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Joy: O Nome do Sucesso
Média
4,1
674 notas e 49 críticas
18% (9 críticas)
27% (13 críticas)
35% (17 críticas)
16% (8 críticas)
2% (1 crítica)
2% (1 crítica)
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49 críticas do leitor

Mariana C.
Mariana C.

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5,0Obra-prima
Enviada em 07/02/16

Vi o filme hoje e foi muito bom , vale a pena assistir. Jennifer Lawrence soube fazer o papel da Joy , aprendi muito com esse filme !!! Merece Oscar Jenn <3

hquintel
hquintel

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4,0Muito bom
Enviada em 06/02/16

Excelente filme! Mostra varios fatores criticos de sucesso em negocios. Criatividade, perseveranca, senso de oportunidade, detalhismo, iniciativa, auto sacrificio, atencao a legislacao, suporte familiar e social. Mostra tambem um ambiente tipico que faz do capitalismo um sucesso: liberdade para empreender, fe no empreendedorismo, pouca ou nenhuma presenca do estado. Um exemplo.

Jake D.
Jake D.

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3,5Bom
Enviada em 06/02/16

Joy... o filme conta a história de uma mulher chamada Joy Mangano (Jennifer Lawrence), que mora com os pais e tem uma filha, ela nunca consegue tempo para nada, mas um dia, ela decide inventar um esfregão, bem mais prático do que o comum, e assim, ela tenta se tornar uma empresária e aparecer na tv para vender seus produtos. O elenco é muito bem escalado, Jennifer Lawrence está muito bem no filme, é uma das melhores interpretações de sua carreira. Robert De Niro, Bradley Cooper e Edgar Ramírez também são grandes atores de destaque. A direção do filme é de David O. Russell, e ele faz um trabalho muito bom aqui, não é algo inovador, mas funciona. O roteiro aqui, é o ponto fraco, pois os diálogos não são dos mais bem pensados e também apela para alguns clichês. A fotografia não é nada impressionante, mas a trilha sonora em si, é boa. Joy, é um bom filme que tem uma boa história, ótimas atuações e uma precisa direção de David O. Russell, não é o melhor filme de sua carreira, mas é bom. Recomendo!

Hugo D.
Hugo D.

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2,0Fraco
Enviada em 15/02/16

Achei um filme bem comum, na verdade bem fraco pelo elenco que tem. Ninguém se destaca e a direção é meio arrastada, com algumas voltas desnecessárias. Sinceramente é difícil entender a indicação da Jennifer Lawrence como melhor atriz no Oscar.

Diogo S.
Diogo S.

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2,5Regular
Enviada em 17/09/16

Joy não chega a ser um filme ruim, mas o maior problema aqui é que o filme nunca vai além do "quase". O primeiro ato é a parte mais problemática devido ao roteiro que apresenta seus personagens de uma maneira extremamente artificial, chega a ser estranho ver as relações de Joy com seus familiares pois nunca parece algo que uma família normal realmente faria, fica muito óbvio que é um roteiro escrito já que nenhum personagem age como um ser humano normal. Ao mesmo tempo o roteiro abusa de clichês e tentativas de humor que raramente funcionam, gerando uma história puramente desinteressante. Felizmente as coisas melhoram consideravelmente a partir da metade do filme, principalmente na parte que o personagem do Braddley Cooper aparece. A história finalmente anda pra frente, nós vemos a personagem realmente agir ao invés de apenas sofrer como ocorre no primeiro ato inteiro, e a história consequentemente se torna mais interessante, ainda que sofra devido a superficialidade da forma como a maioria das coisas são abordadas. O que realmente salva o filme é a interpretação de Jennifer Lawrence, ela convence e traz todas as nuances necessárias para a personagem, ainda que fique aquela incômoda sensação de que ela é uma atriz nova demais para o papel de uma mulher que já é mãe de família e decidida na vida. O resto do elenco, assim como a fotografia e trilha sonora do filme, não compromete mas também não faz nada demais. Joy peca por isso, não há absolutamente nada de memorável aqui, nada que te faça ficar pensando depois que assiste o filme, pois ele é mediano em todos os seus aspectos. O resultado é um filme puramente esquecível e que no fim das contas promete muito mais do que cumpre.

