Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Capitão Fantástico
    Média
    4,5
    1052 notas e 127 críticas
    distribuição de 127 críticas por nota
    47 críticas
    51 críticas
    11 críticas
    9 críticas
    3 críticas
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    127 críticas do leitor

    Jake D.
    Jake D.

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    5,0
    Enviada em 4 de janeiro de 2017
    Capitão Fantástico... este sem dúvidas é um dos melhores filmes de 2016, e provavelmente irá concorrer ao óscar. O filme conta a história de Ben (Viggo Mortensen), um homem que tem seis filhos e com quem vive longe da civilização, no meio da floresta, numa rígida rotina de aventuras. As crianças lutam, escalam, leem obras clássicas, debatem, caçam e praticam duros exercícios, tendo a autossuficiência sempre como palavra de ordem. Certo dia um triste acontecimento leva a família a deixar o isolamento e o reencontro com parentes distantes traz à tona velhos conflitos. O filme é escrito e dirigido pelo Matt Ross, ele manda muito bem, fazendo com que o filme seja simples e emocionante ao mesmo tempo. O roteiro conta com diálogos extraordinários e uma bela mistura de drama com comédia que ficou muito bem feita, inclusive o final é sensacional. O trabalho de edição também é muito competente. O Viggo Mortensen dá uma excelente interpretação como personagem principal, Frank Langella faz o papel mais próximo de um antagonista e ele está muito bem aqui. Os elenco secundário também está ótimo, no geral, todos os atores estão muito competentes. A cinematografia é linda e viva, o visual do filme em si, é um colírio para os olhos, e a trilha sonora é espetacular e combina muito bem com a atmosfera do filme. Capitão Fantástico é é um filme impecável, bem dirigido, bem escrito, bem fotografado e é sem dúvidas uma das maiores surpresas dos últimos anos. Recomendo!
    Hugo D.
    Hugo D.

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    4,0
    Enviada em 22 de dezembro de 2016
    Temos aqui a história de um pai que cria seus filhos isolados da sociedade, porém com muito estudo, conhecimento e livres do consumismo capitalista. Todos vivem bem felizes com a situação, não sentem falta da sociedade, mas também não há conhecem. Essa filosofia de vida vai entrar em cheque quando eles decidem ir ao funeral de sua mãe e assim terem contato com parentes e principalmente com a vida social que eles não conhecem. Viggo Mortensen está perfeito no papel de Bem Cash, pai das crianças, numa atuação muito convincente e segura que horas te faz torcer por ele e outras horas querer dar um soco em sua cara. Mas este é um filme que fará você refletir sobre como vivemos hoje em nossa sociedade, como nos vestimos, alimentamos e compramos muito mais coisas do que precisamos.
    Gabriel G.
    Gabriel G.

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    5,0
    Enviada em 27 de dezembro de 2016
    O filme é simplesmente espetacular!! O elenco é sensacional! A história do filme é cativante, mostra o conflito de ideologias e realidades!! Fatantástico!! É emocionante .
    Mário Sérgio P.Vitor
    Mário Sérgio P.Vitor

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    2,5
    Enviada em 25 de janeiro de 2017
    Uma mescla de filosofia riponga, pitadas de Jean-Jacques Rousseau e Henry David Thoreau , algumas sacadas ingênuas, outras ligeiramente espertas, um elenco afiado, bela fotografia, aquele jeitão de filme independente norte-americano. Chegamos a CAPITÃO FANTÁSTICO. Assistí-lo lembrou uma recomendação do professor de sociologia ou sessão da tarde no velho aparelho de TV (de tubo) naquele dia de fim de férias. Muita embalagem para muita pretensão.
    Alessandra A.
    Alessandra A.

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    5,0
    Enviada em 8 de janeiro de 2017
    Um filme emocionante e q te impulsiona a rever dogmas e princípios. Vale muito à pena! Um show de interpretação, principalmente por parte do elenco infanto-juvenil.
    Anderson  G.
    Anderson G.

