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    Ida
    Média
    3,8
    186 notas e 28 críticas
    14% (4 críticas)
    39% (11 críticas)
    36% (10 críticas)
    4% (1 crítica)
    7% (2 críticas)
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    28 críticas do leitor

    Tiago F.
    Tiago F.

    Segui-los 1 seguidor

    4,0
    Enviada em 27 de fevereiro de 2019
    Filme do brilhante diretor Pawel Pawlikowski é delicado, fotografia fascinante e um perfeito equilíbrio entre os diálogos e o silêncio.
    c4rlc4st
    c4rlc4st

    Segui-los 8 seguidores Ler as 232 críticas deles

    4,0
    Enviada em 22 de fevereiro de 2019
    É curioso como o nome do filme, se fosse a palavra em português "ida", representaria muito bem a sua história. Ida é uma jovem freira que acompanhamos a sua ida até a casa de sua tia, até os corpos dos seus falecidos pais e por fim, até seu encontro consigo mesmo. As emoções, reações e consequências do que essa descoberta causa na vida da jovem são tão reais que é possível sentir, com a ajuda da incrível ambientação de época e direção, como uma sociedade estava dilacerada pelos terríveis acontecimentos do Holocausto. Com uma fotografia hipnotizante e um design de som preciso, nos tornamos íntimos do amadurecimento da protagonista e é possível compartilhar suas lutas internas, ainda que falte ao roteiro energia e pulso.
    Adhemar S.
    Adhemar S.

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    5,0
    Enviada em 5 de janeiro de 2016
    Fantástico, um belo filme simples com belas fotografias e um história muito emocionante. Merecidissímo o Oscar de melhor filme estrangeiro de 2015.
    Kamila A.
    Kamila A.

    Segui-los 128 seguidores Ler as 474 críticas deles

    4,0
    Enviada em 13 de dezembro de 2015
    Vencedor do Oscar 2014 de Melhor Filme Estrangeiro, o filme polonês Ida, dirigido por Pawel Pawlikowski, como o próprio título já deixa subentendido, fala sobre a jornada vivenciada pela personagem principal (interpretada por Agata Trzebuchowska), que é uma órfã criada em um orfanato mantido por freiras. Às vésperas de fazer seus próprios votos e se tornar uma freira, Ida decide ir de encontro às suas origens, ao visitar sua única parente viva, Wanda (Agata Kulesza). A partir daqui, Ida se transforma num road movie, em que tia e sobrinha, apesar de não se aproximarem emocionalmente, começam a vivenciar experiências e a entrar em contato com pessoas que irão ser fundamentais para as transformações pelas quais elas passarão e para os caminhos que elas decidirão seguir. Ida é um filme repleto de silêncios e de lacunas, que vão sendo preenchidas pela plateia, na medida em que a trama avança. O filme ganha uma força ainda maior com a linda fotografia em preto e branco.
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 8 de dezembro de 2015
    Uma boa indicação de Melhor Filme Estrangeiro.''Ida" é extremamente bonito.Com uma fotografia preta e branca,acompanhamos a história da jovem Anna.Outra grande surpresa,já que a jovem nunca havia antes atuado em sua vida.Mas, o resultado foi ótimo.
    Alvaro S.
    Alvaro S.

