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Mad Max
Média
4,0
285 notas e 20 críticas
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20 críticas do leitor

Fernando M.
Fernando M.

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4,0Muito bom
Enviada em 02/07/15

Uma coisa precisa ser dita. Mad Max faz parte de um panteão de fábulas contemporâneas do cinema mundial. Não é exagero coloca-lo lado a lado de histórias como Exterminador do Futuro (1984) e Robocop (1987) – em especial, às histórias “inaugurais” das franquias. São metáforas muito bem-acabadas, numa feitura pop, que lançam bases para um mundo muito próprio, além de oferecer um olhar muito diferente e crítico do homem moderno. A diferença – e originalidade – em relação às citadas franquias é que Mad Max desenha um futuro decadente, precário, brutalizado. Um retrocesso à barbárie. Em uma Austrália pós-apocalíptica, motoqueiros sádicos aterrorizam aquilo que restou da civilização. Em um mundo de escassez, pessoas matam e morrem por combustível. O filme é uma aventura solitária de Max Rockatansky (Mel Gibson em início de carreira), um policial destemido que declara guerra contra os motoqueiros selvagens que assassinaram cruelmente a sua família. Em seu primeiro longa, George Miller faz um filme baixo-orçamento, com poucos recursos e muito sangue nas veias. Seu maior trunfo está na história, com destaque na perseguição de carros. Miller quer realmente fazer jus à palavra ação. Há também uma caracterização quase expressionista dos personagens. Ou seja, a falta de recursos do diretor novato – e um ar um tanto tosco do filme – torna-se elemento que agrega valor à narrativa. Os motoqueiros são uma espécie de cangaceiros neo-punks, homens brutalizados pelas máquinas – embora com alguns lances homoeróticos sutis –, uma gangue nômade que espalha o caos por onde passa. O filme toma então um aspecto de “faroeste motorizado”, permitindo-se assim algumas leituras. Crítica à Revolução Industrial? Pode ser. Ao mesmo tempo em que desenha o homem dependente das máquinas, o contraponto é justamente um mundo de recursos escassos. O vício da gangue é a velocidade, mas... como manter isso no pós-apocalipse. Mad Max começa sem prólogos. E termina sem uma conclusão muito bem caracterizada. Mas o filme por si só se basta.

apenasumr
apenasumr

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3,5Bom
Enviada em 20/05/15

O Filme não é como os outros,não é de apocalypse e sim de policial caçando bandido,o filme é legal mais é muito chato hoje em dia,recomendo que assistam o remake.

Weber R.
Weber R.

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3,5Bom
Enviada em 28/02/16

Assistido novamente em 14/11/2015 Mel Gibson ficou perfeito no papel de Max Rockatansky; Destaque para o formidável carro V8; O filme traz uma história de agonia e suspense

Luis R.
Luis R.

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5,0Obra-prima
Enviada em 27/09/13

A trama mostra um futuro caótico,o desenvolvimento do personagem interpretado por Mel Gibson é feito de maneira sensacional,tem situações envolventes e cenas de ação que são ótimas.

Neto S.
Neto S.

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3,5Bom
Enviada em 06/09/15

Num futuro próximo, o combustível que alimenta os motores dos carros é também motivo para crimes perpretados por violentas gangues. Max é um jovem policial e junto com seus companheiros patrulha as estradas a fim de impedir a ação daqueles que insistem em perturbar a paz. A morte de um membro pelas mãos de Max dá início a uma série de crimes cruéis cometidos contra sua família e o melhor amigo. Assim, Max só tem uma escolha: vingança . Mad Max e um filme q começa ja com uma Perseguiçao da Policia , e um filme meio Doido Mais Ainda sim e Um Bom Filme Com Uma Historia Interessante e com Uma Otima Atuaçao de Mel Gibson , Bom Nota 8.0

Fabiano O.
Fabiano O.

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5,0Obra-prima
Enviada em 22/05/15

Em um futuro distópico, com o começo da escassez de comida e principalmente combustível, Max é um patrulheiro que, após uma perseguição que ocasiona a morte de uma gangue de motoqueiros deliquentes, vê essa gangue chegar a sua cidade, causando distúrbios no local e perseguindo seu melhor amigo, sua mulher e seu filho. Depois que conseguem matá-los, Max vendo tudo que perdeu parte para o único destino que teria: vingança cobtra aqueles que o feriram emocionalmente. Um belo trabalho de George Miller como diretor, boas atuações, claro, com o destaque para o então estreante (e bem novinho) Mel Gibson, que demonstra o seu talento, principalmente para filmes de ação. Uma ótima representação de um mundo que estava a beira do colapso total, mesclando uma parte mais sentimental com ótimas cenas de ação e perseguição.

Ricardo L.
Ricardo L.

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5,0Obra-prima
Enviada em 26/09/17

Obra prima do cinema mundial e um dos Top 10 da história dos filmes de ação. Mel Gibson está ótimo como Max, incorporou bem as cenas de ação e a melancolia do personagem. Roteiro perfeito e seu desenvolvimentismo é muito bom, parte na floresta é fenomenal, suspense de 1° qualidade ou seja um filme de 1° qualidade.

Leonardo Rossi
Leonardo Rossi

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4,5Ótimo
Enviada em 02/02/17

Apesar de ser um filme de baixíssimo orçamento (AUD$ 400,00), é o meu preferido da trilogia inicial. Gostei muito dos personagens caricatas e uma Austrália pré-apocalíptica retratada nessa película. Um filme que não envelheceu em nada e tem como um grande atrativo um Ford Falcon Xb Gt Coupe negro e pronto para a velocidade. Sem contar as 3 marcantes kawasaki 1977-1000 (Toecutter, Goose e Bubba Zanetti). Um filme cru!

Jerffson B.
Jerffson B.

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3,5Bom
Enviada em 20/01/17

O primeiro e mais fraco da trilogia inicial, mas boa performance de Mel Gibson, ainda muito jovem, iniciando a sua carreira.

cinetenisverde
cinetenisverde

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3,0Legal
Enviada em 17/01/17

Um dos primeiros filmes que aborda perseguições de carros e motos em estradas, amado pela sua geração a ponto de virar cult. Vou confessar, no entanto, que a primeira metade do filme hoje em dia é lenta e um tanto decepcionante. A abordagem realista do diretor George Miller é sabotada por ele próprio ao usar uma trilha sonora de suspense de ficção científica dos anos 60 e enfocar constantemente um corvo ou uma ave que se alimenta dos corpos deixados na estrada, criando uma fuga do drama da história, esse sim, sensível o suficiente para que prestemos atenção nas condições deploráveis da polícia daquela época e dos habitantes das cidades desérticas do que pode muito bem ser qualquer lugar onde o motorista senta do lado "errado" do carro. O "futuro" de Mad Max é muito mais os queridos anos 70, e não há a menor tentativa de futurizá-lo.

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