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    3,5
    Enviada em 1 de março de 2017
    “Capitão Fantástico” é um daqueles filmes gostosos de ver, ele é divertido, engraçado, quase uma aventura, e mesmo assim, ele é complexo e trata de temas polêmicos e tabus, tudo com uma roupagem sarcástica e sem meias palavras. O filme trata sobre um assunto que canais de documentários adoram explorar, uma família que prefere viver na selva, longe dos prazeres, ou não, da cidade, mas o legal, é a forma como o roteiro aborda o filme, a família em questão é a de Ben (Viggo Mortensen) e seus 6 filhos, que após receberem a noticia da morte da mãe, decidem ir ao enterro da mesma, e nesse meio tempo, diversos questionamentos são colocados, reviravoltas, dramas e comedias acontecem. É um roteiro simples, mas muito bem trabalhado, que explora a contemplação de imagens para formar seu background. O filme se coloca num posicionamento ideológico, e nele se apoia, não vou falar sobre essa parte pois não me atrai, sua mensagem pra mim trata sobre a união da família, e o poder que a mesma adquire estando junta, batalhando e superando desafios, e claro, temos uma critica ao método de ensino tradicional, pois Ben prova que a educação dada em casa pode superar a de uma escola, pois trata a individualidade de cada aluno. Com uma fotografia limpa e com uma paleta de cores fortes, ângulos de câmera que em momentos exploram a contemplação, um belo figurino e um ótimo ritmo, “Capitão Fantástico” não é um primor tecnicamente, mas é muito bom. Em termos de atuação o filme nos presenteia com Viggo Mortensen que faz uma atuação de primeira classe, ele é amoroso e brutal, violento e preocupado, Viggo transmite espetacularmente toda a duvida e questionamentos sobre se é certo o que seu personagem está fazendo. Outro destaque fica para George Mackay que está completamente deslumbrante como o filho mais velho de Ben, e merecia no mínimo estar entre os pré- selecionados do óscar como coadjuvante. Matt Ross, que sempre foi um ator de serie, e nunca teve destaque algum como ator, agora consegue seu destaque com seu primeiro trabalho como diretor, vamos ficar de olho no que vem por ai de Matt. Por fim, “Capitão Fantástico” não é um primor, mas é um filme que consegue entreter e passar uma mensagem, como um bom roteiro e ótimas atuações.
    Junior d.
    Junior d.

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    2,0
    Enviada em 11 de setembro de 2017
    filme meeiro, cansativo, chato. Não entendo pq tá bem conceituado pq o filme é uma verdadeira droga. Não recomendo!
    Renan S.
    Renan S.

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    4,0
    Enviada em 22 de dezembro de 2016
    Uma experiência que é aos poucos cada vez mais envolvente, nos deixando cientes de que já fazemos parte da família -interpretada brilhantemente pelo elenco encabeçado por Viggo Mortensen– quando já é hora de dizer adeus. Denso e complexo, Capitão Fantástico demonstra as incertezas da vida de maneira a parecer simples, mas sendo, no fundo, cru e desafiador, gratificante por sua honestidade.
    Airton Reis Jr.
    Airton Reis Jr.

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    3,0
    Enviada em 22 de fevereiro de 2017
    "Capitain Fantastic", de Matt Ross, é um filme com história simples, uma ode a uma nova categoria em um terreno antes quase exclusivo das mulheres (supermães): os homens superpais solteiros, esforçados, dedicados e capazes de qualquer sacrifício para garantir boa educação e oportunidades de sobrevivência na selva humana aos filhos. spoiler: Não a toa o roteiro mata a mulher que deveria compartilhar o papel de cuidadora, em decorrência de uma doença psicológica ou psiquiátrica subjetiva, a depressão, que no filme é retratada como depressão pós-parto, mas o momento da morte da mulher demonstra que foi um processo que durou mais de dezoito anos, pois a cena inicial do filme é um ritual de passagem para a vida adulta do filho cujo parto teria dado origem à depressão mencionada. , Ademais, para quem de fato sabe dos ossos da paternidade, as crianças retratadas são bastante inverossímeis e quase não oferecem oposição ao trabalho abnegado do Capitão (Viggo Mortensen), spoiler: o qual, ao deparar-se com o "mundo real" demonstra de fato o que representou o sacrifício pessoal feito, a cena da barba feita é fundamental para expressar o alívio que representa transferir o fardo da criação dos filhos ao avô rico. . Para mim, que sou pai solteiro e esforçado, o filme soou lisonjeiro e como uma verdadeira homenagem a um trabalho para o qual muitas vezes não estamos preparados. Para assistir em família, como uma lição do esforço que deveria ser empreendido por todos para o êxito de qualquer grupo familiar.
    Nelson J
    Nelson J

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    3,5
    Enviada em 23 de dezembro de 2016
    Vigo interpreta um pai de 7 filhos que são criados em ambiente natural, aprendendo também sobre a civilização de forma extremamente crítica e contra o sistema. Tudo muda quando a mãe fica mais doente, e é cuidada em hospital aos cuidados do seu pai, um representante do establishment. Ela acaba por se suicidar e todos vêm para seu enterro em um forte contraste entre os costumes de seus pais que vivem no sistema e seu marido e filhos rebeldes. O filme critica o sistema como culpado e coloca os rebeldes como mais fortes, inteligentes e superiores, com forte tendência para ser um filme ingênuo.
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