    Segui-los 44 seguidores Ler as 349 críticas deles

    4,0
    Enviada em 19 de outubro de 2015
    A ironia e o paradoxo da jovem noviça Ida, nas vésperas de se tornar freira, que precisa encontrar sua tia até então inexistente e ao se descobrir filha de judeus mortos durante o holocausto. Não há julgamentos das personagens principais, as vítimas desta história, elas não julgam a sim mesmas e os outros. A culpa reside em quem causou dor e sofrimento a elas. Ida é um filme de imagens! Sua fotografia é de uma poesia e beleza encantadora, mesmo se passando numa região interiorana e gélida. A câmera estática nas cenas levam a reflexão e seus enquadramentos fora dos usuais, causam um estranhamento bem vindo. Fui sendo conquistado ao poucos ao acompanhar a trajetória percorrida pela personagem. Tenho uma inquietação que me seduz a revê-lo num outro momento. Curiosidade. Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2015. Foi indicado a Melhor Fotografia também. Curiosidade. O diretor teve dificuldade em encontrar uma atriz para interpretar a personagem-título, que pediu aos seus amigos para tirarem fotografias secretas se vissem alguém que fizesse jus ao papel. Um de seus amigos viu Agata Trzebuchowska em um café, tirou a foto e a convenceu a fazer um teste. Ela acabou sendo a escolhida. Nota do público: 7.4 (IMDB) Nota dos críticos: 96%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $3,8 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 8 de outubro de 2015
    O universo em torno de Ida torna a vida tão depressiva que até passar o resto dos dias em um convento não parece uma ideia tão ruim. Filmado em preto e branco, com uma tela praticamente quadrada e uma câmera que fica praticamente parada, a atmosfera é bela, lúdica e realista. Anna (Agata Trzebuchowska), a noviça, e Wanda (Agata Kulesza), a tia, fazem parte de um conjunto de planos-detalhes (quando a tela mostra apenas um close mais intimista) que capturam a essência do que está sendo mostrado. Interessante do começo ao fim. A história gira em torno da busca do paradeiro dos corpos dos pais de Anna, que eram judeus e foram mortos durante a guerra na Polônia. Wanda, sua tia, uma juíza alcoólatra que vive um pesadelo comuno-socialista que remói seus remorsos por abandonar sua irmã, possui a maior parte das falas, mas é de Anna que capturamos a mensagem final de cada passagem. A menina está naquele dilema clichê de não querer sair do convento, mas é obrigada por sua superiora e agora começa a plantar dúvidas em sua cabeça (além, é claro, de ser linda). Ou seria clichê, já que este não é o caso. A maior parte do filme é mais sobre uma reflexão histórica e intimista do peso das decisões em nossas vidas. Ou deveria ser. A maior falha em “Ida” é nunca contar o suficiente para estabelecer seus parâmetros. Mas quem se importa? A história flui que é uma beleza, e diante de tantos cenários filmados belissimamente por dois diretores de fotografia faz o “road movie” valer toda a pena. Se desdobrando de maneira fascinante com uma série de acontecimentos nos últimos minutos do segundo tempo da prorrogação, “Ida” vira uma reflexão poderosa sobre a vida e suas rimas, mas como está com o tempo escasso de maneira superficial. Pelo menos faz o gancho com tudo o que foi visto, e de forma alguma é uma conclusão jogada. Com roteiro de menos, mas direção e fotografia de mais, o saldo é mais que positivo.
    Alyson N.
    Alyson N.

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    3,5
    Enviada em 9 de julho de 2015
    Cenas com alta densidade dramatúrgica, e uma bela fotografia. O roteiro é voltado para criar atmosfera de intimidade e silêncio, indispensável para o que se imagina de um convento. Essa atmosfera é transportada junto com a noviça para a sua breve jornada no mundo. Para tal, foi feita a elegante opção por poucos, porém inteligentes diálogos. Alguns símbolos são usados com bom gosto, como opção à mensagem falada, por exemplo o caminho da noviça até o bar, feito escada espiral abaixo, ou em seu retorno ao convento, quando do riso contido durante a refeição com suas irmãs de fé. Não se trata de um filme sobre o Holocausto. É um filme sobre autoconhecimento, em vários níveis.
    Luciano
    Luciano

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    3,5
    Enviada em 5 de julho de 2015
    Esse é o tipo de filme que só gosta quem tem empatia, caso contrário vai ser como para alguns ai, um filme lento, chato, sem sentido. Mas a verdade é que a história é muito forte, sem contar a fotografia, muito bonita
    Nathalia A.
    Nathalia A.

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    5,0
    Enviada em 24 de maio de 2015
    A fotografia mais sincera que vi entre os filmes premiados no oscar 2015, a luz e a sombra estavam aonde deveriam estar e a história não deixa nada a desejar com linda atuação de ambas, consegue passar toda melancolia, frio e sentimento que o filme propõe. Muito bom! Recomendo.
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