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Samba
Média
4,2
221 notas e 19 críticas
11% (2 críticas)
32% (6 críticas)
47% (9 críticas)
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19 críticas do leitor

Alexandre C.
Alexandre C.

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3,5
Enviada em 17/07/15
A parte "romântica" do filme poderia ter sido melhor explorado!
Deise C
Deise C

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1,0
Enviada em 09/12/18
Não gostei de nada nesse filme, o enredo do filme mto sem nexo, o protagonista Samba, se envolve com a mulher do "amigo" q depois nunca mais a vê, do nada o amigo Jonas descobre, a Alice do nada fica boa, Affff tanta coisa ruim nesse filme
Cris C
Cris C

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3,0
Enviada em 09/12/18
Desejando dar um tom leve ao dramático, o filme não tem roteiro convincente, começando e terminando linearmente. Não se aprofunda em nenhuma das mensagens pretendidas, ficando superficial.
João Carlos Correia
João Carlos Correia

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3,5
Enviada em 04/01/18
Os diretores Eric Toledano e Olivier Nakache e o ator Omar Sy, retomam a parceria que os fez serem bem sucedidos no filme Intocáveis, de 2011, que foi o filme de maior bilheteria na França nesse ano e deu a Omar Sy o prêmio César (versão francesa do Oscar) de melhor ator, sendo o primeiro negro a conquistar esse prêmio. O filme tinha como premissa básica o relacionamento de um pobre imigrante africano negro e atlético e um milionário francês branco e tetraplégico no estilo “os opostos se atraem”. Samba – que, na pronúncia francesa, fica “Sambá” - também usa essa lei da Física em sua história. Baseado no livro “Samba pour la France”, de Delphine Coulin, Samba conta a história do imigrante de Senegal (no livro, ele é de Mali) Samba Cissé (Omar Sy), que vive há 10 anos na França na casa de seu tio e ganha a vida em um restaurante, lavando pratos, mas, devido a problemas com a imigração, é preso. Uma ONG especializada em ajudar imigrantes em situação irregular assume seu caso e envia duas mulheres para cuidar de Samba: Manu (interpretada pela cantora de Rock Izïa Higelin) e Alice (Charlotte Gainsbourg, de Ninfomaníaca), uma executiva que sofreu um “burnout” devido ao ritmo excessivo de trabalho que a levou a um colapso. O “burnout” é também chamado de “síndrome do esgotamento profissional”. Segundo o Dr. Drauzio Varella, a principal característica dessa síndrome é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome manifesta-se especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso. Licenciada do serviço, Alice trabalha na ONG como parte de seu tratamento e recuperação. Manu aconselha Alice a ter um relacionamento distante de Samba, mas, pouco a pouco eles, cujas vidas têm poucas perspectivas, aproximam-se e relacionam-se. A diferença entre Intocáveis e Samba começa na forma como o tema de cada filme é tratado: no primeiro, o tema da deficiência física, embora considerado “pesado”, é tratado de forma descontraída, sem grande drama e sem ser piegas, com humor, que faz com que a atenção do grande público seja atraída e se sinta próximo dos personagens. Já em Samba, o tema dos imigrantes irregulares é tratado de forma mais séria, embora sem abdicar do humor, que é visto em várias cenas e também o aproxima do público. A vida desses imigrantes, com suas constantes preocupações em arrumar emprego, enviar dinheiro para suas famílias, regularizarem sua situação na França para não serem deportados e terem que voltar a uma situação de extrema miséria e/ou de guerra civil, é vista igualmente sem apelar para o dramalhão e a pieguice, de forma sóbria, mas sem ser tediosa. O ponto forte da dupla Toledano-Nakache é a direção de atores. Omar Sy mostra que não foi à toa que conquistou o César. Sua atuação é, ao mesmo tempo, discreta, emotiva e moderna, o que faz com que seja um dos melhores atores franceses da atualidade, a ponto de Hollywood abrir-lhe as portas, como já pôde ser visto em produções com em X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido e Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros. Charlotte Gainsbourg está no mesmo nível de Sy. Também vencedora do César e do prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes por Anticristo (2009), sua atuação é esplendorosa. É simplesmente impressionante como ela consegue fazer com que Alice, durante suas crises emocionais, passe de um estado tímido e inseguro para um raivoso e agressivo em questão de segundos. Hoje em dia, poucas atrizes conseguem atuar assim com tamanha competência. São também dignas de nota as atuações de Izïa Higelin e Tahar Rahim. Vencedora do César de Atriz Mais Promissora, em 2012, Izïa é mesmo uma grata revelação (Samba é seu segundo filme). Já o simpático Rahim, que faz o “brasileiro” Wilson, tem algumas das melhores tiradas de humor do filme e, algumas vezes, chega a roubar as cenas dos protagonistas principais. Pegando um “gancho” do parágrafo anterior, não poderia deixar de falar das menções honrosas ao Brasil: além do já citado “brasileiro” Wilson, também há canções de Gilberto Gil e Jorge Benjor e Rahim e Gainsbourg surpreendem falando português de forma correta – embora com sotaque. A escolha do elenco não foi por acaso, pois vários atores e atrizes do filme têm ligações com imigrantes. O pai de Omar Sy é do Senegal e a mãe da Mauritânia. Charlotte Gainsbourg é de ascendência anglo-francesa: seu pai é o prestigioso cantor francês Serge Gainsbourg e a mãe é a atriz inglesa Jane Birkin. Os pais de Tahar Rahim são da Argélia. Já o ator Isaka Sawadogo, que faz o papel de Jonas, e a atriz Liya Kebede, que faz o papel de Gracieuse, são mesmo imigrantes vindos, respectivamente, de Burkina Faso (antiga República do Alto Volta) e Etiópia. Um filme sobre imigrantes feitos pelos próprios e por seus descendentes. O filme mostra que países europeus como a França ainda tem uma relação mal resolvida com suas antigas colônias na África, Ásia e América. Isso se reflete no tratamento dado aos imigrantes: vistos com desconfiança (a velha história que “um estrangeiro é sempre suspeito”), tendo que submeterem-se a sub-empregos – muitos deles perigosos e insalubres – e concentrando-se em guetos ou nos campos de detenção. A xenofobia (ódio aos estrangeiros) é um problema que tem ocorrido na Europa nestes últimos anos com a ascensão de partidos conservadores e reacionários como, por exemplo, a Frente Nacional, do infame político francês de extrema-direita Jean-Marie Le Pen e de sua filha e herdeira, a igualmente infame Marine. Samba pode não ter o mesmo impacto e sucesso que Intocáveis, mas é daqueles filmes que melhoram com o passar dos anos. Em uma época na qual a Europa – e, em particular, a França – sofre com a crise financeira que teima em não terminar, com medidas de austeridade que aumentam o desemprego e cortam benefícios sociais e trabalhistas, políticas neoliberais que exigem que as pessoas trabalhem o máximo ganhando o mínimo e acabam por gerar muitos casos de “burnouts”, com a União Europeia querendo restringir a sua política de imigração tanto para imigrantes legais como ilegais e o aumento da xenofobia, o filme é, simultaneamente, um registro de seu tempo e também um alerta.
cinetenisverde
cinetenisverde

