Notas dos Filmes
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    Terapia de Risco
    Média
    4,1
    381 notas e 65 críticas
    distribuição de 65 críticas por nota
    14 críticas
    28 críticas
    15 críticas
    8 críticas
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    65 críticas do leitor

    alexandrecunha
    alexandrecunha

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    4,5
    Enviada em 22 de julho de 2013
    Pense num filme que te surpreende. Esse é um dos que mais me surpreendeu. Inicio bem abaixo da média, já estava quase aceitando assistir mais um banal americano, até que do nada melhora, e como melhora. Não escreverei nada sobre porque tiraria todo o efeito surpresa excencial para esse filme. Só digo uma coisa NÃO LEIAM NADA ANTES DE ASSISTIR. Foi assim que eu fiz e te digo, foda!!! spoiler: Disse pra não ler nada antes. Curioso(a) heim, rs!
    Neto S.
    Neto S.

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    4,0
    Enviada em 8 de março de 2014
    A trama gira em torno da jovem Emily Hawkins (Rooney Mara), que acaba de ver o marido (Channing Tatum) ser libertado da prisão por um crime de colarinho branco. Mesmo aliviada, Emily tem crises de depressão e busca a ajuda de medicamentos prescritos para conter a ansiedade. Ela também busca amparo num tratamento psicológico, lidando com profissionais (Jude Law e Catherine Zeta-Jones). O tratamento, por mais que comece de forma positiva, vai gerar consequências inesperadas na vida da jovem. Muito bom esse suspense/drama me supreendeu com um ótimo elenco e uma boa história recomendo nota 9.0
    Thalita Uba
    Thalita Uba

    Segui-los 54 seguidores Ler as 52 críticas deles

    4,0
    Enviada em 15 de maio de 2013
    A história é tão cheia de reviravoltas que é quase impossível não soltar um spoiler! Acho que isso, por si só, já torna o filme bem surpreendente – o que é sempre bom. É uma trama que te prende e faz você realmente prestar atenção no que está acontecendo. Preciso também mencionar a atuação dos atores, que fizeram um trabalho excelente. O final é um pouco atropelado – as coisas se solucionam todas muito rapidamente e puf!, acabou o filme. –, mas é certamente uma ótima pedida para quem gosta de suspense.
    Phelipe V.
    Phelipe V.

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    4,5
    Enviada em 21 de maio de 2013
    O diretor Steven Soderbergh entrega com Terapia de Risco o seu filme mais sagaz em anos! Gosto muito do tom frio, essa fotografia apática que usa pra contar um thriller de tirar o fôlego sobre psiquiatria. Algumas pessoas podem se incomodar com a falta de tempo pra respirar no filme, e seus diálogos com termos específicos a todo o tempo, o que pode causar uma certa dificuldade de entendimento. Há que se prestar a atenção em alguns detalhes no meio de tantas reviravoltas. E que reviravoltas! O roteiro de Scott Z. Burns dá espaço pra todos os personagens terem seus momentos no filme, e ainda sobram surpresas. A medida que o enredo avança e vamos percebendo que aquilo tudo, na verdade, é uma verdadeira guerra de raposas pra saber quem presta menos. O que denota uma certa inteligência na construção da trama é, justamente, que não sabemos quando ou porque exatamente torcer por aqueles personagens, já que a culpa máxima vai caindo gradativamente em cada um deles. Rooney Mara é uma atriz tão sem graça, mas aqui dá um show. Principalmente nas cenas mais próximas do desfecho do longa, quando o filme não economiza em ousar em suas cenas com Zeta-Jones (outra que está muito bem). Todavia, o filme é mesmo de Jude Law. Protagonista absoluto, é dele que surgem as ações: acompanhamos a história sob o seu ponto de vista, e quando ele é enganado, somos juntos. Na rasteira que o roteiro nos dá no final, quando mostra se ele é um mocinho ou não (existe isso?), ele dá show também. Brilhante atuação. Soderbergh se coloca à frente de muitos diretores de Hollywood, mais uma vez, na direção de atores, e em nesse filme inteligentíssimo, também na construção da mise-en-scene. Aqui, abusa de diálogos em off, começados numa cena em um ambiente diferente da cena de onde o texto origina-se, pra apenas depois nos levar até a presença do locutor daquela fala. Isso se mostra acertado, uma vez que só tende a deixar ainda mais claro o desespero velado que caminha lado a lado com a saga do "psiquiatra" e sua "paciente", de uma forma bastante sutil. A verdade é que aqui não deixa de constar denúncias e verdades sobre esse mundo da depressão, entretanto, vai além. Como eu já disse ali em cima: Terapia de Risco é sagaz. E se destaca por isso. Não vai ser incomum gente saindo do filme sem entender nada, então eu deixo logo uma recomendação: revejam. Talvez com o final em mente, o filme se clareie, e faça ainda mais sentido do que visto pela primeira vez. Porque sim, aqui tem que se prestar atenção no limiar das situações, a tensão crescente e nas máscaras sendo colocadas e retiradas, na história maquiada da primeira meia hora pra, em seguida, o roteiro dizer muito bem por quais temas quer percorrer. Cinemão de qualidade que me faz apenas lamentar que Soderbergh esteja se despedindo do cinema aqui (segundo ele, esse é o seu penúltimo filme). Definitivamente, não deveria.
    Juarez Vilaca
    Juarez Vilaca

