Notas dos Filmes
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    Horas Decisivas
    Média
    4,0
    192 notas e 18 críticas
    distribuição de 18 críticas por nota
    4 críticas
    7 críticas
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    18 críticas do leitor

    Jake D.
    Jake D.

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    3,5
    Enviada em 11 de junho de 2016
    Horas Decisivas... baseado em uma história real, o filme conta a história de quando, em 1952, uma nevasca faz com que uma plataforma de petróleo se rache, sendo assim, oitenta e quatro tripulantes vão parar no mar. Enquanto isso tudo acontece, uma equipe de guardas costeiros tenta resgatar as vítimas.O roteiro em si, não é nada original, pelo contrário, é até clichê, e conta com alguns diálogos um pouco mal escritos entre os personagens. A direção Craig Gillespie é muito boa, ele acerta a mão e a câmera consegue estar nos ângulos certos na maioria das cenas. O elenco é muito bem selecionado e competente. Casey Affleck, Chris Pine, Ben Foster, e todos os outros atuam bem e mostra o desespero de passar por tudo aquilo. A fotografia é bem bonita e o mar é muito bem filmado, não sei como conseguiram fazer algo tão incrível. Já a trilha sonora é completamente esquecível, há horas em que a trilha não combina com a estrutura do filme, e isso prejudica bastante. No final das contas, Horas Decisivas conta com uma história clichê e uma trilha sonora nada memorável, mas as atuações são muito boas, a direção de Craig Gillespie é ótima e a fotografia é lindíssima. Vale a pena dar uma conferida. Recomendo
    Marco G.
    Marco G.

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    4,0
    Enviada em 23 de fevereiro de 2016
    Este bom romance e aventura da Disney lembra muito o filme Titanic mas com um final feliz. Assistam em 3D.
    João Carlos Correia
    João Carlos Correia

