Meu AdoroCinema
    Invencível
    Média
    4,5
    725 notas e 71 críticas
    31% (22 críticas)
    32% (23 críticas)
    27% (19 críticas)
    8% (6 críticas)
    1% (1 crítica)
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    71 críticas do leitor

    Fernando M.
    Fernando M.

    Segui-los 18 seguidores Ler as 50 críticas deles

    3,0
    Enviada em 26 de janeiro de 2015
    Angelina Jolie tem um fascínio por grandes histórias e uma queda por retratar dramas humanos em meio à barbárie. Já víamos isso em sua estreia na direção, com o péssimo “Na Terra de Amor e Ódio” (2011). É inegável que ela evoluiu muito de lá para cá. Longe de ser uma “grande contadora de histórias”, Jolie construiu uma boa “carta de intenções” como diretora. Seu filme tenta manter o pulso e o ritmo, embora em alguns momentos o filme perca força. Há clichês; há falas pífias, óbvias e solenes; há personagens pouco desenvolvidos e há cenas em que sobra gordura (como o excesso de flashbacks que pouco acrescentam à narrativa). O filme tem trilha sonora excessiva, plangente. Desplat quer, a todo momento, nos levar às lágrimas, como se não houvesse segurança no poder das cenas. Mas, mesmo diante dessas falhas que denunciam uma diretora mais insegura do que ansiosa, Jolie nos brinda com uma comovente história de vida, de fé, de combate, de bravura, sem apelar para o melodrama, em uma forma de cinema clássico. Se há sinceridade nesse gesto, e isso pode ser encarado como a grande qualidade do longa, ele também pode ser interpretado como defeito. Até porque, Jolie bebe das fontes de um Spielberg em seus piores momentos: o Spielberg ufanista, americaníssimo, patriota, quadrado, maniqueísta, edificante, moralista. E personalista como Eastwood, também em seus momentos pouco inspirados. O olhar feminino nas batalhas pode até privilegiar a amizade, a lealdade dos soldados, mas enfraquecem de emoção os tiros, o rodopio dos aviões de guerra. Angelina Jolie persegue a incrível história do ítalo-americano Louis Zamperini (1917-2014), personagem de Jack O’Connell (da série Skins). Zamperini tem altos e baixos superlativos. Da infância pobre e marginal, ao status de um maratonista famoso, ao soldado americano na Segunda Guerra Mundial, cujo avião é abatido, passa mais de 40 dias à deriva, e quando consegue chegar em terra firme, cai em mãos inimigas. Não sabemos se Zamperini é um cara de muito azar ou de muita sorte, mas a sua sobrevivência dá a tônica para o título do filme. O'Connell tem uma atuação distante, fria, e isso prejudica também a força de seu personagem. Outro personagem desperdiçado é o comandante japonês Watanabe (Miyavi), forte antagonista de Zamperini. O filme traz a tese de que todas as guerras são iguais, e que não há guerras boas. Mas, mais do que um filme de inspiração e superação, A.J. quer falar que o maior de tudo é o perdão. É essa a sua mensagem principal.
    Letícia L
    Letícia L

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    4,5
    Enviada em 19 de janeiro de 2015
    Um dos melhores filmes que já assisti! Nunca fui muito fã de filmes de guerra. Porém ultimamente os filmes estão se superando. A Angelina Jolie soube como contar uma história incrível de superação do nosso caro Louis Zamperini. Eu recomendo, corra até o cinema!
    ClaraFreesky
    ClaraFreesky

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    4,5
    Enviada em 15 de novembro de 2015
    Gostei muito de conhecer a história de Louis Zamperini por meio desse filme. Já tinha lido algumas críticas falando mal do filme e da direção de Angelina Jolie, e comecei a achar que o filme seria uma apelação emocional só. No entanto, não foi nada disso, foi verídico e acho que Angelina fez um ótimo trabalho. Gostei muito da atuação de Jack O'Connell, pois acho que ela fluiu naturalmente e me fez gostar muito da personalidade calma e até bem-humorada de Louie. A ambientação do filme é muito legal, tanto na terra quanto na água, e o filme não é nem um pouco chato. Por fim, acho que não devemos ir muito por críticas de cinema, afinal todos temos opiniões diferentes (a prova disso é Foxcatcher, que é um queridinho da crítica e eu até gostei, mas é bem monótono e eu não assistiria novamente). Leia as críticas para ter uma ideia, mas assista ao filme e tire suas próprias conclusões. Eu gostei bastante do longa e recomendo com toda convicção!
    Ian M.
    Ian M.

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    2,5
    Enviada em 10 de dezembro de 2015
    Segue os velhos clichês americanizados, típico de quem tem visão míope do universo. A diretora acredita que só os americanos são a salvação e o exemplo a ser seguido pelo restante do mundo. Além disto, hinos previsíveis de "vitória", como se todas as pessoas se abraçassem a todo momento. Tema bom, história fracamente contada. Nota 5.
    Felipe W.
    Felipe W.