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    3,5
    Enviada em 19 de maio de 2013
    É um bom filme, trata dos ganhos exorbitantes com o sistema financeiro que leva a jogos criminosos para melhorar ou depreciar o valor de uma ação, no caso em questão das milionárias industrias farmacêuticas. Termina virando um filme de investigação policial. Jude Law e Ronney Mara estão impecáveis, Catherine Zeta-Jones tem um papel secundário, mas não compromete. A questão das pessoas viciadas ou que necessitam tomar remédios de uso continuado são o centro do enredo e a razão da prosperidade daquelas indústrias.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    2,0
    Enviada em 22 de maio de 2013
    Existe muito de “Contágio” em “Terapia de Risco”. Não estamos somente nos referindo ao fato de ambos serem filmes dirigido por Steven Soderbergh e escrito por Scott Z. Burns, mas, principalmente, quando percebemos que os dois longas oferecem um olhar bem atento aos bastidores da indústria de saúde e farmacêutica. Se “Contágio” acompanhava o ciclo de existência de uma epidemia a nível mundial, “Terapia de Risco” aborda uma realidade mais bem definida e que envolve uma jovem chamada Emily Hawkins (Rooney Mara) e seus conflitos pessoais que a levam a encarar um misto de ansiedade e depressão. Quando conhecemos a conjuntura por trás dessa personagem, entendemos o por que de ela ser acometida pela enfermidade que a aflige. Sem uma estrutura familiar que lhe dê suporte, Emily encontrou seu eixo na figura de Martin (Channing Tatum, reprisando a parceria com o diretor depois de “Magic Mike”), com quem ela se casou. A convivência entre os dois foi muito intensa, porém exígua, tendo em vista que ele foi preso por fraude no sistema financeiro. Quando entramos em contato com Emily, aliás, ela está lidando com toda a tensão advinda da liberdade do marido e da pressão que ela coloca sob si mesma de sustentar a família enquanto o marido não recoloca a sua vida no lugar. Quando Emily procura o psiquiatra Jonathan Banks (Jude Law, que também esteve em “Contágio”), após uma tentativa frustrada de suicídio, é que “Terapia de Risco” entra em seu tema central: a relação entre o uso de remédios em pacientes com patologias como as que Emily enfrenta – e que são pautadas pelas mudanças de humor e de comportamento – e a forma como os médicos receitam esses medicamentos – muitas vezes, eles se envolvem em estudos, nos quais são pagos, e colocam seus pacientes como cobaias de pílulas sem eficácia ou efeito comprovados. O filme tira seu título original – bem como a tradução – dessa situação. Se tivesse seguido o caminho documental que “Contágio” aborda, com uma análise mais fria de um tema bem amplo, “Terapia de Risco” até que poderia render um bom filme. Entretanto, o problema dessa obra mais recente de Steven Soderbergh é justamente o recorte particular que faz na história de Emily Hawkins. Isso faz com que “Terapia de Risco” opte por uma abordagem narrativa bem complicada, cheia de tentativas de surpreender o espectador – o que faz com que a história fique com alguns furos mal explicados e vá perdendo seu impacto a cada nova camada que vai sendo desnudada para a plateia.
    Nathan S
    Nathan S

