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Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1
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4,5
5713 notas e 429 críticas
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17% (75 críticas)
9% (38 críticas)
3% (13 críticas)
3% (11 críticas)

429 críticas do leitor

F. V. Fraga
F. V. Fraga

Segui-los 65 seguidores Ler as 63 críticas deles

4,5Ótimo
Enviada em 21/11/14

Jogos Vorazes - A Esperança: Parte 1 / Mockingjay Part 1 (2014) confirma a crescente escala de qualidade da franquia. Desde o lançamento dos livros Jogos Vorazes - A Trilogia (2008 - 2010) e posteriormente do primeiro filme Jogos Vorazes - O Filme (2012), que a série vem tentando se desvencilhar, com sucesso, da recente enxurrada de narrativas para adolescentes que se multiplicam nos mercados literários e cinematográficos. Nesta terceira parte, que foi dividida em duas no cinema, Suzanne Collins reforça a coragem que teve ao abordar temas socialmente relevantes, ainda que um tanto quanto contraditórios, mas que refletem o anseio pelo protagonismo feminino, de uma forma não masculinizada. Após os acontecimentos dos dois primeiros filmes, Katniss Everdeen (Jenifer Lawrence) se encontra em um abrigo (búnquer) subterrâneo no 13° distrito e está em conflito com os líderes dos rebeldes, por eles não terem resgatado os outros competidores da arena de Em Chamas - O Filme (2013). Os dilemas e responsabilidades da liderança são bem representados, pois a personagem que até então só havia pensado na própria sobrevivência, do seu parceiro de distrito e da sua família, agora tem que assumir a figura do Mockingjay (Tordo) para inspirar uma revolução. Mesmo contrariada ela vai sendo obrigada a aderir as revoltas ao se deparar com a destruição causada pela capital, quase personificada na figura do presidente Snow, tendo que lidar com a preocupação acerca do sofrimento que será infligido aos companheiros de arena capturados. E é na representação da figura feminina que a produção se justifica e se destaca. É consenso no cinema que são poucas as protagonistas femininas que levam um grande público as salas e as que conseguem, são um tanto quanto masculinizadas. Jogos Vorazes prova o contrário. A arqueira Everdeen é uma heroína, mas não é na beleza, na força ou apenas na habilidade bélica que suas qualidades se salientam. O que cativa na sua personalidade é a capacidade de se importar e sempre tentar proteger, seja o seu companheiro, sua irmã ou o seu distrito, num instinto quase maternal ou ainda na capacidade de demostrar que a mulher pode fazer frente em uma sociedade ainda demasiadamente machista, sem necessariamente ser radicalmente feminista. Temas tabus que podem ser facilmente relacionados com a nossa própria realidade. O elenco continua ajustado, sendo reforçado por Juliane moore, que interpreta a presidente Coin, num contraste muito interessante com a já conhecida acompanhante de tributos Effie Trinket (Elizabeth Banks) e a própria Katniss. É nessa dicotomia de classes sociais, que a importância de cada personagem se destaca, demonstrando que todos tem sua própria função na sociedade, sendo corroborada pela escolha acertada de cada ator. A divisão da conclusão da saga em dois filmes é obviamente uma decisão que visa ganhos financeiros, mas cria a oportunidade para que cada ator desenvolva mais o seu trabalho. Woody Harrelson e Philip Seymour Hoffman continuam convincentes em suas atuações. Atores coadjuvantes como Liam Hemsworth, Jeffrey Wright e a novata Natalie Dormer (a Margaery Tyrell de Game of Thrones), ganham mais espaço em tela acrescentando qualidade a história. Só quem perde um pouco é o personagem Peeta Mellark (Josh Josh Hutcherson), que aparece menos, porém em pontos chave não diminuindo sua importância. Este aumento de tempo proporcionado pela adaptação em duas partes do terceiro livro rendeu, também, algumas ótimas cenas de ação, como a de uma resgate em determinado momento do longa. A mudança de tom em Jogos Vorazes - A Esperança, que vai de uma narrativa sobre um jogo de morte estilo Big Brother (Grande Irmão), para uma história de guerra, não deixa de ser corajosa. É possível reconhecer a analogia com as organizações socialistas no décimo terceiro distrito. As propagandas encenadas retomam as da Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria, mostrando que neste tipo de conflito o povo está sujeito a manipulação de decisões tomadas por poucas pessoas. Entretanto é difícil mensurar se o público a que este discurso se destina e que lota as salas de cinema, percebe as verdadeiras qualidades que a obra apresenta. Nota: 9,0 (Excelente "Se nós queimarmos você queimará conosco!"

