Notas dos Filmes
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    Amy
    Média
    4,4
    218 notas e 26 críticas
    distribuição de 26 críticas por nota
    15 críticas
    9 críticas
    2 críticas
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    26 críticas do leitor

    Kamila A.
    Kamila A.

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    5,0
    Enviada em 15 de fevereiro de 2016
    Apesar de ser um documentário na acepção mais clássica desse gênero, Amy, filme dirigido por Asif Kapadia, introduz uma forma diferente de contar a história da cantora e compositora Amy Winehouse, uma das vozes mais fortes e marcantes dos últimos anos. Mesmo com diversos depoimentos das pessoas que fizeram parte da trajetória curta – porém significativa – de Winehouse, o foco de Kapadia está na própria cantora, como se ela mesma estivesse contando sua história – uma vez que a imagem de Amy é o elemento predominante nos 128 minutos de duração desta obra. O formato curioso de Amy ainda pode ser visto na linha narrativa que Asif Kapadia adota para seu documentário. Ao invés de partir das origens de Amy Winehouse para mostrar a sua jornada como cantora e compositora, o diretor começa seu filme já a partir do momento em que Amy introduz sua carreira como cantora, no lançamento de Frank, seu primeiro disco, em 2003. Aqui, é importante mencionar, já temos os traços que fizeram de Winehouse uma das artistas mais únicas dos últimos anos. O mais principal deles: o fato de que Amy era uma cantora que tirava da sua vida o seu propósito na arte. Neste sentido, é importante fazermos um adendo: Frank foi uma experiência que revelou todo o potencial de Amy Winehouse como artista, ao mesmo tempo em que foi mostrou para a cantora os caminhos que ela não gostaria de seguir. Amy queria que a sua música sobressaísse, ao invés de ser o seu jeito de ser que chamasse a atenção. E, talvez, esse foi o maior desafio que ela enfrentou. Da mesma forma, foi durante todo o período de divulgação e de turnê de Frank que ela acabou conhecendo a pessoa que mudou a sua vida: Blake Fielder-Civil, com quem ela viveria um romance arrebatador e que inspiraria todo o álbum que a transformou numa estrela: Back to Black. Quando Back to Black foi lançado, em 2006, Amy Winehouse já era uma artista que chamava a atenção da mídia por causa das polêmicas envolvendo seu nome com o uso abusivo de álcool e drogas, bem como a sua magreza excessiva (resultante também de anos de distúrbios alimentares). A verdade é que Amy Winehouse foi uma celebridade clássica da era da Internet, em que a informação circula livremente na grande rede, em vídeos no YouTube, postagens no Facebook e fotografias indelicadas publicadas em sites e tabloides que fazem a cobertura da vida das estrelas. Amy Winehouse era vigiada constantemente, ao ponto de qualquer deslize cometido por ela estar em minutos sendo conhecido a nível mundial. Em consequência disso, Winehouse foi se afundando, cada vez mais, em uma trajetória auto-destrutiva, num caminho sem volta. Para mim, Amy se perdeu por meio daquilo e das pessoas que ela mais amava. E é essa a constatação mais triste de um documentário que, em seus minutos finais, só nos deixa mais arrasados ainda por vermos que o processo de decadência física e emocional de Amy Winehouse foi algo ao qual todos assistimos sem que ninguém tivesse feito nada para ajudá-la a se levantar novamente.
    anônimo
    Um visitante
    4,5
    Enviada em 10 de fevereiro de 2016
    -Filme assistido em 10 de Fevereiro de 2016 -Nota 9/10 Qualquer pessoa com certeza ouviu falar em Amy Winehouse nos anos 2009 até mais ou menos 2011.Seja pela música,ou seus problemas pessoais com álcool e drogas.Asif Kapadia faz outro belíssimo documentário,depois de realizar "Senna" de 2010.Aqui ela mostra a vida a artista principal com riquíssimos detalhes.Temos bastantes fotos,vídeos e áudios,da infância até a morte prematura da cantora. Temos no início,um vídeo caseiro,que mostra Amy com alguns amigos,curtindo uma festinha particular,e mostrando a potência de sua voz,cantando o singelo 'parabéns pra você'.Nesse vídeo,Amy tem apenas 14 anos de idade,e rouba a cena com aquele vozeirão. Nesse documentário,temos duas figuras para crucificar.Primeiro,temos o pai de Amy.Em algum momento da fita,a cantora fala sobre ele.Ela diz que fará o que ele mandar,irá onde ele mandar.Um depoimento dela quando grava seu segundo álbum "Back to Black",o filme deixa bem claro se ela tivesse ido procurar tratamento naquele momento de sua vida,talvez não tivesse o fim que teve,mas seu pai dá o total apoio a situação da filha,então ela entendeu que aquilo ali era a coisa mais normal do mundo. Segundo,o seu namorado Blake.Temos vários momentos em que o casal se separa e volta.Entra no mundo das drogas pesadas,e depois tentam largar o vício.Fica claro a vontade de Amy em sair daquela vida.Só que tem a sombra de Blake ao seu lado impedindo o progresso.Por vezes também vimos a volta por cima em que Amy dá em sua carreira,só que Blake está lá para impedir também um novo contrato.Ficam nessa situação até o derradeiro término. No documentário,temos trechos super dramáticos,totalmente inesquecíveis.Numa apresentação do Grammy,quando ela venceu por "Back to Black",derrotando grandes nomes da música,como Beyoncé e Rihana,ela chama sua melhor amiga no canto,e lhe diz:"Nada disso tem graça sem as drogas",vimos que Amy estava na sua melhor fase na carreira,só que não soube aproveitar o momento.O documentário ainda mostra que a cantora se empenha bastante no inicio de sua carreira,uma coisa que não vimos depois de sua explosão no meio musical.Uma pena ter perdido tão cedo uma artista com uma voz inconfundível,como perdemos AMY.
    Caio B.
    Caio B.