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    4,0
    Enviada em 7 de junho de 2013
    Quem é fã do estilo de direção de Steven Soderbergh possui um gosto refinado por cinema, e não digo isso para afirmar que seus filmes são obrigatoriamente agradáveis ou que possam ser considerados obras de arte. Pelo contrário, para se assistir a um filme do Soderbergh, o espectador deve estar ciente do estilo próprio e “inovador” do diretor, pois estes possuem suas próprias características de desenvolvimento e produção que não agradam a todos e, muitas vezes, podem fazer com que algumas pessoas assistam aos filmes e ao final deles digam que perderam tempo – se conseguirem chegar ao fim. A trilha sonora suave de progressões em momentos de tensão, o desenvolvimento da história e o desenrolar do roteiro presente nos filmes de S. Soderbergh são praticamente únicos dele, podendo lembrar um pouco o estilo de direção do diretor Danny Boyle (Extermínio, Quem Quer Ser Um Milionário? e Sunshine). Enfim, não são filmes que agradam a gregos e troianos. Para quem está acostumado com seus trabalhos, irá notar as tramas inteligentes e intrigantes que, contudo, não possuem ação e contem seus clímax basicamente em torno de diálogos complexos e reviravoltas que fazem o verdadeiro fã de carteirinha desses filmes (como eu) ficar de boca aberta. Pra quem conhece e entende o ponto de vista de Soderbergh com certeza se surpreende com novas perspectivas das tramas dele. Terapia de Risco foi um de seus melhores desde "O Segredo de Berlim" e o mais atual "A Toda Prova". Contando com elenco de primeira classe formado por Jude Law, Catherine Zeta-Jones e Channing Tatum, o filme aborda um tema superinteressante envolvendo climas de tensão, temáticas científicas e de constantes crises psicológicas que fazem dele um filme que, mesmo sem ação, prende o espectador fazendo-o se envolver com a trama e o desenrolar da história de uma maneira intensa. Os diálogos são bem executados, o tema foi muito bem abordado, a trilha sonora se encaixou muito bem ao “estilo Soderbergh” e ao filme em si. O início do filme já aguça a curiosidade do espectador com a cena inicial do apartamento ensanguentado – detalhe: eu adoro sanguinolência nos filmes. A atuação da protagonista já de início impressiona, mas o destaque com certeza é o personagem do Jude Law que nos mostra uma excelente atuação, alem de seu ótimo sotaque britânico que destaca sua voz. A partir de quando a história central do filme começa a desenvolver, o talento do diretor equipado com um script altamente competente e com o elenco de categoria, aditiva a trama e potencializa o suspense e os conflitos psicológicos que não deixam a gente respirar. Alem de contar com tudo isso, Side Effects ainda nos proporciona cenas que surpreendem e nos mostram acontecimentos inesperados, alem de um final competente e repleto de reviravoltas que concluem a obra de uma maneira completamente satisfatória ao estilo “finais felizes para aqueles que merecem”. Um ótimo filme que aborda um tema inteligente com climas intensos de conflitos psicológicos e com um desenvolvimento e conclusões surpreendentes, porem, devido a suas inúmeras reviravoltas, não é o tipo de filme para ser re-assistido. O melhor filme de Steven Soderbergh!
    Carol C
    Carol C

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    4,0
    Enviada em 17 de setembro de 2013
    ÓTIMO filme! Há um suspense muito bom, um mistério muito bem escondido durante todo o filme. Vale muito a pena assistir, com certeza quem decidir pelo filme não se decepcionará!
    Isis Lourenço
    Isis Lourenço

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    3,5
    Enviada em 12 de março de 2016
    O filme é tenso e muito bem bolado,você tem que prestar bastante atenção pra não se perder,muito suspense,um pouco de drama e um final que diz parece que o jogo virou não é mesmo...
    Wander P.
    Wander P.

    Segui-los 15 seguidores Ler as 31 críticas deles

    3,5
    Enviada em 26 de julho de 2020
    Confesso que no começo do filme eu nao estava vendo muita graça, porém após os acontecimentos fui ficando curioso e o filme ganhou minha atenção, os atores são bons, porém o final da história foi decepcionante para mim, esperava algo maior e não motivos tão fracos para tais acontecimentos, mas vale a pena assistir, é um bom filme com uma história que poderia ser mais trabalhada.
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