Notas dos Filmes
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    Irmãs
    Média
    3,4
    122 notas e 5 críticas
    distribuição de 5 críticas por nota
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    5 críticas do leitor

    Nelson J
    Nelson J

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    4,0
    Enviada em 2 de fevereiro de 2016
    Comédia para lá de boa, com duas irmãs com química extraordinária e muita energia para levar a comédia em alto astral, no meio a muitas confusões. As duas voltam a casa dos pais que está sendo vendida e resolvem fazer uma grande festa que irá abalar as estruturas construtivas e emocionais da família.
    Alvaro S.
    Alvaro S.

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    3,5
    Enviada em 12 de março de 2016
    Assistir este filme foi especial por ter sido junto com minha irmã. Fazer comédia não é fácil, tem que divertir e fazer o espectador rir. Mas também pode tratar de questões sérias com humor. Se um filme consegue isso, definitivamente ele foi além, está um nível acima das demais produções do gênero no cinema. É o que Irmãs, têm! Tem mais que uma dupla de protagonistas afinadas e em sintonia, as atrizes Tina Fey e Amy Poehler. Mais que situações realmente engraçadas. Tem duas personagens acima dos 40 anos, fracassadas, uma no amor, a outra profissionalmente, tentando amadurecer sem serem condescendentes e idealizarem a si mesmas ou ao American Way Of Life. Se divirta sem pudores. Curiosidade. Parcerias e amigas de longa, este é apenas o segundo filme que as duas atrizes atuam juntas como protagonistas. O anterior foi Uma Mãe Para o Meu Bebê. Nota do público: 6.2 (IMDB) Nota dos críticos: 59%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $87 milhões* Mundo - $105 milhões* * e contando Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
    João Carlos Correia
    João Carlos Correia

