Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Se Meu Apartamento Falasse
    Média
    4,1
    73 notas e 20 críticas
    distribuição de 20 críticas por nota
    6 críticas
    8 críticas
    4 críticas
    2 críticas
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    20 críticas do leitor

    anônimo
    Um visitante
    4,0
    Enviada em 22 de dezembro de 2015
    CLÁSSICO!!! Mais um ótimo filme do gênio Billy Wilder.Depois de nos divertir em "Quanto Mais Quente Melhor",ele retorna com uma comédia romântica a altura de seus outros filmes. "Se Meu Apartamento Falasse" traz outra parceria entre Wilder e Jack Lemmon. E ainda tem a bela presença de Shirley MacLaine,que mulher linda. -Filme assistido em 22 de Dezembro de 2015 -Nota 8/10
    B.Boy Jc
    B.Boy Jc

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    4,0
    Enviada em 27 de dezembro de 2017
    Filme muito gostoso de assistir, amo filmes antigos e esse com certeza foi um dos melhores. Ótimas atuações e bastante divertido.
    Gabriella Tomasi
    Gabriella Tomasi

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    4,5
    Enviada em 10 de agosto de 2016
    Não foi a toa que este filme conquistou o Óscar em cinco categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção de Arte em Preto e Branco e Melhor Edição e, ainda, indicado em outras cinco categorias: Melhor Ator (Jack Lemmon), Melhor Atriz (Shirley MacLaine), Melhor Ator Coadjuvante (Jack Kruschen), Melhor Fotografia em Preto e Branco e Melhor Som. Billy Wilder é um diretor competentíssimo que fez clássicos da comédia romântica como: Quanto Mais Quente Melhor ( 1959), Sabrina (1954), e também clássicos do gênero noir, como: Crepúsculo dos Deuses (1950), Pacto de Sangue (1944) e Farrapo Humano (1945). O currículo é extenso e este filme não é diferente dos outros. Querendo agradar seus chefes imediatos, tentando ser reconhecido e, por conseguinte, ter sucesso em sua carreira, um homem solteiro (Lemmon) empresta seu apartamento aos executivos casados, para que eles pudessem “praticar” adultérios. Tudo muda quando C.C. Baxter (Lemmon) se apaixona por Kubelik (MacLaine), amante do chefe geral do departamento Sheldrake (MacMurray). Primeiramente, a direção do Wilder, assim como a direção de arte e fotografia é impecável em retratar o mundo corporativo. Os planos abertos em foco para um departamento gigante, bem iluminado, mas sem janelas (pois ter janelas é um luxo dos superiores, assim como a privacidade), com milhares de mesas em perfeita geometria com as luzes do teto. Sempre temos a sensação de que os trabalhadores formam uma manada, na qual raramente você consegue ser notado. É impressionante como os espaços são retratados, e como o quão gigante e ao mesmo tempo apertada uma sala ou um apartamento pode ser. É possível citar inúmeras outras cenas maravilhosamente bem planejadas. O roteiro é brilhante: simples, diálogos e narrativa inteligentes. A pista plantada para que, mais tarde, o protagonista descobrir que Kubelik é amante de Sheldrake foi muito bem pensada. E o fato de que raramente conseguimos descobrir o primeiro nome de um personagem (pois quase todos são referidos pelo sobrenome) aumenta a sensação de impessoalidade e descaso. O filme também consegue abordar inúmeros temas do cotidiano e uma crítica sutil a temas muito controvertidos para a época: o adultério; o mundo corporativo; a relação entre vizinhos (intrometidos); as relações familiares nas diversas classes sociais, entre outros. Contudo, acredito que o este roteiro conferiu um ritmo um pouco lento ao filme, com cenas que dão a impressão de serem longas, devido aos planos longos. A atuação é ótima. Baxter (Lemmon), possui, desde o início, uma característica duvidosa, por emprestar seu apartamento em troca de favores. Mas, ao contrario de que se espera, o espectador simpatiza com ele e a amante de Sheldrake, Kubelik (MacLaine), quando constatamos a vulnerabilidade, inocência e a fragilidade deles, diante de seus chefes aproveitadores e mal intencionados. O filme é classificado como comédia, mas ela vem de uma maneira bem sutil, pois sentimos muito as frustrações, os obstáculos, e a melancolia. Longe de se tratar de um filme vitimizado e triste, o humor e romance se encontram e se desenvolvem sem qualquer esforço.
    Francisco Russo
    Francisco Russo

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Mais um filme dirigido por Billy Wilder, mais um grande filme. Neste "Se meu apartamento falasse" o que surpreende é o modo como o diretor conduz a trama. Ao invés de optar pelo previsível sentido de farra que as constantes visitas ao apartamento com certeza traziam, Wilder dá um tom de melancolia ao filme ao enfocar mais a situação do personagem de Jack Lemmon, que cede seu apartamento de olho em promoções no emprego mas também se entristece por ter sua privacidade invadida e ser constantemente ameaçado por seus superiores sempre que decide encerrar de uma vez por todas o rodízio em seu apartamento. Aos poucos esta melancolia se transforma em alegria, à medida que Lemmon se envolve com a personagem de Shirley MacLaine, sem antes ser preciso enfrentar seus superiores e os problemas que a própria personagem de MacLaine possui. Com grandes atuações de Jack Lemmon e Shirley MacLaine, "Se meu apartamento falasse" traz ainda algumas questões interessantes e que merecem ser discutidas inseridas no contexto da história, como o fato de que grande parte dos personagens que trabalhavam na empresa se relacionavam com alguém da própria empresa, com o próprio filme tratando este fato como algo inevitável em empresas do porte da que é mostrada no filme."
    Alvaro S.
    Alvaro S.

