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3,3
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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Variety
O filme de estreia confiante e magnificamente bem atuado de John Stewart funciona tanto como um retrato implacável da sobrevivência humana quanto como lembrete dos perigos enfrentados por jornalistas em busca da verdade.
Almanaque Virtual
Fica claro que a atitude do diretor é emocionalmente unilateral e o que interessa é mostrar as terríveis condições as quais Bahari foi submetido e como é ridículo o sistema de persuasão do estado ditatorial islâmico...
Chicago Sun-Times
Emocionante e inteligente estreia na direção da personalidade da TV Jon Stewart. [...] Minha única crítica real ao roteiro de Stewart é que ele não deixa claro que Bahari (de acordo com seu próprio relato), embora admitisse a "espionagem da mídia," não entregou nomes.
Folha de São Paulo
Mesmo que siga à risca a cartilha do maniqueísmo, o filme evitar ser apenas um panfleto contra os maus modos do atual regime iraniano e mostra que o vigor desse autoritarismo vem de uma história e de uma tradição.
O Globo
Respeitado e até temido por seu papel como comentarista dos governos de Bush e de Obama no programa “The daily show”, o humorista Jon Stewart estreia como cineasta com uma espécie de thriller político capaz de evocar a mais fina tradição do gênero, delineada pelo franco-grego Costa-Gavras.
Cineweb
Stewart mantém um estilo enxuto, sem floreios. Fecha o foco numa situação de medo e dominação, em que o guarda espanca e ameaça Bahari e procura levá-lo a crer que está completamente só e indefeso...
New York Times
O interesse de Jon Stewart pelo material é obviamente pessoal, mas seu filme transcende um mero interesse próprio. [...] Jon Stewart dá ao filme um visual tremido de corre-e-filma que é típico de documentários e filmes de guerra. Essa abordagem visual [...] se choca contra outras escolhas suas.
Omelete
"118 Dias" cresce bastante quando deixa de ser apenas um manifesto contra o obscurantismo e passa a refletir sobre a própria profissão de comunicador. Stewart encontra no jornalista Maziar Bahari [...] um personagem capaz de canalizar [...] os dilemas morais do jornalismo do século 21...
Rubens Ewald
"118 Dias" mostra um lado pouco visto aqui em nossos cinemas comerciais. Qualquer ditadura, mas pior que todas as religiosas, sempre merecem ser condenadas e expurgadas.
Screen International
Para um filme sobre um jornalista mantido injustamente em confinamento por um dos governos mais controversos do mundo, "118 Dias" chama a atenção por sua modéstia e seu caráter pouco emotivo, além da recusa de fazer um retrato sensacionalista deste tema polêmico.
The Guardian
O personagem de Rosewater é uma incógnita. Isso é um problema, já que a dinâmica entre ele e Bahari são o coração do filme. Conforme o confinamento se desenvolve, as cenas entre os dois tornam-se repetitivas, apesar dos esforços de Bernal e Bodnia...
The Hollywood Reporter
Não existe uma hora errada para protestar contra tirania, prisões abusivas, tortura e táticas totalitárias.Porém, [...] [o filme] não soa oportuno ou urgente devido à chuva de terríveis atentados insidiosas que aconteceram no Oriente Médio desde então.
Zero Hora
Ainda que patine narrativamente às vezes, perdendo um pouco o foco dramático, e não escape de todo à simplificação e à ingenuidade, "118 Dias" convence ao partir de um contexto geopolítico específico para posicionar-se contra o totalitarismo...
CineClick
"118 Dias" é exatamente o que se espera de Stewart: politicamente engajado, quase um panfleto [...] A falta de experiência do diretor atrapalha sua adaptação, que parece a todo momento ingênua e indecisa.
Cineplayers
Apesar da bela reconstituição dos fatos e do elenco afiado, qual a função desses filmes que não trazem nada além de contar burocraticamente uma história, por mais extraordinária que seja?
Papo de Cinema
Talvez (ou exatamente) pela origem de seu condutor, o filme parece não ter um norte. Enquanto seu protagonista sofre em seu isolamento compulsório, o longa mistura humor, drama, suspense etc de maneira insatisfatória, perdendo a chance de aprisionar o espectador.