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    Homem-Aranha: Longe de Casa
    Média
    4,3
    441 notas e 53 críticas
    15% (8 críticas)
    34% (18 críticas)
    23% (12 críticas)
    15% (8 críticas)
    8% (4 críticas)
    6% (3 críticas)
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    53 críticas do leitor

    João F
    João F

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    4,0
    HOMEM ARANHA LONGE DE CASA Multiverso?! Edith é prima da Verônica?! Uma análise de fã para fãs. Por João Ferreira A grande questão que fica é: Homem Aranha Longe de Casa é o fechamento da Fase 3 de filmes do UCM? E a resposta é um sonoro: NÃAAAAOOOOOOOOO!!! Esse filme é um filme que trabalha muito mais a abertura que o fechamento de um ciclo. As pontas soltas referentes as pessoas que foram dizimadas são muito bem explicadas aqui, sem os detalhes necessários, mas de forma objetiva que é um costume nos filmes do gênero, agilidade em mostrar as informações haja vista o Aranha não ser um personagem como Pantera Negra, Homem Formiga ou Doutor Estranho, sua mitologia é conhecida e os diretores se apropriaram disso para adiantar coisas. Ainda vemos um Peter Parker muito ingênuo, mesmo tendo ido ao espaço e enfrentado um exército alien, ainda é um garoto do Queens, com problemas da idade, inclusive para se declarar para a garota que gosta. Não parecer ser um rosto que inspire liderança, pois não vimos desenvolvimento, pelo menos não nesse longa. Ele pode ser o rosto da Marvel no futuro, mas quando for melhor explorado. Nas HQ’s Peter é um gênio e vimos isso muito bem nos filmes da Sony, já na Disney/Marvel ainda não está bem estabelecida essa genialidade. A nostalgia diante da morte de Tony Stark é muito presente no filme, o rosto do Homem de Ferro é visto em todo o filme e em alguns momentos esse sentimento afeta Peter de forma que os amigos, tia May e Happy ajudam muito. O plot do filme é o surgimento de uma ameaça no México, sendo investigado por Nick Fury e Maria Hill e junto dessa ameaça surge um aliado. Em meio a esses eventos Peter e os amigos de escola estão indo de férias para Europa, onde convenientemente surgem ameaças similares. Diferente dos filmes antigo do Aranha nesse a linha entre herói e civil é bem definida, o cruzamento dessas linhas acontece, mas é criado situações para isso. Ou seja, não é algo mais natural. Os dilemas adolescentes contrastam muito bem com Homem Aranha em ação, que por sinal aqui aparece em cenas melhores, mostrando mais atributos e enfim, o sentido aranha é mostrado, de forma até meio engraçada no início e fundamental no desfecho. Os elementais são muito bem feitos, o CGI não erra em nada, a ameaça parece muito real mesmo e quando é explicado suas origens você entende o motivo deles serem tão reais e ameaçadores. Essas ameaças dão a entender que um herói que é urbano e tem poderes de certo modo, práticos, não teriam chances contra ameaças desse porte e aí que entra nosso vilão e o plot twist que explica tanto sua origem como suas motivações e mostra ele como uma solução momentânea para essas ameaças. Surge um novo vingador? Que o Mysterio é o vilão, todo o público sabia, mas o fato de como isso seria mostrado é que era o que intrigava ainda os fãs. Como um perito em efeitos espaciais ou um viajante entre realidades, essas eram nas revistas as origens dos poderes do Mystério. Mas será que ele poderia ser um herói? Peter entende erradamente que Beck pode ser o novo Tony Stark e entrega a ela uma tecnologia que tinha sido um presente de Stark e em torno disso a trama circula. Canonicamente falando essa eram as intenções dele, fazer parte de um grupo de heróis como os Vingadores, encobrir seu passado, crimes e ser feito dele um herói. Carisma o personagem tem, não podemos negar, mas até quando o Homem Aranha terá sua galeria de vilões ligados diretamente a pessoas que querem se vingar de Stark, Vingadores ou levar vantagem diante de sua ausência ou falhas dos heróis mais poderosos da Terra? O ponto alto são as cenas de ação. Complexas, bem casadas nas interpretações, capturas de movimentos e CGI. Foca em novos movimentos e tem muitas referências, tanto do UCM como das HQ’s, como a sala de espelhos e pouso do Homem Aranha como Homem de Ferro fazia. As interações com os elementais e os cenários, as cidades europeias, criam uma atmosfera visual diferentes e estimulantes. Embora o filme tenha muitas piadas, muitas delas fora de contexto, isso não estraga a experiência. Essa tal tecnologia deixada por Stark, como um presente, apropriada indevidamente por Mysterio e seus aliados e recuperada por Parker, em nada parece com algo que pudesse encerrar as aventuras da Saga do Infinito. Mas parece ser algo que pode ser usado no UCM com toda certeza. Aprender a lidar com essas interfaces pode colocar Peter no centro de fato das aventuras dos Vingadores, mas precisamos que ele seja mais orgânico e menos apadrinhado. O filme como um todo é muito bom, misturando as aventuras de sessão da tarde com a presença de um herói tão icônico, mostra que a Disney/Marvel tem em mãos roteiristas muito bons, que podem adaptar com sucesso personagens tão importantes como Mysterio e nas cenas pós créditos é visível que a Marvel tem mais 10 anos de aventuras programadas. Sim, adaptações de muito sucesso estão por vir. Uma das cenas pós crédito é bem ligada ao universo do Homem Aranha e dá inúmeros desdobramentos. A outra cena já sai desse universo urbano e vai pro cósmico, será que o prelúdio de uma nova grande saga está sendo mostrada aqui?
    Alan David
    Alan David