Alvaro S.
Alvaro S.

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3,0Legal
Enviada em 02/05/16

Joy num primeiro momento me pareceu que seria aquele filme motivador, que mexe com a estrutura cerebral de uma pessoa fazendo com que ela se identifique com a personagem principal e encontre a motivação necessária para correr atrás dos seus sonhos. Apesar de tratar-se de uma história real, não é o que acontece. O roteiro se concentra nessa figura feminina, interpretada pela atriz Jennifer Lawrence, em mais uma atuação forte, que precisa lidar com o caos que está sua família. Pais divorciados, meia irmã invejosa, ex-marido morando no porão de sua casa, e tentar ser quem ela sempre quis ser. Acompanhamos essa trajetória, percebemos todas as dificuldades enfrentadas por ela, mas a câmera nunca nos coloca como participantes dessa jornada, apenas observadores. Faltou essa ligação. No mais está tudo ali, ótimo elenco de apoio com Robert De Niro, Bradley Cooper, Isabella Rosselline, entre outros. Um trabalho de direção de arte, figurino e fotografia impecável e uma direção acima da média. Curiosidade. Com este filme a atriz Jennifer Lawrence marca a terceira parceria com o diretor David O Russel e sua terceira indicação ao Oscar num filme dele. Seu primeiro Oscar de Melhor Atriz foi pelo primeiro deles, O Lado Bom da Vida. Outra Curiosidade. Este é o quarto filme que ela e o ator Bradley Cooper contracenam juntos, os anteriores foram, Serena, Trapaça e O Lado Bom da Vida. Nota do público: 6.6 (IMDB) Nota dos críticos: 61%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $56 milhões Mundo - $101 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.

Karina T.
Karina T.

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2,5Regular
Enviada em 31/01/16

O início do filme é chato, monótono, sem fluência... Até meio incoerente. Quando entra em cena o papel desempenhado por Bradley Cooper, a história começa a ficar interessante e nos últimos 30min, o filme ficou bom.

Nelson J.
Nelson J.

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5,0Obra-prima
Enviada em 23/01/16

Precisa ser visto. Este filme retrata o sonho americano. Joy tem muitas ideias, mas falta um ambiente de negócios e determinação, considerando a sua família muito desfuncional e que além de não ajudar, atrapalha. Finalmente, no fundo do poço, chega a hora de Joy lutar pela sua ideia de um escovão de limpar o chão, reutilizável, higiênico, prático e seguro. Ela irá enfrentar muitas adversidades, por não entender o ambiente de negócios, produção e venda. Parte do problema está na falta de suporte jurídico de patentes. Joy irá se superar diversas vezes, para vencer com seu esforço, dedicação e determinação em desvendar o mundo dos negócios, suas armadilhas e trapaças. Claro, que estórias como esta nem sempre têm final feliz e muitos empreendedores não conseguem o resultado que esperavam. Jennifer está absoluta, desempenhando este papel de forma visceral e convincente. O Brasil passa por momento econômico e político dedicado e esperamos que esta estória inspire empreendedores a lutarem por suas ideias e a implementarem seus projetos, tirando o Brasil desta mesmice de esperar tudo do governo, que pouco faz e quando faz, o faz de forma ineficiente. Milhares ou milhões de empreendedores podem mudar esta história para muito melhor, trazendo emprego e desenvolvimento econômico e social.

Lu D.
Lu D.

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5,0Obra-prima
Enviada em 22/01/16

De mediano este filme não tem nada! Um filme que retrata muito bem a história de uma mulher forte e que vence e se afirma sem precisar sustentar "que toda mulher precisa de um príncipe encantado" Me fez rir, chorar, vibrar. Acho injusto apenas uma indicação. Infelizmente não é um filme para "machistas"

Danny Pimmentel
Danny Pimmentel

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2,0Fraco
Enviada em 23/01/16

Criou-se uma expectativa absurda em cima de um filme chato e enfadonho. Tendo como cartada o estrelato de atores badalados de Hollywood que simplesmente sumiram dentro de seus personagens tímidos e fatigantes, com exceção da J.L. que cumpriu o seu papel. Fora isso, filme cansado!

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