Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Ida
    Média
    3,8
    190 notas e 33 críticas
    distribuição de 33 críticas por nota
    4 críticas
    14 críticas
    11 críticas
    1 crítica
    2 críticas
    1 crítica
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    33 críticas do leitor

    Bruno Maschi
    Bruno Maschi

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    1,0
    Enviada em 8 de maio de 2015
    Um filme que certamente um jovem não vai gostar. Cansativo, ritmo lento demais, história sem graça, atuações fracas. Um filme literalmente horrível para nova geração, talvez bem melhor apreciado por idosos.
    Juarez Vilaca
    Juarez Vilaca

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    3,5
    Enviada em 26 de janeiro de 2015
    Um grande filme. Um drama na vida de uma mulher que tem como destino servir à igreja católica, como freira ou retornar ao que resta de sua família e ter uma vida normal. Ela se deliga do convento, por um tempo, e tenta viver uma vida normal. Seria um teste para ver se ela estaria preparada para a vida no claustro. O que ela vê, na vida normal, é muito frustrante e deprimente. Muito interessante.
    Carolina S.
    Carolina S.

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    3,5
    Enviada em 22 de fevereiro de 2015
    Meu primeiro filme polonês, bem diferente dos demais. História intrigante do pós segunda guerra, bem interessante.
    Alan David
    Alan David

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    3,0
    Enviada em 25 de janeiro de 2015
    Filme para se acostumar com a proposta dele, estilo filme Europeu dos antigos mesmo, poucas falas e takes maiores de ambientação.
    Ana Luiza A.
    Ana Luiza A.

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    4,0
    Enviada em 29 de dezembro de 2014
    Não´é filme para "qualquer dia" - em preto e branco, dá uma certa densidade mais profunda ao tema não tão digesto assim. Um filme reflexivo que fala de escolhas, renúncias, religião.. relações humanas. Recomendo que assistam. Vale a experiência e o silêncio com que sua alma saí do cinema!
    Nestor K.
    Nestor K.

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    4,0
    Enviada em 23 de janeiro de 2015
    Assisti hoje a outro filme que concorre ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira: o super premiado drama polonês "Ida". Filme impressionante, de uma beleza fotográfica deslumbrante, filmado em preto-e-branco, realmente não pode deixar de ser visto para quem é cinéfilo e aprecia filmes de ritmo lento e grande densidade cênica. É um retrato pungente e intimista da Polônia pós-guerra, a que ninguém ficará indiferente. Mas, cuidado! Não é filme para todos os paladares, e será especialmente indigesto para os apreciadores do cinemão americano, com suas grandes correrias, discussões verborrágicas, palavrões, e efeitos especiais. A música de "Ida", tal como o filme, é precisa, elegante e econômica, basicamente pianística. Uma trilha sonora tocante, e usada com grande sabedoria pelo diretor.
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 8 de dezembro de 2015
    Uma boa indicação de Melhor Filme Estrangeiro.''Ida" é extremamente bonito.Com uma fotografia preta e branca,acompanhamos a história da jovem Anna.Outra grande surpresa,já que a jovem nunca havia antes atuado em sua vida.Mas, o resultado foi ótimo.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    4,0
    Enviada em 13 de dezembro de 2015
    Vencedor do Oscar 2014 de Melhor Filme Estrangeiro, o filme polonês Ida, dirigido por Pawel Pawlikowski, como o próprio título já deixa subentendido, fala sobre a jornada vivenciada pela personagem principal (interpretada por Agata Trzebuchowska), que é uma órfã criada em um orfanato mantido por freiras. Às vésperas de fazer seus próprios votos e se tornar uma freira, Ida decide ir de encontro às suas origens, ao visitar sua única parente viva, Wanda (Agata Kulesza). A partir daqui, Ida se transforma num road movie, em que tia e sobrinha, apesar de não se aproximarem emocionalmente, começam a vivenciar experiências e a entrar em contato com pessoas que irão ser fundamentais para as transformações pelas quais elas passarão e para os caminhos que elas decidirão seguir. Ida é um filme repleto de silêncios e de lacunas, que vão sendo preenchidas pela plateia, na medida em que a trama avança. O filme ganha uma força ainda maior com a linda fotografia em preto e branco.
    Marcio S.
    Marcio S.

