Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    O Lagosta
    Média
    3,2
    261 notas e 39 críticas
    distribuição de 39 críticas por nota
    5 críticas
    9 críticas
    10 críticas
    2 críticas
    6 críticas
    7 críticas
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    39 críticas do leitor

    Gabriella Tomasi
    Gabriella Tomasi

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    4,0
    Enviada em 1 de março de 2017
    (...)é uma história que evoca as melhores e piores qualidades de nossa sociedade. Ao final, fica uma interrogação: ou David faz um ato de amor, estilo Romeu e Julieta, em sua forma mais pura, ou o amor o deixou completamente cego. (...) portanto, é uma obra maravilhosa recheada de humor negro que nos impacta pela tamanha sinceridade mascarada por trás deste universo distorcido e absurdo.
    AndréL0pes
    AndréL0pes

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    3,5
    Enviada em 1 de março de 2017
    A primeira hora é boa, apesar de ser bem bizarro o filme tem cenas engraçadas de humor negro e uma sátira interessante sobre como a sociedade pensa "só será feliz se tiver um amor na sua vida", os personagens são propositalmente robóticos e frios, o problema é depois da primeira hora ai o filme perde peso e cai consideravelmente de qualidade e se recupera no final, esse é um daqueles filme que não tem meio termo, ou você gostara do estilo diferente do roteiro ou achará horroroso.
    Anderson  G.
    Anderson G.

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    4,5
    Enviada em 14 de maio de 2017
    Uma ficção alinhada a um contexto de drama presente elevada ao extremo, as buscas pela indenidade, por alguém que lhe complete, e a procura do amor através de futilidades são maus do nosso mundo ao qual a película retrata de um jeito sarcástico e único. Temos um roteiro extremamente criativo, fazendo uma sátira a grandes filmes de Hollywood de futuros distópicos como jogos vorazes, Divergente, Maze Runner... e misturado um um humor negro ao melhor estilo "Dr. fantástico" o roteiro cria um mundo de situações exageradas, inteligente, com personagens muito interessantes e bem diferente do que estamos acostumados a ver. Um mundo a onde todos tem que encontrar a "alma gêmea", caso contrario você será enviado a um hotel, a onde se no mesmo não encontrar o amor de sua vida, irá ser transformado em um animal a sua escolha, nesse contexto, temos nosso protagonista David (Colin Farrel), que é mandado ao hotel, mas acaba por viver com os solteiros da floresta, um grupo de renegados sociais que vivem a margem de uma sociedade submetida ao amor. A moral do filme visa em retratar que hoje em dias vivemos de uma carência emocional gigantesca, a onde aqueles que a conseguem são bem sucedidos e oprimem os carentes,por causa dessa opressão na busca do par ideal,as pequenas semelhanças entre homem e mulher já são o suficiente para serem considerados casais, vivemos num mundo a onde ter os mesmo gostos vai alem do amor, e tais sutilezas são retratadas de forma exemplar no filme. Tecnicamente o filme conta com uma fotografia com muitos tons de cinza, mas extremamente natural, com muitas cenas gravadas a luz do dia, e usando muitos ângulos abertos, a fotografia é extremamente fria mas tem uma beleza intrínseca em sua depressão, com uma boa edição, uma quase ausência de maquiagem que traz uma naturalidade e belezas transgressoras e um figurino apático, temos que citar também sua trilha sonora, a musica que é arrebatedora, ela é melancólica com toques clássicos misturado a batidas fortes, faz o telespectador sentir o peso do filme, misturado a narração e humor negro, o sentimento causado é algo único, não temos grandes destaques nas atuações, pois são todas caricatas, e o modelo de atuação do filme é extramente ousado, tal como seu roteiro, temos atuações extremamente teatrais que ajudam a compor mais ainda o clima do filme, temos que citar também o diretor yorgos lanthimos, já conhecido pelo ótimo "Dente Canino" o diretor tem um jeito extremamente europeu e belo de dirigir, aguardamos ansiosos suas próximas películas. Por fim "O Lagosta", é um filme que pega conceitos ultrapassados e os reinventa de um jeito magnifico, temos um final extremamente ambíguo, que trará a reflexão a todos.
    Alvaro Triano
    Alvaro Triano

