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    Rogue One: Uma História Star Wars
    Média
    4,5
    1721 notas e 185 críticas
    distribuição de 185 críticas por nota
    68 críticas
    65 críticas
    32 críticas
    14 críticas
    2 críticas
    4 críticas
    Você assistiu Rogue One: Uma História Star Wars ?

    185 críticas do leitor

    anônimo
    Um visitante
    5,0
    Enviada em 27 de outubro de 2019
    De arrepiar (e emocionar). Rogue One é um derivado que nada deve a franquia original, se sustenta perfeitamente dentro daquilo que se propõe : Ser um filme de guerra com uma trama de roubo e espionagem. Edwards supera o desafio de fazer um 'Star Wars' apenas com personagens novos, envolvendo o espectador e criando boas cenas. Se por um lado o cuidadoso roteiro amarra perfeitamente a narrativa ao seu sucessor natural (Uma Nova Esperança, que se inicia momentos após o roubo dos planos da estrela da morte, aqui retratado), Chris Weitz, John Knoll, e Gary Whitta não se limitam ao fan service e criam todo um contexto próprio, empregando um nível de dramaticidade nunca antes vista na série original. Outro ponto positivo é o desenvolvimento dos personagens, tanto do núcleo principal, quanto dos coadjuvantes. Felicity Jones encanta com sua doce e destemida Jyn Erso, a heroína da história pode não ter o mesmo peso e carisma de uma Leia, mas seu arco dramático é desenvolvido com cuidado e perspicácia, já que apesar de ser teoricamente apenas mais uma rebelde recrutada pela Aliança, a mesma é peça fundamental para o sucesso da empreitada dos tripulantes da Rogue One. Não a toa, nos momentos finais a personagem assumi formas de uma verdadeira comandante de guerra. Outro destaque do elenco principal é Diego Luna, seu Cassian Andor é quase um Han Solo ainda na High School, e o tom de dubiedade e mistério que o ator passa é perfeito. Entre os coadjuvantes, Ben Medelsohn é quem se destaca como o ambicioso Orson Krenic, embora sua vilania seja minimizada pela (excelente) participação especial de Darth Vader, protagonista das melhores cenas do filme. Mads Mikelsen é o único que não consegue dizer a que veio, apesar do peso que seu personagem têm na trama. Mesmo com uma carga dramática dissonante dos filmes originais, as sequências de humor rendem alguns dos melhores momentos do longa, com destaque para o ácido e irônico K-2SO. Drama, humor, ação e muitas referências. Rogue One é, sem dúvidas, o Star Wars que mais se aproxima do clima da trilogia original, contribuindo de forma brilhante com o fantástico universo criado por George Lucas. Uma espécie de Esquadrão Suicida que deu certo(quem já viu o filme vai entender), Os Bastardos Inglórios da Galáxia vão deixar saudades. PS: Apesar da participação muito boa de Darth Vader, as melhores cenas ficam mesmo por conta das sequências finas de ação, com destaque para os Death Troopers, mais uma boa novidade do longa. Outra cena de destaque fica nos minutos finais, mais aí não vou entrar em detalhes porque não quero dar nenhum spoiler. Mas já vou dizendo que é linda e comovente, de marejar os olhos.
    Anderson C.
    Anderson C.