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    4,0
    Enviada em 6 de março de 2015
    Este filme é um road movie, extremamente intimista, onde a fotografia que ao mesmo tempo é impecável ajuda a narrativa a ser conduzida e algumas vezes parece até falar mais do que qualquer diálogo. O diretor Pawel Pawlikowski realiza uma obra que iremos conhecendo aos poucos assim como a protagonista vai conhecendo os acontecimentos referentes a sua família. Ida (Agata Trzebuchowska) vive em um convento e está prestes a fazer seus votos e se tornar freira. Antes disso acontecer a freira superior (Halina Skoczynska) diz que ela antes deve ir encontrar sua tia Wanda (Agata Kulesza), sua única parente viva, e após retornar poderá realizar seus votos. O filme é realizado em uma razão de aspecto 4:3 o que torna esse road movie com uma atmosfera mais intimista e junto com sua fotografia em preto e branco só ratificam a natureza da narrativa que estamos assistindo à medida que iremos descobrindo acontecimentos do passado de nossa protagonista. Porém há momentos que a fotografia do filme começa a se impor em relação a narrativa através de planos extremamente bem criados, que apesar de serem muito bonitos são extremamente melancólicos, lúgubre e tristes condizendo com a narrativa. Isso faz com que não haja um contraste em relação a narrativa e acaba ajudando a compor esteticamente o filme. Assim como o filme é uma breve jornada de conhecimento de nossa protagonista, há cenas construídas que evocam sentimentos ou metaforicamente tendem a nos falar algo. No início o diretor parece que assim como dar um retoque na imagem de Jesus, daremos o início para alguns retoques na vida de Ida. Esse retoque será muito mais metafórico por uma busca que parecia adormecida em seu interior. Assim percebemos sua admiração e observação pela vida fora daquele mundo dela e para isso o diretor a coloca separada por um vidro de ônibus ou ao chegar na casa da tia entra por algo semelhante a um corredor fechado que a levará (logo em seguida irá subir as escadas para uma porta que irá se abrir para ela) para seu interior. Outro plano interessante é quando mostra Ida conversando com um músico em uma grade anterior a eles. Algo nessas grades parecem formar uma figura simples que indica algo entre eles. Um dos pontos mais interessantes são as dúvidas referentes a vida de nossa protagonista. Como todos nós seu desejo por experimentar será crescente para assim determinar a decisão de sua vida. Seu questionamento sobre o depois, o depois e o depois parece passar uma insatisfação crônica sobre qualquer possibilidade de uma vida que a satisfaça. Quando consegue suprir sua necessidade em descobrir sensações percorrerá (mais uma vez um plano que pode dizer algo sutil) uma estrada de volta principalmente ao seu verdadeiro eu e assim tomar sua decisão. Realizando algo que busque uma sutileza na forma de compor seus planos, Pawel Pawlikowski realiza um filme que é conduzido bem lentamente, o que para muitos pode ser algo desinteressante, mas que apresenta uma força real em relação a sua narrativa.
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 8 de outubro de 2015
    O universo em torno de Ida torna a vida tão depressiva que até passar o resto dos dias em um convento não parece uma ideia tão ruim. Filmado em preto e branco, com uma tela praticamente quadrada e uma câmera que fica praticamente parada, a atmosfera é bela, lúdica e realista. Anna (Agata Trzebuchowska), a noviça, e Wanda (Agata Kulesza), a tia, fazem parte de um conjunto de planos-detalhes (quando a tela mostra apenas um close mais intimista) que capturam a essência do que está sendo mostrado. Interessante do começo ao fim. A história gira em torno da busca do paradeiro dos corpos dos pais de Anna, que eram judeus e foram mortos durante a guerra na Polônia. Wanda, sua tia, uma juíza alcoólatra que vive um pesadelo comuno-socialista que remói seus remorsos por abandonar sua irmã, possui a maior parte das falas, mas é de Anna que capturamos a mensagem final de cada passagem. A menina está naquele dilema clichê de não querer sair do convento, mas é obrigada por sua superiora e agora começa a plantar dúvidas em sua cabeça (além, é claro, de ser linda). Ou seria clichê, já que este não é o caso. A maior parte do filme é mais sobre uma reflexão histórica e intimista do peso das decisões em nossas vidas. Ou deveria ser. A maior falha em “Ida” é nunca contar o suficiente para estabelecer seus parâmetros. Mas quem se importa? A história flui que é uma beleza, e diante de tantos cenários filmados belissimamente por dois diretores de fotografia faz o “road movie” valer toda a pena. Se desdobrando de maneira fascinante com uma série de acontecimentos nos últimos minutos do segundo tempo da prorrogação, “Ida” vira uma reflexão poderosa sobre a vida e suas rimas, mas como está com o tempo escasso de maneira superficial. Pelo menos faz o gancho com tudo o que foi visto, e de forma alguma é uma conclusão jogada. Com roteiro de menos, mas direção e fotografia de mais, o saldo é mais que positivo.
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