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    2,0
    Enviada em 4 de janeiro de 2018
    Se há algo que é verdadeiramente frustrante é quando uma ideia que tem tudo para dar certo acaba dando errado. O cinema está repleto de casos assim como, por exemplo, com o filme em live-action do desenho animado Mr. Magoo (1997). Afinal, Mr. Magoo, com sua enorme miopia, é um dos personagens mais engraçados dos desenhos animados – eu mesmo curtia muito os seus desenhos quando criança. E seu intérprete era ninguém menos que o engraçadíssimo Leslie Nielsen (franquia Corra Que a Polícia Vem Aí) – um comediante que eu e mais milhões de pessoas ao redor do mundo também curtiam. Tinha tudo para dar certo, não tinha? Tinha, mas não deu. Apesar dos esforços de Nielsen, o filme foi uma bomba tão grande que deu um prejuízo enorme, não chegou a ficar duas semanas em cartaz e logo foi lançado em home vídeo para tentar recuperar pelo menos uma parte do investimento. É bem provável que a comédia Irmãs não siga o mesmo caminho de Mr. Magoo, mas, infelizmente, ao se assistir o filme, percebe-se um monte de boas ideias que foram utilizadas acabam não funcionando como deveriam. As irmãs Kate (Tina Fey, de Megamente) e Maura (Amy Poehler, de Martin & Orloff) são duas irmãs de personalidades e vidas opostas: enquanto a primeira é barraqueira, desempregada e extrovertida, a segunda é organizada, com um bom emprego e introvertida. Mas, apesar das diferenças, se amam muito. Um dia, seu pais, Bucky (James Brolin, de Prenda-me, Se For Capaz) e Deana (Dianne Wiest, de Hannah e Suas Irmãs) contam a Maura que eles irão vender a casa onde ela e Kate passaram sua infância e juventude e que as irmãs devem retirar suas coisas de seus quartos. Maura conta a Kate a má notícia e, enquanto ambas arrumam suas coisas tem a ideia de fazer uma festa de despedida de arromba na casa convidando os seus antigos amigos. Porém, uma antiga rival, Brinda (Maya Rudolph, de Idiocracia), pretende estragar tudo. Essa é a premissa básica. Se o leitor prestou bastante atenção, parece um roteiro daquelas comédias adolescentes que faziam tanto sucesso na década de 1980. E, de fato, não deixa de ser. A única diferença é que, ao invés de adolescentes, os baladeiros são todos quarentões e quarentonas, muitos deles casados, com filhos e levando uma vida bem burguesa. Mas, de resto, é o mesmo: sexo, bebedeiras, um fuminho, confusões e todos torcendo para que a polícia não apareça para estragar a balada e, principalmente, que os pais não descubram. O que poderia ser uma versão cômica do filme O Reencontro (1983), para se falar da chegada da meia idade, acaba se tornando algo etéreo, sem graça mesmo. São pouquíssimas as piadas que funcionam. O roteiro de Paula Pell (da série Um Maluco na TV e que também atua no filme) não se acerta ao longo do filme, o que é surpreendente, pois ela é uma experiente roteirista do programa de televisão Saturday Night Live, um clássico da comédia estadunidense que já revelou comediantes como Dan Ackoyd (Cônicos e Cômicos) e Eddie Murphy (48 Horas). Aliás, Irmãs parece ser um especial do Saturday Night Live, dado o número de membros e ex-membros desse programa que aparecem no filme. Além, de Paula, temos as atrizes principais, Maya, e os atores Bobby Moynihan (como o gorducho metido a engraçadinho Alex), Rachel Dracht (Kelly), Chris Parnell (Phil) e Kate McKinnon (Sam), apenas para citar alguns. Atores bons e experientes como James Brolin, Dianne Wiest e John Leguizamo (de Kick-Ass 2) acabaram sendo desperdiçados. Sua presença poderia ter sido melhor aproveitada. Já o praticante de luta livre John Cena, até consegue arrancar alguns risos com o traficante Pazuzu (para quem não sabe ou não lembra, Pazuzu é o nome do demônio do filme de terror O Exorcista. Uma piada que também poderia ser usada melhor e não foi...). Tina Fey e Amy Poehler fazem o possível para salvar o filme. Mesmo com todo o talento que possuem – e elas são realmente excelentes comediantes – são muito poucas as piadas que conseguem fazer engrenar. Mesmo na cena em que Maura está no quarto com o seu objeto de desejo, o jardineiro James (Ike Barinholtz, de Vizinhos) e que tinha tudo para ser a mais engraçada do filme, a risada sai xoxa... A direção de Jason Moore (A Escolha Perfeita) é extremamente convencional, mais atrapalhando do que ajudando. A fotografia de Barry Peterson é boa, principalmente ao mostrar belas cenas da cidade de Orlando, o destino de férias preferido dos coxinhas brasileiros, mas também não é nada excepcional. Apesar de tudo, Irmãs tem tido uma bilheteria razoável nos EUA – estreou no mesmo dia que Star Wars: O Despertar da Força – e já está prestes a dar lucro. A explicação? Só uma: o talento e o carisma de Tina e Amy, uma das maiores duplas cômicas da atualidade (além de já terem trabalhado como dupla no Saturday Night Live, já fizeram outras duas comédias para o cinema) e o público gosta muito de vê-las juntas. Tina e Amy são o maior motivo para se assistir Irmãs, mas mesmo elas sendo comediantes fantásticas, não espere demais do filme. Vá vê-lo em um dia que esteja de folga, sem nenhum compromisso mais importante e, talvez, possa até se divertir um pouco, principalmente ao se passar os letreiros finais, pois é quando aparecem os erros de gravação que, para mim, são a parte mais engraçada do filme.
    Patrick Fernando A.
    Patrick Fernando A.

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    3,5
    Enviada em 1 de dezembro de 2016
    achei o filme legal com as duas irmãs meio malucas e apaixonadas pela casa onde viveu na infância.O único problema é a duração do filme de 2hs que acaba enjoando o público,mas a história em geral é divertida.
    Felipe H.
    Felipe H.

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    4,0
    Enviada em 4 de maio de 2018
    A química entre Tina Fey e Amy Poheler continua ótima. Achei acima da média das comedias lançadas sem nenhuma graça ou emoção. Algo de sobra nessa. Ainda temos a participação mais que especial de Diane west.
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