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    5,0
    Enviada em 15 de dezembro de 2016
    Rogue One é seja talvez um novo marco no universo de Guerra nas Estrelas. É um filme que lhe permite ser fan e ao mesmo tempo imparcial, mas a crítica final será apenas uma, um baita filme. Cenas que produzem sentimentos tão eufóricos que as braçadeiras das poltronas dos cinemas nao servem apenas para apoiar os braços, mas para se segurar e evitar uma queda, sim, há momentos que a vontade é levantar. A iluminaçao do filme é sincrética, ela sabe quando ser mais clara e mais escura, e na escuridão, você verá uma das maiores cenas, talvez, de todos os filmes, mais emocionantes. O tempo entre os clássicos, os prequels talvez estejam escrevendo essas linhas, mas isso fica a cargo de cada um. O filme nos emerge no profundo cenário de uma Aliança Rebelde que, em uma verdadeira guerra, nao se pode dar-se moral ou ética, para demonstrar valores positivos, que fiquem de exemplo para as geraçoes futuras, é uma guerra e nesse contexto os heróis de fantasia, sao mera fantasia, em Rogue One baixas sao necessárias, em nome de im ideal, ou, de esperança. Muito pertinente à realidade atual. Sobre os personagens todos sao bem construídos, e seus estereótipos acabam se dando bem na formaçao do grupo, um fato miito interessante, é que o filme mostra a Força da perspectiva de pessoas que não são Jedis, mas crentes nessa energia mística. Talvez eu esteja precipitado em dizer, mas no momento, este seja o melhor filme de toda a franquia!
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 16 de dezembro de 2016
    Mais um exemplo em que o trailer é melhor que o filme. "Rogue One" se escora em nomes consagrados do cinema,como Mads Mikkelsen e Forest Whitaker para vender seu peixe.Assistindo ao filme,a decepção toma de conta.Os atores citados passam longe de uma boa atuação e estão ali apenas como coadjuvantes de luxo. Quem tem muita participação,não mostra um bom serviço.É o caso de Felicity Jones.Essa atriz tem um sério problema,não consegue transmitir qualquer sentimento ao público que lhe assiste.Temos nesse filme boas sequências de ação que ela não muda a sua feição por nada.Seu companheiro no protagonismo Diego Luna é realmente um par perfeito para Felicity.O ator também não consegue expressar aquilo que o seu personagem exige.Acho que a maior culpa disso tudo é do diretor Gareth Edwards.Aqui o diretor tem uma das maiores responsabilidades de sua carreira.Aqui não estamos falando de "Godzilla",que se tratava de um remake,ou seja,se fizesse um mau serviço por lá,ninguém nem ia ligar,era um trabalho que ia passar despercebido.Mas aqui exige muito mais.E assim,como em "Godzilla" o diretor deixa o melhor para a parte final.Sequências melhores de ação são apresentadas de uma forma sensacional ali pertinho do fim.Algo que não vimos no começo e meio do filme.E ao contrário do que disseram,Donnie Yen tem pouquíssimas cenas de ação,bem executadas,mas muito rápidas. Cito três pontos importantes,e que funcionaram bem na trama.Primeiro:A trilha sonora.É um espetáculo a parte.Em cada cena,temos novos sons,algo que impressiona.Tudo perfeitamente sincronizado com as cenas.Segundo:Os efeitos.São de encher os olhos.As batalhas entre naves é de deixar qualquer um de queixo caído.As cores que são usadas são bem vivas,e que realça ainda mais a experiência na tela grande.Um filme para ser visto no cinema.Terceiro:Darth Vader.
    Eduardo Santos
    Eduardo Santos

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    2,5
    Enviada em 19 de dezembro de 2016
    Da construção da maior arma do Império, a Estrela da Morte, passando por mais um batido drama familiar, onde pai é separado da filha e da esposa à força, passando por mais uma road trip intergalática. Rogue One tem aquele ar de repeteco. Claro que não poderia ser diferente, até porque a história tinha que se encaixar com o que já havia sido visto antes. E por ser uma história fechada, que não pede derivados, vale a pena dar a conferida, principalmente para quem é fã de toda a saga Star Wars. Não sou um aficionado pelo universo da série, mas vi todos os filmes e acho que essa última aventura começa muito bem, aliás, mesmo com todos os clichês que pipocavam a todo instante. É a criança chorando em meio a uma batalha de rua, sendo salva pela heroína; é a heroína sendo desacreditada por conta de seu passado; é o momento onde a vida da heroína está em risco quando surge um redentor; é o sacrifício de personagens por um bem maior... Tudo soando extremamente repetitivo, como esperado. Só que o fôlego inicial acaba se diluindo em meio a um tédio quase que generalizado que se estende até o empolgante ato final. Os diálogos não ajudam, e o elenco, que conta com atores de peso, se mostra pouco entrosado e sem química. Felicity Jones e Diego Luna estão apáticos e sem personalidade; e que triste ver o grande Forest Whitaker com um personagem tão aquém de seu talento; Mads Mikkelsen é talvez o único destaque positivo por conseguir passar alguma emoção ao seu importante personagem na trama. De resto, o filme traz efeitos especiais bacanas, mas nada de extraordinário ou notável. Personagens pouco carismáticos, com talvez duas exceções, que são dois destaques positivos: o cavaleiro Jedi cego interpretado por Donnie Yen e o simpático robô K-2SO. Em suma, um filme morno, meia-boca, que poderia ser muito mais interessante se tivesse mais vitalidade.
    Nelson J
    Nelson J

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    2,5
    Enviada em 16 de dezembro de 2016
    Filme de visual caprichado e com estória e roteiro coerentes. A visão dos planetas e estrelas a partir do espaço são muito bonitas, mas a longa guerra entre as naves é bem sonolenta. O Império necessita concluir a construção da Estrela da Morte, capaz de explodir um planeta inteiro e para isso necessitam do cientista meio rebelde, fugitivo e recluso, interpretado pelo Mads, que diante da imposição do Império, vê sua esposa lutar contra os algozes e passivamente se junta a eles, deixando a filha interpretada pela Felicity para traz, mas ela é socorrida pelo rebelde radical interpretado pelo Forrest e adulta irá acidentalmente se juntar aos rebeldes ao lado do líder interpretado pelo Diego. Acabará descobrindo que seu pai deixou uma armadilha na estrela da Morte que permitiria a sua destruição. Ao final, lorde Vader usa seu sabre para destruir alguns rebeldes e a sua força mental para asfixiar outros, com direito a apresentação da princesa Lea. Filme irregular e que desperdiça o talento de grandes atores como Forrest e Mads em papéis pequenos e deixa a própria Felicity sem antagonista para fazer o seu papel crescer.
    Juarez Vilaca
    Juarez Vilaca

