Média
3,7
publicações
-
Chicago Sun-Times
-
Estado de São Paulo
-
Zero Hora
-
Cineweb
-
Boston Globe
-
O Globo
-
The Guardian
-
Télérama
-
Veja
-
Critikat.com
-
New York Times
-
Papo de Cinema
-
The Hollywood Reporter
-
Variety
-
Rubens Ewald
-
Washington Post
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa
Chicago Sun-Times
Sokurov examina a história do Louvre e nos dá um tour virtual do museu magnífico. Ele faz pontuações exatas sobre a importância vital da arte ao longo da história humana. Este é um dos mais belos filmes do ano.
Estado de São Paulo
Na linha fina do filme, trata-se sempre de evocar a cultura, a arte, como possíveis antídotos à desumanização, barragens erguidas pela espécie contra as forças da morte e do obscurantismo.
Zero Hora
"Francofonia" é um filme carregado de beleza e simbolismo. Sokurov oferece uma experiência cada vez mais rara de se encontrar na sala de cinema. Assina um monumento digno de figurar no museu que homenageia.
Cineweb
Um filme de aspirações épicas que transita entre assuntos grandiosos – Arte, Poder, Política, Humanidade (todos com a primeira letra em maiúsculo para exaltar sua grandeza) – mas que reverbera de forma intimista.
Boston Globe
Sokurov presta uma grande homenagem para a Europa – e também para a arte. Este tributo é eloqüente, cheio de sentimentos e desafiador.
O Globo
Um tremendo trabalho de montagem e chama a atenção pelos planos abertos e pelas variações de ângulos que consegue possivelmente com o uso de drones. Com incrível talento, Sokurov mais uma vez escolhe a arte como matéria para chegar à arte como cinema.
The Guardian
Francofonia é um ensaio fascinante e uma grande meditação sobre a arte, a história e as ciências humanas – que juntas constroem a ideia da própria humanidade.
Télérama
"Francofonia" é muito mais, e vai muito além, de um filme histórico. Uma deambulação comovente no Louvre de ontem e de hoje. Além disso, é uma reflexão em primeira pessoa (com o diretor em voz off) sobre a vulnerabilidade da arte e a sua importância em nossas vidas.
Veja
O cineasta russo Aleksandr Sokurov foi atrás de uma instigante história para realizar o formidável documentário "Francofonia — Louvre sob Ocupação". [...] Até Napoleão Bonaparte (interpretado por Vincent Nemeth) entra num registro bastante criativo e fora dos padrões convencionais do gênero.
Critikat.com
O filme fica melhor quando segue o fluxo de pensamento do autor, com associações de ideias e de colagens formais, saltando de uma temporalidade à outra. [...] Mas este passeio pelas galerias do Louvre encontra alguns problemas, como as cenas da Ocupação, tão pobres quanto mal dirigidas.
New York Times
É uma obra de arte que incomoda a consciência, em parte porque sugere, tanto por seu padrão e pelo design, que nenhuma arte é inocente, e que a sua preservação, como a sua destruição, depende da manutenção de um poder.
Papo de Cinema
A habilidade de Sokurov quase não dá conta de frear o caráter didático de "Francofonia". A câmera passeia contemplativa pelos corredores do Louvre, se demorando nas expressões de pinturas e esculturas, como que evocando a alma do inanimado. Há uma sacralização aberta da arte.
The Hollywood Reporter
O tema principal de Francofonía é a arte como os despojos de guerra, e o exemplo que ele dá é o período em que o Louvre - chamado em um ponto de "a capital do mundo" – esteve sob o controle nazista.
Variety
Será que todos elementos do filme se complementam? Bem, sim, se os espectadores pensarem no filme como um ensaio poético de roda livre, altamente pessoal, mas, ainda assim, cativante.
Rubens Ewald
[...] pouco traz de novo ou mais criativo, se fixando em dois personagens reais, dando uma visão pessoal misturando material de arquivo com algumas cenas representadas, sobre Jacques Jaujard e o conde Franziskus Wolff-Metternich que colaboraram com o Louvre durante a Ocupação Nazista da França...
Washington Post
O diretor Alexander Sokurov é cheio de virtudes visuais. Por isso, é estranho, para não mencionar um pouco decepcionante, descobrir que o seu mais recente projeto [...] é tão tagarela e, com raras exceções, visualmente sem graça.