http://fancult.blogspot.com.br/2014/11/jogos-vorazes-esperanca-parte-1.html

Gregory A.
Gregory A.

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3,0Legal
Enviada em 21/11/14

Quando nós vamos ao cinema assistir um filme do gênero de Jogos Vorazes, esperamos um compilado de emoções, traçados nas cenas de ação, diálogos, discursos, etc... O terceiro capítulo da franquia é sem sombra de dúvidas o mais fraco nesses quesitos. O estilo também é diferente comparado aos outros dois filmes. O primeiro e o segundo sabiam construir uma tensão quase que surreal antes dos jogos começarem, e na hora da porradaria eles funcionavam muito bem (com destaque no Em Chamas). A Esperança - Parte 1 se foca em uma questão mais política, ele tende a se desenvolver através de diálogos. Num momento ou em outro, existem algumas cenas de ação, mas de curto período, quase que dispensáveis pra uma proposta monótona como essa. Agora a moda é dividir o último capítulo em duas partes, justamente para tirar mais da valiosa grana do consumidor, e esse filme tem muita cara de "O Filme Pré - Batalha Final" as duas horas de duração são só uma preparação para a grandiosa batalha que provavelmente veremos na Parte 2. Por ser uma preparação, é inegável dizer que ele se alonga mais do que deveria, são várias cenas dispensáveis, que estão no filme só para garantir minutos a mais. Partindo do lado técnico, os efeitos visuais são tão bons quanto nos anteriores, nada muito de encher os olhos, e da parte do elenco, pode-se dizer que todos estão muito bem. Josh Hutcherson que interpreta o Peeta aparece bem menos do que nos outros filmes, mas com exceção dele, os coadjuvantes foram melhor explorados. A única que decepciona em certos momentos é a própria Katniss (Jennifer Lawrence). Há momentos em que ela precisa convencer o público o que ela realmente está sentindo, como no discurso que feito para o distrito dela, em horas de agonia, tristeza... É triste dizer, mas algumas vezes a atuação de Lawrence não funciona, o resultado chega a ser um pouco superficial, mas não o tempo todo, ela é muito boa atriz, mas aqui deixa um pouco a desejar. O primeiro e segundo ato do filme são bonzinhos, resta você embarcar no que o roteiro te oferece, já o terceiro ato é horroroso! Não quero entrar muito em detalhes, mas perto do final, há uma briga entre Peeta e Katniss, e Peeta leva uma porrada na cabeça e a tela fica preta. Seria o momento perfeito para o filme encerrar, mas ele se alongou por mais 5 minutos para explicar o que os personagens iriam fazer na segunda parte, e é claro, logo em seguida corta para os créditos. Ficou aquela sensação de "olha, vocês viram a primeira parte, mas a segunda sai só ano que vêm" o que me decepcionou bruscamente. Conclusão, apesar dos pesares, Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1 oferece uma proposta de roteiro completamente diferente do que estávamos acostumados, não é melhor, mas também não é ruim, pois os diálogos são muito bem conduzidos, e é claro, não passa de uma preparação para a segunda parte, no qual é impossível deixar de ir conferir. Vá aos cinemas ciente de que será monótono, mas que depois irá valer a pena com a Parte 2. Expectativas!

