.. Precisei usar óculos escuros no outro dia, de tanto que chorei por ter me remetido a vários fatores existenciais. Filme depressivo (me lembrou do filme o som do coração) outro que eu nao queria assistir porque achei o titulo bobo e pouco sugestivo mas me surpreendeu ... Parabéns ao diretor e atores (excelente atuação do homem arvore e do garoto).. Filme sem cenas eróticas e sem apelo desnecessário pras coisas habituais como violência, sexo e porcarias....

Rafaela G.
Rafaela G.

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5,0Obra-prima
Enviada em 30/07/17

Lindo! Comecei a ver bem despretensiosamente e fui surpreendida! Uma história linda, ótimas atuações e lições maravilhosas ❤️

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