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    3,5
    Homem-Aranha: Longe de Casa está divertido e bem humorado como o primeiro, mas sem o impacto da novidade e apostando novamente na inexperiência do herói, em contrapartida, traz cenas de ação visualmente belas e empolgantes, agradável de se assistir e sem grandes impactos até a primeira cena pós crédito. Para ler a crítica completa, link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2019/07/critica-cinema-homem-aranha-longe-de.html
    Alvaro Triano
    Alvaro Triano

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    4,5
    A continuação do “Amigo da Vizinhança” tem características semelhantes ao seu antecessor (De volta ao lar), mas com uma pitada a mais de romance juvenil. “Homem-Aranha: Longe de Casa” é um filme doce e fofo que remete, diretamente, os longas de John Hughes (Clube dos Cinco, Curtindo a vida adoidado, A Garota de Rosa Shocking) e isso é muito bom! Nesse novo filme, temos muito mais de Peter Parker (Tom Holland), do que o Aracnídeo cabeça de teia. A produção foca muito mais na relação dele com A MJ (Zendaya), ótima atriz, e a química entre eles funciona e muito! Mesmo com a ameaça dos elementares e a presença da Shield e do Mistério, “Longe de Casa” é muito mais amor adolescente e amizade, tipo aquela sessão da tarde que a gente curte de montão. O diretor Jon Watts (Clown e A viatura), consegue entregar um trabalho OK, ação na medida certa - as cenas psicodélicas com o Mistério são fantásticas - e uma parcela de dramédia juvenil. Mesmo assim, fica evidente as características do maior personagem da Marvel em seu segundo filme, temos mais do brilhante sentido aranha e muito mais de um herói que age com o coração, essência do Homem-Aranha. Eu gostei demais! Mesmo que não seja uma versão para mim que cresceu lendo HQs e que foi totalmente impactado pelo melhor Aranha/Parker de todos os tempos: Tobey Maguire da trilogia do Sam Raimi.
    Eduardo Santos
    Eduardo Santos

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    3,0
    Primeira coisa a ser dita, como no trailer do filme em que o Tom Holland já avisa de cara: se você não viu Vingadores Ultimato, melhor nem ver essa nova aventura do Homem-Aranha, embora mesmo quem não viu ainda o último filme dos Vingadores (se tal pessoa existe) já deve saber o desfecho. Não darei spoilers, mas dito isso, posso dizer que Longe de Casa é um daqueles filmes de entretenimento vazio, mas que flui bem na maior parte do tempo. O filme começa morno e depois melhora consideravelmente, talvez pelas belíssimas imagens de cidades europeias, ou talvez pela previsível, mas interessante mudança de rumo que o filme toma em determinado momento devido ao vilão da história. Porém não se engane. Longe de Casa é um filme raso, de piadas dispensáveis e previsibilidade nas alturas. O roteiro é fraco, algumas cenas vexatórias, ainda mais pensando no potencial da história a ser contada. Contudo, é um filme de puro entretenimento fácil, que se prende no carisma de seu protagonista e de seu vilão para engrenar. Triste ver uma ideia tão consistente ser diluída em efeitos especiais de médio impacto e uma fragilidade narrativa gritante. A forma com que tudo se resolve é simplista demais, também. Por outro lado, é divertido ver essa aventura, pois Tom Holland é carismático e tem mesmo o perfil do aracnídeo. E apesar dos diálogos superficiais, o filme prende a atenção. Tudo bem que temos todos os estereótipos e dilemas chinfrins que já estamos acostumados, mas ainda assim o filme consegue divertir. Há 2 cenas pós-crédito: a primeira talvez seja a melhor que eu lembre de ter visto no universo Marvel, que chega a causar aquele impacto, tipo “E agora? Vou ter que esperar o próximo filme pra ver...”. Entre muitos altos e baixos, o filme consegue ser mais interessante que Ultimato, mas está longe de ser um filme memorável. É pra ser assistido e ser esquecido em seguida, como a maior parte dos filmes do gênero. Mas com pipoca e refrigerante, é diversão certa para uma tarde despretensiosa.
    Matheus 79
    Matheus 79