LeoBueno
LeoBueno

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5,0Obra-prima
Enviada em 20/11/14

Há tempos que Jogos Vorazes deixou claro que era mais do que apenas uma adaptação de um romance adolescente. Desde seu surpreendente final no segundo filme, a mensagem trazida com a trilogia dos livros deixou de ser suavizada e foi colocada no nariz do telespectador, por assim dizer. Depois do desfecho de Em Chamas - onde Katniss Everdeen destruiu a arena, terminando com a 74ª edição do reality antes de seu fim -, a protagonista vivida por Jennifer Lawrence é levada para o Distrito 13 com ninguém menos do que Finnick Odair (Sam Clafin), Haymitch Abernathy (Woody Harrelson) e Plutarch Heavensbee (falecido Philip Seymour Hoffman - a quem o filme é dedicado). Ainda no final do segundo filme, vemos a surpresa no rosto de Katniss se transformar em ódio ao ser informada por Gale (Liam Hemsworth) que o Distrito 12 - seu antigo lar - foi bombardeado e está destruído. Na primeira parte do último capítulo da saga, os jogos que deram nome à história não são mais realizados. Everdeen está abalada com os últimos acontecimentos e mal consegue dormir, pelo menos não sem ter pesadelos com Peeta Mellark (Josh Hutcherson). Enquanto Plutarch tenta reavivar a Garota em Chamas dentro de Katniss, na Capital, o Presidente Snow continua plantando o medo com sua forma de governar - executando cidadãos em praça pública a cada mínimo ato em referência ao Tordo. Quando Katniss é lembrada de - nas palavras de Heavensbee - quem é o verdadeiro inimigo, com o intuíto de induzir os cidadãos de Panem à abaixarem guarda e a se rebelarem por sua liberdade, respectivamente, a guerra de propagandas entre Snow e a líder do Distrito 13, Alma Coin (Julianne Moore), começa. Nos pontoprops de Coin, Katniss é a "arma" escolhida para alastrar a fagulha que se iniciou no fim da primeira edição dos jogos em que participou. Já nos vídeos que Snow transmite, Mellark é visto cada vez mais destruído a cada nova aparição. O roteiro cheio de surpresas e segredos revelados (alguns escondidos) de Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1 é mais completo do que os livros, pois não aborda somente o ponto de vista de Katniss, como também de Snow, Plutarch e Coin e de dois ou três Distritos. Effie Trinket (Elizabeth Banks), que mal aparece no livro de desfecho da saga, ganha presença destacada no penúltimo filme, sempre acalmando os momentos de tensão com piadas que somente ela poderia fazer em um momento tão mais obscuro. É, de fato, um filme mais pausado, dando enfoque à cada sentimento da protagonista, desde atordoada até chegar na figura do Tordo que todos esperam - e que quando surge não deixa arrependimento nenhum no telespectador. O diretor, Francis Lawrence, substituiu todo o colorido que vimos nos filmes anteriores por tons mais sóbrios e escuros, deixando claro que os resistentes não têm um minuto de felicidade sequer - como se os moradores dos outros Distritos tivessem... A edição é perfeita, cortes exatos e muitas músicas da trilha sonora instrumental reaproveitadas, nos familiarizando com as cenas e emoções que já conhecemos. Um dos momentos mais bonitos é quando, na pele de Katniss, Jennifer Lawrence canta "A Árvore Forca"; uma canção forte cuja letra não sai da cabeça depois que o filme acaba. Pessoalmente, já existi três vezes (podem me chamar de louco, ou simplesmente fã) e não vejo problema algum em assistir uma quarta, quinta ou sexta nos próximos dias que se seguem. A Esperança - Parte 1 pode ser parado no começo, mas consegue deixar qualquer pessoa ávida pela sequência que só sairá daqui um ano, possivelmente, em 19 de novembro. Os questionamentos continuam e continuarão sendo abordados enquanto ganhamos mais um ano para refletir em todas as mensagens que a história já nos concedeu, sejam elas implícitas ou nitidamente explicitas.