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    4,5
    Enviada em 4 de janeiro de 2018
    São nas adversidades e, algumas vezes, em pessoas que não inspiram muita confiança, que a coragem e o senso de dever afloram. Essas são as premissas iniciais do surpreendente filme Horas Decisivas, do diretor australiano Craig Gilesppie (Em Pé de Guerra). Bernie Weller (Chris Pine, da franquia Star Trek) é um oficial da guarda costeira dos EUA relutante, mas muito eficiente, que sempre segue os regulamentos e vive em uma pequena cidade do litoral de Massachussets, ao norte do país. Ele tem um relacionamento com a bonita Miriam (a inglesa Holliday Granger, de Cinderela), de personalidade forte e que trabalha como telefonista. Ambos se conheceram em 1951, em um encontro às escuras, apaixonaram-se à primeira vista, namoraram durante um ano e ficaram noivos. Em 1952, o navio petroleiro SS Pendleton retorna para casa em meio a uma terrível tempestade, que acaba por, literalmente, rachar o navio ao meio. Com apenas metade do navio e da tripulação, o impopular engenheiro-chefe Ray Sybert (Casey Affleck, de O Assassinato de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford) assume o comando e tenta levar o que sobrou da embarcação o mais próximo possível da costa para que sejam resgatados. Ao tomar conhecimento do acidente, o comandante da guarda costeira Daniel Cluff (o australiano Eric Bana, de Tróia) ordena que Bernie constitua uma tripulação para resgatar a tripulação do Pendleton. Entre os escolhidos está o oficial Richard Livesey (Ben Foster, de O Grande Herói) que não confia em Bernie devido a um erro que este cometeu no passado. Os oficiais devem correr contra o tempo e o furioso temporal para poderem efetuar o resgate. Baseado no livro The Finest Hours, dos escritores estadunidenses Casey Sherman e Michael J. Tougias, Horas Decisivas foi uma surpresa para mim em todos os sentidos. Confesso que achava que seria apenas mais um filme de ação como dezenas de outros que aparecem todos os anos, mas, para grande satisfação minha e dos apreciadores de um bom filme, Horas Decisivas vai muito além. Craig Gilesppie é ainda um nome não tão conhecido do grande público em geral. Começou sua carreira na publicidade – fazia comerciais de televisão – e seus trabalhos mais conhecidos no Brasil são a série de TV United States of Tara (2009-2011) e o remake d’ A Hora do Espanto (2011). Ainda não é considerado um nome do primeiro time de Hollywood, mas, após este filme, é bem possível que essa situação mude. Seu trabalho de direção está firme e seguro na direção de atores e nas cenas de ação que, aliás, são emocionantes. É um trabalho na medida certa, que não torna o filme piegas ou exagerado no geral, no que é auxiliado pelos excelentes efeitos especiais tanto nas tomadas submarinas quanto nas de superfície, na fotografia do espanhol Javier Aguirresarobe (Vicky Cristina Barcelona) e na trilha sonora de Carter Burwell (Carol). Chris Pine está muito bem no papel de Bernie, alguém humano, que segue regulamentos à risca, seja no trabalho ou na vida privada. Chega a duvidar da própria competência devido a um erro do passado que o atormenta, mas é alguém altamente cioso de seu dever e consciente que este deve ser cumprido, mesmo com o risco da própria vida. Parece que Chris nasceu mesmo para ser capitão (nos filmes, bem entendido). Casey Affleck (irmão de Ben Affleck, de Batman vs Superman) também está ótimo no papel do engenheiro-chefe Ray Sybert, um homem mais afeito às máquinas do que às pessoas, o que não o torna muito simpático entre os tripulantes do Pendleton. Assim como Bernie e à sua maneira, é também alguém cioso e consciente de seu dever para com a tripulação, o que o leva a conflitos com alguns tripulantes que não confiam nele, também do mesmo modo que Richard não confia em Bernie. Esse paralelo de semelhanças entre Bernie e Ray é uma boa sacada do filme e faz com que os dois personagens de personalidades diferentes se aproximem. Entre os coadjuvantes, há dois que se destacam. O primeiro é o escocês Graham McTavish (saga O Hobbit), como o experiente marujo do Pendleton Frank Fauteux, chamado de “Pops” pelos tripulantes. Os tradutores foram muito infelizes em traduzir a palavra “Pops” como “coroa”. “Pops”, na verdade, é um diminutivo de pai e pode ser traduzido como “paizinho” ou “papi” (como no filme O Exterminador do Futuro: Gênesis) e é usado de forma carinhosa para o próprio pai ou alguém mais velho. Que mancada! O outro coadjuvante de destaque é Abraham Benrubi (da série de TV Plantão Médico) no papel do cozinheiro grandão, cantador e simpático “Tiny” Myers. Esse apelido foi uma boa piada, pois, em inglês, “Tiny” significa “pequeno”. O único porém do filme foi com relação a dois personagens cuja importância foi diminuída por parte de um e aumentada por parte de outro. O personagem de Eric Bana, o comandante Daniel Cluff, é visto apenas como o chato do filme, cujo sotaque recebe a implicância de todos quando, na vida real, sua importância foi bem maior. Foi uma pena e um desperdício usarem um ator bom como Bana de um modo tão reduzido assim. Já Miriam, a personagem de Holliday Granger, ao contrário de Cluff, teve sua importância excessivamente aumentada. Ela faz bem sua personagem de forte personalidade, mas achei forçada a cena na qual é ela quem tem a ideia de ajudar o barco de Bernie a voltar para a costa. Além do mais, achei que ela estava maquiada e vestida mais como uma estrela de cinema da época do que uma jovem da Classe Trabalhadora. Não que isso seja um demérito em si, mas tirou um pouco do realismo. Colocando tudo na balança, ela pende mais do que a favor. Horas Decisivas é um filme com grandes e fortes emoções, que vai, certamente, agradar ao público e é candidato a ser uma das grandes surpresas da temporada de cinema de 2016. Podem assistir sem receio, pois a diversão é garantida.
    Sidney  M.
    Sidney M.

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    3,0
    Enviada em 19 de fevereiro de 2016
    Não é nenhuma obra original, ou até menos vai ficar semanas na sua mente, mas achei um bom entretenimento.
    Alan David
    Alan David

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    3,0
    Enviada em 26 de fevereiro de 2016
    O filme tem 3 histórias paralelas que se juntam no final, tem uma boa emoção na parte do resgate, mas o romance do protagonista é uma parte muita chata, a namorada dele é praticamente sem função na história e pior que ocupa um tempão do longa.
    Ricardo M.
    Ricardo M.

