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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Instituto Moreira Salles
Não é um filme do qual os espectadores saiam dizendo que "a fotografia é linda" ou que "os atores estão formidáveis", embora as duas coisas sejam verdadeiras. É que em "Xingu" nenhum valor de produção se destaca "em si". Tudo está a serviço da consistência e da limpidez da narrativa.
CineClick
"Xingu" é um filme como todo filme deveria ser: lapidado, bem trabalhado, no qual se enxerga de pronto a coesão da equipe que o realizou. João Miguel, Caio Blat e Felipe Camargo, atores que dão vida aos irmãos Vilas-Bôas, fazem um trabalho exemplar.
Cinema com Rapadura
... "Xingu" consegue distribuir os diversos enfoques de uma operação de tal magnitude, como os conflitos entre os irmãos, a relação entre índios e brancos, a questão política de poder e cobiça diante da terra e a fascinante cultura indígena ...
Cinema em Cena
... "Xingu" é um filme eficiente e tocante que faz justiça à memória dos Villas-Bôas e ao seu trabalho.
Cineplayers
"Xingu" é um filme-documento que promove os ideais dos maiores sertanistas brasileiros e conscientiza o público da importância do índio dentro da realidade coletiva de nosso país.
Cineweb
... "Xingu" supera dois grandes obstáculos ao humanizar cada um dos irmãos e deixar clara sua inquestionável defesa dos indígenas ...
Estado de São Paulo
Um épico intimista, propondo o que não deixa de ser uma tragédia familiar [...] Gosto demais do filme e de seus atores, o trio João Miguel/Felipe Camargo/Caio Blat.
Estado de São Paulo
Cao Hamburguer pensou a saga da criação do Parque Nacional do Xingu da maneira como foi – como resultado de idealismo e de um grande sentimento de aventura.
Folha de São Paulo
Ao se fixar nos irmãos, "Xingu" fixa, também, a atitude de homens que buscaram aliar ideias à ação. É o que, para além das ambiguidades, os torna tão especiais, num filme também especial.
Jornal do Brasil
Sem idealizações, somos apresentados aos irmãos e aos índios e, por que não, ao nosso país. E aqui vale ressaltar a bela fotografia de Adriano Goldman, que proporciona boa parte da viagem a esse Brasil outro, intocado.
O Globo
"Xingu" investe no tom épico de uma trajetória de aventuras e idealismo. João Miguel, como Cláudio, confirma ser um dos maiores atores do país, enquanto Felipe Camargo, como rlando, tem sua melhor atuação em cinema, e Caio Blat imprime intensidade ao caçula Leonardo.
Veja
O cuidado, a paciência e o respeito com a história são notáveis. [...] João Miguel, especialmente, está maravilhoso.
Zero Hora
O melhor do filme é que ele emociona sem os excessos de música e dramaticidade comuns a títulos com este perfil.
Preview
O mais importante é que, ao falar de um momento histórico, o filme consegue despertar para a situação do índio presente, tornando-se mais relevante do que apenas a aventura dos três irmãos.
Rolling Stone
"Xingu" começa meio morno, mas emociona ao recriar o ambiente da selva e as angústias de quem vive, lado a lado, a violência contra os índios.
Correio Braziliense
Íntegro ao espírito de discrição, antes adotado no longa "O ano em que meus pais saíram de férias", o diretor opta por um estilo seco e, em certa medida, prejudicado pelo excesso de situações condensadas.
Omelete
["Xingu"] é uma biografia meio chapa-branca que flerta com [a] complexidade (nos dilemas de Cláudio), mas que termina simplificando coadjuvantes (o fazendeiro mau, o político negociador) e resgatando a velha ideia do Bom Selvagem ...
Rubens Ewald
... "Xingu" é um filme frio, correto, que se sobressai especialmente num ano que por enquanto ainda não teve pontos altos. Acho a narrativa um pouco confusa mas é compreensível pelo tamanho do projeto ao sintetizar tantos anos de História.
A Tarde
O filme acaba assumindo um trabalho de reinterpretação das vivências dos sertanistas bastante informativo [...] mas que não funciona tão bem como espetáculo, justamente o que parece ser a sua intenção mais flagrante: transformar em palatável aventura a labuta dos Villas-Boas.
Cinética
Sob os olhos do diretor, o indígena se torna objeto de um voyeurismo, subentendido somente a partir de certos valores éticos (um tanto europeus) de purismo e preservação da diferença.