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    O Pai do Povo
    O Pai do Povo
    25 de novembro de 1976 / 1h 24min / Comédia
    Direção: Jô Soares
    Elenco: Jô Soares, Augusto Olímpio, Jayme Barcellos
    Nacionalidade Brasil
    notar :
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    Sinopse e detalhes

    Depois da explosão de três bombas atômicas, que causaram uma verdadeira catástrofe, a radioatividade provoca esterilidade em todos os homens da terra, com exceção de um miserável qualquer, que dormia dentro de um cano de chumbo. Este é o homem que é convocado para ser o“pai do povo”, cuja missão será dar continuidade a espécie humana.
    Distribuidor Cinéma International Corporation (C.I.C.)
    Ver detalhes técnicos
    Ano de produção 1976
    Tipo de filme longa-metragem
    Curiosidades 3 curiosidades
    Orçamento -
    Idiomas Português
    Formato de produção -
    Cor Colorido
    Formato de áudio -
    Formato de projeção -
    Número Visa -
    Pela web

    Elenco

    Jô Soares
    Personagem : Contreras/Cardeal/Silvestrina
    Augusto Olímpio
    Personagem : Pai do povo
    Jayme Barcellos
    Personagem : Cientista
    Thereza Austregésilo
    Personagem : Esposa do pai do povo
    Ficha completa

    Foto

    Curiosidades das filmagens

    Jô diretor

    É o único filme que Jô Soares dirigiu, além de assinar também o roteiro (em parceria) e interpretar diversos personagens, inclusive o protagonista, chamado O Magnífico Contreras, o ditador da Ilha da Silvéstria.

    A ideia para o filme

    "Andava de carro quando, um dia, pensei nos monopólios que o Brasil já tivera e havia perdido. Possuíamos o monopólio da borracha e aí a Holanda arranjou uma muda da planta e acabou com a nossa festa. Tínhamos o monopólio do café e o perdemos para a Colômbia. Surgiu, então, a idéia desse monopólio sui generis, que dá ao homem brasileiro a primazia sobre todos os machos do planeta." (Jô Soares)

    Driblando a censura

    Para driblar a censura, Jô Soares situou sua ditadura bem longe do Brasil e até lhe deu um nome fictício. Não adiantou o filme teve vários cortes, não apenas de imagens, mas também de sons. Quando o filme chegou às salas, lançado no carnaval, para esvaziar ainda mais o público, muitas vezes os personagens abriam a boca e moviam os lábios sem que se ouvisse nenhuma fala.

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