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    4,0
    Enviada em 13 de janeiro de 2016
    Em seus primeiros cinco minutos, o documentário “Amy” (Inglaterra-2015) dirigido por Asif Kapadia já mostra ao que veio com uma declaração da própria cantora em 2003. “Não quero ficar famosa, ser uma celebridade, se for morro ou enloqueço. Quero apenas fazer a minha música”. Dito e feito. Amy Winehouse é sem dúvida o maior nome surgido na chamada música adulta até agora neste século XXI. Dona de uma voz potente de timbre impecável, cantava jazz, blues e pop com a mesma segurança e competência. Nos deixou precocemente por abuso de álcool e drogas aos 27 anos em julho de 2011. Com vida atribulada, desestrutura completa no âmbito pessoal e familiar e cercada de ávidos interesseiros querendo um pedaço, ou melhor, um punhado de dinheiro que ela podia oferecer com seu talento impecável, Amy Winehouse não aguentou a barra de viver num sistema imediatista que preza o ter e não o ser, o obter a fama, qualquer fama e não a arte em seu estado puro. O documentário é feliz em mostrar que a cantora não é vítima e nem culpada pelo seu fim trágico e sim apenas mais uma peça utilizada. O pai ausente na infância e agora interesseiro, a mãe indiferente o marido problemático que a ajudava a afundar e as amigas de infância impotentes diante da decadência. Tudo isso é retratado fielmente no filme, que nos traz um ser humano Amy Winehouse completamente perturbada e traumatizada que não conseguia conduzir sua vida. Vivia à deriva. Prefiro celebrar o legado musical maravilhoso que Amy nos deixou ao invés de ficar como um carcomido lhe apontando o dedo. Não houve maior prejudicado que ela mesmo, em seus abusos. Talvez fosse o jeito dela aguentar essa sociedade. Definitivamente existem pessoas privilegiadas com essa estranha revolta e essa assustadora clareza sobre o mundinho bem mais ou menos que nós vivemos. Uns resistem, outros não no mar das aparências, sordidez e hipocrisia. São estranhos no ninho, como Amy.
    Rodrigo Gomes
    Rodrigo Gomes

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    5,0
    Enviada em 17 de janeiro de 2017
    Morre uma lenda. Uma simples mulher, que através do seu dom de cantar fez história e marcou o mundo. Com suas letras duras, tristes e obsuras, em tão pouco tempo alcançou o topo, perdendo tudo para seus vícios. Esse filme documentário, nos apresenta toda a trajetória até seu declínio, de forma completa e sem censura. Excelente e doloroso.
    Vitor Araujo
    Vitor Araujo

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    3,5
    Enviada em 4 de abril de 2016
    Amy. Vícios. Fama. Talento. Desperdício. Drogas. Álcool. Jazz. Sucesso. Parado. Exclusivo. Revelador. Legal.
    Marcelo S
    Marcelo S