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    4,0
    Enviada em 30 de janeiro de 2016
    O que mais cativa nesta obra, fora o par de atores centrais, é a forma como o diretor aborda assuntos densos com tanta sutileza. Famoso pelo cinismo em suas produções, o diretor Billy Wilder constrói uma comédia romântica com uma centelha otimista no final. Neste contexto Baxter (Jack Lemmon) cede seu apartamento para seus superiores usarem para encontros extraconjugais a fim de conquistar uma promoção no trabalho. Ele tem um amor platônico pela ascensorista Fran (Shirley MacLaine) que descobre mais tarde ser a amante de um dos seus chefes. É uma crítica implícita a moral e a ambição corporativa nos anos 50. E um filme a ser visto e revisto a fim de estudar e descobrir todas as sutilezas implícitas durante toda a obra. Curiosidade. Vencedor de 5 Oscar, Melhor Filme, Diretor, Roteiro Original, Direção de Arte e Edição. Foi indicado em outras 5 categorias, Ator, Atriz, Ator Coadjuvante, Fotografia e Som. Outra Curiosidade. Em 100º entre os melhores filmes no site IMDB. Nota do público: 8.3 (IMDB) Nota dos críticos: 93%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $18 milhões Mundo - $25 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    4,0
    Enviada em 21 de abril de 2013
    Quando assistimos ao filme “Se Meu Apartamento Falasse”, dirigido por Billy Wilder, ficamos imaginando que Matthew Weiner bebeu um pouco na fonte desse longa ao criar e imaginar o universo narrativo no qual se passa o seriado “Mad Men”. C.C. Baxter (Jack Lemmon) pode não ter o charme e a elegância de Don Draper (Jon Hamm), mas os dois personagens possuem algo muito importante em comum: a ambição e o desejo de ascenderem profissionalmente, não importa o que tem que ser feito. No caso particular de Baxter, ele empresta o seu apartamento para que os executivos da empresa em que trabalha possam utilizá-lo em seus encontros românticos extra-conjugais. Apesar disso, em sua essência, “Se Meu Apartamento Falasse” é uma comédia romântica, em que é bom ficar de olho na forma como as personagens femininas são retratadas. Assim como as Peggy Olson e as Joan Harris de “Mad Men”, a Fran Kubelik (Shirley MacLaine) de “Se Meu Apartamento Falasse” serve de objeto nas mãos de homens inescrupulosos e que ocupam posição de destaque em seus ambientes de trabalho, enquanto tenta, na realidade, encontrar um grande amor. É esse viés mais romântico que diferencia “Se Meu Apartamento Falasse” de outras comédias, até porque um filme dirigido e co-escrito pelo mestre Billy Wilder nunca envereda num caminho óbvio. O tom desse longa é de ironia, de sarcasmo e de fuga de qualquer elemento considerado clichê.
    cinetenisverde
    cinetenisverde

    Segui-los 16131 seguidores Ler as 1 122 críticas deles

    5,0
    Enviada em 17 de janeiro de 2017
    Jack Lemmon consegue a proeza de fazer dois personagens absolutamente distintos em duas comédias de Billy Wilder um ano seguido do outro. A primeira, "Quanto Mais Quente Melhor", Lemmon faz com Tony Curtis dois foragidos da polícia que se vestem de mulher e participam de uma banda que contém ninguém menos que Marylin Monroe. Já em "Se Meu Apartamento Falasse", Lemmon mora em um apartamento que serve de pulada de muro para seus "amigos" no escritório, incluindo um deles que tenta levar uma loira parecida com Marylin Monroe. O detalhe é que a única semelhança é que ela é loira.
    Mostarda sem Katshup
    Mostarda sem Katshup

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    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    O melhor do Wilder
    Rafael V
    Rafael V

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    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Filme cômico, sério e reflexivo ao mesmo tempo. Mias uma obra-prima de Billy Wilder! Cômico por mostrar as situações inusitadas de superiores da personagem de Lemmon (genial!) fazerem de tudo para term uma noite com suas amantes, no apartamento do empregado Fred; sério pela situação que Fred, pois tem sua privacidade invadida, é vítma de chatagens e ameaças dos patrões e pela paixão que começa a sentir pela personagem de Shirley MacLaine (ótima!) e pelo fato de não poder contarr para ela seu segredo e situação humilhantes e, reflexivo, pois aborda a questão do adultério, traição, assédio moral, como já fazia o dramaturgo brasileiro Nelson Rodrigues, pois o autor nacional aborda esse tema (empréstimo do apartamento para um amigo "dormir" com suas amntes) em suas crônicas da Vida como ela é... Excelente filme! Dez!
    Adolfo N.
    Adolfo N.

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    5,0
    Enviada em 18 de julho de 2013
    "Se meu apartamento falasse" (1960). Ok, o título é ruim. O original é "O Apartamento". Gostei muito deste filme. Gosto de quase tudo do diretor Billy Wilder. E este filme ainda tem Jack Lemmon e Shirley MacLaine (que era uma ótima atriz). Sem contar todos os outros atores, que são ótimos e muito bem dirigidos. É um drama com deliciosos toques de comédia. A tirada final é ótima, quase tão genial quanto a de "Quanto Mais Quente Melhor". O roteiro é de Billy Wilder e I.A.L. Diamond. Eles capricharam.
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