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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinema com Rapadura
Kim-Ki Duk transforma o belo em feio, o inocente em culpado e o nobre em vingança nesse que é, desde já, o melhor filme de sua carreira.
A Tarde
Pietá quase não deixa o espectador - os que resistirem a sua chocante narrativa - piscar os olhos. Faz surgir da violência um surpreendente melodrama e tem nas soluções técnicas momentos inspirados, que justificam os louros alcançados pela obra.
Cinema em Cena
O que resta no desfecho de "Pietá" é a angústia absoluta originada pela constatação de que a felicidade é impossível naquele universo ...
Cinepop
Apesar do diretor ter o bom gosto de não transformar a obra num banho de sangue, ou algo do nível de um torture-porn, optando por deixar tudo implícito, ainda assim ganhamos muitos momentos desconfortáveis ...
The Hollywood Reporter
Um filme intenso e, durante a primeira hora, insuportavelmente violento, que acaba contra todas as expectativas se transformando em um comovente estudo psicológico.
Cineweb
Há um clima de suspeita, que a direção precisa de Kim Ki-duk sustenta em favor de uma história que, nas palavras do diretor em entrevista coletiva em Veneza, procura abraçar a humanidade ...
CineClick
Se fosse necessário traduzir "Pieta" em apenas uma palavra, esta seria "violência". [...] Entretanto, ao tentar ser extremamente pesado, "Pieta" perde naturalidade.
Diário de Pernambuco
Filmes não servem apenas para divertir ou entreter. Alguns até fazem o público sofrer. Motivar reflexões ou retratar a complexidade da miséria humana também é algo que também torna o cinema artisticamente rico.
Preview
Mais amor, por favor, parece dizer o cineasta. Ele poderia, no entanto, ter colocado um pouco mais de esforço na hora de filmar. Acaba cainda na fácil câmera na mão, com zoom desajeitado, meio nas coxas mesmo.
Screen International
Começando com um suicídio pavoroso e terminando com um enterro, este filme não é nem fácil, nem agradável de assistir.
Rubens Ewald
Não atinge porém a força e rudeza de outros filmes [de Kim Ki-Duk], nem o imaginário sugerido pelo titulo. Enfim, admiro o diretor mas não me parece estar entre suas melhores obras.
Zero Hora
Se você aguentar a brutalidade do início, talvez se irrite definitivamente quando entra em cena uma mulher que se diz mãe do personagem principal ...
Folha de São Paulo
Em "Pietá", inexplicável Leão de Ouro no último Festival de Veneza, Kim combina o tema da vingança e overdoses de violência com uma pretensiosa releitura do imaginário e da moral cristãos.
Instituto Moreira Salles
A ultraviolência é artificial, fútil e, no limite, gratuita. A brutalidade é fetichizada como algo inerente ao ser humano, fruto da falta de amor e produto de um mundo desgraçado pelo dinheiro.