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    5,0
    Enviada em 26 de maio de 2017
    A primeira vez que vi a Amy foi em 2007 num comercial da MTV em um trecho do clipe de Rehab, "a cantora que estava conquistando a Europa e os States", eles diziam. De cara eu gostei de 'Rehab' e 'Back To Black' e durante a divulgação de 'You Know That I'm No Good' reconheci a artista foda que ela era e comprei o disco 'Back To Black'. Existem muitas bandas e atristas dos quais sou fã e dos quais gosto muito, por isso digo que o caso da Amy foi excepcional, pois ouvi esse disco de cabo a rabo até "furar" durante uns dois anos seguidos, tamanha era a qualidade das 11 faixas presentes no álbum. Seus shows eram uma aula de música, as músicas ganhavam vida ao vivo, com um resultado muito melhor do que encontrado no disco, basicamente dentro de 1 ano virei fã de Amy e sempre acompanhava os lançamentos dos singles, clipes e de notícias que saíam dela. Muita coisa mostrada no documentário saiu nas notícias da época, seja na MTV, nas revistas, nos tablóides ou nos programas e Telejornais de TV. E confesso que já percebia que a Amy estava se perdendo em sua vida quando atrasava em seus shows, ou sequer aparecia neles, chegava a ser algo cômico pra pessoas comuns como eu que não tinham ideia do que acontecia em sua vida pessoal. Ainda mais quando fotos de Amu super magra, acabada, com os dentes já gastos e tortos circularam na internet e em revistas de fofoca, era a decadência de uma mulher extremamente linda e talentosa. Naquele sábado de 23 de Julho, á tarde, estava na internet na sala de casa e ao entrar se não me engane no site MSN, vi a notícia em destaque que corpo de Amy Winehouse foi encontrada sem vida em sua casa, e naquele momento fiquei perplexo com a notícia, impactado pelo que tinha acabado de acontecer, pasmo por não acreditar, triste por ler aquilo e ao mesmo tempo nenhum um pouco surpreso, pois pelos últimos meses era algo inevitável, que infelizmente presenciaríamos tal acontecimento. Para pessoas como eu que já conheciam o Trabalho de Amy e que acompanhou sua carreira, esse documentário é algo mais íntimo, assistimos com mais afinco, é como se fosse um álbum retrato, sabíamos o que se passava mesmo que fosse 2% do entendimento. Para as pessoas que conheciam por cima ou não conheciam, não se prendam somente ao documentário, comprem o disco e vejam os shows e entrevistas no Youtube. O trabalho de amy ficará marcado na história da música para sempre.
    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    5,0
    Enviada em 9 de novembro de 2016
    Amy a musa do Jazz mundial de uma forma mais expressiva e aberta, documentário maravilhoso de uma artista perfeita e de muito sucesso, altos e baixos de Amy falado por pessoa próximas dela ou seja fatos reais de uma diva!!
    Jonas Furtado Bittencourt
    Jonas Furtado Bittencourt

    Segui-los 1553 seguidores Ler as 550 críticas deles

    5,0
    Enviada em 2 de maio de 2019
    Um retrato emocionante da conturbada vida de uma grande artista. Amy Winehouse era uma alma frágil escondida por trás de uma voz poderosa que sempre estará conosco. Este devastador documentário captura a essência de Amy de uma forma impressionante, há momentos em que nós nos sentimos na pele da cantora. Uma grande estrela destruída pelas próprias desilusões e muita intriga da mídia sensacionalista. Um excelente longa sobre o alto custo da fama.
    Jessica Souto
    Jessica Souto

    Segui-los 12 seguidores Ler as 42 críticas deles

    5,0
    Enviada em 26 de dezembro de 2017
    Esse documentário foi simplesmente perfeito e explicou tudo o que o público deveria saber sobre a vida de Amy. Chocante, revelador e reflexivo!
    Dayana Simões
    Dayana Simões

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    5,0
    Enviada em 25 de setembro de 2015
    Tive a grande honra de participar da Premiere do documentário que rolou ontem no MIS-SP. Ainda me faltam palavras para descrever tamanha emoção. Sem dúvida o longa que retrata muito bem a trajetória da Diva está muito além de agradar apenas fãs. Imperdível e quase impossível conter as lágrimas!
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