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O Palhaço
Média
3,9
614 notas e 65 críticas
43% (28 críticas)
26% (17 críticas)
9% (6 críticas)
5% (3 críticas)
6% (4 críticas)
11% (7 críticas)
Você assistiu O Palhaço ?

65 críticas do leitor

Fernando Doleron V.
Fernando Doleron V.

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5,0
Selton Melo fez uma obra prima do universo circense. Sua sensibilidade foi ao extremo, demonstrando à flor da pele o seu bom coração. Ele tem realmente um bom coração. Foi buscar lá bem de dentro de nossas entranhas a genuína tradição do circo do interior, do circo matuto, ingênuo e doce da nossa infância. Eu assisti ao filme no mês passado. Selton Melo o fez com grande maestria. Um grande filme, daqueles que fazem a gente ficar bem e de bem com a vida. Parabéns, mesmo, Selton. Um forte abraço de Fernando D'Oleron, um mero telespectador da cidade de Moreno, em Pernambuco.
Sílvia Cristina A.
Sílvia Cristina A.

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5,0
O filme "O palhaço" de Selton Mello é um brinde ao cinema filosofia , que volta à tona por meio de uma obra aparentemente simples , porém, altamente poética , sensível e essencial à raça humana. Mais que contar histórias, o cinema nos faz pensar afetivamente sobre as questões mais importantes da Humanidade , como o amor , a liberdade , a autoexpressão e a justiça social. O ponto X de O palhaço é a vocação. Mais do que isso. É a natureza das coisas e das pessoas. Somos o que somos e tentar fugir do nosso essencial é o mesmo que negar a vida ; é negar , como diria Caetano Veloso, “a dor e a delícia de ser o que é”. Por meio de uma trama simples , O palhaço nos conduz à estrada da nossa vida , das nossas escolhas , da nossa natureza que se impõe . Como um estribilho , as frases “O rato come queijo/ O gato bebe leite/ E eu sou um palhaço”, todo o determinismo e complexidade da nossa existência revela-se com simplicidade. Estamos condenados a sermos nós mesmos e não há nenhum mal nisso. Em alguns momentos , o filme me fez lembrar de Fellini e do seu encantamento pelo circo , como possibilidade única de libertação em um mundo marcado pelo determinismo das relações sociais e pessoais. Como o mestre do cinema italiano, Selton Mello joga luz sobre o mistério da vida ; sobre sua beleza triste e cansada ; sobre a possibilidade de sermos únicos num mundo de mesmices e consumismo.
Estevan Magno
Estevan Magno

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3,0
Ao contrário de muitos acredito que esse não é um filme para se concorrer ao OSCAR. A qualidade na Fotografia e Roteiro são ótimos mas muitas cenas pecam. Acredito que muito se falou sobre essa película, e por isso tantos comentários ruins e bons, todos exagerados, mas é um filme moderado, com a qualidade do sentimentalismo brasileiro que é muito difícil de ser encontrado com qualidade no cinema norte americano.
Eder Luis Santana
Eder Luis Santana

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4,5
Faz tempo que não me identifico tanto com um personagem. Benjamim (palhaço Pangaré) traz a típica crise existencial que aflinge pessoas em busca de um caminho. Profissionais que estão saturados do que fazem, mas, ao mesmo tempo, sentem-se viciados pelo retorno que o trabalho proporciona. Selton Mello fez um filme simples, com uma fotografia linda e de uma delicadeza que talvez seja difícil atingir boa parte do público. Elementos sutís como o ventilador e a falta de uma carteira de identidade servem para mostrar como a estafa mental - e física - acumulam-se em um ser humano que busca um sentido para sua vida. Não acho que seja um filme digno de Oscar, como tem sido dito por alguns colegas, mas é uma produção muito boa e que vale a pena ser assistida.
Andre C.
Andre C.

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0,5
Não acreditei quando vi. Selton Mello esta péssimo na direção e como ator - isso que sou fã dele. Palhaçada é ficarem chateados pelo filme nao ter sido indicado ao Oscar. Ainda bem, assim nao passamos vergonha. Filme lento, sem graça é devagar e não acelera nunca... Horrível - não perde nada quem nao assistir.
Emanuel Marques
Emanuel Marques

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0,5
...Horrivel o filme.. achei sem história, sem emoção, sem presença do ator.. pra falar a verdade cheguei até a dormir durante o filme. Quem gosta de filme sem nada é uma ótima opção.
Luiz C.
Luiz C.

