Média
2,7
publicações
-
Screen International
-
A Tarde
-
Almanaque Virtual
-
Estado de Minas
-
Gazeta do Povo
-
O Globo
-
Papo de Cinema
-
The Hollywood Reporter
-
Télérama
-
Chicago Sun-Times
-
CineClick
-
Cineweb
-
Critikat.com
-
Folha de São Paulo
-
The Guardian
-
Variety
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa
Screen International
"Yves Saint Laurent" faz um bom trabalho ao condensar duas décadas da vida do aclamado estilista em uma série de vinhetas sucintas, construídas com uma emoção genuína e marcadas por uma soberba atuação central.
A Tarde
O ator Pierre Niney é um achado. Mesmo não sendo tão idêntico fisicamente, ele assim parece pela maneira como compõe o personagem com cuidado. [...] Ao contrário do próprio biografado, entretanto, o diretor Jalil Lespert evita a ousadia. Cria uma narrativa simples, ancorada na força das atuações do elenco.
Almanaque Virtual
O que mais interessa aqui é o resumo histórico da vida de um homem e não sua obra [...]. Sem sair da zona de conforto o filme é apenas uma exportação convencional de uma celebridade previsível, algo que Yves Saint Laurent tinha horror de se tornar.
Estado de Minas
Ainda que a intenção de [Jalil] Lespert tenha sido mostrar as diversas nuances do gênio criativo, boa parte de seu filme fica restrita à doentia relação do casal central. Não é um retrato bonito. A beleza, por si só, reside nas roupas, que não são passíveis de novas leituras. Já a pessoa Yves Saint Laurent merece muitas mais. Que venha a próxima.
Gazeta do Povo
O longa de Lespert até tenta, mas não consegue problematizar essa ambiguidade da vida [de Yves Saint-Laurent], e a retrata de forma superficial. O filme consegue mostrar como ele se tornou dependente, em todos os aspectos, de seu companheiro e sócio Pierre Bergé...
O Globo
Apesar da exposição burocrática do mundo da moda e seus personagens, dois atores justificam a ida ao cinema: Pierre Niney, como o estilista dos 20 aos 40 anos, e sobretudo, Guillaume Gallienne, provavelmente o nome mais quente do cinema francês do momento.
Papo de Cinema
Apesar do bom desempenho da dupla Niney e Gallienne, e da elegância do filme de Lespert, "Yves Saint Laurent" poderia ter abordado de forma mais clara a importância do estilista para a moda e para a própria emancipação da mulher por meio das roupas – uma de suas marcas.
The Hollywood Reporter
Apesar do roteiro, baseado na biografia de Laurence Benaim, ser todo expectativas e nenhuma recompensa, [o mesmo] possui discernimento emocional suficiente para compensar a falta de atrativos da última meia hora de narrativa.
Télérama
A biografia filmada é um gênero tão comum e cheio de códigos que é preciso mais do que destreza para torná-lo singular: são os dois atores principais que conseguem ultrapassar o estilo acadêmico.
Chicago Sun-Times
Yves Saint Laurent, o homem, foi uma figura de destaque no mundo da moda [...] "Yves Saint Laurent", o filme, não é tão inovador ou vanguardista em pensamento. É uma cinebiografia elegante e estereotipada, visualmente exuberante mas emocionalmente superficial.
CineClick
A força do filme está no ator Pierre Ninney, que incorpora o jeito de falar e expressões corporais do estilista de maneira impressionante. Mas todos seus esforços não são capazes de fazer brotar sentimento real dentro da trama. Falta emoção e sobra música alta...
Cineweb
Saint Laurent vive dividido entre Bergé, seu companheiro, mas não muito fiel, e vários amantes. [...] Em meio a tantas idas e vindas, e tantos personagens, o diretor Lespert parece perdido, sem saber como conduzir o amontoado de clichês em que o filme se transforma.
Critikat.com
Embora a exploração psicológica do grande estilista possua um evidente mérito informativo, ela cede o espaço à ditadura da narração, quase narcísica, que compromete muito a presença do cineasta ao elaborar uma representação muito ambígua para ser sincera.
Folha de São Paulo
Não é apenas o roteiro esquemático e anedótico que decepciona. Com soluções dramatúrgicas previsíveis e estética monocórdia e antiquada, a direção de Lespert também deixa a desejar, e não está à altura dos desafios que Saint Laurent impôs à moda e à sua época.
The Guardian
O retrato de YSL, o homem por trás do monograma, é um luxuoso trabalho de embalsamamento, com os defeitos e agonias do grande homem mostrados de maneira imaculada e polida, como uma vitrine para as suas glórias.
Variety
As roupas fazem o homem, mas não conseguem salvar o filme, em "Yves Saint Laurent", no qual a vida de um dos maiores inovadores da alta costura ganha um tratamento pouquíssimo inovador.