Luz do Amanhã
Luz do Amanhã

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5,0Obra-prima
Enviada em 23/11/14

Tava fazendo uma critica foda, mas foda mesmo ai a tela do meu cel apaga e já era, começo outra critica e a Poha da tela desliga de novo caralho, to Pilhado nessa Poha, esse filme é foda, não tem muita ação como os dois primeiros da Franquia mas quem disse que isso o torna ruim comparado aos outros,ele eleva a Franquia a algo mais, ela não é mais uma mera adaptação, É A ADAPTAÇÃO QUE TODO AUTOR DE LIVROS MERECE,supera o livro, palavras de quem já leu a Trilogia, o diretor e roteirista foram muito audaciosos ao acrescentar mais historia que no livro não tem,se no segundo eles tiraram coisas importante que estava no livro,entao eles pagaram e olha que sobrou troco pra caralho, alguns pode até criticar a falta de ação mas que se lasque, quer ação vai assistir filmes do Michael Bay, quem disse que pra o filme ser bom precisa ter muita ação ????,Jennifer Lawrence na sua melhor atuação na Franquia, o filme desenvolve muito bem personagens secundários da saga, um dos principais perde aparições mas aparece em cenas importantes e não diminui seu destaque na serie,Hoffman destaque a Parte. É o melhor Filme sim da Franquia, cenas memoráveis, diálogos épicos de katnis (desculpe,to pilhado e acho q escrevi errado) e a a nossa heroína canta uma canção emocionante puta que pariu é foda essa Poha de filme,não é mais uma simples franquia de adolescente (crepúsculo) a qualidade aumentou até chegar no seu ápice, de uma franquia que no começo tinha dotes de Blockbuster (jogos vorazes) de uma adaptação literária de sucesso,queria se torna algo a mais o caminho começou (em chamas) e atingiu seu ápice nesse terceiro filme e o final, que o Hollywood news report tanto criticou, vai sim de deixar VC mais com aquele gostinho de quero mais.Ainda bem que existe filmes como esses,que sim visa lucro,mas de fornece experiências enriquecedoras e diversão e que venha a parte 2.

Bella D.
Bella D.

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5,0Obra-prima
Enviada em 21/11/14

Este é o penúltimo filme da saga e nos conta como Katniss ficou após os jogos e o que ela terá que enfrentar. Neste filme vemos como a força de uma pessoa pode mudar o mundo, onde uma pessoa consegue trazer a esperança para quem a havia perdido, é neste filme que a grande revolução começa. É um filme que sabe prender o público, fazendo todos quererem saber o que acontecerá no final. Neste filme vemos a querida Jennifer Lawrence mostrando-se mais uma vez uma grande atriz. Vemos muito fogo, preparação, uma grande porção de sofrimento e dor, e claro, mistério! Particularmente gosto muito dos efeitos do filme, as cenas de ação são muito boas e nos fazem entrar no filme, e pensar: “Nossa, ela é muito forte, não imagino como ela aguenta tudo isso.” Enfim, é um filme que está merecendo toda a atenção, que tem um final extremamente doloroso e que me faz esperar somente que tudo melhore. Já tive a possibilidade de assistir duas vezes e recomendo!

Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

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2,5Regular
Enviada em 20/11/14

Filme decepcionante, pela fama da franquia, que inexplicavelmente criou um grande número de seguidores, que lotam as salas. A história e tema são bem conhecidos e batidos. Um governo autoritário e repressor domina um povo, apenas, com pão e circo. Esse povo descontente quer mudar esse status quo, a procura de oportunidades, juntando forças para a tomada de poder. Até aí tudo bem, mas o enredo é que mata, nada bate com nada. O elenco é de primeira e dinheiro não falta, pelo sucesso dos dois últimos capítulos. E esse é o problema, pensando apenas em faturar e criar espaço para continuações fizeram um filme vazio, monótono e chato. Na primeira metade do filme lutei para não dormir, na segunda torci para acabar logo. Esse tipo de filme não é minha praia e termino assistindo, na esperança de que vai ter algum capítulo que justifique o sucesso e isso não acontece.

