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A Lei da Noite
Média
3,4
121 notas e 14 críticas
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14 críticas do leitor

Jonas B
Jonas B

Segui-los 1 seguidor Ler as 28 críticas deles

2,5
Enviada em 19/02/18
Led by Night é Ben Afleck voltando da rehab com muitas ideias e pouca aptidão. Edição preguiçosa, roteiro inconsistente, atuações e diálogos constrangedores...Que raios de filme é esse M.r Wayne?! Você é o mesmo cara que fez pérolas como Gone, Baby Gone e The Town? Acho que não hein...
Jc V.
Jc V.

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4,0
Enviada em 22/08/17
A Lei da Noite (Live by Night, no original) é uma excelente história de gangster pra quem gosta do gênero, nos apresentando boas cenas de perseguição, tiroteios e sangue - mas não se limita à isso. É, sem dúvida, mais um acerto de Ben Affleck na sua carreira de diretor, embora como ator principal ele ainda deixe à desejar. Ambientada num período chave da história americana, os anos após a 1ª Guerra e a Grande Depressão, o filme usa as características desta época para fazer grandes paralelos com o atual cenário do país, criticando sutilmente os grandes empresários, os racistas, corruptos e xenofobos. Joe é um personagem rebelde e carente pela morte de sua mãe que acaba se envolvendo com o crime e com mulheres erradas apesar de ser extraordinariamente inteligente. Quando tudo dá errado o único caminho que lhe resta é vingar a mulher que amava, morta pelo chefão do crime. Rapidamente Joe escala a pirâmide da máfia se tornando um dos barões do tráfico de álcool. O filme mostra isso de forma muito interessante pois foca na habilidade de negociação do personagem, e não no uso da força bruta, embora ela ainda ocorra em boas doses. Joe e seus homens só matam quando é necessário, mas quando o fazem é pra valer. É neste jogo de ética criminosa, tão peculiar dos filmes de máfia, que o filme ganha corpo. Apesar de Joe ser um homem mau, ele ainda é piedoso e sentimental. É interessante quando o chefe policial da cidade aceita trabalhar com ele, mesmo jurando ser incorruptível. Numa ironia bem conduzida, o policial acaba sendo corrompido no final, não pelo dinheiro ou poder, e sim pelo ódio e sede de vingança. Uma boa alegoria para mostrar q ninguém sai ileso ao convívio com o crime, e de certa forma mostra como a vingança, motivação principal de Joe, é um sentimento que sempre fere gente inocente em seu percurso. Muito sútil, mas genial. No final, num plotwist confuso mas surpreendentemente descobrimos que tudo que Joe fez foi em vão, pois tanto ele quanto o antigo chefão da máfia foram enganados pela mesma mulher. O elenco é bem robusto, com bons nomes em todas as pontas, até mesmo em personagens com pouquíssimas cenas. A fotografia ressalta o clima tropical da cidade, e a direção de Affleck é bem pontuada, com takes que falam por si só. O ponto fraco talvez seja uma caracterização maniqueísta de certo personagens, e a pouca exploração da trilha sonora. Além da costumeira má atuação de Ben.
Ricardo M.
Ricardo M.

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3,5
Enviada em 08/04/17
Noites de Gangster. Após retornar frustrado do front de batalha da primeira grande guerra, Joe Coughlin (Ben Affleck) decide que não mais seguirá à risca comando de outros, passando a levar sua vida na base de pequenos roubos. Ignorando a presença de gangues rivais na Boston dos anos 1920, Joe acaba em um conflito pessoal que o deixa preso durante alguns anos. Logo ao ser solto, o sujeito passa a defender os interesses da máfia italiana, até que isso resulta em problemas maiores do que ele se acha capaz de resolver. Apesar de não ser sua primeira investida como diretor, Affleck também ocupa a função de ator, produtor e roteirista, o que pode ter comprometido o resultado final do longa. Apesar de ambientação fenomenal, boas atuações que ainda trazem Brendan Gleeson, Zoe Saldana e Chris Cooper, a história se perde em elementos que oscilam entre a tentativa de fazer drama ou decidir exagerar no romance. É uma mistura que acaba fazendo o caldo derramar em muitas vezes, já que perde a essência gangster que tenta defender. Mas evidente que isso não torna o filme descartável, já que ainda existem bons momentos nas pouco mais de 2h que não o tornam cansativo, inclusive causando certa empolgação em situações interessantes. A LEI DA NOITE não é um filme ruim, de fato, as diversas irregularidades durante sua história deixam as sequências de ação, como a final, servirem como principal aperitivo.
Davison P.
Davison P.