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    4,0
    Enviada em 24 de maio de 2016
    Salvando a Noite. Baseado em um salvamento verídico ocorrido em fevereiro de 1852, o filme narra a trajetória de um grupo da guarda costeira responsável por uma complicada missão envolvendo o resgate dos tripulantes do petroleiro SS Pendleton. Liderados por Bernie Webber (Chris Pine), o quarteto usa uma pequena embarcação com poucos recursos para enfrentar uma das maiores tempestades já registradas. Aguardando por eles, está um grupo contendo cerca de 32 tripulantes à deriva em mar aberto após ter o navio partido ao meio pela força das águas. Ray Sybert (Casey Affleck) é quem responde por manter a ordem e buscar alternativas visando manter o grupo unido enquanto espera por resgaste. Há um tenso e grandioso embate em diversos extremos durante o percurso, já que acompanhamos as dificuldades em alto mar, incluindo aí as tentativas em manter vivos os grupos de todos os lados. Os recursos visuais complementam e muito a experiência, principalmente porque são usados para enaltecer o dilema dos homens em alto mar, jamais sendo gratuitos; sem contar na destreza da engenharia de som em criar elementos sonoros capazes de dar calafrios até nos mais resistentes. Contanto com um bom elenco encabeçado por Chris Pine, Casey Affleck, Ben Foster e Eric Bana, HORAS DECISIVAS é um filme que aposta na experiência dramática do evento que motivou a produção, resultando em um drama repleto de muita tensão. O diretor Craig Gillespie entrega uma obra funcional em praticamente todos o aspectos, até mesmo a personagem interpretada por Holliday Grainger tem seu ar de diferencial.
    Benedicto Ismael C.
    Benedicto Ismael C.

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    3,5
    Enviada em 25 de fevereiro de 2016
    É exatamente isso que o mundo está vivendo agora, como no filme, Horas Decisivas, na tormenta. Bernie foi habituado a cumprir os regulamentos. Dever e fidelidade. No entanto, ir contra o próprio sentimento intuitivo é como ir contra a si mesmo. O filme é trivial em si, mas aí é que está o seu diferencial porque apresenta o peso das decisões humanas, se torna enriquecedor nesta era de indolência e apagão mental. A boa obstinação é aquela que impulsiona o ser humano para o atendimento dos ditames de sua intuição, acima dos regulamentos terrenos, diante do cenário ameaçador, Bernie seguiu o apelo de sua alma. Um verdadeiro comandante se forma atravessando as tormentas com coragem e confiança. Bernie sentia intuitivamente que estava no caminho certo apesar de todas as dificuldades que enfrentava, e a voz estridente e enjoativa de seu chefe não estava lhe trazendo nenhuma ajuda, então ele desligou o rádio e prosseguiu seu rumo, e mesmo com a bússola quebrada chegou ao destino, salvou vidas, seguiu sua intuição.
    Diego M.
    Diego M.