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    5,0
    Enviada em 17 de julho de 2017
    Com um roteiro desses é praticamente impossível fazer um filme que não seja impecável. Desde a escolha dos atores, apostando em Jack O'Conell como protagonista, até a sonorização e os efeitos. O filme me manteve ligado em seu todo, sempre atento ao que pudesse acontecer. É um filme longo, mas que começa nos primeiros 20 minutos com uma adrenalina extrema. E, realmente, não sei pode dizer que nas cenas em que esperamos um resultado, a consequência é outra, fazendo a nossa criatividade de fato trabalhar. E ao final, nós percebemos que nossa imaginação pode ir além, porque o filme vai além, e ele nada mais é do que uma história real muito bem dirigida e interpretada.
    Skybaggins
    Skybaggins

    Segui-los 4 seguidores Ler as 37 críticas deles

    3,0
    Enviada em 16 de janeiro de 2015
    2°Guerra Mundial. Com certeza um dos temas mais debatidos nos cinemas. Já foram passados às telonas grandes batalhas, histórias de grandes heróis de guerra, massacres etc.. "Invencível" chega as telonas como um novo filme do gênero, mas se diferencia em diversos aspectos. O filme conta a história de Louie Zamperini (Jack O'Connell), um corredor olímpico americano que está lutando a Guerra. Após sofrer um acidente de avião, Louie é capturado pelos japoneses e assim desenvolve-se sua jornada pela sobrevivência. Depois de ter visto o longa percebe-se que Louie é um grande herói. Tornou-se um exemplo de superação e perdão, devido a seus atos que são inspiradores. Era mais que justo uma pessoa tão importante, mas tão pouco conhecida, ser levada ao grande público. Através da direção da humanitária Angelina Jolie e do roteiro escrito em parte pelos Irmãos Coen, o filme tinha tudo para ser excelente. Excelente não foi, mas teve seus momentos. O roteiro oscila muito. A primeira metade do filme é espetacular. O público consegue se apegar aos personagens facilmente e as cenas conseguem ser extremamente dinâmicas. Mesmo nas cenas sem ação, o roteiro desenvolve diálogos importantes que ajudam a caracterizar bem o protagonista. A segunda metade, porém, possui diversos deslizes. O longa torna-se demasiado lento e o roteiro perde aquele apego aos personagens. Tudo bem que Louie continua sendo querido pelo público, porém os personagens coadjuvantes tornam-se extremamente dispensáveis. Além disso, o filme cede ao antigo clichê de caracterizar os japoneses como os vilões. Certamente existiam japoneses que torturavam impiedosamente por prazer, porém também existiam pessoas que apenas faziam aquilo devido às cirscunstâncias da guerra. Isso tira um pouco a humanidade dos japoneses e faz com que o filme torna-se o típico drama americano onde os EUA estão certos sempre. A direção é de Angelina Jolie. É apenas o segundo longa que ela dirige, mas ela se sai bem. Os movimentos de câmera são bem fluídos e acompanham os personagens. A edição do filme é muito boa, o corte de uma cena para a outra é muito cuidadoso. A fotografia usada é belíssima. Visualmente é uma excelente reconstruição histórica, com paisagens muito bem usufruídas. O grande problema da direção é o receio da Angelina de cortar algumas cenas desnecessárias. Não que estas sejam ruins, mas tiram o dinamismo do filme e tornam o longa demasiadamente longo. A trilha sonora entra nas cenas certas, com uma música emocionante e condizente com a cena. Aliás, existem cenas irretocáveis, onde Angelina mostra que pode ir longe. Talvez tenha sido precipitado ela filmar Invencível no início de sua carreira, pois com experiência por trás das câmeras, Angelina poderia ter feito um trabalho infinitamente superior. A atuação de Jack O'Connell é boa. Ele consegue sustentar o filme todo sozinho, mas é bastante facilitado pela personalidade de Louie.O ator não é excelente, mas consegue fazer desse papel um grande salto para a sua carreira. Sua atuação deve ter sido bastante facilitada pela direção de Angelina Jolie, que preza primeiramente dirigir seus atores. O longa é uma grande homenagem a Louie que veio a falecer em 2014. Com certeza é uma história que precisa ser conhecida. Mas talvez o filme não tenha sido ideal para contar essa história. Apesar de tudo, a diretora apresenta potencial para trabalhos melhores, assim como o ator principal que consegue se destacar.O filme foi lembrado pela Academia ao ser indicado a 3 Oscars, porém todos relacionados a especializações técnicas. Dirigido por Angelina Jolie, "Invencível" entre altos e baixos, emociona ao mesmo tempo que entedia.
    Sidney  M.
    Sidney M.

    Segui-los 55 seguidores Ler as 985 críticas deles

    3,5
    Enviada em 16 de janeiro de 2015
    Obras ao estilo Invencível tem de montes, mas o que custa assistir mais um? Um bom filme, com belas imagens, e uma boa fotografia, essa nova empreitada de Angelina Jolie não decepciona.
    alexandrecunha
    alexandrecunha

    Segui-los 41 seguidores Ler as 34 críticas deles

    3,5
    Enviada em 11 de janeiro de 2015
    Mais um filme de guerra sobre tortura e superação. É interessante, porém MAIS do MESMO. O que o torna diferente dos outros é o fato de ser baseado na historia real de um dos combatentes, uma história que merecia mesmo ser retratada em livro e filme. O nome faz jus a ele.
    Paula L.
    Paula L.

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    4,5
    Enviada em 11 de janeiro de 2015
    Filme excelente! Vale à pena ir ao cinema conferir!
    PietroS
    PietroS

    Segui-los 20 seguidores Ler as 39 críticas deles

    5,0
    Enviada em 25 de janeiro de 2015
    Invencível mesmo. Esse deve ser o homem que chegou mais perto de ser um super herói. Só de imaginar que isso são fatos reais e que ele sofreu além disso é triste. A parte mais emocionante alem da parte final é a do rádio, dele comunicando a sua família que está vivo. Direção da Angelina J espetacular. Cada detalhe bem feito e fotografia impecável. Jack O arrasou também. Conheço ele desde Skins UK e ele agora esta sendo lançado no mercado americano. Que seja muito bem sucedido. Jack O o eterno Cock de Skins ♥ Nota máximaaa Jack também fez Starred Up que é foda ps: Acho que esse japonês nojento (o "pássaro" queria mesmo era ser fodido pelo louie, tinha uma paixão escondida ali)
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