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4,0
Enviada em 02/03/17
A lei da noite É um filme, dirigido, escrito, co produzido e estrelado por Ben Affleck, que interpreta Joe Coughlin, um jovem filho de capitão de polícia que se aventura em roubos a bancos e que acaba se envolvendo com chefões dá máfia por namorar uma de suas esposa, Emma Gould (Sienna Miller) vivem um romance quente e perigoso até Albert White (Robert Glenister) seu marido mafioso, descobrir e querer a cabeça dos dois, por sorte antes de executar Joe, seu pai Thomas Coughlin (Brendan Gledson) chega com a cavalaria da polícia, para prender Joe, pois depois de seu último roubo a banco, que teve um perseguição sensacional com carros dos anos 20, alguns policiais morreram em troca de tiros e capotamento na vicinal, ele se recupera dos ferimentos da surra e fica preso alguns anos, ao sair decide buscar vingança a Albert se aliando a outro chefão dá máfia. Bom galera que multifuncional esse excelente ator e diretor é, um filme passado nos anos 20, com um figurino encantador, carros de época que tiveram uma cena sensacional de perseguição, metralhadoras Chicago muito usada por criminosos da época, um filme muito classudo, na segunda parte do filme temos participações de duas atrizes conhecidas Zoe Saldana que interpreta Graciela que vira esposa de Joe, Elle Fanning que interpreta Loretta Figgis, filha de um chefe de polícia, que depois de ter fotos de noitadas regada a sexo, vazada para o pai se converte e ministra cultos religiosos para a população resistir ao pecado e tentações, a entrega da jovem é incrível pois tem apenas 18 anos.
Hugo D.
Hugo D.

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2,0
Enviada em 01/03/17
A Lei da Noite 1,5/5 - Um filme arrastado, com uma direção bem fraca, apesar de um bom roteiro e uma história interessante. Ben Affleck está com a mesma expressão de uma parede, coisa comum na maioria dos seus personagens, e o restante do elenco também não convence. Méritos do filme são os temas abordados como racismo, pós I primeira guerra mundial e a venda clandestina de bebidas por volta da década de 20 nos EUA. Mas sinceramente o filme é bem fraquinho, longo e não se aproveita dos temas relevantes para contar sua história.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

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3,5
Enviada em 01/03/17
Um bom filme. Um drama policial, tendo como tema a lei seca nos estados unidos na década de 20, do século passado. Bem dirigido e com ótimos atores, figurinos, cenários. Um filme caro. O enredo foge a mesmice dos filmes de gangsters, de bala para todo o lado e entra um pouco no romantismo, com paixões e desilusões amorosas. Ben Affleck, como sempre, com um desempenho irretocável, no papel de Joe Coughlin, personagem principal. Vale a pena.
Renan S.
Renan S.

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2,0
Enviada em 28/02/17
Parece haver dois filmes aqui: um que Ben Affleck tinha em mente, e outro que ele, como produtor, moldou para agradar ao público. Pouco dos dois funciona, mas a ambição, nada pequena, continua em igualmente grande evidência. Por fim, o que resta é a constatação não só das limitações de Ben Affleck como ator, mas da falta de alinhamento do projeto que tinha em mãos.
jrcampos
jrcampos

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4,5
Enviada em 26/02/17
Grande filme de época, que reproduz muito bem a América dos anos 1920, com bastante ação, romances, dramas pessoais. Um pouco longo, ganharia com uma boa edição.
Sidney  M.
Sidney M.

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2,5
Enviada em 25/02/17
Depois de três ótimos trabalhos Ben Affleck tem sem seu primeiro percalço. O filme não é ruim, só é bem decepcionante.
Phelipe A.
Phelipe A.

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2,5
Enviada em 25/02/17
Filme com Ben Affleck como protagonista e diretor conta a história da lei seca dos EUA e como a máfia tomou conta do comercio ilegal de bebida alcoólica, mas não é apenas isso que A Lei da Noite (Live by Night) nos mostra, Affleck consegue nos mostrar o lado obscuro da máfia junto com uma história de redenção. Muitos não gostam de Ben Affleck como ator, mas como diretor temos que tirar o chapéu para ele, já que ele consegue contar uma história com muitas facetas de maneira equilibrada. Você se emociona quando deve se emocionar, e fica intrigado quando o jogo pelo poder começa. Fazendo referencias a problemas “modernos” e atuais, como a discriminação com os imigrantes nos EUA e o poder que os mais ricos tinham sobre os pobres, A Lei da Noite traz uma interação interessante. Leia mais...
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