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    3,0
    Enviada em 23 de fevereiro de 2016
    O filme, apesar dos clichés, conseguiu me prender a atenção. Fui com uma expectativa quase no chão pelo que estavam falando, e por isso n foi um tempo perdido pra mim
    anônimo
    Um visitante
    3,0
    Enviada em 26 de fevereiro de 2016
    Em 1952, Bernie Webber e mais três colegas da Guarda Costeira foram enviados a uma missão suicida para resgatar os sobreviventes de um barco partido ao meio com uma tempestade prestes a acontecer. A missão pode ser considerada suicida porque o pequeno barco em que eles partiram tinha capacidade para apenas 12 pessoas, sendo que havia 33 tripulantes para serem resgatados e é considerada até hoje a maior da história da Guarda Costeira norte-americana. Claro que uma incrível história como esta logo seria retratada no cinema, e os estúdios Disney não perderam tempo para escolher o diretor Craig Gillespie para ficar a frente do projeto, lembrando que o mesmo já havia dirigido recentemente o filme "Arremesso de Ouro" para o estúdio, atingindo um relativo sucesso de bilheteria. "Horas Decisivas" é um filme sobre heroísmo e coragem, que conta com grande elenco. Bernie Webber é interpretado pelo versátil Chris Pine, e sua equipe é formada por Richard Livesey (Ben Foster), Andy Fitzgerald (Kyle Gallner) e Ervin Maske (John Magaro). Completam o elenco nomes renomados como Casey Affleck, Eric Bana e a jovem Holliday Granger. Para encorpar mais a emoção à trama, foi adicionado um romance entre Webber e a personagem de Granger, Miriam. O romance, aliás, não é apenas mencionado, mas divide toda a estrutura do filme em dois temas - amor e coragem -, sendo bastante trabalhado ao longo da projeção. Talvez este seja o principal problema do filme, pois esta mistura de gêneros nem sempre funciona e foge da história principal que é o resgate, diminuindo assim o impacto e a relevância do heroísmo dos personagens. Eles poderiam muito bem ter deixado subentendido que todos os tripulantes tinham família, filhos, esposas, enfim, algo a perder ao encarar essa missão suicida no mar, mas faltou aí sutileza ao diretor - pois os planos escolhidos para filmar as cenas do casal são muito "cafonas", como closes excessivamente longos e, talvez pela época, ele mostra o amor de forma muito ingênua e até infantil - e aos roteiristas, com diálogos que soam como frases prontas, embora essas escolhas possam ter sido uma determinação do estúdio. O filme efetivamente funciona quando foca na missão. Por mais que os personagens pareçam um tanto estereotipados, como o capitão recém-chegado que não tem comando sobre a equipe, ou um personagem que a tripulação não respeita, mas que nas "horas decisivas" do filme vai se tornar o líder, que são elementos importantes para a narrativa, mas que contados dessa forma já foram repetidos à exaustão no cinema, numa clara demonstração de que pesou muito mais a decisão de seguir um "padrão" de filme seguro, do que ousar e fazer algo mais surpreendente. Mas o design de produção é absolutamente espetacular, os figurinos da época são impecáveis, os cenários são bem econômicos, mas tudo o que aparece está muito bem feito, a fotografia do experiente Javier Aguirresarobe ("Os Outros", "Blue Jasmine", "Lua Nova") é muito agradável aos olhos, sabendo variar muito bem a calmaria em terra firme com a apreensão e sensação de confinamento dentro dos barcos ou em alto mar e a trilha sonora de Carter Burwell (indicado este ano ao Oscar por "Carol") sabe ser dramática na hora certa e heróica, com suas orquestras, nas cenas de aventura, quando o filme precisa. Convém lembrar que o filme realmente faz jus ao uso do 3D, os efeitos visuais são muito bem feitos, conseguindo agregar mais envolvimento à experiência do espectador. As atuações do elenco são boas, principalmente Affleck e Pine, que realmente se esforçam para fazer com que o espectador acredite na história. Concluindo, "Horas Decisivas" não tem a pretensão de ser um épico do oceano e ser levado a sério (não quer ser nenhum Moby Dick). O saldo só é positivo porque o filme se assume como uma aventura de heroísmo e coragem e embora o romance mal encaixado no contexto geral da trama impeça o filme de ir mais além, ainda é uma história que merece ser vista no cinema, pois suas melhores qualidades são realçadas graças ao aprimoramento técnico e estético que foi dado ao filme. Não é um filme que irá brigar por prêmios no final da temporada, não é o tipo de filme que marca na mente por muito tempo, mas deve ir bem nas bilheterias e é uma ótima opção para levar as crianças ou relaxar e comer aquela pipoca.
    Carlos A.
    Carlos A.

    Segui-los 3 seguidores Ler as 11 críticas deles

    4,0
    Enviada em 19 de fevereiro de 2016
    Ótimo filme, gostoso de assistir, boas emocoes e historia real. Bemmmm melhor que o regresso do Di Caprio, onde o homem força a barra pra tentar o Oscar. Vale ver...Adorei
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