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Quero Matar Meu Chefe 2
Nota média
2,3
12 publicações
  • Cinema com Rapadura
  • Estado de Minas
  • Omelete
  • Rubens Ewald
  • Almanaque Virtual
  • A Tarde
  • CineClick
  • Cinepop
  • Papo de Cinema
  • Screen International
  • Variety
  • The Guardian

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

12 críticas da imprensa

Cinema com Rapadura

por Arthur Grieser

Pecando eventualmente por alguma irregularidade e subtramas paralelas pouco funcionais, é conveniente colocar que tais tropeços não chegam a comprometer de modo significativo o resultado final. Dessa maneira, temos um longa razoável, divertido e honesto, que faz jus ao seu antecessor.

A crítica completa está disponível no site Cinema com Rapadura

Estado de Minas

por Helvécio Carlos

Se o roteiro não é tão divertido quanto o do filme anterior, em "Quero Matar Meu Chefe 2" a inclusão de dois novos personagens, o empresário e seu filho, garante bons momentos com a interpretação de Christoph Waltz e Chris Pine.

A crítica completa está disponível no site Estado de Minas

Omelete

por Thiago Romariz

Tem seus percalços devido a repetição de piadas e exagero das situações escatológicas, mas no fim fica com um saldo positivo. Se não é uma pérola da nova comedia, "Quero Matar Meu Chefe 2" ao menos não passa vergonha na seara de filmes cômicos da atualidade.

A crítica completa está disponível no site Omelete

Rubens Ewald

por Rubens Ewald Filho

Uma sucessão de viradas e derrapadas, perseguições e erros, de brigas e confusões [...] Igual ao original, não espere sutilezas, mas a verdade é que as confusões vão se sucedendo e o filme vai ficando mais ou menos engraçado.

A crítica completa está disponível no site Rubens Ewald

Almanaque Virtual

por Raíssa Rossi

[...] “Quero Matar Meu Chefe 2” é um filme apelativo, repleto de piadas tolas e exageradas e poucos momentos realmente divertidos. Apesar das várias reviravoltas na trama por conta do sequestro, a repetição de certos elementos do primeiro filme e o humor pastelão mal empregado tornam o filme cansativo...

A crítica completa está disponível no site Almanaque Virtual

A Tarde

por Adalberto Meireles

Sucessão de sequências feitas sob medida para agradar aos fãs do gênero, "Quero Matar Meu Chefe 2" é um filme para consumo direto e imediato e que sabe valer o tempo de esvaziar um balde de pipoca.

A crítica completa está disponível no site A Tarde

CineClick

por Daniel Reininger

As piadas variam de muito engraçado ao ofensivo, mas algumas chegam a ser racistas e misóginas e não conseguem nada além do silêncio da plateia. Os melhores momentos vêm do improviso dos três protagonistas.

A crítica completa está disponível no site CineClick

Cinepop

por Pablo R. Bazarello

Muitas sequências surgem sem necessidade ou exigência do espectador. Obviamente é onde se encaixa este Quero Matar Meu Chefe 2, cuja existência explica-se apenas pelo fator financeiro. [...] Quero Matar Meu Chefe 2 é uma repetição desavergonhada do original.

A crítica completa está disponível no site Cinepop

Papo de Cinema

por Robledo Milani

"Quero Matar Meu Chefe 2" carece de uma estrutura mais delineada e de algo novo que realmente surpreenda, exatamente o que o longa anterior tinha a oferecer. Redundante e nada convincente, desperdiça talentos...

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

Screen International

por Mark Adams

Talvez exista um subtexto anticapitalista em "Quero Matar Meu Chefe 2", mas embora existam momentos hilários, fica a sensação insistente de que esta sequência é forçada demais, com as suas piadas semi-improvisadas entrando em conflito umas com as outras ao invés de contribuirem ao conjunto.

A crítica completa está disponível no site Screen International

Variety

por Justin Chang

Esta sequência inútil e insossa serve como desculpa para reunir mais uma vez os divertidos Jason Bateman, Charlie Day e Jason Sudeikis [...], que apenas ocasionalmente atingem o alvo.

A crítica completa está disponível no site Variety

The Guardian

por Mark Kermode

Das piadinhas sub-Austin Powers às referências a coprofilia com Jennifer Aniston (sério), este bromance depressivamente vulgar me deixou com saudades daqueles dias em que a comédia para o grande público tinha mais a oferecer do que uma porção de homens de meia idade brincando com os seus pênis.

A crítica completa está disponível no site The Guardian
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