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4,5
O gato bebe leite, o rato come queijo Passei as últimas quatro semanas tentando arrumar um jeito de assistir ao filme “O Palhaço”, escrito, produzido, dirigido e estrelado por Selton Mello. Fui a uma locadora que ainda insiste em existir perto de casa, não tinha. Tentei baixar pela internet, mas, como sou totalmente desorganizado tecnologicamente, não consegui. Daí, fui a várias banquinhas dessas de tabajaras, até conseguir um numa qualidade boa. Acho que, pela grande expectativa que estava para ver o filme que é líder em prêmios nacionais neste ano e tem grandes chances de representar o Brasil na disputa de melhor filme estrangeiro do Oscar 2013, não fiquei tão impressionado assim. Mas isso não significa que não tenha tirado uma boa lição desse longa, tão bem-produzido e dirigido e que acaba tocando as pessoas de alguma forma. É claro que ele vai tocar mais a classe artística – ou até mesmo aqueles que se envolvem mais com a cultura. Mas a mensagem chega até você também. Isso porque o filme conta a história do palhaço Benjamim (Selton Mello) e de seu pai, Valdemar (Paulo José), que formam a divertida e entrosada dupla Pangaré e Puro-Sangue, do circo Esperança. Em meio a viagens pelo interior de Minas, Benjamim passa por uma crise existencial que, acredito eu, qualquer artista – seja ele ator, cantor, dançarino, músico, humorista, palhaço – deva passar: quem eu sou verdadeiramente? Sigo em frente porque a maré está me levando nessa jornada ou busco uma nova plateia? Eu sou artista ou eu seria mais feliz sendo um vendedor de ventiladores em uma loja de eletrodomésticos? É aí que está o grande lance: em cenas lotadas de simbolismo e significados, dignas de aplauso pela fotografia mágica e pela trilha que completa o ambiente circense e interiorano, o pai lança a mensagem para o filho: “Na vida, a gente tem que fazer o que a gente sabe fazer. O gato bebe leite, o rato come queijo... E eu sou palhaço”. De uma maneira bem particular, eu, Luiz, por mais que tente fugir do jornalismo, por estar estressado com um dia ruim, triste por ter levado uma bronca do chefe ou cansado por ter trabalhado num fim de semana inteiro no plantão na redação, não tenho lugar para ir. Eu me encontrei entre as letras, cheguei à maturidade profissional entre os parágrafos, e poucos são os prazeres existentes que me fazem tão feliz quanto escrever e ser lido. É assim que vários Benjamins se sentem, sejam eles de qualquer área profissional imaginável. Nem anos de análise tiram a essência que cada um tem guardada em sua caixinha do lado esquerdo do peito. O palhaço de Selton Mello questiona essa essência, assim como muitos de nós, artistas ou não, mas segue o caminho do amor para se encontrar com o humor. Tirando da trilha do filme uma joia de Nelson Ned, “tudo passa, tudo passará. Nada fica, nada ficará. Só se encontra a felicidade quando se entrega o coração”. E é assim que Selton Mello toca o seu coração e o atinge em sua determinada função. O meu foi bem de leve. Imagine se tivesse sido com força...
Robson O.
Robson O.

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4,0
Recomendo! Um ótimo filme ! Vale lembrar que embora o título seja auto-sugestivo, não se trata de um filme de comédia, mas sim de um drama que também faz rir. Quem vai no cinema e não entende isso e/ou não aceita isso, se frustra à toa. As piadas no início, são propositalmente mal encaixadas, soam sem-graça as vezes para refletir o conflito pessoal que o palhaço Pangaré vive, mas isso percebe-se só no final. Trilha sonora bem ajustada, ótima fotografia, atores inusitados como Moacir Franco, Ferrugem, o popular "Zé Bonitinho", dentre outros dão uma cara muito boa a fita. Um filme bem ajustadao e simples, mas com a exata intenção de ser assim.
Juliana T.
Juliana T.

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5,0
Foi incrível como o Selton Mello usou a simplicidade e, mesmo assim, atingiu um alto nível de entretenimento. O filme em si, não tem um enredo fixo ou uma história complexa, seus ápices são dados em cenas repletas de moralidade e reflexão. O personagem interpretado pelo mesmo, tem de sair de sua rotina para concluir que sua vida não é monótona ou ruim, mostrando que para a sociedade, as vezes somos somente um documento, uma numeração, e voltando a trama, ele no entanto, tem essa necessidade de se firmar como pessoa perante seu 'RG'. É interessante também, a forma que ele retrata os ventiladores como a própria felicidade, algo que adquiriu com seu esforço. Filme excelente para os bons entendedores ;)
Paula Biasi
Paula Biasi

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4,0
Sorrisos embargados de emoção “ O gato bebe leite, o rato come queijo e eu sou palhaço!" Esta frase pronunciada pelo protagonista Benjamin, no filme o Palhaço, resume a trajetória do personagem de Selton Mello , porém a palavra palhaço poderia ser facilmente substituída por talentoso. Seria redundante reafirmar o talento de Selton como ator, mas sua empreitada na direção cresce a cada filme realizado. O diretor mostra firmeza ao conduzir a história e explorar a riqueza de cada personagem. São vários, o que em determinados momentos poderia tornar o filme extremamente confuso, mas Selton consegue extrair de cada ator o essencial, e assim, nos apresentar pessoas simples e ao mesmo tempo complexas. Cada personagem possui seu momento para explorar características e trejeitos particulares em cenas que encantam o espectador. Em vários momentos nos envolvemos com cada história pararela e participações especiais de atores consagrados ou esquecidos do público. A riqueza de detalhes do roteiro e o comprometimento do elenco são a base de O Palhaço. Podemos sair mais leves do cinema após o término da sessão, mas as gargalhadas do espectador se mesclam com momentos de extrema emoção vivenciados pelo protagonista. Selton consegue transmitir a simplicidade e ternura do personagem, mas também a angústia de se anular para viver em função dos demais ao seu redor. Em uma cena cativante Benjamin diz : ” Eu faço os outros rirem, mas quem vai me fazer rir ?” Este momento de reflexão faz o espectador participar ainda mais da história retratada. Conflitos internos do protagonista ganham intensidade e dramaticidade na metade da trama, onde Selton consegue explorar perfeitamente esse lado mais introspectivo do personagem. O filme enche os olhos do espectador de encantamento e emoção.
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