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4,0
Enviada em 17/01/17
Filme que faz uma crítica (válida) ao sistema de imigração francês, mas ao mesmo tempo flerta com a mistura de culturas e experiências. Tenta abraçar o mundo com essa ideia, dá seus tropeços por causa disso, mas ainda mantém sua força dramática nos ombros da sempre competente atuação de Omar Sy (Intocáveis), que faz o papel de um trabalhador africano ilegalmente por 10 anos, e que mesmo assim é preso e condenado a sair do país (curioso a sentença não definir para onde, pois isso não importa para a justiça francesa).
Dagoberto M.
Dagoberto M.

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4,0
Enviada em 26/09/16
Divertido, simpático, cativante, realista e jovem, essas são as principais características desse filme que não deixa de mostrar a situação atual dos imigrantes europeus.
Vilmar O.
Vilmar O.

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5,0
Enviada em 19/05/16
Ótima filme francês que aborda o drama dos imigrantes irregulares na França até que de forma cômica, porém sem perder o respeito com o sofrimento de quem lá vive nesta situação. O filme é dirigido e escrito por Olivier Nakache e Éric Toledano. No elenco estão os atores Omar Sy, Charlotte Gainsbourg, Tahar Rahim e Izïa Higelin como protagonistas.
Andréa B.
Andréa B.

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3,5
Enviada em 23/04/16
Bom filme, estória interessante sobre os imigrantes ilegais na França e como o destino de duas pessoas com realidades tão diferentes se entrelaçam.
Paulo V.
Paulo V.

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3,5
Enviada em 18/04/16
Um filme que expressa a sutileza e delicadeza cotidiana francesa que, ultimamente, está sendo pautada pela crise migratória e de segurança interna após os variados atentados terroristas. Com o bum humor adequado, "Samba" reflete essas situações relatando romanticamente as tramas que por ventura acometam aquele povo. As duas horas de duração fazem da narrativa mais complexa do que deveria ser, fato que, na realidade, é muito típico dos filmes franceses. Nesse aspecto, alguns problemas de roteiro se escancaram, prejudicando o toque de arte que emcima as boas produções. No fim, "Samba" não desmistifica a sétima arte, pelo contrário, nos encanta ao corroborar que, apesar de tudo, é possível fazer filme com leveza.
Odeio S.
Odeio S.

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4,0
Enviada em 04/11/15
O filme é baseado no romance de Delphine Coulin ‘Samba pour la France’ – lançado no Brasil pela editora Paralela, da Companhia das Letras – e conta uma parte da história de Samba (Omar Sy), um imigrante do Senegal, que vive ilegalmente há 10 anos na França se mantendo às custas de subempregos, e Alice (Charlotte Gainsbourg), uma experiente executiva que sofre com o estresse da rotina pesada de trabalho. Enquanto ele tenta sua autorização para trabalhar, ela luta para colocar a saúde e a vida pessoal no eixo e, de licença para se tratar, trabalha como voluntária em uma ONG que ajuda refugiados e é aí que as duas histórias se cruzam. O coadjuvante Wilson (Tahar Rahim), imigrante que se passa por brasileiro por acreditar que assim ‘se dará melhor’, com boas sacadas e um lado cômico, além de nos render boas risadas, nos coloca para pensar sobre a imagem do brasileiro lá fora.
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