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    5,0
    Esse é o melhor filme do Homem-Aranha de todos os tempos, eu ainda não estou conseguindo acreditar q no pós crédito [SPOILER] aparece o JJ. Jameson da primeira trilogia do Homem-Aranha com Tobey Maguire, e aquela cena do Peter escolhendo o uniforme e o Happy vendo e botando a música principal do Homem de Ferro, eu me senti voltando para 2008, esse filme é tão bom q parece q o Mistério tá fazendo uma ilusão. 2º melhor filme da Marvel, o 1º ainda é Ultimato.
    Henrique P
    Henrique P

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    4,5
    Filme muito bom, com uma otima atuação do ator que faz o Peter e do que faz o Mistério, porém o vilão(mistério) foi pouco desenvolvido, história que o levou ao que fez, sem graça e pouca ação de fato, por parte dele.
    Vitor Araujo
    Vitor Araujo

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    3,5
    Conclusão leve, jovem e divertida da fase 3, com clima de férias, aumento da responsabilidade, hologramas e Europa. Bem divertido, para relaxar. Porém é tudo mentira.
    Felipe F.
    Felipe F.

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    3,5
    Homem-Aranha: Longe de Casa é mais um filme do padrão Marvel de produções, é engraçadinho, não tanto como o primeiro. Tem ótimas cenas de ação e belos efeitos visuais. O vilão de Jake Gyllenhaal é razoavelmente bom, foi pouco explorado visto o enorme potencial que tem o ator. Tom Holland está bem mais uma vez. Temos também ótima trilha sonora, principalmente o tema do vilão Mistério. Mas temos coisas patéticas como um início de namoro entre dois personagens após pouco mais de 9 horas juntos. Fora que, a melhor reviravolta ou plot twist é deixada para uma cena pós créditos (?). Homem-Aranha: Longe de Casa funciona, é um bom filme, temos de acostumar com o novo teioso, talvez demore tempo para isso, visto que, eu, particularmente, ainda não sinto empatia pelo aranha de Tom Holland como sentia pelo aranha de Tobey Maguire, talvez seja o pouco lado humano explorado pelo estúdio até então, o excesso de tecnologia nos uniformes, até mesmo o excesso de trajes, só neste longa vemos o herói em 5 trajes diferentes, mas enfim, ainda não chega nem perto dos filmes da década de 2000, mas é louvável ir assistir a mais nova obra, um bom filme, leve, divertido e agitado.
    Daniel N.
    Daniel N.

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    4,0
    Para quem vem de Ultimato, fatalmente sentirá falta de mais ação... é um filme adolescente, uma "Sessão da Tarde" no Universo Marvel.
    Winneton
    Winneton

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    3,5
    No meu ponto de vista... Nesse filme é amplamente sensitível todas as consequências decorrentes dos dois filmes da Marvel (Guerra Infinita e Ultimato). Observando sob o prisma humano de quem tinha uma fonte de inspiração (Tony Stark), acho compreensível o roteiro dado ao ator e apresentado a nós nos cinemas sob todas as decisões e responsabilidades a se assumir, mesmo que contrário aos seus objetivos naquele momento. Numa visão geral, considerando a escalada do Homem-Aranha desde o primeiro filme nesse universo da Marvel, vejo sim um crescimento satisfatório não apenas no que diz respeito ao próprio personagem como herói, mas, considerando todos os acontecimentos que envolvem o Homem-Aranha numa jornada positiva em que ele se descobre e amadurece gradativamente, buscando manter as relações sociais e valorizando quem ele é e de onde veio. A pura simplicidade! E em meio a essa jovialidade há claramente a necessidade, quase que por obrigação, de se tornar algo maior... Onde Nick Fury se mostra mais ativo em cobrar uma posição de Parker sobre suas prioridades e responsabilidades. Quanto ao filme, no geral e desconsiderando o personagem, vê-se que há algumas pontas soltas ou deixas para se trabalhar uma possível continuação do UCM, como a possível Torre Baxter em substituição a Torre Stark e a estação espacial chamada ou conhecida como Pico da S.W.O.R.D que de certa forma uma ramificação mais ampla da S.H.I.E.L.D em construção ou em fase de acabamento no espaço, com Fury tomando um sol. Mas enfim... Vamos ver as outras teorias.
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