    Segui-los 39 seguidores Ler as 91 críticas deles

    5,0
    Enviada em 12 de abril de 2016
    Filmes que fogem do senso comum devido sua visão de estranheza são vistos por muitos como pseudointelectuais. Por tentar perpassar uma realidade verossímil em um futuro distópico, o filme do grego Yorgos Lanthimos (Dente Canino) consegue ao mesmo tempo criticar a superficialidade das relações no século XXI e ser diferente ao ponto de transmitir o quanto somos vazios em nossos sentimentos mais afetivos. O filme "The Lobster" é uma produção melancólica que se agarra em suas metáforas para refletir a solidão de quem necessita de um par ou par ideal para que sua vida seja "Mais Feliz", vai falar justamente da corrida desenfreada e da imposição social pelo casamento como a resolução de todos os problemas. No futuro de The Lobster é proibido ficar solteiro, em todas as partes do mundo é exigido pelas autoridades um certificado de casamento para que você possa transitar livremente, caso esteja sem o seu ou a sua acompanhante. No longa conhecemos o calmo David (Colin Farrell ) recém-divorciado e conduzido para um hotel onde passará 45 dias em busca de sua alma gêmea (e bote alma gêmea nisso), caso não consiga dentro desse tempo será transformado em um animal de sua preferência, daí o título The Lobster ou A lagosta que é o animal escolhido pelo protagonista devido viver 100 anos. Para garantir mais dias no hotel, os inquilinos são obrigados a "Caçar" as pessoas na mata, os fora do sistema, para cada pessoa abatida mais 1 dia de hospedagem. No Hotel existem regras especificas que direcionam ao encontro do pretendente, desde o momento da dança (Valsa), dos exemplos de vida a dois e do apoio da gerente. Cada hospede é pressionado pelo sistema a encontrar o seu par de forma semelhante, isto é, aqueles que possuem alguma deficiência precisam encontrar alguém por igual, esse é o caso da garota hemorrágica, a mulher sem sentimentos ou o coxo. Aqueles que não se adequam ao sistema de casamento são compelidos a viverem isolados na mata, conhecidos como "Os solitários", um sistema totalmente oposto, pois aqui não é tolerado os flertes, namoros ou relacionamentos. Por não conseguir achar seu semelhante no Hotel, David é obrigado a fugir para a mata e viver como um Solitário, no entanto, nesse ambiente improvável ele encontra seu par, fugindo totalmente da regra dos dois sistemas vigentes. Em seu longa, Lanthimos consegue aproximar as diferenças, as subjetividades de forma metafórica e surreal, externando o real sentido do "Vazio Existencial" da sociedade, o design de produção aliado com a paleta de cores em tons pasteis conseguem transmitir toda a carga dramática da narrativa, em foco com uma trilha de suspense que revela a urgência de ser achado em meio a multidão. É interessante toda construção em volta de momentos chaves do filme, temos uma ópera rolando na primeira caçada na mata, uma metáfora bem interessante para as festas da atualidade e suas necessidades sexuais. Um filme de amor dos iguais que são diferentes, que no final de tudo ficam iguais de novo. Um espelho da superficialidade descrita pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman em seu livro " Amor Líquido". Um filme pseudointelectual para alguns, porém uma construção audiovisual reflexiva e impactante.
    Marco M.
    Marco M.

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    0,5
    Enviada em 17 de abril de 2016
    4 estrelas? Taobde sacanagem. O filme é ruim do começo ao fim. Filme sem pé nem cabeça. Roteiro horrível. Edição sofrível. Estrelas negativas p esse filme.
    Luis T
    Luis T

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    1,0
    Enviada em 3 de março de 2019
    Totalmente sem nexo. Sem pé nem cabeça. Uma miserável perda de tempo. Se você olhar só pelo elenco vai até se empolgar, mas não se iluda pois os personagens que eles foram escalados para representar são patéticos.
    Adriana
    Adriana

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    2,0
    Enviada em 8 de janeiro de 2019
    Filme ruim. A história é muito criativa, porém se perde totalmente quando o foco sai do hotel e vai para a comunidade na floresta. A partir daí o filme fica péssimo, sem pé nem cabeça, tedioso, não consegui embarcar mais na história (o que até então estava fazendo com entusiasmo). Não recomendo perder 2 horas da sua vida vendo esse filme.
    Gilber E.
    Gilber E.