Douglas S.
Douglas S.

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2,0Fraco
Enviada em 25/11/14

Bem mais ou menos, achei meio chato. Devia ter assistido o Interestelar...

Harrison W.
Harrison W.

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1,5Ruim
Enviada em 24/11/14

Desnecessário dividirem o livro em dois. Obviamente por questões financeiras. Filme arrastado.

Ric Brandes
Ric Brandes

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3,5Bom
Enviada em 20/11/14

O tordo está vivo! E entra na briga política... Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 chega como a maior estréia da história nos cinemas brasileiros, arrasando a concorrência de forma esmagadora. Adaptação do terceiro livro da série de Suzanne Collins, a última parte da saga que conquistou fãs pelo mundo acabou sendo dividida em duas. Resultado: A Esperança – Parte 1 é um filme sem começo nem fim, que cumpre sua função de abrir as cortinas para o capítulo final dos Jogos Vorazes, e da batalha da heroína rebelde contra o todo poderoso Presidente e sua capital. Ainda mais triste e sombrio que seus antecessores, esse capítulo explora bastante a questão política entre Rebeldes e a capital, engaiolando o Torno e sua imagem em uma luta pelo poder. Fica claro, desde os primeiros minutos, a força do estresse pós traumático da garota do distrito 12, que sobreviveu a duas edições dos jogos e agora está em uma sinuca de bico com seu amado Peeta. E adivinha quem voltou com suas tradicionais rosas? Ele, o impiedoso Presidente Snow, que aparece ainda mais forte e cruel, agindo de forma fria e calculista contra seus opositores. Com algumas cenas de ação bem trabalhadas, capazes de envolver os espectadores, vários discursos políticos inflamados da Presidente rebelde Coin e muitos momentos introspectivos de Katniss, que vai e vem perdida em devaneios, no fim de tudo o filme acaba cumprindo sua função. Com a clara intenção de criar um clima mais sombrio para a história, os produtores deixaram a maioria das duas horas de exibição com um fundo exageradamente escuro, denso, que é complementado por algumas cenas claras e bem iluminadas, com grande beleza visual. Falando em atores, além da excelente dupla apaixonada de protagonistas Katniss e Peeta, alguns coadjuvantes também merecem destaque: Entre os exilados políticos da capital, agora protegidos pelos rebeldes, chama a atenção a figura da antes colorida e extravagante Effie, que apresentava os tributos e os sorteios na capital. Agora exilada, sem suas luxuosas perucas e maquiagens usadas na capital, ela chama a atenção em um papel marcante, de boa importância na história. Outro papel que merece destaque nesse filme é o de Philip Seymour Hoffman, no papel de Plutarch. O ator morreu antes do final das filmagens e foi finalizado com truques e imagens digitais. Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 está longe de ser um filme ruim, pelo contrário: cumpre seu papel de abrir espaço para o fim dessa grandiosa saga da sétima arte. Mas é certo que, de todos os filmes da franquia Jogos Vorazes, este é o mais fraco até aqui. Ficamos na esperança de que a parte 2 encerre com chave de ouro (e sem tantos devaneios) esta fantástica história de luta pela liberdade! Por Ricardo Brandes / Escritor

Marcos A.
Marcos A.

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4,0Muito bom
Enviada em 19/11/14

Excelente parte inicial deixando tudo em ordem para a batalha final. Mais um desempenho excelente dos atores Jennifer Lawrence, Elisabeth Banks e Woody Harrelson. Vale a pena, mas pena mesmo é ter que esperar um ano para ver o resto da história.

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