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    5,0
    Enviada em 16 de dezembro de 2016
    Um excelente filme para quem acompanha a saga, perfeito. Eu não poderia dar nota menor. O filme supera as expectativas. Bem dirigido, com ótimos atores e o enredo se encaixa como uma luva na história. Brilhante. A Disney fez uma grande jogada, quando adquiriu os direitos sobre o filme. Com certeza teremos um novo filme a cada ano, pelos próximos 30 anos. Os fãs veem tudo o que tem direito de Star Wars, Darth Vader e seu sabre de luz, os cruzadores imperiais, os caças x-wing, a estrela da morte. A garotada chega a aplaudir quando Darth Vader entra em ação, incrível. O final foi apoteótico, quando entra em cena a Princesa Leia, recebendo os arquivos secretos da estrela da morte, o público aplaudiu freneticamente. Muito bom, imperdível para quem acompanha.
    Paulo Renato R.
    Paulo Renato R.

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    5,0
    Enviada em 17 de dezembro de 2016
    Rogue One : Uma História Star Wars Sendo o primeiro spin-off de Star Wars e o primeiro longa metragem do universo expandido da franquia,Rogue One é um filme que se passa entre os episódios 3 e 4,"A Vingança dos Sith" e "Uma Nova Esperança" respectivamente,seguindo o grupo responsável pelo roubo dos planos da estrela da morte. Para desenvolver o filme e seu universo vasto,acompanhamos a personagem Jyn Erso,que se junta a um grupo de rebeldes para encontrar seu pai,um dos responsáveis pela criação e pelo desenvolvimento de uma estação bélica do Império após a ordem 66 e sua tomada ao poder no episódio 3. Por ser um filme derivado e não um episódio propriamente dito,o filme possui uma grande liberdade para se desenvolver por si próprio e explorar muito mais a guerra entre o Império e a Aliança Rebelde,tornando-o bem mais sombrio e com um tom de guerra inesperado,com cenas que me lembraram bastante filmes como "Resgate do Soldado Ryan" e "Platoon",o que acabou por tirar o tom familiar e aventuresco típico da franquia,mas não que isso seja algo ruim,muito pelo contrário,pois acompanhado das excelentes atuações e do roteiro envolvente,Rogue One se mostra um ótimo filme de guerra situado nesse universo que tanto amamos. Enfim,Gareth Edwards entrega um baita presente de natal adiantado aos fãs e um ótimo filme tanto para quem cresceu vendo as aventuras de Luke Skywalker contra o maligno Império quanto para amantes de um bom filme de guerra.
    Jake D.
    Jake D.

    Segui-los 63 seguidores Ler as 108 críticas deles

    4,5
    Enviada em 27 de dezembro de 2016
    Rogue One: Uma História Star Wars... o primeiro spin off da saga Star Wars me surpreendeu bastante, não esperava algo tão grandioso como foi esse filme. No enredo temos a personagem Jyn Erso (Felicity Jones) se unindo na aliança rebelde para roubar os planos da estrela da morte. O filme é dirigido pelo Gareth Edwards, que também dirigiu Godzilla em 2014, e aqui ele se sai muito bem, os movimentos de câmera são excelentes, a edição é muito bem fluída o uso de fan service está na medida certa. O roteiro também é muito bom, apesar do inicio ser um pouco parado, o ato final é um dos melhores de toda a saga, se não o melhor, finalmente podemos ver uma guerra, e com sequências muito bem dirigidas por sinal, além dos diálogos muito bem escritos. A Felicity Jones faz um bom trabalho, mas a personagem em si não é muito carismática, e o Diego Luna além de não ser carismático, não é expressivo e poderia ser interpretado por outro ator. O vilão do filme é interpretado pelo Ben Mendelsohn, e é ponto mais fraco do filme, pois é um vilão que não funciona e não tem nenhum carisma. O melhor personagem do filme é o K-2SO, ele é engraçado, divertido e carismático, um dos robôs mais legais de toda a saga. As poucas vezes em que o Darth Vader aparece, é de arrepiar, inclusive a melhor cena do filme é dele. A cinematografia é viva e linda, o CGI é sensacional e a trilha sonora é impecável, ela é composta pelo Michael Giacchino, mas no fundo você consegue ouvir uns trechos da trilha do John Williams. Rogue One: Uma História Star Wars é um filme mas sério se comparado aos outros filmes da saga, não tem um elenco principal de peso, mas é bem dirigido, bem escrito e extremamente empolgante. Recomendo!
    Gabriella Tomasi
    Gabriella Tomasi

    Segui-los 72 seguidores Ler as 106 críticas deles

    3,0
    Enviada em 16 de dezembro de 2016
    (...) não é o trabalho mais meticuloso e perfeito da saga. Apesar dos problemas pontuais, o filme continua sendo bastante satisfatório.
    CRAFontes
    CRAFontes

    Segui-los 16 seguidores Ler as 70 críticas deles

    1,5
    Enviada em 19 de dezembro de 2016
    Estória mal desenvolvida e personagens sem carisma estragaram este primeiro spin-off de Star Wars. [pitaco completo no link]
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