    Segui-los 13 seguidores Ler as 3 críticas deles

    1,0
    Enviada em 11 de abril de 2016
    Chato demais.... Assisti esperando um filme incrível, mas a única coisa incrível foi o sono e tédio que me deu assistindo a este filme. Não recomendo....
    Evelyn K.
    Evelyn K.

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    4,0
    Enviada em 17 de janeiro de 2016
    Pense na pressão que você sente para encontrar alguém que te complete. Porque segundo alguma ideia, você precisa ser completado. A solidão é perigosa, imagine estar comendo sozinho, engasgar e não ter ninguém para ajudar. Uma mulher andar na rua a noite sozinha está exposta a muitos perigos. Estar sozinho(a) te expõe a um vazio depressivo, diminui sua produtividade para sociedade. Agora, pense em tudo que você fez quando era solteiro (ou mesmo agora sendo) para encontrar alguém compatível. Não era esse seu primeiro pensamento ao encontrar alguém do sexo oposto? Não procurava estar envolvido em atividades que promovessem esse encontro? Sentia o tempo passando cruelmente enquanto você via seus amigos desfrutarem de relacionamentos amorosos? Para quem ama e quem não tem quem amar, a vida sem amor é uma sobrevida. Essa sobrevida não se comunica com os que amam, não tem satisfações é solitária. Apenas assiste a felicidade dos amantes. Como funciona: Pessoas recentemente solteiras ou em idade de se relacionar são enviadas a um hotel para encontrar um parceiro viável.Lá fazem atividades que incentivam a vida a dois e são inibidas atividades que sugerem independência. São cerca de 40 dias permitidos até se encontrar um parceiro com alguma semelhança, que faça ser viável o relacionamento. Enquanto isso, eles caçam solteiros para aumentar o prazo para encontrar o parceiro. Quem consegue encontrar o parceiro está apto para viver na cidade. spoiler: È interessante a relação com sedativos no filme, aonde todos parecem sedados e conformados. Falas pausadas e lentas, sucintas. Tudo é lento. Exceto pelos extremos, a líder dos casais (diretora do hotel) e a líder dos solteiros. Ambas defendem suas perspectivas com a aniquilação da contrária. O personagem central é David (Colin Farrel) que é vulnerável em toda a sequência pela circunstância em que se encontra, com tentativas desajeitadas de se libertar. Seu animal de escolha é a lagosta, com argumentos muito interessantes, voltados para filosofia do relacionamento. Ou seja, embora ele não goste do jeito que as coisas são, ele tenta se adaptar. Em off a narração é da personagem de Rachel Weiz, sem nome. Ela tem astigmatismo assim como David, e eles se encontram enquanto solteiros independentes. Se apaixonam e pelo mesmo problema se descobrem um casal viável. È mais difícil fingir sentimentos quando não os tem, do que fingir que não tem quando tem. No entanto ao estar nesse lado, é inconcebível o relacionamento a dois, que precisam esconder o romance até a líder do grupo colocar um impedimento brutal: tirando a viabilidade do casal, cegando a personagem de Rachel. Uma comparação que encontrei interessante se dá entre o amor ingênuo dos casais que se formam no hotel, com semelhanças falsas que brotam do medo da marginalização e dos perigos da solidão, e amor genuíno que se dá pelo amor romântico que é alimentado pelo drama do impossível, Eros e Tanatos, amor e dor. Ao ficar cega diante de um sofrimento constante, o amor chega a sua prova final. Para permitir a viabilidade,David fica cego também. Nesse momento em diante ambos são sofredores constantes, dependentes um do outro e um casal viável e genuíno para habitar na cidade.
    Lis D.
    Lis D.

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    0,5
    Enviada em 26 de fevereiro de 2017
    Detestei! Não sei se eu que não entendi nadinha ou se o filme realmente é uma viagem na maionese total!
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